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Foram encontradas 493 questões.

1652721 Ano: 2018
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Relacione a coluna 1 com a coluna 2 e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Coluna 1 Coluna 2
I. Lâmpada de descarga ( ) Nessa lâmpada a luz é produzida pelo aquecimento de um filamento metálico, através de corrente elétrica.
II. LED ( ) O princípio de funcionamento dessa lâmpada consiste em usar a energia elétrica ou eletromagnética para a ionização dos átomos dos gases ou vapores.
III. Lâmpada halógena ( ) Trata-se de um refletor completo, com uma lâmpada halógena, um espelho parabólico e uma lente formando uma única estrutura.
IV. Lâmpada PAR ( ) A luminosidade provém dos filamentos de tungstênio em contato com gases como o iodo.
V. Lâmpada incandescente ( ) É composta por uma estrutura cristalina de materiais semicondutores que emitem luz quando eletricamente estimulados.
 

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1484968 Ano: 2018
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Para produzir o efeito conhecido como “borda mole” em um facho de luz de uma luminária pode-se recorrer a:

 

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1484966 Ano: 2018
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Qual dos ângulos de incidência listados abaixo provoca um efeito de imagem bidimensional?

 

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1484934 Ano: 2018
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Cada atividade profissional possui seus riscos inerentes. No site do Ministério do Trabalho e Emprego há uma relação de normas regulamentadoras – as NRs. No caso de trabalhadores que atuem em instalações elétricas e serviços com eletricidade e em trabalhos em altura, há pelo menos duas NRs que versam sobre a questão. A esse respeito, é correto afirmar que:

 

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1484932 Ano: 2018
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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O trabalho de montagem e execução de um projeto de iluminação cênica envolve questões relativas a eletricidade e perigo de altura, por isso a importância de conhecimentos básicos de segurança nesses procedimentos. Com base nessas afirmações, é correto afirmar que:

 

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1484918 Ano: 2018
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Assinale a alternativa que apresenta somente elementos presentes em um mapa de luz.

 

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1484908 Ano: 2018
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Sobre o mapa da luz, assinale a alternativa correta.

 

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1429597 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSC
Orgão: UFSC

A linguagem da física

Adilson de Oliveira

Uma das mais importantes características humanas é a capacidade de nos

comunicarmos, pois, por meio desse processo, a inteligência se manifesta. Existem evidências

de que outros animais se comunicam entre si, como baleias e golfinhos; mas, até onde

sabemos, somos os únicos seres do universo que expressam pensamentos de forma

complexa por meio de sons, gestos, pinturas, escrita etc. Em particular, no que se refere à

comunicação oral, estima-se a existência de cerca de 7 mil idiomas. O mais falado no mundo é

o mandarim, com mais de 1 bilhão e 300 milhões de falantes. A língua portuguesa, falada por

quase 230 milhões de pessoas, está entre a quinta e a sexta posição.

Em cada idioma já foram expressas belíssimas ideias que ficaram eternizadas em

diferentes obras literárias. A bela peça Hamlet, escrita em inglês por William Shakespeare, a

envolvente narração em espanhol de Dom Quixote de la Mancha, feita por Miguel de

Cervantes, e os grandiosos poemas épicos, como Os Lusíadas, de Luís de Camões (em

português), e Divina Comédia, de Dante Alighieri (em italiano), são apenas alguns exemplos

de grandes produções do pensamento humano. Nessas obras, encontramos a maneira como

esses autores veem o mundo por meio de suas narrativas.

Da mesma forma, a ciência tem seu próprio “idioma” para descrever a natureza. Em

especial, a física tem uma maneira particular de narrar os fenômenos naturais. Essas

narrativas acabam se modificando ao longo do tempo, assim como as próprias línguas, tanto

pela evolução do pensamento como pelas descobertas de novos fenômenos, que, para serem

explicados, levam a grandes revoluções no modo de pensar.

Toda língua moderna tem o seu alfabeto e as suas regras gramaticais, que nos

permitem expressar as nossas ideias. Na física, a matemática é uma das maneiras usadas

para expressar seus conceitos e teorias. Devido à sua estrutura lógica, a matemática garante a

demonstração de determinados conceitos de modo absolutamente preciso e é capaz de levar

a formas de pensamento que a nossa linguagem humana cotidiana não consegue expressar.

[...]

Mas a física não é apenas a descrição da natureza a partir de equações matemáticas.

Seu roteiro para explicar o universo também depende de princípios fundamentais aplicados a

diversas situações. As teorias físicas têm como pano de fundo os chamados princípios de

conservação, que são associados à conservação da energia, da quantidade de movimento, do

momento angular, da carga elétrica, entre outros. Por exemplo, verifica-se que, em qualquer

processo, a energia total é conservada, ou seja, nunca é criada ou destruída, mas pode ser

transformada. Com base nessa ideia, foi possível elaborar diferentes descrições dos

fenômenos físicos.

O físico e astrônomo italiano Galileu Galilei, um dos fundadores da física e da

astronomia modernas e também um dos grandes defensores do método científico, disse: “O

livro da natureza está escrito em caracteres matemáticos… sem um conhecimento dos

mesmos, os homens não poderão compreendê-lo” (tradução livre). A afirmação reflete bem a

percepção de que, para podermos expressar certas ideias e conceitos, é necessário conhecer

de maneira adequada o idioma no qual eles estão escritos. Nesse caso, a física, por meio da

matemática, consegue descrever o nosso universo de modo fundamental, mesmo não

respondendo a todas as perguntas. Ainda serão escritos muitos “poemas” e “narrativas”

(teorias) na física, por meio do seu “idioma” (matemática), e eles continuarão nos encantando,

assim como as grandes produções literárias.

Disponível em: http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/2727/n/a_linguagem_da_fisica. [Adaptado]. Acesso em: 21 set. 20

Segundo o Texto 2, é correto afirmar que:
 

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1429596 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Violinos modernos batem Stradivarius
Violinos italianos antigos, como os Stradivarius, são caríssimos e considerados os melhores do mundo. Confeccionados artesanalmente nos séculos XVII e XVIII, eles gerariam notas mais precisas e alcançariam tons irreprodutíveis por instrumentos modernos.
Um estudo desenvolvido pelo luthier americano Joseph Curtin e a engenheira acústica Claudia Fritz, da Universidade Pierre e Marie Curie, coloca essa percepção arraigada à prova.
Em testes cegos envolvendo oito violinistas e cento e quarenta ouvintes experientes em salas de concertos de Paris e Nova York, eles compararam a qualidade do som do Stradivarius com o de violinos atuais.
Nesses testes, os instrumentos foram tocados por solistas vendados, que estavam escondidos atrás de uma tela acústica. A maioria dos músicos não soube dizer se tinha tocado um instrumento novo ou um antigo, mas preferiu os violinos modernos ao Stradivarius.
Também os ouvintes na plateia – músicos, críticos musicais, luthiers e engenheiros acústicos – foram incapazes de distinguir o som produzido pelos instrumentos.
Disponível em: <http://revistapesquisa.fapesp.br/2017/06/20/violinos-modernos-batem-stradivarius>.
[Adaptado]. Acesso em: 17 set. 2017.
Considerando o experimento descrito no Texto, é correto afirmar que:
 

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A capciosa conjugação do verbo “entreter”
Eduardo de Moraes Sabbag
O verbo “entreter” possui conjugação capciosa. Tanto é verdade que é possível ouvir flexões curiosas – “ele /entérte/”, “ele vai /entertê/”, “ele havia /entertido/” –, principalmente, é claro, na voz daquele falante com pouca instrução... e simpática simplicidade.
Já faz um bom tempo que cheguei a São Paulo, vindo de Guaxupé, em Minas Gerais. Lá vivi até meus 17 anos e testemunhei, não poucas vezes, as “divertidas” flexões.
A propósito, vem-me à mente a fala de um simpático sorveteiro – um daqueles que anda a cidade toda, empurrando um carrinho e anunciando com buzina que está ali –, de quem comprávamos, quando crianças, os inesquecíveis “sorvetes de saquinho”. O homem vociferava, indicando o produto maior do que o outro:
– Leve este, menino! Ele “enterte” mais...
Obviamente, não me valho do presente artigo para apontar, com o indicador, o “erro” de conjugação verbal daquele falante, de origem simples e limitada instrução C). À luz do padrão culto da língua, há um problema, sim, na flexão verbal por ele utilizada. Todavia, se atentarmos para os fatores múltiplos que demarcam o plano da comunicação – grau de instrução do falante, coloquialidade do discurso, objetivo da mensagem, entre outros –, poderemos até defender a ausência de “erro” naquela fala. Os linguistas me apoiam – creio.
Posso dizer, assim, que aquele simpático sorveteiro, que ainda permanece em minha memória, com seu legítimo “mineirês”, inspirou-me a falar sobre a conjugação do verbo ENTRETER. É o motivo deste artigo. Passemos, então, à análise do fato.
De início, é necessário destacar que o verbo ENTRETER possui a acepção de “distrair, ter por ocupação”. Exemplo: “O homem poderia entreter a criança com o sorvete”. Nota-se que sua transitividade é dupla, podendo apresentar-se como verbo transitivo direto ou como verbo bitransitivo. Veja:
O palhaço entreteve a criança (verbo transitivo direto);
O palhaço entretinha as crianças com brincadeiras (verbo transitivo direto e indireto).
Em tempo, é importante lembrar que o verbo pode ser pronominal:
O palhaço entreteve-se com a plateia naquele circo;
Eu me entretenho com música popular brasileira.
Passemos, agora, aos problemas de flexão verbal. Não percamos de vista, todavia, que este verbo deve ser conjugado como o verbo “ter”, do qual deriva.
Já no presente do indicativo, o verbo começa a mostrar suas “garras”. Se falamos “eu tenho”, falaremos “eu entretenho”. [...] Aliás, e se o saudoso sorveteiro da infância quisesse se valer do português culto? [...]
Cá pra nós: do jeito que criança é, desconfiada e arredia, é bem provável que deixasse de comprar aquele sorvete maior... Ficaria inibida com um verbo tão diferente e erudito... O tiro sairia pela culatra! Por isso, insistimos que, se houve “erro”, este se deu apenas na perspectiva imposta pelo português de rigor B), na esteira do padrão culto da linguagem. Quando analisamos o plano comunicacional, em uma abrangência superior, não veremos erro na fala. São os mistérios e ensinamentos da oralidade despretensiosa...
[...]
Assim, vimos algumas “encruzilhadas” que este verbo apresenta. E tudo porque uma agradável lembrança da infância veio à tona... e nos entreteve neste artigo. Um gramatical entretenimento...
Aliás, seria tão bom ouvir novamente aquele buzina do homem do sorvete, oferecendo o produto “que /entérte/”, “que vai /entertê/ mais”... Seria uma ótima oportunidade de lhe dizer que aquela espontânea flexão verbal, por ele utilizada, não existe, mas que seu sorvete era inesquecível! Tão inesquecível que sua fala me levou a aprender, com o tempo – e no português de rigor –, que são melhores as formas “ele entretém”, “ele vai entreter”, “ele havia entretido”.
Disponível em: <http://www.cartaforense.com.br/autor/eduardo-de-moraes-sabbag/7>.
[Adaptado]. Acesso em: 9 set. 2017.
Com base no Texto e conforme a norma padrão escrita, é correto afirmar que:
 

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