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Foram encontradas 490 questões.

1332313 Ano: 2012
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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No processo de poda das plantas, o corte da gema apical promove o desenvolvimento das gemas laterais, originando muitos ramos, flores e frutos. Essa afirmativa refere-se ao fenômeno de:

 

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1332308 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Assinale a alternativa que contém o nome CORRETO da cadência caracterizada pela progressão harmônica I – V – VI.

 

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Quanto aos poderes da Administração, julgue os seguintes itens, como verdadeiros ou falsos.

1) O poder disciplinar da Administração abrange toda e qualquer sanção imposta a particulares, inclusive multas, interdições de atividades, e destruição de objetos ou demolição de obra irregular.

2) A autoexecutoriedade, a coercibilidade e a discricionariedade são atributos do poder de polícia administrativa.

3) Uma pena administrativa somente terá validade se houver motivação da punição.

4) A expedição de decretos, para fiel execução de lei, é, em regra, manifestação do poder regulamentar.

5) A fiscalização hierárquica caracteriza-se pela permanência e automocidade, decorrendo do exercício do poder regulamentar as faculdades de fiscalizar, rever e avocar, entre outras.

Marque a opção CORRETA.

 

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1332290 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Apesar de existirem diferentes formas de conceituar “Qualidade”, todas convergem para um ponto comum, ou seja, para a satisfação do cliente ou consumidor dos bens ou serviços que lhes são oferecidos. Dentre as afirmativas abaixo, aponte a que NÃO está relacionada com Qualidade:

 

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1332256 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Os recursos da criança nas situações de sofrimento são o choro, o pedir o que deseja e por fim os distúrbios psicossomáticos e de conduta. Pode-se afirmar que as fontes de sofrimento da criança são, EXCETO:

 

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1332255 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Assinale a opção que representa a unidade de tempo CORRETA do trecho a seguir:

Enunciado 1332255-1

 

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1332253 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Sobre a avaliação psicológica no contexto hospitalar, Baptista e Santana (LANGE, 2008) afirmam que, geralmente, os instrumentos utilizados no contexto médico podem ser classificados nas seguintes categorias, EXCETO:

 

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1332252 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFJF
Orgão: UFJF

Leia com a atenção o seguinte texto e volte a ele sempre que julgar necessário.

Uma geração descobre o prazer de ler

( 1 ) Deixe-se o sexo para uma discussão posterior. No que diz respeito à leitura, uma graciosa menina carioca é uma das inúmeras evidências do que se lê na capa de VEJA. Em janeiro, a universitária Iris Figueiredo, de 18 anos, anunciou em seu blog a intenção de organizar encontros para discutir clássicos da literatura. A ideia era reunir jovens que estavam cansados de ler as séries de ficção que lideram as vendas nas livrarias e passar a ler obras de grandes autores. Trinta respostas chegaram rapidamente. No mês seguinte, o evento notável de Iris começou: vinte adolescentes procuraram uma sombra junto ao Museu de Arte Contemporânea de Niterói – cada um com seu exemplar de Orgulho e Preconceito, da inglesa Jane Austen, debaixo do braço e sentaram-se para conversar. Durante duas horas, leram os trechos de sua preferência, analisaram a influência da autora sobre escritores contemporâneos (descobriram, por exemplo, que certas frases do romance foram emuladas em diálogos da série O Diário de Bridget Jones, de Helen Fielding) e destrincharam os dilemas pelos quais passaram a vivaz Elizabeth Bennett e o arrogante Mr. Darcy, os protagonistas do romance. Iris se entusiasma ao falar do sucesso de suas reuniões que já abordaram títulos como O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde, 1984, de George Orwell, e Feliz Ano Novo, de Rubem Fonseca. Desde pequena, ela é boa leitora. Mas foi só ao descobrir a série Harry Potter que se apaixonou pela leitura e a transformou em parte central de seu dia a dia. (...)

( 2 ) Várias vezes, no decorrer do último século, previu-se a morte dos livros e do hábito de ler. O avanço do cinema, da televisão, dos videogames, da internet, tudo isso iria tornar a leitura obsoleta. No Brasil da virada do século XX para o XXI, o vaticínio até parecia razoável: o sistema de ensino em franco declínio e sua tradição de fracasso na missão de formar leitores, o pouco apreço dado à instrução como valor social fundamental e até dados muito práticos, como a falta e a pobreza de bibliotecas públicas e o alto preço dos exemplares impressos aqui, conspiravam (conspiram, ainda) para que o contingente de brasileiros dados aos livros minguasse de maneira irremediável. Contra todas as expectativas, porém, vem surgindo uma nova e robusta geração de leitores no país movida, sim, por sucessos globais como as séries Harry Porter, Crepúsculo e Percy Jackson. Em 2005, a rede de livrarias Saraiva vendeu 277000 exemplares de títulos voltados para o público infantojuvenil. Em 2010, foram 1,7 milhão - um estarrecedor aumento de 514%. O crescimento deve-se em parte à ampliação da rede, com a compra da Siciliano, em 2008. Mas nenhum outro segmento se desenvolveu tanto quanto o juvenil.

( 3 )Também para os cidadãos mais maduros abriram-se largas portas de entrada à leitura. A autoajuda (e os romances com fortes tintas de autoajuda, como A Cabana) é uma delas; os volumes que às vezes caem nas graças do público, como A Menina que Roubava Livros, ou os autores que têm o dom de fisgar com suas histórias, como o romântico Nicholas Sparks, são outra. E os títulos dedicados a recuperar a história do Brasil, como 1808, 1822 ou Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, são uma terceira, e muito acolhedora, dessas portas. É mais fácil tornar a leitura um hábito, claro, quando ela se inicia na infância. Mas qualquer idade é boa, é favorável, para adquirir esse gosto. Basta sentir aquela comichão do prazer, e da curiosidade – e então fazer um esforço, bem pequeno, para não se acomodar a uma zona de conforto, mas seguir adiante e evoluir na leitura. (...)

( 4 ) Veja-se o exemplo da universitária catarinense Taize Odelli, de 21 anos. Taize, como a carioca Iris Figueiredo, caiu de amores pela leitura por meio de Harry Potter; anos atrás. Hoje, discute com desenvoltura sobre a obra do clássico russo Fiodor Dostoievski ou a do contemporâneo anglo-indiano Salman Rushdie. Taize percorreu esse trajeto levada por sua curiosidade, e agora cuida de despertá-la em outros jovens como ela. A cada mês, recebe cerca de dez lançamentos de quatro editoras nacionais e os resenha em seu blog. Para as editoras, ela é uma ponte com um público que resiste aos canais tradicionais de divulgação, como jornais e revistas. Para a garotada que acompanha seu blog (ou o de Iris, que, funcionando nos mesmos moldes, conta cerca de 16000 acessos mensais), ela é um caminho alternativo: os livros, na escola, costumam ser motivo de tédio; redescobri-los como fonte de deleite, passo a passo com pessoas da mesma idade, é um papel que a internet – sim, uma daquelas invenções que iriam assassinar a leitura, segundo os pessimistas – vem desempenhando de forma espontânea e com surpreendente eficácia. "Não gosto de Machado de Assis até hoje porque lembro que fui obrigado a lê-lo no colégio quando ainda não estava preparado", diz o administrador paulista Eduardo Ribeiro. Machado de Assis é frequentemente um dos primeiros autores a ser indicados como leitura obrigatória em sala de aula e tem se tornado um pesadelo para qualquer docente que deseja transformar a leitura em fruição e não em aversão. "Exigir a leitura de Memórias Póstumas de Brás Cubas e marcar uma prova semanas depois definitivamente não é o caminho", diz a pedagoga Elizabeth Baldi, fundadora da Escola Projeto, em Porto Alegre.

( 5 ) Os leitores adolescentes impulsionaram os maiores sucessos das livrarias na última década. Nunca se produziu, traduziu e fez circular tanto livro para eles como agora e na lista de mais vendidos de VEJA, na categoria ficção, eles figuram nas melhores posições. (...)

( 6 ) No meio do curso na faculdade, garotas como a carioca Iris Figueiredo e a catarinense Taize Odelli não estão ainda pensando em emprego. Mas não é exagero especular que, com seus blogs de resenhas, já estão se profissionalizando. Mesmo quando os benefícios dos livros não parecem tão imediatos, porém, eles são concretos e até quantificáveis. Um estudo divulgado no mês passado pela Universidade Oxford demonstra uma conexão inequívoca entre leitura e sucesso profissional. Conduzida pelo americano Mark Taylor, do departamento de sociologia, a pesquisa ouviu 17 200 pessoas nascidas em 1970. Comparou as atividades extracurriculares desenvolvidas por elas quando tinham 16 anos com a sua posição hierárquica aos 33. A leitura se revelou o único fator que, de forma consistente, esteve associado à ascensão profissional (...).

MEIER, Bruno. Uma geração descobre o prazer de ler. Veja, São Paulo, v. 44, n. 20, p. 98-104, maio, 2011.

Releia o trecho:

"Não gosto de Machado de Assis até hoje porque lembro que fui obrigado a lê-lo no colégio quando ainda não estava preparado", diz o administrador paulista Eduardo Ribeiro”. (§ 4)

Quanto às figuras de estilo, os grifos, nesse trecho, exemplificam:

 

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1332229 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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O gestor de uma organização descreveu a um entrevistador o seu estilo de liderança como uma mistura de todos os estilos. "Em alguns momentos, sou um ditador, digo aos meus subordinados o que fazer. Em outros, sou um modelo de função, lidero pelo exemplo. Nesse ambiente, geralmente deixo que as pessoas participem... Gosto muito da ideia da participação, mas numa situação crítica, automaticamente me torno autocrático." Esse chefe defende a abordagem situacional da liderança. A justificativa CORRETA para defender essa abordagem é a seguinte:

 

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É INCORRETO afirmar, quanto à discricionariedade, que:

 

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