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A ideia do planejamento nas escolas brasileiras não é nova. Já na década de 1970, intensificaram-se os estudos sobre a prática de planejamento curricular. Posteriormente, difundiu-se a expressão projeto político-pedagógico, conferindo, desta maneira, maior amplitude à ideia de um planejamento abrangente de todo o conjunto das atividades escolares.
Sobre projeto político-pedagógico, é correto afirmar que
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Quanto ao Estatuto da Universidade Federal de Santa Maria, assinale a alternativa correta.
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"Pesquisar diz respeito à capacidade de produzir um conhecimento adequado à compreensão de determinada realidade, fato, fenômeno ou realidade social. Na educação escolar, a pesquisa também assume a capacidade de criar os meios necessários ao estabelecimento de novas interações, mediações e modificações de contextos que envolvem os sujeitos do ensino com os sujeitos da aprendizagem .”
Fonte: MEKSENAS, 2002, p. 22.
No fragmento o autor tematiza a pesquisa na formação do pedagogo e organiza uma concepção de pesquisa relacionando-a à educação escolar a partir de uma relação de
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As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura - Resolução CNE/CP n. 1, de 15 de maio de 2006, instituem:
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A Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional (Lei n. 9.394/96) regulamenta a educação especial em seu capítulo V. De acordo com a LDB/96, analise as afirmativas a seguir.
I → Entende-se por educação especial a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmete na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades e superdotação.
II → A oferta da educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de 4 anos, tendo em vista a obrigatoriedade da educação infantil.
III → O poder público deverá instituir cadastro nacional de alunos com altas habilidades ou superdotação matriculados na educação básica e na educação superior.
Está(ão) correta(s)
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A Lei n. 12.527, de 18 de novembro de 2011 (Lei de Acesso à Informação - LAI), regulamentou o direito constitucional de acesso às informações públicas. Essa norma criou mecanismos que possibilitaram a qualquer pessoa, física ou jurídica, sem necessidade de apresentar motivo, o recebimento de informações públicas dos órgãos e entidades.
Nesse sentido, assinale a alternativa correta.
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Tinha chovido muito toda noite. Havia enormes poças de água nas partes mais baixas do terreno. Emcertos lugares, a terra, de tão molhada, tinha virado lama. Às vezes, os pés apenas escorregavam nela, às vezes, mais do que escorregar, os pés se atolavam na lama até acima dos tornozelos. Era difícil andar. Pedro e Antônio estavam transportando numa caminhonete cestos cheios de cacau para o sítio onde deviam secar. Em certa altura, perceberam que a caminhonete não atravessaria o atoleiro que tinha pela frente. Pararam. Desceram da caminhonete. Olharam o atoleiro, que era umproblema para eles. Atravessaram os dois metros de lama, defendidos por suas botas de cano alto. Sentiram a espessura do lamaçal. Pensaram. Discutiram como resolver o problema. Depois, com a ajuda de algumas pedras e galhos secos de árvores, deram ao terreno a consistência mínima para que as rodas da caminhonete passassem sem se atolar. Pedro e Antônio estudaram. Procuraram compreender o problema que tinham de resolver e, em seguida, encontraram uma resposta precisa. Não se estuda apenas na escola. Pedro e Antônio estudaram enquanto trabalhavam. Estudar é assumir uma atitude séria e curiosa diante de um problema.
Fonte: LEITE, L. C. Encontro com Paulo Freire.
Revista Educação e Sociedade. São Paulo. 1979.
Essa história possibilita refletir sobre alguns elementos que compõem o processo de planejar, como por exemplo, quando os personagens reconhecem um problema, estudam a situação problemática, refletem, dialogam e planejam uma estratégia para superar a situação que se apresenta como problema. As vivências desta história nos remetem ao ambiente escolar com seus dilemas e planejamento de ação.
Assinale verdadeiro (V) ou falso (F) em cada afirmativa a seguir.
( ) O ato de planejar não é apenas pedagógico, é também político, pois é uma instância de decisões e de previsão de organização de situações didáticas.
( ) O ato de planejar está relacionado à própria essência do educador que o propõe, revela o que o move e quais suas prioridades. Por isso, umplanejamento não é neutro, pois sempre estará ligado a quem o construiu.
( ) O planejamento é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social.
( ) O planejamento é um processo de reflexão acerca das nossas opções e ações, não se reduzindo à simples prescrição administrativa.
A sequência correta é
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Para responder a questão, considere a frase do escritor português José Saramago e parte de um artigo sobre cidades publicado em uma revista acadêmica brasileira.
“No interior da grande cidade de todos está a cidade pequena em que realmente vivemos.”
(José Saramago)
Apesar de concentrar características execradas pelos seus habitantes, a cidade continua exercendo um grande poder de atração, avalia o professor João Júlio Vitral Amaro, do Departamento de Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Curiosamente, na venda de casas e apartamentos construídos fora da área urbanizada, um dos itens que mais valorizam os imóveis é a vista que eles proporcionam da própria cidade.
“Parece paradoxal, mas não é”, afirma Vitral Amaro. Trata-se, segundo ele, de um certo recuo, mas nunca um abandono da cidade. “A cidade tem esse poder de atração porque é onde melhor administramos o tempo de encontro e o de recuo, uma coisa da própria natureza humana: somos mamíferos, gregários, animais de rebanho, e todo mamífero necessita de uma certa modulação do território, escolhendo as horas de maior ou menor proximidade”, avalia.
A atração exercida pela cidade põe para a sociedade o desafio de encontrar soluções para problemas que crescem junto com a mancha urbana. “O desafio de uma cidade do futuro não é tanto uma reflexão científica, pelo menos não é uma questão de volume de informação ou de conhecimento sobre a cidade”, opina Vitral. Para ele, a cidade que conseguirmos pensar “tem a ver com o tipo de futuro que estamos esperando”. E comenta: “Estamos tão pobres ao pensar o tema cidade, que deixamos a discussão se reduzir ao dilema murar ou não murar favela”. Em sua opinião, a pergunta deveria ser: nós, brasileiros, queremos ter favelas daqui a 50 anos?
Segundo Vitral Amaro, cada povo define para si um futuro, a exemplo do que fez o Brasil na década de 1960, ao construir Brasília. “Naquele momento, enviamos uma mensagem para o futuro.
Hoje é como se o país tivesse se recolhido, e a própria incapacidade de vislumbrar a cidade do futuro reflete essa falta de perspectiva de pensar o próprio futuro como nação”, diz.
Ao refletir sobre os limites da cidade e a construção de muros em favelas no Rio de Janeiro, o professor Cássio Eduardo Viana Hissa, do Departamento de Geografia do Instituto de Geociências da UFMG, afirma que não há e não poderá haver, sobretudo no capitalismo, uma cidade inteira. Segundo ele, a ideia de inteireza não é recortada apenas pelas topografias, edificações e circulação, mas pelas práticas sociais e pelas relações de identidade e de conflito. “Isso significa que há limites nos interiores da cidade. Há cidades na cidade. Para o
cidadão, também, não há uma cidade inteira: há a cidade para ele, que é feita nas relações que estabelece com o mundo urbano, com as pessoas, e através de um experimentar a cidade que ele próprio desenha.”
Hissa afirma que os habitantes interpretam a cidade a partir de paradigmas que lhes interessam porque se referem à história com a qual se identificam. “A interpretação que fazemos da cidade é a de nós mesmos, feita por nós e para o outro. Mas a ciência moderna ainda confia na fidelidade cartesiana das cartografias”, reflete. E diz que a edificação de uma muralha, por exemplo, poderá fazer as pessoas descobrirem que tal recorte existe nelas sem que se deem conta disso. “Desde as cidades medievais até as modernas, as muralhas, os sinais de grafite nos muros, as tintas no asfalto podem mostrar onde começa, termina e para onde segue a nossa cidade e a dos outros. Talvez ainda mais, tal desenho poderá nos dizer algo acerca de nós mesmos no mundo”, sugere.
Segundo a análise do professor Vitral Amaro apresentada nos parágrafos iniciais do artigo, deve-se compreender que os habitantes estabelecem com a cidade uma relação
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Para responder a questão, considere a frase do escritor português José Saramago e parte de um artigo sobre cidades publicado em uma revista acadêmica brasileira.
“No interior da grande cidade de todos está a cidade pequena em que realmente vivemos.”
(José Saramago)
Apesar de concentrar características execradas pelos seus habitantes, a cidade continua exercendo um grande poder de atração, avalia o professor João Júlio Vitral Amaro, do Departamento de Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Curiosamente, na venda de casas e apartamentos construídos fora da área urbanizada, um dos itens que mais valorizam os imóveis é a vista que eles proporcionam da própria cidade.
“Parece paradoxal, mas não é”, afirma Vitral Amaro. Trata-se, segundo ele, de um certo recuo, mas nunca um abandono da cidade. “A cidade tem esse poder de atração porque é onde melhor administramos o tempo de encontro e o de recuo, uma coisa da própria natureza humana: somos mamíferos, gregários, animais de rebanho, e todo mamífero necessita de uma certa modulação do território, escolhendo as horas de maior ou menor proximidade”, avalia.
A atração exercida pela cidade põe para a sociedade o desafio de encontrar soluções para problemas que crescem junto com a mancha urbana. “O desafio de uma cidade do futuro não é tanto uma reflexão científica, pelo menos não é uma questão de volume de informação ou de conhecimento sobre a cidade”, opina Vitral. Para ele, a cidade que conseguirmos pensar “tem a ver com o tipo de futuro que estamos esperando”. E comenta: “Estamos tão pobres ao pensar o tema cidade, que deixamos a discussão se reduzir ao dilema murar ou não murar favela”. Em sua opinião, a pergunta deveria ser: nós, brasileiros, queremos ter favelas daqui a 50 anos?
Segundo Vitral Amaro, cada povo define para si um futuro, a exemplo do que fez o Brasil na década de 1960, ao construir Brasília. “Naquele momento, enviamos uma mensagem para o futuro.
Hoje é como se o país tivesse se recolhido, e a própria incapacidade de vislumbrar a cidade do futuro reflete essa falta de perspectiva de pensar o próprio futuro como nação”, diz.
Ao refletir sobre os limites da cidade e a construção de muros em favelas no Rio de Janeiro, o professor Cássio Eduardo Viana Hissa, do Departamento de Geografia do Instituto de Geociências da UFMG, afirma que não há e não poderá haver, sobretudo no capitalismo, uma cidade inteira. Segundo ele, a ideia de inteireza não é recortada apenas pelas topografias, edificações e circulação, mas pelas práticas sociais e pelas relações de identidade e de conflito. “Isso significa que há limites nos interiores da cidade. Há cidades na cidade. Para o
cidadão, também, não há uma cidade inteira: há a cidade para ele, que é feita nas relações que estabelece com o mundo urbano, com as pessoas, e através de um experimentar a cidade que ele próprio desenha.”
Hissa afirma que os habitantes interpretam a cidade a partir de paradigmas que lhes interessam porque se referem à história com a qual se identificam. “A interpretação que fazemos da cidade é a de nós mesmos, feita por nós e para o outro. Mas a ciência moderna ainda confia na fidelidade cartesiana das cartografias”, reflete. E diz que a edificação de uma muralha, por exemplo, poderá fazer as pessoas descobrirem que tal recorte existe nelas sem que se deem conta disso. “Desde as cidades medievais até as modernas, as muralhas, os sinais de grafite nos muros, as tintas no asfalto podem mostrar onde começa, termina e para onde segue a nossa cidade e a dos outros. Talvez ainda mais, tal desenho poderá nos dizer algo acerca de nós mesmos no mundo”, sugere.
Para assinalar verdadeiro (V) ou falso (F), analise as afirmativas considerando as ideias apresentadas nos dois últimos parágrafos .
( ) Nos parágrafos, é desenvolvida a tese de que as cidades, representadas cartograficamente como um todo, são recortadas física e socialmente.
( ) O articulador Mas introduz a objeção do pesquisador do Departamento de Geografia ao desprestígio das cartografias pelo pensamento científico moderno.
( ) O capitalismo acaba contribuindo decisivamente para a unidade dos centros urbanos em razão da necessidade de mediação entre relações de identidade e de conflito, acirradas por esse sistema econômico.
A sequência correta é
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De acordo com a Resolução n. 2, de 1º de julho de 2015, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada, os Cursos de formação inicial de professores para educação básica em nível superior, emCursos de licenciatura plena, organizados em áreas especializadas, por componente curricular ou por campo de conhecimento e/ou interdisciplinar, estruturam-se da seguinte maneira:
I → 400 (quatrocentas) horas de prática como componente curricular, distribuídas ao longo do processo formativo.
II→400 (quatrocentas) horas dedicadas ao estágio supervisionado, na área de formação e atuação na educação básica.
III→pelo menos 2.200 (duas mil e duzentas) horas dedicadas às atividades formativas estruturadas em conformidade com o projeto de curso da instituição.
IV → 200 (duzentas) horas de atividades teóricopráticas de aprofundamento em áreas específicas de interesse dos estudantes - atividades como iniciação científica, iniciação a docência, extensão, monitoria, e outras, que estejam de acordo com o projeto de curso da instituição.
Estão corretas
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