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Foram encontradas 40 questões.

2505591 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Marilda Iamamoto, ao abordar a conjuntura macroeconômica das últimas décadas e seus reflexos no mundo do trabalho e nas expressões da questão social, afirma que estamos sob a égide da mundialização da economia, que está ancorada nos grupos industriais transnacionais, resultantes de processos de fusões e aquisições de empresas e das intervenções políticas dos Estados Nacionais em um contexto de financeirização da economia. Esse processo teve como fundamento tratados internacionais, como:
 

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2505529 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Identifique a sequência textual do seguinte conjunto de ideias (extraído de: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2015/329/em-busca-de-um-substituto-para-o-sangue/view):
( ) Posteriormente, descobriu o fator Rh, que complementa a classificação do sangue e também está relacionado a problemas de incompatibilidade nas transfusões.
( ) Apenas na década de 1920, isto é, há menos de 100 anos, os três maiores riscos associados a transfusões foram efetivamente controlados: a coagulação sanguínea, a infecção e a incompatibilidade dos grupos sanguíneos.
( ) O controle deste último fator de risco deve-se às pesquisas feitas pelo médico austríaco Karl Landsteiner (1868-1943), que classificou diferentes tipos sanguíneos, atribuindo-lhes as letras A B e O (o que ficou conhecido como sistema ABO) – trabalho que lhe rendeu o prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1930.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
 

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T.C., Delegado de Polícia, deixa de instaurar inquérito policial, mesmo diante de fortes indícios de crime, a fim de agradar antigo colega de faculdade que se apresentara como advogado do interessado. Assinale a alternativa que indica o delito praticado, se houver.
 

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2505275 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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A autora Iolanda Guerra identifica a instrumentalidade como uma mediação que permite a passagem das ações meramente instrumentais para o exercício profissional de forma crítica e competente. Nesse sentido, a instrumentalidade como mediação significa a apreensão:
 

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2505071 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
A coluna da esquerda é composta por perguntas feitas à especialista em violência doméstica e ex-diretora do Departamento de Justiça americano, Cindy Dier, em entrevista concedida à revista IstoÉ.
(http://www.istoe.com.br/assuntos/entrevista/detalh /412054 _
TERAPIA + PARA + MAR ID O + AGRESSOR + E +I GUAL + A+TRATAMENTO+ANTI+DROGAS+)
Numere a coluna da direita, relacionando as perguntas com as respectivas respostas.
1. A lei Maria da Penha tem 9 anos e observa-se um aumento de até 18% de casos de violência contra a mulher. Isso prova que lei não muda comportamento?
2. Há preparo de juízes, delegados, promotores, investigadores no Brasil?
3. Como a senhora explica os dilemas femininos nessa hora?
4. Como evitar que certas mulheres se submetam a esse controle?
( ) As mulheres querem que a violência acabe, mas desejam a família unida. Até que se convencem que a violência não vai parar. Muitas não querem os agressores na prisão. Primeiro, para não impedi-lo de trabalhar e sustentar os filhos. E para proteger seus filhos do estigma de ter um pai na prisão.
( ) Cada mulher é diferente. Elas têm que passar pelo seu próprio processo. Um dos modos de ajudar a vítima é mostrar o padrão de evolução da violência. Mostramos os efeitos que as crianças vão sofrer por testemunhar essa violência.
( ) Não há mágica. O processo de mudança exige tempo, mas é poderoso. No Brasil, o aumento de casos pode ser atribuído a mais boletins de ocorrência e à demonstração de que mulheres estão denunciando crimes, o que talvez não acontecesse tanto antes. Nos Estados Unidos, o departamento de estatísticas registrou um declínio de 64% dos casos de violência cometida por parceiros íntimos entre 1993 e 2010.
( ) A resposta curta é sim. Conduzo esse treinamento em todo o mundo, incluindo Estados Unidos. Os 70 profissionais que estiveram aqui têm conhecimento, estão familiarizados e comprometidos em produzir efeitos com essa lei.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
 

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2505035 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Nas discussões relacionadas à categoria trabalho, nos marcos da produção marxistas, presentes no Serviço Social, algumas categorias são fundamentais. Com relação a essas categorias, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.
1. Fetiche.
2. Mais-valia.
3. Acumulação capitalista.
4. Metabolismo.
( ) Uso ampliado dos meios de produção e da força de trabalho, como elementos que constituem a esfera de produção de mercadorias.
( ) Sobretrabalho, trabalho abstrato e não trabalho concreto.
( ) Relação social entre pessoas mediatizada por coisas, em que o processo da produção atribui valor simbólico e psicológico à mercadoria.
( ) Conjunto complexo, dinâmico e interdependente das necessidades e relações geradas e reproduzidas de forma alienada no capitalismo.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
 

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O retorno à atividade de servidor aposentado por invalidez, quando a junta médica oficial declara insubsistentes os motivos da aposentadoria, é uma hipótese de:
 

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2505021 Ano: 2015
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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A Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006, instituiu o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (Sisnad). Sobre o assunto, considere os seguintes princípios:

1. Promoção dos valores éticos, culturais e de cidadania do povo brasileiro, reconhecendo-os como fatores de proteção para o uso indevido de drogas e outros comportamentos correlacionados.

2. Integração das estratégias nacionais e internacionais de prevenção do uso indevido, atenção e reinserção social de usuários e dependentes de drogas e de repressão à sua produção não autorizada e ao seu tráfico ilícito.

3. Equivalência entre as atividades de prevenção do uso indevido de substâncias psicoativas, atenção aos usuários de drogas, punição do tráfico ilícito e apoio às comunidades terapêuticas.

São princípios do Sisnad:

 

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2504963 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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O domínio do processo e da capacidade de planejamento é uma requisição constante no cotidiano do fazer profissional do assistente social. Partindo da concepção de planejamento como um processo racional de reflexão-decisão-ação-retorno à reflexão, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.
1. Missão.
2. Objetivo.
3. Monitoramento.
4. Demanda.
5. Efetividade
( ) Teleologia dos requisitantes a respeito das modalidades de atendimento de suas necessidades.
( ) Análise das alterações e impactos advindos da ação.
( ) Análise da evolução das atividades, com possibilidade de alterações e redefinições.
( ) Ação a ser concretizada, a partir da análise das intencionalidades do profissional e da instituição.
( ) Finalidade mais elevada que legitima social e economicamente a instituição.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
 

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2504811 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
As lições do analfabetismo
Marcos Fabrício Lopes da Silva
Sobre o analfabetismo, Étienne Bonnot de Condillac (1714-1780) apresenta argumentação taxativa: “O verdadeiro órfão é aquele que não recebeu educação”. O professor emérito da UnB Isaac Roitman, no artigo “Os órfãos da educação” (Correio Braziliense, 24/08/2015), explica a oração proferida pelo filósofo francês, considerando a realidade brasileira: “O que se espera de um país que ocupa o oitavo lugar no planeta em número de analfabetos adultos? Temos 14 milhões de adultos que não sabem ler nem escrever, sem contar os analfabetos funcionais. Eles são cegos sociais porque não conseguem decodificar o código escrito ao seu redor. Entre outras dificuldades, eles não conseguem ler o destino dos ônibus, a bula dos remédios, o cardápio das lanchonete e até mesmo o que está escrito na bandeira brasileira. Eles podem ser considerados como órfãos da educação, pois não tiveram oportunidade de se alfabetizar no sistema educacional ou nunca tiveram oportunidade de frequentar uma escola”.
É necessário, contudo, destacar que os analfabetos historicamente sofrem com a indiferença impetrada pelos alfabetizados, percebidos como “cidadãos de primeira classe”.
Como consequência desse quadro, Machado de Assis (1839-1908) concluiu argutamente, numa crônica publicada no periódico Ilustração Brasileira, de 15/08/1876, que era falacioso pensar em opinião pública nacional formada pelo saber de todos os brasileiros. O alto índice de analfabetismo diagnosticado desde o Brasil Império oferecia margem para constatar esse parecer machadiano. Tais circunstâncias inquietaram o escritor-jornalista, a ponto de ele se certificar de que: “As instituições existem, mas por e para 30% dos cidadãos. Proponho uma reforma no estilo político. Não se deve dizer: ‘consultar a nação, representantes da nação, os poderes da nação’; mas – ‘consultar os 30%, representantes dos 30%, poderes dos 30%’. A opinião pública é uma metáfora sem base; há só a opinião dos 30%. Um deputado que disser na Câmara: ‘Sr. presidente, falo deste modo porque os 30% nos ouvem…’ dirá uma coisa extremamente sensata”.
Outro entrave para a erradicação do analfabetismo se refere à timidez de uma comunidade acadêmica que palidamente reserva suas ações de pesquisa e extensão para promover a formação educacional daqueles que não foram contemplados pelos ganhos da alfabetização e do letramento. As unidades de ensino e aprendizagem precisam ter como meta principal de suas ações incentivar e compartilhar as benesses da educação para além das prerrogativas formais de instrução. A respeito, o saudoso escritor José Saramago (1922-2010), em Democracia e universidade (2005), esclarece:
“Dir-me-ão: ‘Mas instrução e educação não são o mesmo?’. Não, senhores, não é o mesmo. Instruir é, obviamente, transmitir conhecimentos acerca das distintas matérias que estão no programa; educar é, segundo o dicionário, dirigir, encaminhar, doutrinar, e os professores, tenho de dizê-lo, ainda que isso possa incomodar alguém, não estão lá para educar mas para instruir, não podem educar porque não sabem e porque não têm meios para fazê-lo. Para instruir, sim, para isso receberam o encargo da sociedade, que lhes proporcionou os meios científicos, as ferramentas adequadas e os programas pertinentes, o necessário para transmitir um nível de conhecimentos que permita aos alunos progredir técnica e cientificamente na sociedade”.
Para que a instrução e a educação se encontrem no denominador comum da escolaridade, não adianta simplesmente enxergar os analfabetos como “cegos sociais” ou “órfãos da educação”. Uma família de analfabetos, com os seus valores, com as suas tradições, sejam camponeses ou da cidade, pode educar, é a educação mais básica que há, a primeira orientação para governar-se na vida com retidão. Num mundo instruído, as pessoas acolhidas verdadeiramente por ele podem encontrar algo diferente, fórmulas para acrescentar à primeira educação recebida. Assim complementarão e ampliarão a base. Ou seja, a educação recebida no seio da família.
(Disponível em: <http://observatorioda
imprensa.com.br/jornal-de-debates/as-licoes-do-analfabetismo/>. Acesso em 29 ago. 2015. Adaptado)
Com base no texto, é correto afirmar:
 

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