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Foram encontradas 70 questões.

1329799 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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No gráfico abaixo, pode ser observado a evolução da participação dos alunos no ENEM.

Enunciado 1329799-1

No período de 1999 a 2010, o ano que apresentou o maior crescimento percentual de participantes no ENEM, em relação ao ano anterior, foi:

 

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1329761 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Sobre as formas atuais de manifestação do excedente de trabalhadores pelo capitalismo brasileiro, segundo Márcio Pochmann (2008), assinale a opção CORRETA.

 

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1329735 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Ana Elizabete da Mota (2007), ao analisar as estratégias e reformas da Previdência em seu texto: “Crônica de uma morte anunciada: as reformas da Previdência Social brasileira nos anos de 1990 e 2000”, lança suas prospecções sobre os rumos dessa política na contemporaneidade. Acerca da efetivação de tais estratégias e reformas, marque a opção CORRETA.

 

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1329717 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Leia com atenção o seguinte texto, ao qual se refere a questão.

A sociologia do jeito

Roberto Campos

O jeito não é uma instituição legal nem ilegal, é “paralegal”.

Em primeiro lugar, essa instituição viceja assaz nos países latinos e é quase desconhecida nos anglosaxões, porque naqueles perduraram por mais tempo hábitos feudais, quer nas relações jurídicas, quer nas econômicas. O feudalismo é um sistema de profunda desigualdade jurídica, em que a lei a rigor só é aplicável ao servo e aos vassalos, porém extremamente flexível para o barão e o suserano. Estes se governam por relações voluntarísticas; aqueles por fórmulas impositivas.

Na Inglaterra, graças ao precoce desenvolvimento de sua burguesia mercantil, que se afirmou contra o Rei e os nobres, estabelecendo formas jurídicas de validade mais universal, feneceu muito antes que na Europa Latina o molde feudal.

Isso cerceou barbaramente as possibilidades de florescimento da instituição “paralegal” do jeito, a qual pressupõe, evidentemente, como diria Orwell, que todos os animais sejam em princípio iguais perante a lei, conquanto alguns sejam mais iguais que outros. Ou, como praticam, entre nós, os mineiros e os gaúchos: “Para os amigos tudo, para os indiferentes nada, para os inimigos a lei!”

A segunda explicação sociológica reside na diferença de atitudes entre latinos e anglo-saxões, no tocante às relações entre a lei e o fato social. Para o empiricismo jurídico anglo-saxão, a lei é muito menos uma construção lógica que uma cristalização de costumes. Ao contrário do Direito Civil, a Common Law é uma coletânea de casos e precedentes, antes que um sistema apriorístico e formal de relações.

Até mesmo na Lex Magna – a Constituição – prevalece essa diferença de atitudes. A Constituição inglesa, por exemplo, nunca foi escrita e a americana se cinge a três admiráveis páginas. Já as Constituições de tipo latino são miudamente norminativas e regulamentares. Com isso nos arriscamos, quase sempre, a um descompasso em relação ao fato social, o que nos leva ora à solução elegante e proveitosa (para os juristas) da mudança da Constituição, ora a interregnos deselegantes de ditaduras inconstitucionais.

As consequências sociológicas dessa díspar atitude – de um lado a tradição interpretável, do outro o preceito incontroverso – são profundas. No caso anglo-saxão, a lei pode ser obedecida, porque ordinariamente apenas codifica o costume corrente. Torna-se menos provável a ocorrência de grave tensão institucional por desadaptação da norma legal ao comportamento aceito. Não há grande necessidade de se dar um jeito, pois que a lei raramente é inexequível; nos casos em que é violada, é possível configurar-se, então, a existência de dolo ou crime praticado por pequena minoria social.

Dentro do formalismo jurídico latino, frequentemente o descumprimento da lei é uma condição de sobrevivência do indivíduo, e de preservação do corpo social sem inordinato atrito. Como dizia um meu criado português: “Esta lei não pegou, senhor doutor.” Pois (...) há leis que “pegam” e leis que não “pegam”. Estas, ordinariamente, são construções teóricas que não nasceram do costume e que às vezes transplantam formas jurídicas importadas de além-mar, sem relevância para as possibilidades econômicas de nosso ambiente. Textos fora de contexto.

Resta saber se não há uma terceira explicação, em termos de atitudes religiosas. No catolicismo, rígido é o dogma, e a regra moral, intolerante. No protestantismo, complacente é a doutrina, e a moral, utilitária. Há menos beleza e também menos angústia.

É bem verdade que numa visão mais comprida da história e do tempo, o catolicismo tem revelado surpreendente plasticidade para se adaptar à evolução dos povos e instituições. A curto prazo, entretanto, pode gerar intolerável tensão institucional, que não fora a válvula de escape do jeito, arriscaria perturbar o funcionamento da sociedade.

Já o protestantismo nasceu sob o signo revisionista. Elidiu-se praticamente a doutrina revelada ab alto, e quando as necessidades institucionais criam a ameaça de uma generalização do pecado, é muito mais fácil o protestantismo entortar as normas éticas. Assim, quando as exigências de um emergente capitalismo mercantil impuseram a organização de um mercado financeiro, Calvino fez da cobrança de juros um esporte legítimo, lançando às urtigas o preconceito aristotélico de que o dinheiro é estéril e o belo arrazoado aquiniano de ser o juro ilegítimo porque implica em cobrar o tempo, coisa que pertence a Deus e não aos homens. Ante a revolução trazida pelas grandes descobertas marítimas e a necessidade de acumulação para financiar investimentos na exploração comercial e industrial, os puritanos passaram a enxergar a opulência como manifestação exterior da bênção divina e não um desvario cúpido. E quando os mórmons se viram frente ao problema de povoar um deserto, não hesitaram em sancionar a poligamia. Ainda hoje, desaparecida a questão do povoamento acelerado, e proibida a bigamia simultânea, permanece legal a poligamia sucessiva, através do divórcio.

Procurou-se evitar a tensão social mediante uma frontal modificação das normas éticas, ao invés de recorrer-se ao instituto do jeito.

Não se tome a disquisição acima, entretanto, como uma justificação indiscriminada e licenciosa do jeito. Assim como há rua e rua, há jeito e jeito; em muitos casos não passa ele de molecagem de inadaptados sociais que ao invés de jeitosos são rematados facínoras.

Mas forçoso é reconhecer que há raízes sociológicas mais profundas; e que, se amputada essa instituição “paralegal”, dado o irrealismo de nossas formulações legais, a tensão social poderia levar-nos a duas extremas posições: a da sociedade paralítica, por obediente, e da sociedade explosiva, pelo descompasso entre a lei, o costume e o fato.

Daí, irmãos, a essencialidade do jeito.

CAMPOS, Roberto. A sociologia do jeito. Senhor, Rio de Janeiro, n. 7, p. 28-9, jul. 1960.

Em todas as alternativas seguintes, a expressão em destaque contribui para a coesão textual segundo o mecanismo da anáfora, EXCETO em:

 

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1329518 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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De acordo com Ricardo Antunes (2008), no início dos anos de 1970, houve a crise estrutural do sistema produtivo que redundou na chamada reestruturação produtiva do capital, alterando o mundo do trabalho. Leia as características dessa crise.

I) Perda da hegemonia do padrão de acumulação taylorista/fordista diante da incapacidade de fornecer respostas alternativas à redução do consumo.

II) Acréscimo significativo das privatizações com forte tendência às desregulamentações e à flexibilização do processo produtivo, dos mercados e da força de trabalho, entre outros elementos.

III) Os capitais produtivos se encontravam hipertrofiados com ganhos relativos de autonomia frente à esfera financeira.

IV) Expansão da liofilização organizacional.

V) Tanto no espaço fabril, industrial, quanto no setor de serviços, na atualidade, presenciamos a tendência crescente da especialização do trabalho.

VI) A vigência do modelo de acumulação conhecido como “acumulação flexível” passou a exigir, em contrapartida, a flexibilização das relações e dos direitos do trabalho.

Assinale a opção CORRETA.

 

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1328784 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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No encontro de três ruas do campus de uma universidade, há uma praça em forma de um triângulo retângulo, na qual será erguida uma mureta, partindo do vértice associado ao maior ângulo, em direção perpendicular ao lado dessa praça, oposto a esse vértice. As medidas conhecidas estão representadas na figura abaixo.

Enunciado 1328784-1

Qual será a extensão dessa mureta?

 

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1328628 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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A Lei de Regulamentação da Profissão, nº 8.662, de 07/06/1993, apresenta as atribuições privativas do assistente social, EXCETO:

 

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1328593 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Maria Carmelita Yazbek (2007), ao analisar a matriz teórico-metodológica do Serviço Social no INSS, a partir da perspectiva constitucional da Previdência Social como política de seguridade social, afirma que os(as) assistentes sociais se posicionaram sobre:

 

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1328479 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Maria Lúcia Barroco (2008), em sua obra Ética: fundamentos sócio-históricos, tece reflexões sobre a responsabilidade do(a) assistente social na sociedade burguesa, ao intervir junto às relações sociais. A partir desse quadro, apresenta as seguintes considerações:

I) Nos limites da sociedade burguesa, a ética marxista exerce uma função mediadora na luta social contra a sociedade burguesa.

II) As ações éticas interferem, de algum modo, nos processos sociais, uma vez que fazem parte das escolhas humanas.

III) A ética pertence a uma esfera específica, mas tem como objetivo diferentes relações e formas de práxis.

IV) A profissão Serviço Social tem fundamentos e mediações éticas e políticas, cujas determinações históricas estão dadas pelas demandas como profissão socialmente legitimada na divisão social do trabalho e pelas respostas da categoria em conjunturas específicas.

V) A relação entre a ética e a política para a profissão só se colocou como problema, na medida em que os termos foram assumidos como dimensões subjetivas da profissão.

Assinale a opção CORRETA.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1328413 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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O trabalho do(a) assistente social, sob a hegemonia do capital financeiro, deve ser considerado a partir das relações desenvolvidas entre projeto ético-político profissional e estatuto assalariado. Marque a opção INCORRETA.

 

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