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Piadas com a língua portuguesa
Piada 1
A professora mandou o Joãozinho colocar uma caixa vazia na lixeira, mas ele a botou em
cima. Ela reclamou:
– Por que não colocou a caixa dentro da lixeira, Joãozinho?
– Porque não cabeu, professora – ele respondeu.
– “Não coube” – ela retrucou.
– Agora você vai escrever cem vezes nesta folha “não coube” – sentenciou a professora.
Passado algum tempo, Joãozinho estava parado olhando para o caderno.
– Escreveu cem vezes as palavras que lhe mandei? – perguntou a professora.
– Escrevi só 99, professora – respondeu.
– Por quê? – quis saber ela.
– Porque não cabeu tudo, professora!
Piada 2
Joãozinho conversava na aula e a professora disse:
– JOÃOZINHO! Me diga dois pronomes, agora!
– Quem? Eu?
– Muito bem, pode sentar.
Piada 3
Professor:
– “Chovia”, que tempo é?
Aluno:
– É tempo feio.
Piada 4
A professora está ensinando o uso de pronomes e pede ao Joãozinho:
– Faça uma frase com o pronome “consigo”!
O Joãozinho:
– “Eu não consigo correr muito”.
Piada 5
A professora diz:
– “Ontem fui criança”. Isso é passado. “Hoje sou bonita”. O que é isso, Joãozinho?
– É mentira, professora!
Piada 6
A professora pergunta pro Joãozinho:
– Joãozinho, em que tempo está o verbo da frase “Isso não poderia ter acontecido”.
Ele responde:
– Preservativo imperfeito!
Disponível em: http://estacaodapalavra.blogspot.com.br/2011/07/piadas-gramaticais-piada-1-professora.html; http://bentovsales.blogspot.com.br/2011/03/piadas-gramaticais.html. [Adaptado]. Acesso em: 9 out. 2017.
I. O humor da piada 1 consiste no fato de que o castigo aplicado pela professora parece não ter feito sentido para Joãozinho. II. O humor da piada 2 está no fato de Joãozinho ter errado a resposta. III. O humor da piada 4 decorre do uso inadequado da classe da palavra “consigo” por Joãozinho. IV. O humor das piadas 5 e 6 procede das respostas de Joãozinho, relacionadas não propriamente à análise gramatical das frases, mas, sim, a outro sentido contextual que ele dá para essas frases.
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Considere as seguintes afirmativas sobre o Texto 3 e assinale a alternativa correta.
I. No primeiro quadrinho, a palavra “ROSINHA” se refere à flor na mão de Chico Bento.
II. O quadrinho faz uso de linguagem verbal e não verbal para a construção de sentidos.
III. A variedade linguística empregada no texto contribui para a construção das personagens.
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- Linguagens e Suportes MidiáticosProdução AudiovisualLuz, Iluminação e Luminotécnica em Audiovisual e Cinema
Para tornar possível o controle da intensidade de uma lâmpada incandescente é necessária a utilização de um regulador de intensidade, conhecido como dimmer. Sobre esse equipamento é, correto afirmar que:
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razões científicas para aprender outro idioma
Humberto Abdo
Pesquisas científicas conduzidas nos últimos anos têm confirmado a importância e os
benefícios cognitivos de aprender novos idiomas. Além de poder assimilar outra linguagem e
sua cultura, as vantagens de estudar idiomas envolvem o desenvolvimento da memória,
habilidades de tomar decisões com mais rapidez e ainda ajudam a atrasar algumas doenças,
como o Alzheimer. Confira cinco motivos pelos quais você deve começar a aprender uma
nova língua:
1. Você desenvolve melhor as suas habilidades multitarefa
Pessoas que sabem falar mais de um idioma, especialmente crianças, conseguem “deslocar”
facilmente a atenção entre dois sistemas de fala e escrita. Um estudo da Universidade
Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, sugeriu que essa habilidade ajuda a
desenvolvermos a capacidade de conciliar várias tarefas ao mesmo tempo, já que o cérebro
passa pelo exercício de revezar entre diferentes estruturas linguísticas.
2. Os riscos de ter Alzheimer ou demência diminuem
Vários estudos sobre o assunto foram conduzidos e os resultados demonstram que, para
adultos que só falam uma língua, a idade média para os primeiros sinais de demência
começarem a se manifestar é 71,4. Entre adultos que falam duas ou mais línguas, os
sintomas só começam aos 75,5. As pesquisas também consideraram fatores como
escolaridade, nível de renda, sexo e saúde física, mas esses aspectos não alteraram os
resultados.
3. Sua memória também é fortalecida
Um estudo publicado em 2011 pela Academia Americana de Neurologia mostrou que
aprender novos idiomas ajuda a “proteger” nossas memórias, mesmo depois de adultos.
Entre os voluntários do estudo, os pesquisadores descobriram que falantes de quatro ou mais
idiomas tinham cinco vezes menos chance de desenvolver problemas cognitivos em
comparação com quem falava dois idiomas; para os que falavam três línguas, a chance era
três vezes menor. Os resultados consideraram a idade e escolaridade dos participantes.
4. Melhora a capacidade de tomar decisões
Publicado pelo periódico Psychological Science, um estudo da Universidade de Chicago
sugere que o processo de raciocinar em outro idioma ajuda a diminuir inconsistências
cognitivas e melhora o processo de tomada de decisão: ao usar seu idioma estrangeiro, as
decisões passam a ser mais sistemáticas e menos baseadas em fatores negativos, processo
mental que seria comum ao usar a língua nativa.
5. Sua percepção fica mais aguçada
Uma pesquisa da Universidade de Pompeu Fabra, na Espanha, revelou que pessoas que
falam mais de um idioma são mais observadoras e capazes de manter o foco sobre
informações relevantes, filtrando o que não for tão importante. Também demonstram melhor
desempenho para identificar informações erradas — o personagem Sherlock Holmes não era
um poliglota por acaso.
Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2016/12/5-razoes-cientificas-para-aprender-outro-idioma.html. Acesso em: set. 20
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- Linguagens e Suportes MidiáticosProdução AudiovisualLuz, Iluminação e Luminotécnica em Audiovisual e Cinema
Na montagem de um projeto de iluminação de determinado espetáculo serão utilizados 35 refletores com lâmpadas de 1000 W, 10 refletores com lâmpadas de 500 W e dois refletores com lâmpadas de 2000 W. Considerando que a tensão local é de 220 volts, a intensidade de corrente total do sistema é de:
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A linguagem da física
Adilson de Oliveira
Uma das mais importantes características humanas é a capacidade de nos
comunicarmos, pois, por meio desse processo, a inteligência se manifesta. Existem evidências
de que outros animais se comunicam entre si, como baleias e golfinhos; mas, até onde
sabemos, somos os únicos seres do universo que expressam pensamentos de forma
complexa por meio de sons, gestos, pinturas, escrita etc. Em particular, no que se refere à
comunicação oral, estima-se a existência de cerca de 7 mil idiomas. O mais falado no mundo é
o mandarim, com mais de 1 bilhão e 300 milhões de falantes. A língua portuguesa, falada por
quase 230 milhões de pessoas, está entre a quinta e a sexta posição.
Em cada idioma já foram expressas belíssimas ideias que ficaram eternizadas em
diferentes obras literárias. A bela peça Hamlet, escrita em inglês por William Shakespeare, a
envolvente narração em espanhol de Dom Quixote de la Mancha, feita por Miguel de
Cervantes, e os grandiosos poemas épicos, como Os Lusíadas, de Luís de Camões (em
português), e Divina Comédia, de Dante Alighieri (em italiano), são apenas alguns exemplos
de grandes produções do pensamento humano. Nessas obras, encontramos a maneira como
esses autores veem o mundo por meio de suas narrativas.
Da mesma forma, a ciência tem seu próprio “idioma” para descrever a natureza. Em
especial, a física tem uma maneira particular de narrar os fenômenos naturais. Essas
narrativas acabam se modificando ao longo do tempo, assim como as próprias línguas, tanto
pela evolução do pensamento como pelas descobertas de novos fenômenos, que, para serem
explicados, levam a grandes revoluções no modo de pensar.
Toda língua moderna tem o seu alfabeto e as suas regras gramaticais, que nos
permitem expressar as nossas ideias. Na física, a matemática é uma das maneiras usadas
para expressar seus conceitos e teorias. Devido à sua estrutura lógica, a matemática garante a
demonstração de determinados conceitos de modo absolutamente preciso e é capaz de levar
a formas de pensamento que a nossa linguagem humana cotidiana não consegue expressar.
[...]
Mas a física não é apenas a descrição da natureza a partir de equações matemáticas.
Seu roteiro para explicar o universo também depende de princípios fundamentais aplicados a
diversas situações. As teorias físicas têm como pano de fundo os chamados princípios de
conservação, que são associados à conservação da energia, da quantidade de movimento, do
momento angular, da carga elétrica, entre outros. Por exemplo, verifica-se que, em qualquer
processo, a energia total é conservada, ou seja, nunca é criada ou destruída, mas pode ser
transformada. Com base nessa ideia, foi possível elaborar diferentes descrições dos
fenômenos físicos.
O físico e astrônomo italiano Galileu Galilei, um dos fundadores da física e da
astronomia modernas e também um dos grandes defensores do método científico, disse: “O
livro da natureza está escrito em caracteres matemáticos… sem um conhecimento dos
mesmos, os homens não poderão compreendê-lo” (tradução livre). A afirmação reflete bem a
percepção de que, para podermos expressar certas ideias e conceitos, é necessário conhecer
de maneira adequada o idioma no qual eles estão escritos. Nesse caso, a física, por meio da
matemática, consegue descrever o nosso universo de modo fundamental, mesmo não
respondendo a todas as perguntas. Ainda serão escritos muitos “poemas” e “narrativas”
(teorias) na física, por meio do seu “idioma” (matemática), e eles continuarão nos encantando,
assim como as grandes produções literárias.
Disponível em: http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/2727/n/a_linguagem_da_fisica. [Adaptado]. Acesso em: 21 set. 20
Considere as seguintes afirmativas, referentes ao Texto 2, e assinale a alternativa correta.
I. Não apenas os seres humanos, mas também animais de variadas espécies se comunicam entre si por meio de um sistema complexo de sons e gestos.
II. Diferentes obras literárias descrevem belas ideias por meio de um único idioma, que é universal e se refere à comunicação oral.
III. A física, uma ciência exata, permite que a descrição dos fenômenos naturais se modifique no tempo, ainda que empregue a matemática como o seu “idioma”.
IV. As ideias e conceitos podem ser expressos por meio de linguagem específica, a partir do domínio de suas regras.
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