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A medição dos níveis de iluminamento previstos e estabelecidos na NBR _____, norma brasileira registrada no INMETRO, deve ser feita no campo de trabalho onde se realiza a tarefa visual, utilizandose de ____________ com fotocélula corrigida para a sensibildade do olho humano e em função do(a) ____________________.
De acordo com a NR 17, assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas.
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Para responder a questão, considere a frase do escritor português José Saramago e parte de um artigo sobre cidades publicado em uma revista acadêmica brasileira.
“No interior da grande cidade de todos está a cidade pequena em que realmente vivemos.”
(José Saramago)
Apesar de concentrar características execradas pelos seus habitantes, a cidade continua exercendo um grande poder de atração, avalia o professor João Júlio Vitral Amaro, do Departamento de Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Curiosamente, na venda de casas e apartamentos construídos fora da área urbanizada, um dos itens que mais valorizam os imóveis é a vista que eles proporcionam da própria cidade.
“Parece paradoxal, mas não é”, afirma Vitral Amaro. Trata-se, segundo ele, de um certo recuo, mas nunca um abandono da cidade. “A cidade tem esse poder de atração porque é onde melhor administramos o tempo de encontro e o de recuo, uma coisa da própria natureza humana: somos mamíferos, gregários, animais de rebanho, e todo mamífero necessita de uma certa modulação do território, escolhendo as horas de maior ou menor proximidade”, avalia.
A atração exercida pela cidade põe para a sociedade o desafio de encontrar soluções para problemas que crescem junto com a mancha urbana. “O desafio de uma cidade do futuro não é tanto uma reflexão científica, pelo menos não é uma questão de volume de informação ou de conhecimento sobre a cidade”, opina Vitral. Para ele, a cidade que conseguirmos pensar “tem a ver com o tipo de futuro que estamos esperando”. E comenta: “Estamos tão pobres ao pensar o tema cidade, que deixamos a discussão se reduzir ao dilema murar ou não murar favela”. Em sua opinião, a pergunta deveria ser: nós, brasileiros, queremos ter favelas daqui a 50 anos?
Segundo Vitral Amaro, cada povo define para si um futuro, a exemplo do que fez o Brasil na década de 1960, ao construir Brasília. “Naquele momento, enviamos uma mensagem para o futuro.
Hoje é como se o país tivesse se recolhido, e a própria incapacidade de vislumbrar a cidade do futuro reflete essa falta de perspectiva de pensar o próprio futuro como nação”, diz.
Ao refletir sobre os limites da cidade e a construção de muros em favelas no Rio de Janeiro, o professor Cássio Eduardo Viana Hissa, do Departamento de Geografia do Instituto de Geociências da UFMG, afirma que não há e não poderá haver, sobretudo no capitalismo, uma cidade inteira. Segundo ele, a ideia de inteireza não é recortada apenas pelas topografias, edificações e circulação, mas pelas práticas sociais e pelas relações de identidade e de conflito. “Isso significa que há limites nos interiores da cidade. Há cidades na cidade. Para o
cidadão, também, não há uma cidade inteira: há a cidade para ele, que é feita nas relações que estabelece com o mundo urbano, com as pessoas, e através de um experimentar a cidade que ele próprio desenha.”
Hissa afirma que os habitantes interpretam a cidade a partir de paradigmas que lhes interessam porque se referem à história com a qual se identificam. “A interpretação que fazemos da cidade é a de nós mesmos, feita por nós e para o outro. Mas a ciência moderna ainda confia na fidelidade cartesiana das cartografias”, reflete. E diz que a edificação de uma muralha, por exemplo, poderá fazer as pessoas descobrirem que tal recorte existe nelas sem que se deem conta disso. “Desde as cidades medievais até as modernas, as muralhas, os sinais de grafite nos muros, as tintas no asfalto podem mostrar onde começa, termina e para onde segue a nossa cidade e a dos outros. Talvez ainda mais, tal desenho poderá nos dizer algo acerca de nós mesmos no mundo”, sugere.
Todas as afirmativas apresentam adequadas alternativas para as escolhas linguísticas materializadas no texto, EXCETO:
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Considerando o artigo 1º da Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa que apresenta TODOS os fundamentos da República Federativa do Brasil.
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A professora Vani Moreira Kenski defende que os processos de interação e comunicação, inerentes ao ensino e à aprendizagem, podem ser melhorados com a integração das tecnologias. No texto " Novos processos de interação e comunicação no ensino mediado pelas tecnologias", publicado em 2008, a autora apresenta um quadro com características da Aprendizagem Tradicional e da Aprendizagem Colaborativa (KENSKI, 2008).
| Máximas sobre Aprendizagem | Máximas sobre Aprendizagem Colaborativa |
| Sala de aula | Ambiente de aprendizagem |
| Professor-autoridade | Professor-orientador |
| Centrada no Professor | Centrada no aluno |
| Aluno - “Uma garrafa a encher” | Aluno - “Uma lâmpada a iluminar” |
| Reativa, passiva | Proativa, investigativa |
| Ênfase no produto | Ênfase no processo |
| Aprendizagem em solidão | Aprendizagem emgrupo |
| Memorização | Transformação |
Fonte: KENSKI, Vani Moreira. Novos processos de interação e comunicação
no ensino mediado por tecnologias. In: Cadernos de Pedagogia
Universitária da USP, 2008, p. 16. Disponível em: http://www.prpg.usp.br/
attachments/article/640/Caderno_7PAE.pdf
Com base nas informações contidas no quadro e nas considerações de Vani Moreira Kenski sobre a educação mediada pelas tecnologias, é possível afirmar que
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Na documentação de objetos que apresentam partes divididas em sua estrutura (desmembramentos), o número de registro deverá ter
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Com relação à NR 32 - Segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde, é INCORRETO afirmar que, com relação aos resíduos,
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 9394/96) completa 20 anos no final de 2016 e teve, ao longo dessas duas décadas, várias alterações, tendo em vista Emendas Constitucionais (EC) e outras leis que a modificaram.
Considerando essas alterações, numere os parênteses de acordo com a 1ª coluna.
| 1 → EC 59/2009 | Alterou os artigos 6º, 30, 32 e 87 da LDB, com o objetivo de tornar obrigatório o ensino fundamental de 9 anos. |
| 2 → Lei n. 11.114/ | Alterou o texto constitucional - Art. 208 - estabelecendo como dever do Estado a Educação Básica dos 4 aos 17 anos de idade. |
| 3 → Lei n. 12.796/ | Lei da obrigatoriedade - a partir de 2016, as famílias |
| Alterou o texto constitucional - Art. 214 - exigindo | |
| Estabeleceu, para a Educação Infantil, carga horária mínima de 800 horas e 200 dias letivos, assim como já era no Ensino Fundamental. |
A sequência correta é
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O primeiro passo para a criação de um Plano Museológico é a realização de um
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Assinale verdadeiro (V) ou falso (F) em cada afirmativa a seguir.
( ) Um sistema operacional tem a função de facilitar o uso de um computador através de programas utilitários e uma interface amigável.
( ) LibreOffice é umsistema operacional livre.
( ) Microsoft Word e LibreOffice Writer são aplicativos para edição de textos.
( ) O formato ODF (Open Document Format) é amplamente suportado pelo LibreOffice.
A sequência correta é
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Para responder a questão, considere a frase do escritor português José Saramago e parte de um artigo sobre cidades publicado em uma revista acadêmica brasileira.
“No interior da grande cidade de todos está a cidade pequena em que realmente vivemos.”
(José Saramago)
Apesar de concentrar características execradas pelos seus habitantes, a cidade continua exercendo um grande poder de atração, avalia o professor João Júlio Vitral Amaro, do Departamento de Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Curiosamente, na venda de casas e apartamentos construídos fora da área urbanizada, um dos itens que mais valorizam os imóveis é a vista que eles proporcionam da própria cidade.
“Parece paradoxal, mas não é”, afirma Vitral Amaro. Trata-se, segundo ele, de um certo recuo, mas nunca um abandono da cidade. “A cidade tem esse poder de atração porque é onde melhor administramos o tempo de encontro e o de recuo, uma coisa da própria natureza humana: somos mamíferos, gregários, animais de rebanho, e todo mamífero necessita de uma certa modulação do território, escolhendo as horas de maior ou menor proximidade”, avalia.
A atração exercida pela cidade põe para a sociedade o desafio de encontrar soluções para problemas que crescem junto com a mancha urbana. “O desafio de uma cidade do futuro não é tanto uma reflexão científica, pelo menos não é uma questão de volume de informação ou de conhecimento sobre a cidade”, opina Vitral. Para ele, a cidade que conseguirmos pensar “tem a ver com o tipo de futuro que estamos esperando”. E comenta: “Estamos tão pobres ao pensar o tema cidade, que deixamos a discussão se reduzir ao dilema murar ou não murar favela”. Em sua opinião, a pergunta deveria ser: nós, brasileiros, queremos ter favelas daqui a 50 anos?
Segundo Vitral Amaro, cada povo define para si um futuro, a exemplo do que fez o Brasil na década de 1960, ao construir Brasília. “Naquele momento, enviamos uma mensagem para o futuro.
Hoje é como se o país tivesse se recolhido, e a própria incapacidade de vislumbrar a cidade do futuro reflete essa falta de perspectiva de pensar o próprio futuro como nação”, diz.
Ao refletir sobre os limites da cidade e a construção de muros em favelas no Rio de Janeiro, o professor Cássio Eduardo Viana Hissa, do Departamento de Geografia do Instituto de Geociências da UFMG, afirma que não há e não poderá haver, sobretudo no capitalismo, uma cidade inteira. Segundo ele, a ideia de inteireza não é recortada apenas pelas topografias, edificações e circulação, mas pelas práticas sociais e pelas relações de identidade e de conflito. “Isso significa que há limites nos interiores da cidade. Há cidades na cidade. Para o
cidadão, também, não há uma cidade inteira: há a cidade para ele, que é feita nas relações que estabelece com o mundo urbano, com as pessoas, e através de um experimentar a cidade que ele próprio desenha.”
Hissa afirma que os habitantes interpretam a cidade a partir de paradigmas que lhes interessam porque se referem à história com a qual se identificam. “A interpretação que fazemos da cidade é a de nós mesmos, feita por nós e para o outro. Mas a ciência moderna ainda confia na fidelidade cartesiana das cartografias”, reflete. E diz que a edificação de uma muralha, por exemplo, poderá fazer as pessoas descobrirem que tal recorte existe nelas sem que se deem conta disso. “Desde as cidades medievais até as modernas, as muralhas, os sinais de grafite nos muros, as tintas no asfalto podem mostrar onde começa, termina e para onde segue a nossa cidade e a dos outros. Talvez ainda mais, tal desenho poderá nos dizer algo acerca de nós mesmos no mundo”, sugere.
O tema das reflexões do professor Viana Hissa é apresentado na abertura do quinto parágrafo :
Ao refletir sobre os limites da cidade e a construção de muros em favelas no Rio de Janeiro [...].
Dentre as sugestões de reescrita desse fragmento apresentadas a seguir, assinale aquela que, mantendo o sentido original e a clareza, poderia ser empregada no texto.
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