Magna Concursos

Foram encontradas 1.390 questões.

A FAVELA NÃO É CULPADA

Bernardete Toneto, Segurança pública

A ocupação dos morros pelas organizações criminosas levou à criação de um estereótipo: favela é lugar de bandido. Será?

“Barracão de zinco, sem telhado, sem pintura, lá no morro barracão é bangalô. Lá não existe felicidade de arranha-céu, pois quem mora lá no morro já vive pertinho do céu.” Os versos do samba “Ave-Maria no Morro”, composto em 1942 por Herivelto Martins, revela uma época em que a favela era sinônimo de beleza e melancolia. Da mesma forma que a visão era errada nas décadas de 1930 a 1950, hoje também as favelas - em especial as do Rio de Janeiro - não são reduto do crime organizado, como noticiam os meios de comunicação social e faz supor a nossa vã filosofia.

Até a primeira metade do século XX, muitas músicas enalteciam o morro como lugar de amizade e solidariedade. O romantismo era tão grande que os compositores Cartola e Carlos Cachaça (ambos moradores do Morro da Magueira, no Rio de Janeiro) e Hermínio Bello de Carvalho compuseram o samba “Alvorada”, cuja letra proclama: “Alvorada lá no morro que beleza. Ninguém chora, não há tristeza, ninguém sente dissabor. O sol colorido é tão lindo, ea natureza sorrindo, tingindo, tingindo a alvorada”.

A poesia foi uma forma de camuflar a realidade. A primeira favela carioca foi a do Morro da Providência, antigo Morro da Favela.

A ideia da época era limpar as regiões centrais da cidade, dando um ar de modernidade à capital da República. Por isso, em 1893, os pobres que viviam em cortiços, como o da Cabeça de Porco, foram enviados para os morros sem nenhum tipo de atendimento e de infraestrutura habitacional. Logo depois chegariam os soldados que haviam lutado na Guerra de Canudos, no sertão nordestino.

Assim, o Rio de Janeiro passou a ser sinônimo de favelas, consideradas guetos de pobres e da marginalidade.

A frase abaixo em que o verbo destacado apresenta regência diferente da dos demais é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A FAVELA NÃO É CULPADA

Bernardete Toneto, Segurança pública

A ocupação dos morros pelas organizações criminosas levou à criação de um estereótipo: favela é lugar de bandido. Será?

“Barracão de zinco, sem telhado, sem pintura, lá no morro barracão é bangalô. Lá não existe felicidade de arranha-céu, pois quem mora lá no morro já vive pertinho do céu.” Os versos do samba “Ave-Maria no Morro”, composto em 1942 por Herivelto Martins, revela uma época em que a favela era sinônimo de beleza e melancolia. Da mesma forma que a visão era errada nas décadas de 1930 a 1950, hoje também as favelas - em especial as do Rio de Janeiro - não são reduto do crime organizado, como noticiam os meios de comunicação social e faz supor a nossa vã filosofia.

Até a primeira metade do século XX, muitas músicas enalteciam o morro como lugar de amizade e solidariedade. O romantismo era tão grande que os compositores Cartola e Carlos Cachaça (ambos moradores do Morro da Magueira, no Rio de Janeiro) e Hermínio Bello de Carvalho compuseram o samba “Alvorada”, cuja letra proclama: “Alvorada lá no morro que beleza. Ninguém chora, não há tristeza, ninguém sente dissabor. O sol colorido é tão lindo, ea natureza sorrindo, tingindo, tingindo a alvorada”.

A poesia foi uma forma de camuflar a realidade. A primeira favela carioca foi a do Morro da Providência, antigo Morro da Favela.

A ideia da época era limpar as regiões centrais da cidade, dando um ar de modernidade à capital da República. Por isso, em 1893, os pobres que viviam em cortiços, como o da Cabeça de Porco, foram enviados para os morros sem nenhum tipo de atendimento e de infraestrutura habitacional. Logo depois chegariam os soldados que haviam lutado na Guerra de Canudos, no sertão nordestino.

Assim, o Rio de Janeiro passou a ser sinônimo de favelas, consideradas guetos de pobres e da marginalidade.

“...levou à criação de um estereótipo...”; a alternativa em que o emprego do acento grave indicativo da crase está correto é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A OUTRA EPIDEMIA

Lya Luft - Veja, 15-07-2009

Para mim, escrever é sempre questionar, não importa se estou escrevendo um romance, um poema, um artigo. Como ficcionista, meu espaço de trabalho é o drama humano: palco, cenário, bastidores e os mais variados personagens com os quais invento histórias de magia ou desespero. Como colunista, observo e comento a realidade. O quadro não anda muito animador, embora na crise mundial o Brasil pareça estar se saindo melhor que a maioria dos países. De tirar o chapéu, se isso se concretizar e perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados (por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar. Teríamos de andar feito o velho filósofo grego Diógenes, que percorria as ruas em dia claro com uma lanterna na mão. Questionado, respondia procurar um homem honrado.

Vamos ter de sair aos bandos, aos magotes, catando essa figura, não uma, mas multidões delas, para consertar isso, que parece não ter arrumação?

Numa notícia sobre o Senado, publicada no jornal O Globo, de 14-07-2009, lê-se o seguinte:

Uma casa com 204 copeiros. Pelo menos 20,4% dos 3.500 funcionários terceirizados do Senado são copeiros ou contínuos. Dá mais de sete para cada um dos 81 senadores. No total, são 717, sendo 204 copeiros e 513 contínuos, que custam ao Senado R$2.400 por mês, cada um.”

Não há dúvida de que a notícia tem um tom crítico, condenando o Senado; o argumento em que se apoia essa crítica é de base estatística (a distorção de mais de sete funcionários para cada senador), mas apresenta uma falha, que é a de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1140935 Ano: 2009
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Provas:

Na descrição do caso, as chaves primárias deverão ser obrigatoriamente:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1140933 Ano: 2009
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Provas:

Para garantir a integridade de um banco de dados, os SGBD oferecem o mecanismo de restrição de integridade. Nos modelos relacionais, uma chave primária de qualquer relação não pode ser nula em nenhuma tupla dessa relação.

Esta é a restrição de integridade conhecida como:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1140932 Ano: 2009
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Provas:

Uma determinada empresa tem um banco de dados com informações de seus funcionários. O dono dessa empresa deseja saber o nome, o cargo e o salário de todos os funcionários que ganham mais de R$5000,00, ordenados pelo salário, do maior para o menor, contidos na tabela DEPTPESS (departamento de pessoal).

Um trecho na linguagem SQL para executar esta tarefa seria:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1140931 Ano: 2009
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Provas:

Um conceito correto utilizado no Modelo de Entidades e Relacionamentos (MER) é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1140930 Ano: 2009
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Provas:

O processo no qual são eliminados esquemas de relações (tabelas) não satisfatórios, decompondo-os, através da separação de seus atributos em esquemas de relações menos complexas, mas que satisfaçam as propriedades desejadas, é conhecido como:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1140929 Ano: 2009
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Provas:

Arquitetura bastante usada em banco de dados, onde são necessárias soluções sofisticadas de software que possibilitem o tratamento de transações, as confirmações de transações, desfazer transações, linguagens de consultas e gatilhos. A principal vantagem dessa arquitetura é a divisão do processamento entre dois sistemas, o que reduz o tráfego de dados na rede.

Essa arquitetura é conhecida como:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1140928 Ano: 2009
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Provas:

Os comandos SQL para adicionar, excluir ou alterar atributos em uma tabela e para excluir tabela, são, respectivamente:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas