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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
Os conceitos de polidez – e de falta dela – são construções culturais particulares de cada sociedade. No português falado no Brasil, por exemplo, considera-se falta de educação pedir algo para alguém sem usar a palavra “por favor”. Um pedido simples, como “pegue um copo de água”, sem o “por favor”, ganha ares de ordem, transmite arrogância e grosseria. O mesmo vale para outros idiomas latinos, como o francês e o espanhol, e até para a língua inglesa: todas elas possuem equivalentes ao “por favor”, usado para comunicar respeito e entendido como uma forma de fazer um pedido de maneira amistosa e educada. Desse modo, transmitir gentileza e polidez ao fazer um pedido é uma maneira de evitar aversão, conservar uma relação social e, por consequência, aumentar as chances de ter o pedido atendido.
Mas esse não é exatamente o caso do grego antigo, especialmente aquele falado até o séc. 4 a.C. A língua falada pelos gregos na época não possuía um termo equivalente a "por favor". Os pedidos eram feitos como ordens, simplesmente, e não eram entendidos como um sinal de falta de cortesia. Eleanor Dickey, professora de cultura clássica na Universidade de Reading, no Reino Unido, explica, em um artigo baseado em estudo que publicou em 2016 sobre linguagem emocional e polidez no grego antigo, como a ausência de democracia foi o catalisador para que todo um idioma se tornasse mais gentil.
A sociedade grega antiga – ou ao menos a parte dela que produzia a literatura à qual os pesquisadores hoje têm acesso – tinha a democracia e a igualdade como valores caros.
Dickey observa que, embora essa igualdade não se estendesse para mulheres e escravos, ela era aplicada de maneira rígida entre os homens gregos, indivíduos que se enxergavam como iguais independente da posição social e que viviam em um sistema político que reforçava essa visão. A teoria deDickey propõe que, por isso, havia um esforço e um costume de tratar a todos da mesma maneira. Consequentemente, não haveria necessidade de uma forma linguística para marcar um pedido “educado” e outra que designasse uma ordem mais rude. Todos os pedidos eram iguais.
Tudo mudou com a conquista da Grécia no século 4 a.C. pelo então rei da Macedônia, Filipe II, pai de Alexandre, o Grande. Filipe e seus sucessores tornaram o grego a língua oficial do império, que se estendia por todo o leste do Mediterrâneo. Documentos oficiais, produções culturais, impostos e negócios passarama ser feitos em grego e a língua, a partir daí, ganhou milhares de novos falantes.
A cultura grega de democracia e igualdade, no entanto, não se espalhou junto com o idioma. O império macedônio era bem mais estratificado: família real e nobres no topo. Nos estados e cidades do império macedônio espalhados pela região do Mediterrâneo, a hierarquização social era ainda mais complexa, derivada da organização de pequenos reinos e feudos, unificados pelos macedônios. Essas diferenças, propõe Dickey, foram o motor da criação de uma palavra que fosse um marcador linguístico de polidez – como o nosso “por favor”.
A partir desse momento, estabeleceuse uma preocupação em demonstrar reverência, gentileza e educação. E de acordo com a teoria de Dickey, isso surgiu entre os falantes de grego que não viviam em regimes majoritariamente democráticos. Afinal, era preciso demonstrar educação e formalidade para se dirigir àqueles percebidos como socialmente superiores. A partir do século seguinte à conquista da Grécia pelo rei macedônio, a literatura grega começa a apresentar um termo que significa “por favor”.
No texto, são abordadas mudanças culturais em um espaço geográfico e político do mundo antigo. Para expressar o teor das modificações, escolheram-se verbos ou adjuntos adverbiais que expressam ou deixam implícita a ideia de que um determinado estado de coisas foi alterado. Essas escolhas estão evidenciadas em todas as alternativas, EXCETO em
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A Perícia Contábil, desde fevereiro de 2015, é regida por duas normas do Conselho Federal de Contabilidade. São elas: NBC TP01 e NBC PP01.
Considerando a Norma Brasileira de Contabilidade TP 01, observe as afirmativas a seguir:
I → Na fase de planejamento, visando a elaboração da proposta de honorários, o perito deve ressaltar que, na hipótese de apresentação de quesitos suplementares, poderá estabelecer honorários complementares.
II → O laudo pericial contábil e o parecer técnicocontábil são documentos escritos, nos quais os peritos devem registrar, de forma abrangente, o conteúdo da perícia e particularizar os aspectos e as minudências que envolvam o seu objeto e as buscas de elementos de prova necessários para a conclusão do seu trabalho.
III→Mediante termo de diligência, o perito deve solicitar por escrito alguns documentos e informações relacionadas ao objeto da perícia, fixando o prazo para entrega.
Está(ão) correta(s)
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Considerando um sistema operacional Windows com as configurações padrão de instalação, sendo necessário liberar espaço do disco rígido e poder mais tarde recuperar os arquivos, a(s) opção(ões) para isso é(são):
I → selecionar os arquivos e pressionar a tecla Del para enviar os arquivos para a lixeira: isso liberará espaço no disco e posteriormente possibilitará recuperar os arquivos da lixeira.
II → selecionar os arquivos e movê-los para outro dispositivo de armazenamento: isso liberará espaço no disco e posteriormente possibilitará recuperar os arquivos.
III → selecionar os arquivos e pressionar conjuntamente as teclas Shift e a tecla Del para enviar os arquivos para a lixeira: isso liberará espaço no disco e posteriormente possibilitará recuperar os arquivos da lixeira.
Está(ão) correta(s)
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Devido à crise econômica, muitas pessoas têm buscado fontes alternativas de renda, como por exemplo a venda de doces finos, dentre os quais o brigadeiro gourmet. Para fazer uma massa de brigadeiros, uma doceira utiliza uma panela em formato de um cilindro circular reto, com 30 cm de diâmetro e 10 cm de altura, sendo o volume ocupado pela massa !$ \large{2 \over 3} !$ do volume total da panela.
Sabendo que cada brigadeiro tem 6 cm3 de volume, quantos brigadeiros serão feitos com esta quantidade de massa?
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
Os conceitos de polidez – e de falta dela – são construções culturais particulares de cada sociedade. No português falado no Brasil, por exemplo, considera-se falta de educação pedir algo para alguém sem usar a palavra “por favor”. Um pedido simples, como “pegue um copo de água”, sem o “por favor”, ganha ares de ordem, transmite arrogância e grosseria. O mesmo vale para outros idiomas latinos, como o francês e o espanhol, e até para a língua inglesa: todas elas possuem equivalentes ao “por favor”, usado para comunicar respeito e entendido como uma forma de fazer um pedido de maneira amistosa e educada. Desse modo, transmitir gentileza e polidez ao fazer um pedido é uma maneira de evitar aversão, conservar uma relação social e, por consequência, aumentar as chances de ter o pedido atendido.
Mas esse não é exatamente o caso do grego antigo, especialmente aquele falado até o séc. 4 a.C. A língua falada pelos gregos na época não possuía um termo equivalente a "por favor". Os pedidos eram feitos como ordens, simplesmente, e não eram entendidos como um sinal de falta de cortesia. Eleanor Dickey, professora de cultura clássica na Universidade de Reading, no Reino Unido, explica, em um artigo baseado em estudo que publicou em 2016 sobre linguagem emocional e polidez no grego antigo, como a ausência de democracia foi o catalisador para que todo um idioma se tornasse mais gentil.
A sociedade grega antiga – ou ao menos a parte dela que produzia a literatura à qual os pesquisadores hoje têm acesso – tinha a democracia e a igualdade como valores caros.
Dickey observa que, embora essa igualdade não se estendesse para mulheres e escravos, ela era aplicada de maneira rígida entre os homens gregos, indivíduos que se enxergavam como iguais independente da posição social e que viviam em um sistema político que reforçava essa visão. A teoria deDickey propõe que, por isso, havia um esforço e um costume de tratar a todos da mesma maneira. Consequentemente, não haveria necessidade de uma forma linguística para marcar um pedido “educado” e outra que designasse uma ordem mais rude. Todos os pedidos eram iguais.
Tudo mudou com a conquista da Grécia no século 4 a.C. pelo então rei da Macedônia, Filipe II, pai de Alexandre, o Grande. Filipe e seus sucessores tornaram o grego a língua oficial do império, que se estendia por todo o leste do Mediterrâneo. Documentos oficiais, produções culturais, impostos e negócios passarama ser feitos em grego e a língua, a partir daí, ganhou milhares de novos falantes.
A cultura grega de democracia e igualdade, no entanto, não se espalhou junto com o idioma. O império macedônio era bem mais estratificado: família real e nobres no topo. Nos estados e cidades do império macedônio espalhados pela região do Mediterrâneo, a hierarquização social era ainda mais complexa, derivada da organização de pequenos reinos e feudos, unificados pelos macedônios. Essas diferenças, propõe Dickey, foram o motor da criação de uma palavra que fosse um marcador linguístico de polidez – como o nosso “por favor”.
A partir desse momento, estabeleceuse uma preocupação em demonstrar reverência, gentileza e educação. E de acordo com a teoria de Dickey, isso surgiu entre os falantes de grego que não viviam em regimes majoritariamente democráticos. Afinal, era preciso demonstrar educação e formalidade para se dirigir àqueles percebidos como socialmente superiores. A partir do século seguinte à conquista da Grécia pelo rei macedônio, a literatura grega começa a apresentar um termo que significa “por favor”.
Considere as reescritas para a frase No português falado no Brasil, por exemplo, considera-se falta de educação pedir algo para alguém sem usar a expressão "por favor" apresentadas a seguir.
I→Os falantes do português do Brasil, por exemplo, empregam a expressão "por favor" como uma forma de fazer um pedido educadamente.
II → Em grande número, os falantes do português do Brasil, por exemplo, empregam a expressão "por favor" como uma forma de fazer um pedido educadamente.
III → A maioria dos falantes do português do Brasil, por exemplo, empregam a expressão "por favor" como uma forma de fazer um pedido educadamente.
Em qual(is) alternativa(s), apresentam-se condições de o verbo empregar ser flexionado também no singular, sem prejuízo da norma-padrão da escrita?
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São objetivos fundamentais previstos no Estatuto da UFSM, dentre outros:
I → Contribuir para o fortalecimento da paz e da solidariedade universais.
II → Desenvolver a educação profissional nos diversos níveis: básico, técnico e tecnológico.
III → Incentivar o estudo dos problemas relacionados ao progresso da sua região geoeconômica, do Estado e do País.
IV→Estimular a pesquisa pura ou aplicada.
V→Divulgar os conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade.
Está(ão) correta(s)
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Para responder a questão, utilize o enunciado a seguir.
Diversas aplicações industriais de soluções exploram, simplesmente, os efeitos da presença de partículas de umsoluto num sistema, independentemente da sua natureza. Uma das situações mais familiares é a adição de etilenoglicol (“anticongelante”) ao líquido de arrefecimento dos radiadores dos carros. Isto é necessário, pois o congelamento da água no motor pode provocar danos na estrutura devido à expansão da água (aumento de volume) durante o congelamento. O etilenoglicol diminui a temperatura de congelamento da água (crioscopia), prevenindo o congelamento em dias de temperatura abaixo de 0 °C; este aditivo também aumenta o ponto de ebulição (ebulioscopia) permitindo que o sistema do motor opere acima de 100 ºC sem criar altas pressões; a pressão de vapor também diminui (tonoscopia), e o fluxo de solvente é afetado quando uma solução é separada do solvente puro por uma membrana semipermeável (osmose). Estas são propriedades coligativas de soluções.
A pressão osmótica II corresponde à diferença de pressão entre os dois lados de uma membrana semipermeável que separa o solvente puro de uma solução que contém o mesmo solvente.
A figura a seguir representa um tubo em forma de U que contém água pura (direita) separada da água do mar (esquerda) por uma membrana semipermeável. Este sistema pode ser usado para recuperar água pura (dessalinizada) a partir da água do mar em locais onde o acesso à primeira é difícil.

Considere que a concentração molar de NaCl na água do mar seja 1/6 mol∙dm-3, que o sistema opere a uma temperatura de 300 K, e que R=0,082 atm∙L∙mol-1 ∙K-1 .
Assinale a alternativa que indique corretamente i) o nome do processo de recuperação de água pura a partir da água do mar e ii) a pressão externa (Pext) que deve ser aplicada para elevar o nível de água pura do lado esquerdo e, assim, obter água dessalinizada para consumo humano.
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As curvas-padrão são comumente utilizadas em procedimentos de determinação da concentração de analitos. Também denominadas de curvas analíticas, elas mostram como a resposta do instrumento (sinal analítico) varia em função da concentração. Para construir uma curva analítica, o técnico utiliza uma série de soluções com concentrações diferentes, porém conhecidas, e, em seguida, registra a variação do sinal analítico. Dentro da faixa dinâmica, a resposta é linear, e, assim, o sinal analítico de uma amostra desconhecida pode ser correlacionado com a sua respectiva concentração. No caso de uma análise por colorimetria ou espectrofotometria, a absorbância e sua relação com a absorção molar permitem determinar a concentração do analito. A exatidão do método é determinada pela análise de um material de referência certificado.
Considere a curva analítica mostrada na figura a seguir que fora incluída num relatório técnico. A linha pontilhada corresponde à regressão linear feita pelo método dos mínimos quadrados cuja equação é indicada no topo da figura.

Em relação à figura mostrada, analise as afirmações a seguir.
I → O coeficiente angular corresponde ao valor numérico da absortividade molar da amostra.
II→Supondo uma análise espectrofotométrica, o coeficiente linear indica a presença de um erro sistemático que certamente afetará a exatidão do valor determinado na medida da concentração do analito.
III → A concentração do analito na amostra desconhecida deve estar dentro do limite de linearidade, porém este limite não pode ser determinado a partir da curva mostrada na figura.
Está(ão) correta(s)
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Na elaboração da Política de Aquisição e Descarte de acervos museológicos devem-se considerar os seguintes documentos:
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Moacir Gadotti (2004), na obra “História das idéias pedagógicas”, indica que a prática da educação vivenciada pela humanidade é muito anterior ao pensamento pedagógico. Ao longo da história social, cultural e educacional da humanidade, temos buscado compreender os movimentos vividos com o interesse de pensar, através deles, a educação e a escola do futuro. Neste contexto, o pensamento pedagógico afirma-se na reflexão sobre a prática e na necessidade de organizá-la.
Considerando a história educacional de cada educador, numere os parênteses de acordo com a 1ª coluna.
| 1 → João Amó | Foi o primeiroemsua época a proclamar o valor da |
| 2 → Jean-Jacques | Escreveu o livro “Didática Magna: tratado da arte |
| 3 → John Dewey | Escreveu a obra “Do Contrato Social”. Para o |
| 4 → Paulo Freire | Toda sua obra é voltada para uma teoria do |
| Toda sua obra é voltada para uma teoria do |
A sequência correta é
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