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Foram encontradas 420 questões.

677457 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Segundo a RDC 67/2007, na farmácia magistral, a cada 6 meses, no mínimo, devem ser feitos testes físicoquímicos e microbiológicos para monitorar a qualidade da água de abastecimento, mantendo-se os respectivos registros. As especificações para a água potável devem ser estabelecidas de acordo com a legislação vigente. Dentre as análises físico-químicas, a serem realizadas, podem-se citar algumas, EXCETO:

 

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676774 Ano: 2012
Disciplina: Nutrição
Banca: UFJF
Orgão: UFJF

No planejamento de cardápios é INCORRETO afirmar:

 

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A tabela, a seguir, informa a quantidade de cestas de dois pontos feitas por 5 jogadores em um torneio de basquete:

Nome do jogador

Total de acertos

Total de arremessos

Gustavo

24 40

Vinícius

32 60

Paulo

15 30

Ricardo

10 50

Pedro

21 30

O treinador toma como referência o registro para avaliar o índice de acerto de seus jogadores. De acordo com a tabela, o jogador que apresentou melhor resultado de acertos em relação ao número de arremessos foi:

 

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672695 Ano: 2012
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UFJF
Orgão: UFJF

Quanto ao processo de diafanização, marque a opção CORRETA:

 

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672609 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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As cotas para questionar o tal do Mérito

Helena Singer

1. No último dia 28, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a sua Síntese de Indicadores Sociais que confirmou os dados há muito tempo conhecidos dos brasileiros: mais da metade (54,3%) dos estudantes das universidades públicas pertencem aos 20% mais ricos da população. Os mais ricos são também maioria (64,2%) na rede particular do ensino superior.

2. Para superar essa desigualdade, propostas de reservas de vagas para estudantes oriundos do ensino médio da rede pública têm sido adotadas – ou às vezes impostas –, em universidades federais e estaduais. Entre apoiadores e críticos da medida, os argumentos podem ser resumidos em apenas um para cada lado: os que apoiam as cotas acreditam que elas podem promover a redução da gritante desigualdade brasileira; os contrários às cotas alegam que elas vão contra o sagrado critério de mérito para a seleção dos estudantes do nível superior. É exatamente este o ponto.

3. De que mérito se está falando? Da capacidade de responder com um X a questões desinteressantes que qualquer profissional bem-sucedido é incapaz de responder poucos anos depois de concluído o ensino médio? Se é para falar de mérito, então temos que perguntar que tipo de estudante tem melhor condição de realizar uma boa graduação, com interesse, dedicação e capacidade de questionamento, para futuramente se tornar um bom profissional. Então vamos perguntar…

4. Quem é mais preparado para fazer uma faculdade de astronomia: um adolescente que foi bem treinado para responder perguntas em provas ou um jovem indígena que se localiza no tempo a partir da observação das estrelas? Quem é mais preparado para ser um bom estudante de direito: um jovem que durante 12 anos aprendeu que as perguntas dele não devem ser feitas fora de hora ou uma jovem que participou com a família de movimentos por moradia? Quem tem mais chance de ser um dedicado estudante de jornalismo: aquele que durante toda sua vida escolar escreveu redações sobre temas que não lhe interessavam ou o rapaz que, apesar de todas as adversidades, conseguiu montar uma rádio comunitária no seu bairro? Vamos pensar naquela menina da periferia que desde os 13 anos ajuda os vizinhos menores nas lições de casa e agora quer fazer faculdade de pedagogia. E no rapaz que, como ajudante do pai marceneiro, aprendeu a fazer cálculos matemáticos, interessado em fazer a faculdade de arquitetura.

5. Perguntemos que tipo de estudante tem mais condições de enriquecer os debates em sala de aula, trazer novos olhares para as grandes questões acadêmicas. Abrir as portas da universidade para a população tradicionalmente dela excluída não precisa ter o único objetivo de reduzir as desigualdades. Pode também significar um real enriquecimento do conhecimento ali produzido, a partir do diálogo entre os saberes científicos, os saberes tradicionais e os saberes das diversas culturas que compõem este imenso e diverso país. Quando os vestibulares começarem a levar a questão do mérito a sério, não precisaremos mais das cotas.

SINGER, Helena. As cotas para questionar o tal do Mérito. Portal Aprendiz. 1º out. 2007. Disponível em: <http://portal.aprendiz.uol.com.br/2007/10/01/as-cotas-para-questionar-o-tal-do-merito>. Acesso em: 23 mar. 2012.

Assim como em “um adolescente que foi bem treinado” (§ 4), a grafia sc é recomendada em todas as situações seguintes, EXCETO em uma delas. Marque-a.

 

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672581 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Observe as lacunas das seguintes palavras:

Enunciado 672581-1

Marque a alternativa que completa, CORRETAMENTE, as palavras.

 

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672573 Ano: 2012
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UFJF
Orgão: UFJF

Com relação à injeção da árvore brônquica, marque a alternativa INCORRETA:

 

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672569 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Utopia ou Solução?

José Passini

1. Uma vez reconhecida a necessidade de uma língua internacional, resta o problema da escolha daquela que deverá desempenhar esse papel. O uso de línguas naturais nessa função não tem conseguido preencher a lacuna deixada pelo abandono do uso do latim, que foi instrumento de comunicação diplomática, de divulgação científica e de discussão filosófica e política durante toda a Idade Média. É de se notar que o latim usado como interlíngua não era aquele falado quotidianamente pelo povo, o “sermo vulgaris”. Não era a língua que, sujeita à instabilidade do processo evolutivo natural, viria a se transformar e se diversificar nas várias línguas românicas. O idioma usado nas comunicações internacionais era o produto estável, altamente elaborado pelos gramáticos e estilistas da latinidade.

2. O fato de não pertencer a povo algum dava ao latim a condição primeira para o desempenho do papel de interlíngua: a neutralidade política. As línguas naturais encontram sempre fortes restrições em seu uso como língua internacional, restrições que variam, segundo as áreas onde se pretenda usá-las. Não há uma única língua natural que garanta ao seu usuário livre trânsito em todo o mundo, para não dizer nem mesmo em toda a Europa. Apesar disso, as nações econômica e politicamente poderosas concentram grandes esforços e despendem enormes recursos financeiros no sentido de difundirem e, até certo ponto, imporem seus idiomas para uso internacional, visto serem inegáveis os rendimentos em prestígio político e as vantagens econômicas que retornam como altos dividendos, em razão de investimentos bem aplicados. É muito fácil, para o falante nativo, parlamentar, influenciar, convencer, vender, e até mesmo dominar, quando o interlocutor fala uma língua que não seja a sua própria.

3. Assim, eleger, em âmbito mundial, uma língua natural para o desempenho da tarefa de interlíngua é conceder ao povo que a fala como nativo uma série de prerrogativas contra as quais se insurgiriam os demais povos, a arguírem o mesmo direito de não serem obrigados às despesas e aos esforços necessários ao aprendizado de uma língua estrangeira.

4. Aceitar oficialmente o idioma de outro povo como segunda língua é elevar o país de origem desse idioma à condição de metrópole intelectual. É submeter-se-lhe psicologicamente, aceitando a sua influência política e a sua cultura, no sentido mais abrangente do termo. Não se defende, ao pôr-se em relevo a gravidade desse problema, um nacionalismo absurdo, fechado às ideias renovadoras vindas do exterior. É de senso comum que nenhum país pode progredir de forma apreciável, se fechado ao confronto salutar com as ideias geradas em outras culturas. O que se busca demonstrar é o perigo de uma descaracterização nacional como consequência da forte influência de uma determinada cultura, aceita, às vezes, inconscientemente, através da adoção da língua de um outro povo como segunda língua.

5. No caso de se adotar alguma língua neutra, as influências recebidas do exterior se originariam de fontes diversas, porque conduzidas através de uma língua igualmente acessível a todos os povos. A adoção de uma língua internacional neutra permitiria àqueles povos, cujas línguas não têm penetração internacional, a divulgação da sua posição política, do seu pensamento filosófico, dos seus progressos sociais e científicos, diretamente, ao resto do mundo, sem ter de se sujeitar ao processo seletivo da corrente de informação a que a tradução em uma língua natural conduziria. Ao traduzir-se uma obra para um idioma natural, raramente tem-se em vista a sua divulgação mundial. As traduções são quase sempre feitas em função dos interesses e do gosto do povo ou dos povos falantes nativos dessa língua, o que constitui um fator altamente seletivo e restritivo na divulgação de ideias em ambiente mundial, em desfavor dos usuários de línguas minoritárias. A tradução em uma língua neutra, ao contrário, destinar-se-ia indistintamente a todos os povos e facilitaria sobremaneira o acesso a uma literatura muito mais vasta aos povos em cujas línguas as traduções não seriam rentáveis.

6. Se, como foi demonstrado, as línguas naturais não se prestam à função de interlíngua, só resta a alternativa do uso de uma língua construída, neutra, indene de vinculação étnica, política, filosófica, cultural, enfim. Essa condição ideal, como se depreende, só poderá ser conseguida por um idioma não vinculado a povo algum, um idioma conscientemente elaborado para o papel de interlíngua mundial, a ser aprendida por todos os povos, na condição de segunda língua.

7. Para o desempenho desse papel, relevante sob todos os aspectos, propõe-se o esperanto, porque dentre os idiomas criados para esse fim, que surgiram até agora, é aquele que se destaca pela facilidade de aprendizado, graças à simplicidade e regularidade que seu criador conseguiu imprimir-lhe. Entretanto, essa simplicidade não implica pobreza de recursos de expressão, visto ter-lhe sido possível acompanhar, desde a sua publicação, em 1887, o progresso sem precedentes que se constata em todos os setores da atividade humana, dando conta do discurso científico, filosófico, político e religioso de todos os tempos, como atesta a extensa bibliografia existente. Sua regularidade, que o livra daqueles caminhos sinuosos que dificultam o aprendizado de um novo idioma, principalmente na idade adulta, não o desfigura como idioma humano, não o torna um código matemático, frio, monótono, artificial. A esse respeito, consulte-se a vasta literatura, original e traduzida, em poesia e prosa, sobre os mais variados temas.

8. A prova mais concludente a respeito da adequação do esperanto ao papel a que se propõe é dada pela sua sobrevivência e pelo progresso que, embora lento, sem apoio direto de nenhum governo, é sempre crescente em todo o mundo. Dezenas de línguas surgiram antes dele; outras lhe foram contemporâneas no lançamento; várias outras, posteriores. Não obstante, nenhuma conseguiu ameaçar-lhe o progresso.

9. Assim, ao Homem, que adotou conscientemente a linguagem internacional das notas musicais, do Código Morse, dos sinais de tráfego, dos códigos de computação e de tantos e tantos sistemas e códigos usados em âmbito mundial, não lhe será impossível adotar a língua elaborada pelo gênio de Zamenhof como código de comunicação falada e escrita, o que constituirá mais do que uma vitória do esperanto, uma demonstração de espírito prático, de bom-senso e, sobretudo, de justiça.

PASSINI, José. Utopia ou solução. In: ______. Bilinguismo: utopia ou antibabel. Campinas: Pontes, 1995. p. 151-4.

Releia o segmento:

“Assim, ao Homem, que adotou conscientemente a linguagem internacional das notas musicais, (...) e de tantos e tantos sistemas e códigos usados em âmbito mundial, não lhe será impossível adotar a língua elaborada pelo gênio de Zamenhof (...).” (§ 9)

Sobre as vírgulas assinaladas (veja as setas), é CORRETO afirmar que:

 

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Uma folha de papel retangular, de dimensões 11 cm por 8 cm, é dobrada, conforme a figura dada. Sobre a medida x da dobra desse papel, pode-se afirmar que:

Enunciado 672550-1

 

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672530 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Pretende-se preparar um elixir contendo 120 mL de tintura de Ginkgo biloba. Porém a quantidade de tintura é insuficiente. Deseja-se substitui-la pelo extrato fluido. Nesta situação, a quantidade de extrato fluido (em mililitros) a ser empregada deverá corresponder a:

 

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