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Foram encontradas 40 questões.

Sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Pública e as disposições da Lei 9.784/99, assinale a alternativa correta.
 

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2507171 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Pierre Bourdieu é um dos autores de referência na Sociologia. Tem destaque na produção teórica desse autor a teoria:
 

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2507081 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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O controle social, direito conquistado pela Constituição Federal de 1988, prevê a participação dos conselhos e das conferências nas políticas sociais. Com relação aos conselhos e conferências, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) As conferências são eventos que devem ser realizados periodicamente, para discutir as políticas sociais de cada esfera e propor diretrizes de ação.
( ) Os conselhos têm sido objeto de estudo entre setores liberais e da esquerda com diferentes matizes. Pelos liberais, eles são pensados como instrumentos ou mecanismos de colaboração entre as classes sociais, e pela esquerda, como vias ou possibilidades de mudanças sociais, no sentido de democratização das relações de poder.
( ) Os conselhos apresentam-se como uma possibilidade de interação e ação conjunta entre governo e sociedade civil organizada na elaboração, implementação e fiscalização das políticas públicas brasileiras.
( ) As conferências de políticas públicas são definidas como espaços institucionais de participação e deliberação acerca das diretrizes gerais de determinada política pública, podendo assumir caráter consultivo ou deliberativo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
 

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2506965 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
As lições do analfabetismo
Marcos Fabrício Lopes da Silva
Sobre o analfabetismo, Étienne Bonnot de Condillac (1714-1780) apresenta argumentação taxativa: “O verdadeiro órfão é aquele que não recebeu educação”. O professor emérito da UnB Isaac Roitman, no artigo “Os órfãos da educação” (Correio Braziliense, 24/08/2015), explica a oração proferida pelo filósofo francês(A, considerando a realidade brasileira: “O que se espera de um país que ocupa o oitavo lugar no planeta em número de analfabetos adultos? Temos 14 milhões de adultos que não sabem ler nem escrever, sem contar os analfabetos funcionais. Eles são cegos sociais porque não conseguem decodificar o código escrito ao seu redor. Entre outras dificuldades, eles não conseguem ler o destino dos ônibus, a bula dos remédios, o cardápio das lanchonete e até mesmo o que está escrito na bandeira brasileira. Eles podem ser considerados como órfãos da educação, pois não tiveram oportunidade de se alfabetizar no sistema educacional ou nunca tiveram oportunidade de frequentar uma escola”.
É necessário, contudo, destacar que os analfabetos historicamente sofrem com a indiferença impetrada pelos alfabetizados, percebidos como “cidadãos de primeira classe”.
Como consequência desse quadro, Machado de Assis (1839-1908) concluiu argutamente, numa crônica publicada no periódico Ilustração Brasileira, de 15/08/1876, que era falacioso pensar em opinião pública nacional formada pelo saber de todos os brasileiros(B. O alto índice de analfabetismo diagnosticado desde o Brasil Império oferecia margem para constatar esse parecer machadiano(B. Tais circunstâncias inquietaram o escritor-jornalista, a ponto de ele se certificar de que: “As instituições existem, mas por e para 30% dos cidadãos. Proponho uma reforma no estilo político. Não se deve dizer: ‘consultar a nação, representantes da nação, os poderes da nação’; mas – ‘consultar os 30%, representantes dos 30%, poderes dos 30%’. A opinião pública é uma metáfora sem base; há só a opinião dos 30%. Um deputado que disser na Câmara: ‘Sr. presidente, falo deste modo porque os 30% nos ouvem…’ dirá uma coisa extremamente sensata”.
Outro entrave para a erradicação do analfabetismo se refere à timidez de uma comunidade acadêmica que palidamente reserva suas ações de pesquisa e extensão para promover a formação educacional daqueles que não foram contemplados pelos ganhos da alfabetização e do letramento. As unidades de ensino e aprendizagem precisam ter como meta principal de suas ações incentivar e compartilhar as benesses da educação para além das prerrogativas formais de instrução. A respeito, o saudoso escritor José Saramago (1922-2010), em Democracia e universidade (2005), esclarece:
“Dir-me-ão: ‘Mas instrução e educação não são o mesmo?’. Não, senhores, não é o mesmo. Instruir é, obviamente, transmitir conhecimentos acerca das distintas matérias que estão no programa; educar é, segundo o dicionário, dirigir, encaminhar, doutrinar, e os professores(D, tenho de dizê-lo, ainda que isso possa incomodar alguém, não estão lá para educar mas para instruir, não podem educar porque não sabem e porque não têm meios para fazê-lo(C. Para instruir, sim, para isso receberam o encargo da sociedade, que lhes(D proporcionou os meios científicos, as ferramentas adequadas e os programas pertinentes, o necessário para transmitir um nível de conhecimentos que permita aos alunos progredir técnica e cientificamente na sociedade”.
Para que a instrução e a educação se encontrem no denominador comum da escolaridade, não adianta simplesmente enxergar os analfabetos como “cegos sociais” ou “órfãos da educação”. Uma família de analfabetos, com os seus valores, com as suas tradições, sejam camponeses ou da cidade, pode educar(C, é a educação mais básica que há, a primeira orientação para governar-se na vida com retidão. Num mundo instruído(E, as pessoas acolhidas verdadeiramente por ele(E podem encontrar algo diferente, fórmulas para acrescentar à primeira educação recebida. Assim complementarão e ampliarão a base. Ou seja, a educação recebida no seio da família.
(Disponível em: <http://observatorioda
imprensa.com.br/jornal-de-debates/as-licoes-do-analfabetismo/>. Acesso em 29 ago. 2015. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a relação entre a expressão destacada do texto e o elemento a que ela se refere está INCORRETA.
 

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2506302 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
As lições do analfabetismo
Marcos Fabrício Lopes da Silva
Sobre o analfabetismo, Étienne Bonnot de Condillac (1714-1780) apresenta argumentação taxativa(A: “O verdadeiro órfão é aquele que não recebeu educação”. O professor emérito da UnB Isaac Roitman, no artigo “Os órfãos da educação” (Correio Braziliense, 24/08/2015), explica a oração proferida pelo filósofo francês, considerando a realidade brasileira: “O que se espera de um país que ocupa o oitavo lugar no planeta em número de analfabetos adultos? Temos 14 milhões de adultos que não sabem ler nem escrever, sem contar os analfabetos funcionais. Eles são cegos sociais porque não conseguem decodificar o código escrito ao seu redor. Entre outras dificuldades, eles não conseguem ler o destino dos ônibus, a bula dos remédios, o cardápio das lanchonete e até mesmo o que está escrito na bandeira brasileira. Eles podem ser considerados como órfãos da educação, pois não tiveram oportunidade de se alfabetizar no sistema educacional ou nunca tiveram oportunidade de frequentar uma escola”.
É necessário, contudo, destacar que os analfabetos historicamente sofrem com a indiferença impetrada pelos alfabetizados, percebidos como “cidadãos de primeira classe”.
Como consequência desse quadro, Machado de Assis (1839-1908) concluiu argutamente(B, numa crônica publicada no periódico Ilustração Brasileira, de 15/08/1876, que era falacioso pensar em opinião pública nacional formada pelo saber de todos os brasileiros. O alto índice de analfabetismo diagnosticado desde o Brasil Império oferecia margem para constatar esse parecer machadiano. Tais circunstâncias inquietaram o escritor-jornalista, a ponto de ele se certificar de que: “As instituições existem, mas por e para 30% dos cidadãos. Proponho uma reforma no estilo político. Não se deve dizer: ‘consultar a nação, representantes da nação, os poderes da nação’; mas – ‘consultar os 30%, representantes dos 30%, poderes dos 30%’. A opinião pública é uma metáfora sem base; há só a opinião dos 30%. Um deputado que disser na Câmara: ‘Sr. presidente, falo deste modo porque os 30% nos ouvem…’ dirá uma coisa extremamente sensata”.
Outro entrave para a erradicação do analfabetismo se refere à timidez de uma comunidade acadêmica que palidamente(C reserva suas ações de pesquisa e extensão para promover a formação educacional daqueles que não foram contemplados pelos ganhos da alfabetização e do letramento. As unidades de ensino e aprendizagem precisam ter como meta principal de suas ações incentivar e compartilhar as benesses da educação para além das prerrogativas(D formais de instrução. A respeito, o saudoso escritor José Saramago (1922-2010), em Democracia e universidade (2005), esclarece:
“Dir-me-ão: ‘Mas instrução e educação não são o mesmo?’. Não, senhores, não é o mesmo. Instruir é, obviamente, transmitir conhecimentos acerca das distintas matérias que estão no programa; educar é, segundo o dicionário, dirigir, encaminhar, doutrinar, e os professores, tenho de dizê-lo, ainda que isso possa incomodar alguém, não estão lá para educar mas para instruir, não podem educar porque não sabem e porque não têm meios para fazê-lo. Para instruir, sim, para isso receberam o encargo da sociedade, que lhes proporcionou os meios científicos, as ferramentas adequadas e os programas pertinentes(E, o necessário para transmitir um nível de conhecimentos que permita aos alunos progredir técnica e cientificamente na sociedade”.
Para que a instrução e a educação se encontrem no denominador comum da escolaridade, não adianta simplesmente enxergar os analfabetos como “cegos sociais” ou “órfãos da educação”. Uma família de analfabetos, com os seus valores, com as suas tradições, sejam camponeses ou da cidade, pode educar, é a educação mais básica que há, a primeira orientação para governar-se na vida com retidão. Num mundo instruído, as pessoas acolhidas verdadeiramente por ele podem encontrar algo diferente, fórmulas para acrescentar à primeira educação recebida. Assim complementarão e ampliarão a base. Ou seja, a educação recebida no seio da família.
(Disponível em: <http://observatorioda
imprensa.com.br/jornal-de-debates/as-licoes-do-analfabetismo/>. Acesso em 29 ago. 2015. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta uma expressão que poderia substituir a destacada do texto, sem prejuízo do significado original.
 

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2506224 Ano: 2015
Disciplina: Direito Civil
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Acerca da disciplina legal das pessoas jurídicas, assinale a alternativa correta.
 

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2506042 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Sobre o regime jurídico dos servidores públicos, assinale a alternativa correta.
 

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2505891 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Provas:
Sobre o estudo social como instrumental técnico-operativo do Serviço Social, é correto afirmar:
 

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2505713 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Provas:
O Serviço Social, na contemporaneidade, é uma profissão investigativa e interventiva, que requer domínio teórico-metodológico, entre outras dimensões. A capacidade teórico-metodológica:
 

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2505672 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Provas:
As principais vertentes de análise definidas para a profissão no movimento de Reconceituação do Serviço Social, no final da década de 70 do século XX, resultaram em amplo debate e produção intelectual por diferentes matizes. Assinale a alternativa que apresenta corretamente as referidas vertentes de análise.
 

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