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Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou de outros, conforme disposto na Lei N° 8.213, de 24 de julho de 1991, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause morte ou perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.
Considera-se ainda como acidente do trabalho, nesses termos:
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
Recebo um monte de e-mails carinhosos que começam com um simples Martha, ou Cara Martha, ou Prezada Martha, uma intimidade natural, já que de certo modo participo da vida das pessoas através do jornal. Mas quando entra um e-mail intitulado Dona Martha, valha me Deus. Respiro fundo porque já sei que vão me detonar, vão me chamar das coisas mais horrendas, vão me humilhar até me reduzirem a pó. Mas leio tudo, pois lá no finalzinho, encontrarei o infalível “Cordialmente, Fulano”. Cordialmente é ótimo. Cordialmente, fui esculhambada.

E quando chega uma correspondência pra você em que no envelope está escrito “Ilustríssima”? Penso três mil vezes antes de abrir. Mas abro, mesmo sabendo que não é convite pra festa, pré-estreia de filme, desfile de moda, sessão de autógrafos ou inauguração de restaurante. Ilustríssima? Só pode ser convite para a palestra de algum PhD em física quântica, para comemoração do bicentenário de uma loja demolduras ou convocação para reunião de condomínio.
Agora, pânico mesmo, só quando me chamam de Vossa Excelência. Como não sou o Presidente da República, volto a pensar três mil vezes antes de abrir a correspondência, mas resolvo não abrir coisa nenhuma. Só pode ser do Judiciário. Intimação para depor.
Com o mesmo funcionamento explorado na crônica, os segmentos detonar e três mil vezes não estariam adequados à linguagem dos atos e comunicações oficiais. Isso se deve ao fato de que ______, cujo entendimento implica conhecer um léxico próprio a determinados grupos sociais ou faixa etária, prejudicam a ______ da mensagem, além de que a ideia de quantidade explorada intencionalmente pela cronista como exagero vai de encontro ao princípio da ______, característico dos textos oficiais.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas.
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Para responder a questão, considere a frase do escritor português José Saramago e parte de um artigo sobre cidades publicado em uma revista acadêmica brasileira.
“No interior da grande cidade de todos está a cidade pequena em que realmente vivemos.”
(José Saramago)
Apesar de concentrar características execradas pelos seus habitantes, a cidade continua exercendo um grande poder de atração, avalia o professor João Júlio Vitral Amaro, do Departamento de Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Curiosamente, na venda de casas e apartamentos construídos fora da área urbanizada, um dos itens que mais valorizam os imóveis é a vista que eles proporcionam da própria cidade.
“Parece paradoxal, mas não é”, afirma Vitral Amaro. Trata-se, segundo ele, de um certo recuo, mas nunca um abandono da cidade. “A cidade tem esse poder de atração porque é onde melhor administramos o tempo de encontro e o de recuo, uma coisa da própria natureza humana: somos mamíferos, gregários, animais de rebanho, e todo mamífero necessita de uma certa modulação do território, escolhendo as horas de maior ou menor proximidade”, avalia.
A atração exercida pela cidade põe para a sociedade o desafio de encontrar soluções para problemas que crescem junto com a mancha urbana. “O desafio de uma cidade do futuro não é tanto uma reflexão científica, pelo menos não é uma questão de volume de informação ou de conhecimento sobre a cidade”, opina Vitral. Para ele, a cidade que conseguirmos pensar “tem a ver com o tipo de futuro que estamos esperando”. E comenta: “Estamos tão pobres ao pensar o tema cidade, que deixamos a discussão se reduzir ao dilema murar ou não murar favela”. Em sua opinião, a pergunta deveria ser: nós, brasileiros, queremos ter favelas daqui a 50 anos?
Segundo Vitral Amaro, cada povo define para si um futuro, a exemplo do que fez o Brasil na década de 1960, ao construir Brasília. “Naquele momento, enviamos uma mensagem para o futuro.
Hoje é como se o país tivesse se recolhido, e a própria incapacidade de vislumbrar a cidade do futuro reflete essa falta de perspectiva de pensar o próprio futuro como nação”, diz.
Ao refletir sobre os limites da cidade e a construção de muros em favelas no Rio de Janeiro, o professor Cássio Eduardo Viana Hissa, do Departamento de Geografia do Instituto de Geociências da UFMG, afirma que não há e não poderá haver, sobretudo no capitalismo, uma cidade inteira. Segundo ele, a ideia de inteireza não é recortada apenas pelas topografias, edificações e circulação, mas pelas práticas sociais e pelas relações de identidade e de conflito. “Isso significa que há limites nos interiores da cidade. Há cidades na cidade. Para o
cidadão, também, não há uma cidade inteira: há a cidade para ele, que é feita nas relações que estabelece com o mundo urbano, com as pessoas, e através de um experimentar a cidade que ele próprio desenha.”
Hissa afirma que os habitantes interpretam a cidade a partir de paradigmas que lhes interessam porque se referem à história com a qual se identificam. “A interpretação que fazemos da cidade é a de nós mesmos, feita por nós e para o outro. Mas a ciência moderna ainda confia na fidelidade cartesiana das cartografias”, reflete. E diz que a edificação de uma muralha, por exemplo, poderá fazer as pessoas descobrirem que tal recorte existe nelas sem que se deem conta disso. “Desde as cidades medievais até as modernas, as muralhas, os sinais de grafite nos muros, as tintas no asfalto podem mostrar onde começa, termina e para onde segue a nossa cidade e a dos outros. Talvez ainda mais, tal desenho poderá nos dizer algo acerca de nós mesmos no mundo”, sugere.
Para assinalar verdadeiro (V) ou falso (F), analise as afirmativas considerando as ideias apresentadas nos dois últimos parágrafos .
( ) Nos parágrafos, é desenvolvida a tese de que as cidades, representadas cartograficamente como um todo, são recortadas física e socialmente.
( ) O articulador Mas introduz a objeção do pesquisador do Departamento de Geografia ao desprestígio das cartografias pelo pensamento científico moderno.
( ) O capitalismo acaba contribuindo decisivamente para a unidade dos centros urbanos em razão da necessidade de mediação entre relações de identidade e de conflito, acirradas por esse sistema econômico.
A sequência correta é
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Em relação à atitude profissional do(a) assistente social, considere as seguintes afirmações:
I → O fatalismo compreende que a realidade já está predeterminada de forma definitiva e que pouco se pode fazer para alterá-la.
II → O messianismo é desenvolvido por meio de uma visão heroica que reforça a subjetividade dos sujeitos, não estabelecendo relações com as reais possibilidades e limites de intervenção da realidade social.
III → A atitude investigativa acaba por reforçar que o assistente social seja propositivo, no entanto, possibilita também o seu aprisionamento em atividades burocráticas e rotineiras.
Está(ão) correta(s)
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A questão social é indissociável das configurações assumidas pelo ________________ e encontra-se necessariamente situada em uma arena de disputas entre________________e interesses de classe ________________, acerca de orientações que conduzem as políticas econômicas e sociais.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas.
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Considere as seguintes situações:
I→Transportemanual de cargas acima de 60 kg.
II→Exposição ao ruído acima de 90 db para jornada de trabalho de 8h.
III → Exigência de postura inadequada para realização de atividades.
IV→Atividades emlocais alagados ou encharcados, com umidade excessiva.
Com relação às atividades insalubres nos locais de trabalho que resultam em pagamento de adicional de insalubridade, de acordo com a NR 15, enquadram-se
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De acordo com a Resolução n. 2, de 1º de julho de 2015, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada, os Cursos de formação inicial de professores para educação básica em nível superior, emCursos de licenciatura plena, organizados em áreas especializadas, por componente curricular ou por campo de conhecimento e/ou interdisciplinar, estruturam-se da seguinte maneira:
I → 400 (quatrocentas) horas de prática como componente curricular, distribuídas ao longo do processo formativo.
II→400 (quatrocentas) horas dedicadas ao estágio supervisionado, na área de formação e atuação na educação básica.
III→pelo menos 2.200 (duas mil e duzentas) horas dedicadas às atividades formativas estruturadas em conformidade com o projeto de curso da instituição.
IV → 200 (duzentas) horas de atividades teóricopráticas de aprofundamento em áreas específicas de interesse dos estudantes - atividades como iniciação científica, iniciação a docência, extensão, monitoria, e outras, que estejam de acordo com o projeto de curso da instituição.
Estão corretas
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Conforme disposto no artigo 5º da Constituição Federal de 1988, relativamente aos direitos e deveres individuais e coletivos, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, EXCETO:
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A regulamentação legal da profissão do Assistente Social ocorre com a lei número _______________, que dispõe sobre o exercício profissional, suas competências, atribuições privativas e fóruns e que objetiva disciplinar e defender o exercício da profissão com o Conselho Federal de Serviço Social - CFESS e os Conselhos Regionais de Serviço Social - CRESS.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
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Para responder a questão, considere a frase do escritor português José Saramago e parte de um artigo sobre cidades publicado em uma revista acadêmica brasileira.
“No interior da grande cidade de todos está a cidade pequena em que realmente vivemos.”
(José Saramago)
Apesar de concentrar características execradas pelos seus habitantes, a cidade continua exercendo um grande poder de atração, avalia o professor João Júlio Vitral Amaro, do Departamento de Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Curiosamente, na venda de casas e apartamentos construídos fora da área urbanizada, um dos itens que mais valorizam os imóveis é a vista que eles proporcionam da própria cidade.
“Parece paradoxal, mas não é”, afirma Vitral Amaro. Trata-se, segundo ele, de um certo recuo, mas nunca um abandono da cidade. “A cidade tem esse poder de atração porque é onde melhor administramos o tempo de encontro e o de recuo, uma coisa da própria natureza humana: somos mamíferos, gregários, animais de rebanho, e todo mamífero necessita de uma certa modulação do território, escolhendo as horas de maior ou menor proximidade”, avalia.
A atração exercida pela cidade põe para a sociedade o desafio de encontrar soluções para problemas que crescem junto com a mancha urbana. “O desafio de uma cidade do futuro não é tanto uma reflexão científica, pelo menos não é uma questão de volume de informação ou de conhecimento sobre a cidade”, opina Vitral. Para ele, a cidade que conseguirmos pensar “tem a ver com o tipo de futuro que estamos esperando”. E comenta: “Estamos tão pobres ao pensar o tema cidade, que deixamos a discussão se reduzir ao dilema murar ou não murar favela”. Em sua opinião, a pergunta deveria ser: nós, brasileiros, queremos ter favelas daqui a 50 anos?
Segundo Vitral Amaro, cada povo define para si um futuro, a exemplo do que fez o Brasil na década de 1960, ao construir Brasília. “Naquele momento, enviamos uma mensagem para o futuro.
Hoje é como se o país tivesse se recolhido, e a própria incapacidade de vislumbrar a cidade do futuro reflete essa falta de perspectiva de pensar o próprio futuro como nação”, diz.
Ao refletir sobre os limites da cidade e a construção de muros em favelas no Rio de Janeiro, o professor Cássio Eduardo Viana Hissa, do Departamento de Geografia do Instituto de Geociências da UFMG, afirma que não há e não poderá haver, sobretudo no capitalismo, uma cidade inteira. Segundo ele, a ideia de inteireza não é recortada apenas pelas topografias, edificações e circulação, mas pelas práticas sociais e pelas relações de identidade e de conflito. “Isso significa que há limites nos interiores da cidade. Há cidades na cidade. Para o
cidadão, também, não há uma cidade inteira: há a cidade para ele, que é feita nas relações que estabelece com o mundo urbano, com as pessoas, e através de um experimentar a cidade que ele próprio desenha.”
Hissa afirma que os habitantes interpretam a cidade a partir de paradigmas que lhes interessam porque se referem à história com a qual se identificam. “A interpretação que fazemos da cidade é a de nós mesmos, feita por nós e para o outro. Mas a ciência moderna ainda confia na fidelidade cartesiana das cartografias”, reflete. E diz que a edificação de uma muralha, por exemplo, poderá fazer as pessoas descobrirem que tal recorte existe nelas sem que se deem conta disso. “Desde as cidades medievais até as modernas, as muralhas, os sinais de grafite nos muros, as tintas no asfalto podem mostrar onde começa, termina e para onde segue a nossa cidade e a dos outros. Talvez ainda mais, tal desenho poderá nos dizer algo acerca de nós mesmos no mundo”, sugere.
No texto, vários substantivos são empregados para referirem processos verbais, como é o caso de venda , que designa a ação de vender. Entre esses substantivos, alguns são formados pelo processo de derivação regressiva, como é o caso de
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