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No câncer de pulmão do tipo não-pequenas células, a cirurgia de ressecção é contra-indicada se houver:
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70 anos, masculino, procurou atendimento médico com dor em região lombar e em membros inferiores que surgia quando caminhava ou quando ficava em pé parado na fila do mercado.
Às vezes para aliviar a dor, inclinava o tronco para frente apoiando-se no carrinho de compras ou sentava-se por algum tempo. O diagnóstico provável é:
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60 anos, feminina, internada no serviço de ortopedia com fratura patológica em membro inferior esquerdo. Ao ser avaliada pelo clínico para liberação do risco cirúrgico, queixou-se de epigastralgia em queimação e constipação prévias, além de hipertensão arterial e nefrolitíase de repetição.
Realizada radiografia de tórax pré-operatória que evidenciou:
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50 anos, masculino, portador de cirrose, em uso de diuréticos e propranolol. Trazido à emergência com desorientação e aumento do volume abdominal progressivos de início há 2 dias. Ao exame, acordado, desorientado, com flapping, PA 110/70 mmHg, FC 68 bpm, Tax 36,8°C, ascite moderada, sem edema de membros inferiores.
EXAMES LABORATORIAIS:
| Htc | 44 % |
| Hgb | 15 g% |
| Leucócitos | 4000/mm3, 2 % de bastões |
| Plaquetas | 78000/mm3 |
| Na | 140 mEq/l |
| K | 4,3 mEq/l |
| Glicose | 80 mg% |
| Ureia | 30 mg% |
| Creatinina | 0,9 mg% |
| Albumina | 2,2 g% |
EXAME DO LÍQUIDO ASCÍTICO:
| Proteínas | 1,1 g% |
| Albumina | 0,6 g% |
| Leucócitos | 250/mm3 (90 % MONO) |
O diagnóstico provável é:
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16 anos, masculino, em tratamento para anemia falciforme apresenta crise aplásica transitória.
A causa provável é:
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35 anos, masculino, internado com febre, cefaléia, distúrbio de comportamento tendendo à agressividade e convulsão nas últimas 24 h. Familiares negavam doenças prévias ou internações anteriores. Ao exame, pele íntegra, PA 110/70, FC 102, Tax 38,5, cabeça e pescoço sem alterações, ausculta cardíaca e pulmonar normais, hemiparesia direita, sem rigidez de nuca. Nas 6 h seguintes, evoluiu para coma. Ao exame, PA 180/110, FC 58, edema de papila bilateral e anisocoria fixa com pupila esquerda maior do que a direita.
O diagnóstico é:
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55 anos, feminina, atendida em consultório médico com diplopia que persistia quando fechava o olho esquerdo, mas desaparecia quando fechava o olho direito.
O diagnóstico provável é:
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26 anos, feminina, admitida na emergência com cefaléia, vômitos e desorientação de início súbito. O quadro evoluiu para torpor após cerca de 20 h. Familiares negam doenças prévias.
Ao exame, PA 170/110 mmHg, FC 60 bpm, Tax 36,5°C, torpor e paraparesia de membros inferiores.
RNM DE CRÂNIO: extensa área de edema em região frontoparietal bilateralmente e sinal do delta.
O diagnóstico provável é:
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A tabela abaixo expressa o resultado de 9 ensaios clínicos envolvendo 27.743 pacientes com 120.000 pessoas-ano de seguimento e compara as taxas de eventos clínicos entre os pacientes tratados com antagonistas de cálcio contra o tratamento com outras drogas anti-hipertensivas (diuréticos, betabloqueadores, inibidores da ECA):
| Desfecho clínico final | Tratamento experimental (antagonista de cálcio) | Tratamento padrão (outras drogas anti-hipertensivas) |
| Infarto do miocárdio | 4,5 % | 3,6 % |
| AVC | 4,5 % | 5,0 % |
| Insuficiência cardíaca | 3,3 % | 2,7 % |
| Eventos CV maiores | 14,2 % | 13,1 % |
| Mortalidade Global | 8,3 % | 8,1 % |
O aumento relativo do risco para eventos cardiovasculares (CV) maiores é de:
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Você está de plantão em uma unidade de emergência e inicia o atendimento de um homem de cor branca metalúrgico, 47 anos, que se apresenta andando com dificuldade com o auxílio de muletas.
Queixa-se de uma dor no terço inferior do esterno e no braço esquerdo, que se estende do ombro até o punho, opressiva, que iniciou quando estava sentado assistindo à televisão. A dor persiste por 4 horas com episódio de vômito e evacuação.
Conta que sofrera um acidente de trabalho há 30 dias, com fratura de um osso da perna direita, tendo sido inclusive submetido a uma cirurgia no dia seguinte a fratura para colocação de um “parafuso”.
Desde que começou a usar muletas, vem sentido dor no braço esquerdo que atribui a má adaptação à órtese, tendo sido prescrito anti-inflamatório não-hormonal por seu ortopedista. Conta que já utilizou dois comprimidos do medicamento, desde o início da dor, sem nenhuma melhora.
Nega diabetes, tabagismo, desconhece seu perfil lipídico, nega história familiar de doença coronariana e relata que foi atendido, no ambulatório da empresa, com “pressão alta”, mas julga ter ficado bom após a medicação então administrada.
Ao exame :
Paciente pálido com sudorese fria, taquipneico.
O exame dos vasos do pescoço não mostra anormalidades:
PA = 190 X 130 mmHg BE = BD deitado;
FC = 110 bpm;
FR = 28 rpm.
Ausculta pulmonar demonstra murmúrio vesicular universalmente audível, sem ruídos adventícios.
Ictus cordis impalpável:
RCR 3T (B4), discreta hiperfonese de bulhas A2>P2;
Abdômen indolor, sem visceromegalias ou massas palpáveis, com peristalse presente.
MMIIS – Perna direita com cicatriz cirúrgica.
Gradativamente o paciente refere melhora da dor torácica que desaparece após 30 minutos da abordagem proposta. Há diminuição do supradesnivelamento do segmento ST e ocorre o aparecimento de taquicardia ventricular que se resolve espontaneamente. O paciente é internado na unidade coronariana onde permanece por dois dias assintomático. No sétimo dia de internação, volta a ter dor torácica de forte intensidade, sem irradiação, em aperto, recorrente, que só melhora com a administração de morfina, apresentando os seguintes sinais vitais:
PA=120/80 mmHg (deitado) e a FC= 100bpm.
As medidas a serem adotadas são:
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