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672478 Ano: 2012
Disciplina: Gerência de Projetos
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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A Pró-reitoria de Graduação lidera o projeto de Revisão do Regimento Geral de Graduação (RAG) com a participação do corpo docente, discente e de técnicos-administrativos. A equipe da Pró-reitoria já recebeu todas as considerações e indicações para aperfeiçoamento, inserção e supressão de itens do RAG, a partir de uma consulta pública à comunidade acadêmica. Para conclusão da ação, elaborou-se um instrumento de controle plotado em uma rede PERT/CPM (PERT – Program Evaluation and Review Technique - Técnica de Avaliação e Revisão de Programas e CPM - Critical Path Method - Método do Caminho Crítico), descrito a seguir:

Considere as afirmativas a seguir:

Enunciado 672478-1

I) O caminho crítico da rede PERT/CPM é composto pelas atividades BCFI.

II) Na hipótese de atraso de um dia na Atividade G, não haverá comprometimento no prazo final do projeto.

III) A folga do Evento 5 é de dois dias.

IV) Na hipótese de atraso em dois dias no caminho composto pelas atividades ADEH, não haverá comprometimento no prazo final do projeto.

V) Por solicitação do Reitor da Universidade, o projeto em análise deverá ter o limite máximo de 10 dias. Para tanto, o caminho ADEH deverá ser reduzido em dois dias e o caminho BCFI em três dias.

São CORRETAS as afirmativas:

 

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667966 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFJF
Orgão: UFJF

Sobre pesagem e medidas de alimentos em laboratório, é CORRETO afirmar:

 

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667837 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Desigualdade social

Enunciado 667837-1

A pobreza é um problema que afeta a maioria dos países

A desigualdade social e a pobreza são problemas sociais que afetam a maioria dos países na atualidade. A pobreza existe em todos os países, pobres ou ricos, mas a desigualdade social é um fenômeno que ocorre principalmente em países não desenvolvidos.

O conceito de desigualdade social é um guarda-chuva que compreende diversos tipos de desigualdades, desde desigualdade de oportunidade, resultado, até desigualdade de escolaridade, de renda, de gênero. De modo geral, a desigualdade econômica – a mais conhecida – é chamada imprecisamente de desigualdade social, dada pela distribuição desigual de renda. No Brasil, a desigualdade social tem sido um cartão de visita para o mundo, pois é um dos países mais desiguais.

Segundo dados da ONU, em 2005, o Brasil era a 8ª nação mais desigual do mundo. O índice Gini, que mede a desigualdade de renda, divulgou em 2009 que a do Brasil caiu de 0,58 para 0,52 (quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade), porém esta ainda é gritante.

Alguns dos pesquisadores que estudam a desigualdade social brasileira atribuem, em parte, a persistente desigualdade brasileira a fatores que remontam ao Brasil colônia, pré-1930 – a máquina midiática, em especial a televisiva, produz e reproduz a ideia da desigualdade, creditando o “pecado original” como fator primordial desse flagelo social e, assim, por extensão, o senso comum “compra” essa ideia já formatada –, ao afirmar que são três os “pilares coloniais” que apoiam a desigualdade: a influência ibérica, os padrões de títulos de posse de latifúndios e a escravidão.

É evidente que essas variáveis contribuíram intensamente para que a desigualdade brasileira permanecesse por séculos em patamares inaceitáveis. Todavia, a desigualdade social no Brasil tem sido percebida nas últimas décadas, não como herança pré-moderna, mas sim como decorrência do efetivo processo de modernização que tomou o país a partir do início do século XIX.

Junto com o próprio desenvolvimento econômico, cresceu também a miséria, as disparidades sociais – educação, renda, saúde, etc. – a flagrante concentração de renda, o desemprego, a fome que atinge milhões de brasileiros, a desnutrição, a mortalidade infantil, a baixa escolaridade, a violência. Essas são expressões do grau a que chegaram as desigualdades sociais no Brasil.

Segundo Rousseau, a desigualdade tende a se acumular. Os que vêm de família modesta têm, em média, menos probabilidade de obter um nível alto de instrução. Os que possuem baixo nível de escolaridade têm menos probabilidade de chegar a um status social elevado, de exercer profissão de prestígio e ser bem remunerado.

É verdade que as desigualdades sociais são, em grande parte, geradas pelo jogo do mercado e do capital, assim como é também verdade que o sistema político intervém de diversas maneiras, às vezes mais, às vezes menos, para regular, regulamentar e corrigir o funcionamento dos mercados em que se formam as remunerações materiais e simbólicas.

A sociedade brasileira deve perceber que, sem um efetivo Estado democrático, não há como combater ou mesmo reduzir significativamente a desigualdade social no Brasil.

CAMARGO, Orson. Disponível em: <http://www.brasilescola.com/sociologia/classes-sociais.htm>. Acesso em: 22 maio 2012. Adaptado.

O texto tem como objetivo:

 

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Texto I O pior é que os pais são cúmplices

(Fragmento de entrevista)

(1) Faixa-preta no caratê, a americana Rosalind Wiseman dava aulas de defesa pessoal para garotas em Washington, capital dos Estados Unidos, quando se impressionou com as conversas das adolescentes sobre os constantes abusos físicos e psicológicos que sofriam ou infligiam a colegas na escola, o bullying. Interessou-se pelo assunto, aprofundou as conversas e hoje é uma das maiores especialistas nesse triste fenômeno. (...)

(2) O bullying está fugindo ao controle dos pais e das escolas? Conflitos em que ocorre abuso de poder e força para demarcar território são tão antigos quanto a própria espécie humana. Não estamos, portanto, diante de um fenômeno moderno, como alguns apregoam. Por outro lado, há, sim, certos aspectos da sociedade em que vivemos que conferem ao bullying feições particularmente cruéis, e é isso que o torna mais difícil de ser controlado. A principal mudança está na internet, com a qual a atual geração de crianças e adolescentes mantém uma relação quase que visceral. É justamente ali, onde constroem sua identidade e seus laços de amizade, que eles começam a se ver alvo de humilhações capazes de se difundir por toda a escola em questão de horas. O problema passa a ganhar uma escala que nunca teve antes, enchendo a vítima de vergonha, solidão e medo. Os pais e os educadores, por sua vez, são frequentemente tomados de um sentimento de profunda impotência que os mantém paralisados.

(3) A senhora está dizendo que as escolas não estão sabendo lidar com os casos de bullying? Minha experiência mostra que a maioria não encara esse problema como sendo também seu, prova de uma visão ainda antiquada sobre a educação. Nos últimos anos, a internet demoliu certas fronteiras físicas de forma avassaladora, como a que separava a casa da escola, mas muitos educadores continuam alheios a isso. Eles se esquivam de suas responsabilidades, limitando-se a dizer apenas que "o caso não aconteceu dentro da sala de aula, me desculpe, estamos de mãos atadas". Pois, ao ignorarem a questão, dão sinal verde para que os agressores sigam adiante, seguros, e com razão, de que não serão punidos. Aqueles que são alvo das intimidações passam a odiar profundamente o colégio, onde não recebem o mais básico: segurança. Ouço muito nas escolas que elas estão, sim, em plena cruzada de combate ao bullying. Mas isso não costuma se traduzir em nada verdadeiramente efetivo. Toda essa discussão acaba por chamar atenção para uma enorme fragilidade que vejo na instituição escolar, nos Estados Unidos e em outros países.

(...)

(4) Os próprios pais acabam sendo condescendentes com o bullying? Exatamente isso. Existe um grupo, e com certeza não é pequeno, de pais que se arvoram em defesa dos filhos incondicionalmente, qualquer que seja a situação, ainda que às vezes não tomem consciência disso. Alguns até bradam: "Quem se meter com meu filho está se metendo comigo também". É um instinto de proteção cego, irracional. Mesmo alertados pela escola e por outros pais, eles se recusam a ver e a ouvir o óbvio. Estão se furtando assim à tarefa de dar uma boa educação aos filhos.

(5) Como deveriam agir nesses casos? Como adultos. Eles devem não só assumir como enfatizar o problema, advertindo a criança, punindo-a prontamente quando preciso e procurando a escola, se esse for o caso. É básico, mas não tão comum. Vou além na crítica que faço. Muitos pais acabam não apenas agindo como cúmplices juvenis de seus filhos como também dando o mau exemplo em casa. Depois de tantos anos nesse campo, estou convencida de que tratar mal o outro, tentando se sobrepor à base da força e do medo, não é apenas um instituto humano, mas também um comportamento cultivado e assimilado socialmente.

(6) Como isso ocorre? Não é tão óbvio, mas sutil. Observando as famílias das crianças que costumam liderar o bullying, descobri um padrão comum à maioria. Em geral, elas vêm de ambientes em que os próprios pais não lidam bem com as diferenças. Costumam supervalorizar características físicas e psicológicas universalmente aceitas e desconfiar de quem destoa delas. Eles reforçam, por exemplo, o ideal de magreza que tanto preocupa as crianças e adolescentes de hoje - inclusive os magros que querem ficar cada vez mais esbeltos. É curioso que esse tipo de manifestação preconceituosa aparece até mesmo naquelas famílias de gente muito lúcida, de forma quase invisível. Mas a mensagem está lá. O bullying nada mais é do que uma demonstração exacerbada da aversão às diferenças. Escuto muito pais criticando uns aos outros. É como um esporte nacional. Está claro que falta um olhar mais realista sobre si próprios.

(...)

(7) Por que elegeu o universo feminino como campo de estudo de seu primeiro livro sobre o assunto? As meninas podem ser mais cruéis entre si do que os garotos. Elas têm uma compreensão muito clara sobre como a outra se sente e, com isso, conseguem ferir-se com requintes de maldade. Na adolescência, criam uma severa hierarquia no grupo, pautada por aquilo que vestem e possuem e também pela maneira como se expressam e se posicionam. São regras invisíveis, que se fazem perceber da pior forma possível - quando alguém as quebra e é punido por isso. As meninas se policiam umas às outras o tempo todo e costumam ser implacáveis com quem transgride. Praticam uma agressão de fundo mais psicológico, mas profundamente dolorosa, segundo relatos que venho colhendo ao longo desses anos de trabalho nas escolas. Muitas pessoas ainda se espantam quando trato dessas coisas. Preferem trilhar o caminho mais fácil, o do politicamente correto, a falar abertamente e ajudar.

WEINBERG, Mônica. O pior é que os pais são cúmplices. Veja, São Paulo, v. 45, n. 9, p. 17 e 20-21, fev. 2012. Entrevista. (Adaptado).

Leia o seguinte segmento: “(...) Preferem trilhar o caminho mais fácil, o do politicamente correto, a falar abertamente e ajudar” (§ 7).

Assinale a alternativa em que o verbo preferir, considerando a norma culta da língua escrita, constrói-se com regência idêntica à do segmento:

 

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667592 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Utopia ou Solução?

José Passini

1. Uma vez reconhecida a necessidade de uma língua internacional, resta o problema da escolha daquela que deverá desempenhar esse papel. O uso de línguas naturais nessa função não tem conseguido preencher a lacuna deixada pelo abandono do uso do latim, que foi instrumento de comunicação diplomática, de divulgação científica e de discussão filosófica e política durante toda a Idade Média. É de se notar que o latim usado como interlíngua não era aquele falado quotidianamente pelo povo, o “sermo vulgaris”. Não era a língua que, sujeita à instabilidade do processo evolutivo natural, viria a se transformar e se diversificar nas várias línguas românicas. O idioma usado nas comunicações internacionais era o produto estável, altamente elaborado pelos gramáticos e estilistas da latinidade.

2. O fato de não pertencer a povo algum dava ao latim a condição primeira para o desempenho do papel de interlíngua: a neutralidade política. As línguas naturais encontram sempre fortes restrições em seu uso como língua internacional, restrições que variam, segundo as áreas onde se pretenda usá-las. Não há uma única língua natural que garanta ao seu usuário livre trânsito em todo o mundo, para não dizer nem mesmo em toda a Europa. Apesar disso, as nações econômica e politicamente poderosas concentram grandes esforços e despendem enormes recursos financeiros no sentido de difundirem e, até certo ponto, imporem seus idiomas para uso internacional, visto serem inegáveis os rendimentos em prestígio político e as vantagens econômicas que retornam como altos dividendos, em razão de investimentos bem aplicados. É muito fácil, para o falante nativo, parlamentar, influenciar, convencer, vender, e até mesmo dominar, quando o interlocutor fala uma língua que não seja a sua própria.

3. Assim, eleger, em âmbito mundial, uma língua natural para o desempenho da tarefa de interlíngua é conceder ao povo que a fala como nativo uma série de prerrogativas contra as quais se insurgiriam os demais povos, a arguírem o mesmo direito de não serem obrigados às despesas e aos esforços necessários ao aprendizado de uma língua estrangeira.

4. Aceitar oficialmente o idioma de outro povo como segunda língua é elevar o país de origem desse idioma à condição de metrópole intelectual. É submeter-se-lhe psicologicamente, aceitando a sua influência política e a sua cultura, no sentido mais abrangente do termo. Não se defende, ao pôr-se em relevo a gravidade desse problema, um nacionalismo absurdo, fechado às ideias renovadoras vindas do exterior. É de senso comum que nenhum país pode progredir de forma apreciável, se fechado ao confronto salutar com as ideias geradas em outras culturas. O que se busca demonstrar é o perigo de uma descaracterização nacional como consequência da forte influência de uma determinada cultura, aceita, às vezes, inconscientemente, através da adoção da língua de um outro povo como segunda língua.

5. No caso de se adotar alguma língua neutra, as influências recebidas do exterior se originariam de fontes diversas, porque conduzidas através de uma língua igualmente acessível a todos os povos. A adoção de uma língua internacional neutra permitiria àqueles povos, cujas línguas não têm penetração internacional, a divulgação da sua posição política, do seu pensamento filosófico, dos seus progressos sociais e científicos, diretamente, ao resto do mundo, sem ter de se sujeitar ao processo seletivo da corrente de informação a que a tradução em uma língua natural conduziria. Ao traduzir-se uma obra para um idioma natural, raramente tem-se em vista a sua divulgação mundial. As traduções são quase sempre feitas em função dos interesses e do gosto do povo ou dos povos falantes nativos dessa língua, o que constitui um fator altamente seletivo e restritivo na divulgação de ideias em ambiente mundial, em desfavor dos usuários de línguas minoritárias. A tradução em uma língua neutra, ao contrário, destinar-se-ia indistintamente a todos os povos e facilitaria sobremaneira o acesso a uma literatura muito mais vasta aos povos em cujas línguas as traduções não seriam rentáveis.

6. Se, como foi demonstrado, as línguas naturais não se prestam à função de interlíngua, só resta a alternativa do uso de uma língua construída, neutra, indene de vinculação étnica, política, filosófica, cultural, enfim. Essa condição ideal, como se depreende, só poderá ser conseguida por um idioma não vinculado a povo algum, um idioma conscientemente elaborado para o papel de interlíngua mundial, a ser aprendida por todos os povos, na condição de segunda língua.

7. Para o desempenho desse papel, relevante sob todos os aspectos, propõe-se o esperanto, porque dentre os idiomas criados para esse fim, que surgiram até agora, é aquele que se destaca pela facilidade de aprendizado, graças à simplicidade e regularidade que seu criador conseguiu imprimir-lhe. Entretanto, essa simplicidade não implica pobreza de recursos de expressão, visto ter-lhe sido possível acompanhar, desde a sua publicação, em 1887, o progresso sem precedentes que se constata em todos os setores da atividade humana, dando conta do discurso científico, filosófico, político e religioso de todos os tempos, como atesta a extensa bibliografia existente. Sua regularidade, que o livra daqueles caminhos sinuosos que dificultam o aprendizado de um novo idioma, principalmente na idade adulta, não o desfigura como idioma humano, não o torna um código matemático, frio, monótono, artificial. A esse respeito, consulte-se a vasta literatura, original e traduzida, em poesia e prosa, sobre os mais variados temas.

8. A prova mais concludente a respeito da adequação do esperanto ao papel a que se propõe é dada pela sua sobrevivência e pelo progresso que, embora lento, sem apoio direto de nenhum governo, é sempre crescente em todo o mundo. Dezenas de línguas surgiram antes dele; outras lhe foram contemporâneas no lançamento; várias outras, posteriores. Não obstante, nenhuma conseguiu ameaçar-lhe o progresso.

9. Assim, ao Homem, que adotou conscientemente a linguagem internacional das notas musicais, do Código Morse, dos sinais de tráfego, dos códigos de computação e de tantos e tantos sistemas e códigos usados em âmbito mundial, não lhe será impossível adotar a língua elaborada pelo gênio de Zamenhof como código de comunicação falada e escrita, o que constituirá mais do que uma vitória do esperanto, uma demonstração de espírito prático, de bom-senso e, sobretudo, de justiça.

PASSINI, José. Utopia ou solução. In: ______. Bilinguismo: utopia ou antibabel. Campinas: Pontes, 1995. p. 151-4.

Observe o trecho:

“Aceitar oficialmente o idioma de outro povo como segunda língua (1) é elevar o país (2) de origem desse idioma à condição de metrópole (3) intelectual.” (§ 4)

Considerando a indicação posposta à palavra em destaque, a alternativa CORRETA quanto à justificativa para o emprego do acento gráfico é a seguinte:

 

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667383 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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O lote de um produto é a quantidade obtida do mesmo em um único processo e se caracteriza por apresentar:

 

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667378 Ano: 2012
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UFJF
Orgão: UFJF

A alizarina é universalmente utilizada para qual tipo de técnica anatômica?

 

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667360 Ano: 2012
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UFJF
Orgão: UFJF

Marque a alternativa INCORRETA.

 

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667090 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: UFJF
Orgão: UFJF

Exame de urina realizado em uma amostra humana é conhecido como:

 

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666397 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFJF
Orgão: UFJF

Para a limpeza de vidrarias em uso corrente, é CORRETO afirmar sobre os procedimentos:

 

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