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Foram encontradas 50 questões.

2482177 Ano: 2014
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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As qualidades organoléptica e nutricional da carne podem modificar-se em virtude de tratamentos tecnológicos e culinários. Nesse contexto, é correto afirmar:
 

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2481840 Ano: 2014
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Várias substâncias são utilizadas como melhoradores da absorção nas rações de aves e suínos, como probióticos, prebióticos, simbióticos, ácidos orgânicos e fitoterápicos. Sobre essas substâncias, é correto afirmar:
 

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2481829 Ano: 2014
Disciplina: Veterinária
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Em relação à anatomia reprodutiva da galinha, a estrutura do oviduto é formada por cinco zonas. Sobre essas zonas é correto que
 

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2479734 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Nas empresas, estrelas solitárias deixaram de ter valor
por Alfredo Assumpção
Já virou discurso popular: o momento da economia mundial exige profissionais cada vez mais qualificados, experientes e especializados. Para suprir isso, as empresas precisam, mais do que nunca, preparar seus talentos. Isso todo mundo já diz, o difícil é entender as razões e colocar em prática os planos de retenção.
Tudo começa com um processo de inserção cultural. As empresas nem sempre ligam o perfil do candidato ao perfil da posição, e contratam sem um estudo aprofundado de personalidades. Isso gera um desencontro, e logo o investimento vira prejuízo. Porque há que conhecer em profundidade os valores da pessoa sendo contratada e entender se esses valores são compatíveis aos valores da empresa. Então, falamos aqui de casamento cultural.
As pessoas precisam chegar às empresas para trabalharem gostando do que fazem. Só assim elas conseguem render em sua plenitude. Nessa hora, a pessoa é feliz. E a felicidade é fato determinante nos dias atuais. É importante encontrar a capacidade total daquele profissional e trabalhar em cima dela. Claro que o funcionário precisa querer ser desenvolvido, precisa acreditar na empresa, e precisa estar sempre atualizado. Mas isso é reflexo de uma escolha assertiva pelo profissional certo.
O problema de hoje é que o mundo acadêmico já não forma a tempo o executivo que o mundo corporativo precisa. Enquanto uma crise está sendo estudada na faculdade, outras já se instalaram, e por aí vai. O sistema capitalista ainda vive (como ilustrava Marx) de crise e recuperação. Quem provoca a crise? O capital humano. Quem resolve a crise? Outro capital humano. Assim, o capital que causou a crise torna-se obsoleto, deixando de se fazer necessário e dando margem para o sucesso de novo profissional, capaz de levantar a 21 empresa da crise e gerar lucro, até a próxima crise.
A diferença é que, quando Marx estudava o sistema, lá em 1844, as crises apareciam num intervalo médio de 10 anos. Havia tempo suficiente para entender a crise e ensinar em sala de aula como resolver aquele tipo de crise. Hoje, elas irrompem a cada 2 anos e afetam a economia global, porque tudo está interconectado. E a tendência é sempre aumentar a velocidade com que as crises aparecem devido à caoticidade da economia global. Por isso, o mundo acadêmico vive atrasado, mas isso não quer dizer que não tenha valor. O que importa é o mundo acadêmico entender, estando cada vez mais próximo para melhor servir, o mundo corporativo.
Encontrar e desenvolver o profissional qualificado são funções do líder, assim como transformá-lo em um talento. O papel do profissional é manter-se sempre atualizado, enfrentar desafios, não ter medo de errar, consertar os erros e entender que tudo que funciona se torna obsoleto rapidamente. É imprescindível que o executivo queira sempre inovar e se reinventar. Ele precisa estar em movimento como a economia. Precisa acompanhar o caminho, olhando o passado por um simples retrovisor de apenas 10 cm e acreditando que o para-brisa do carro tem quase 200 cm, o que nos obriga a ver e enxergar com prioridade o presente, quase que antevendo o futuro. O mundo acadêmico é quase o retrovisor. O para-brisa é o mundo corporativo. Se a empresa não mudar para entregar o melhor produto e pelo melhor preço a uma sociedade cada vez mais exigente, ela morre.
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado. A empresa também é um talento quando consegue aliar excelentes profissionais às suas crenças, valores e cultura organizacional.
Uma boa contratação é quase 90% do sucesso garantido da companhia. Empresários, foquem no seu Capital Humano e transformem seus times em constelações. Estrelas solitárias deixaram de ter valor. Agora joga-se com constelações. Do contrário, irão assistir de camarote o céu ficando escuro.
Disponível em:<www.cartacapital.com.br >. Acesso em: 28 mar.2014 [Adaptado]
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado.
O pronome no qual, une
 

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2478529 Ano: 2014
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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A DEP é um número que representa uma estimativa do mérito genético médio das informações contidas nos gametas de determinado indivíduo. Pela forma como ela é estimada, tem a finalidade de ser um atributo de comparação. Assim, dentro de uma população que foi submetida a uma avaliação genética, pode-se decidir sobre a utilização de dois animais comparando-se suas DEP’s.
Considerem-se dois animais, A e B, com DEP’s iguais a, respectivamente, +15 e -10, que correspondem à característica peso à desmama em kg. Nesse caso, é correto afirmar que, considerando um grande número de filhos oriundos do acasalamento de cada um desses indivíduos com fêmeas de méritos genéticos comparáveis,
 

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2478292 Ano: 2014
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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O Brasil possui uma flora apícola abundante e diversificada, proporcionando a produção de méis de excelente qualidade. Sobre a alimentação artificial de abelhas, considere as seguintes afirmações:
I A alimentação artificial pode ser administrada em alimentadores individuais ou coletivos.
II A alimentação estimulante é feita visando suprir a ausência da alimentação natural coletada nas flores.
III A alimentação de subsistência é feita com antecedência de aproximadamente dois meses do início da florada principal.
IV A alimentação estimulante tem como finalidade fortalecer a postura da rainha, aumentando a população do enxame.
Estão corretas as afirmativas
 

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2478222 Ano: 2014
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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O cavalo doméstico consome uma ampla diversidade de alimentos variando desde forragens com alto teor de umidade, cereais com grande quantidade de amido, até sal mineral e água.
A respeito do sistema digestório dos cavalos é, correto afirmar:
 

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2477591 Ano: 2014
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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No cultivo de camarões marinhos, os viveiros das propriedades deverão ser adequadamente preparados para oferecerem as melhores condições de sobrevivência e de crescimento aos camarões. A preparação de viveiros envolve uma série de procedimentos, entre eles o esvaziamento do viveiro e a oxidação da matéria orgânica. Nesse contexto, é correto afirmar:
 

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2477190 Ano: 2014
Disciplina: Veterinária
Banca: UFS
Orgão: UFS
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A Artrite Encefalite Caprina (CAEV) manifesta-se através de problemas crônicos e progressivos. Para o diagnóstico, testes sorológicos são utilizados e a padronização dessas técnicas requer análise proteica e caracterização imunogênica dos antígenos produzidos.
O agente causador dessa doença é também, comumente, conhecido como
 

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2477089 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Nas empresas, estrelas solitárias deixaram de ter valor
por Alfredo Assumpção
Já virou discurso popular: o momento da economia mundial exige profissionais cada vez mais qualificados, experientes e especializados. Para suprir isso, as empresas precisam, mais do que nunca, preparar seus talentos. Isso todo mundo já diz, o difícil é entender as razões e colocar em prática os planos de retenção.
Tudo começa com um processo de inserção cultural. As empresas nem sempre ligam o perfil do candidato ao perfil da posição, e contratam sem um estudo aprofundado de personalidades. Isso gera um desencontro, e logo o investimento vira prejuízo. Porque há que conhecer em profundidade os valores da pessoa sendo contratada e entender se esses valores são compatíveis aos valores da empresa. Então, falamos aqui de casamento cultural.
As pessoas precisam chegar às empresas para trabalharem gostando do que fazem. Só assim elas conseguem render em sua plenitude. Nessa hora, a pessoa é feliz. E a felicidade é fato determinante nos dias atuais. É importante encontrar a capacidade total daquele profissional e trabalhar em cima dela. Claro que o funcionário precisa querer ser desenvolvido, precisa acreditar na empresa, e precisa estar sempre atualizado. Mas isso é reflexo de uma escolha assertiva pelo profissional certo.
O problema de hoje é que o mundo acadêmico já não forma a tempo o executivo que o mundo corporativo precisa. Enquanto uma crise está sendo estudada na faculdade, outras já se instalaram, e por aí vai. O sistema capitalista ainda vive (como ilustrava Marx) de crise e recuperação. Quem provoca a crise? O capital humano. Quem resolve a crise? Outro capital humano. Assim, o capital que causou a crise torna-se obsoleto, deixando de se fazer necessário e dando margem para o sucesso de novo profissional, capaz de levantar a empresa da crise e gerar lucro, até a próxima crise.
A diferença é que, quando Marx estudava o sistema, lá em 1844, as crises apareciam num intervalo médio de 10 anos. Havia tempo suficiente para entender a crise e ensinar em sala de aula como resolver aquele tipo de crise. Hoje, elas irrompem a cada 2 anos e afetam a economia global, porque tudo está interconectado. E a tendência é sempre aumentar a velocidade com que as crises aparecem devido à caoticidade da economia global. Por isso, o mundo acadêmico vive atrasado, mas isso não quer dizer que não tenha valor. O que importa é o mundo acadêmico entender, estando cada vez mais próximo para melhor servir, o mundo corporativo.
Encontrar e desenvolver o profissional qualificado são funções do líder, assim como transformá-lo em um talento. O papel do profissional é manter-se sempre atualizado, enfrentar desafios, não ter medo de errar, consertar os erros e entender que tudo que funciona se torna obsoleto rapidamente. É imprescindível que o executivo queira sempre inovar e se reinventar. Ele precisa estar em movimento como a economia. Precisa acompanhar o caminho, olhando o passado por um simples retrovisor de apenas 10 cm e acreditando que o para-brisa do carro tem quase 200 cm, o que nos obriga a ver e enxergar com prioridade o presente, quase que antevendo o futuro. O mundo acadêmico é quase o retrovisor. O para-brisa é o mundo corporativo. Se a empresa não mudar para entregar o melhor produto e pelo melhor preço a uma sociedade cada vez mais exigente, ela morre.
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado. A empresa também é um talento quando consegue aliar excelentes profissionais às suas crenças, valores e cultura organizacional.
Uma boa contratação é quase 90% do sucesso garantido da companhia. Empresários, foquem no seu Capital Humano e transformem seus times em constelações. Estrelas solitárias deixaram de ter valor. Agora joga-se com constelações. Do contrário, irão assistir de camarote o céu ficando escuro.
Disponível em:<www.cartacapital.com.br >. Acesso em: 28 mar.2014 [Adaptado]
Para construir o ponto de vista sobre o tema, o autor
 

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