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A torsão testicular é uma emergência urológica, que acomete homens de qualquer idade, mas são mais comuns em jovens. Qual a causa anatômica da torção testicular?
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A ectopia renal ocorre quando o rim não ascende para a fossa renal no retroperitônio. Paciente com ectopia renal normalmente são assintomáticos. Diante do achado de ectopia, outras malformações do trato geniturinário podem ser encontradas.
A malformação mais frequentemente encontrada associada a ectopia renal é:
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Aproximadamente 10% dos pacientes vítimas de traumas fechados apresentam lesões no sistema geniturinário. Destes, os traumas renais podem resultar em perda do órgão de acordo com a gravidade da lesão.

UpToDate, 2016
Considerando a figura apresentada, podemos classificar a lesão renal como grau:
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O câncer de próstata é o segundo tipo de câncer mais frequente em homens em todo mundo, com uma estimativa de 1.100.000 acometidos por esta doença e uma mortalidade de 307.000 homens em 2012.
São indicações de biópsia de próstata, EXCETO.
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Lactente, masculino, 8 meses, nascido de parto normal, com 39 semanas de idade gestacional, encaminhado pela pediatra para avaliação de abaulamento inguinal direito. No documento de encaminhamento a colega descreve o abaulamento, afirma que o mesmo era retrátil e que realizou exame de transiluminação escrotal direita, que se mostrou negativo. Mãe relata que o “caroço” aumenta quando a criança chora durante o banho, mas que desaparece depois de algum tempo. Ao exame físico, o paciente estava dormindo, não sendo visualizado o abaulamento, porém ao palpar o cordão espermático sobre a crista do púbis, com movimentos laterais, é evidenciado espessamento local compatível com o “sinal da seda de Gross”.
Com relação à principal hipótese diagnóstica do caso, indique a alternativa CORRETA.
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Recém nascido de parto normal humanizado domiciliar, sem intercorrências obstétricas, pesando 2500g, é levado pela equipe do SAMU ao Pronto Socorro Pediátrico, após 40 horas de vida. Durante o transporte, o RN a apresentava cianose de extremidades, dispneia importante, salivação excessiva. Ao exame de admissão encontrava-se em mau estado geral, desidratado, sialorreico, gemente, apresentando distensão abdominal importante e ausência de ânus. Após investigação radiológica, são realizados os diagnósticos de Atresia de Esófago (tipo C de Gross) e Anomalia Anorretal Alta.
Baseado no caso clínico, considere as afirmativas a seguir:
I. O manejo inicial durante o transporte envolve administração de oxigênio suplementar, tentativa de passagem de sonda orogástrica e aspiração do coto esofágico proximal.
II. A associação de malformações VACTERL [V=vesical, A=anorretal, C=cardíaca, TE= traqueoesofágica, R=radial (agenesia do rádio), L=liver (alterações hepáticas)] tem uma incidência de aproximadamente 40%.
III. Após estabilização do RN, está indicada a realização de colostomia em duas bocas, sendo prudente manter aspiração VO contínua e aguardar melhora clínica para a esofagoplastia o mais breve possível.
IV. Não é possível suspeitar de Atresia de Esôfago somente pela Radiografia de Tórax.
V. A principal complicação pós-operatória tardia da esofagoplastia é o Refluxo Gastroesofágico.
Indique a alternativa CORRETA.
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Enquanto os traumas crânio-encefálicos são responsáveis pela maioria dos óbitos relacionados ao trauma pediátrico, lesões intra-abdominais e retroperitoneais resultam em significante morbidade e mortalidade. Em relação ao trauma abdominal na faixa pediátrica analise as afirmativa a seguir.
I. Por possuir menor quantidade de gordura visceral, associada ao menor tamanho da cavidade quando comparado ao adulto, a absorção e difusão da força externa decorrente do trauma são prejudicados.
II. Aproximadamente 90 a 95% das lesões hepaticas e/ou esplênicas na criança podem ser manejadas de forma não-operatória.
III. Após classificada a lesão, para ser candidata ao tratamento não-operatório de lesões hepáticas e/ou esplênicas, a criança deve estar hemodinamicamente estável e monitorizada de perto para avaliação de sinais de sangramento ativo.
IV. Crianças com lesão esplênica sangrante, mas não em choque, podem ser candidatos potenciais para técnicas que poupam parênquima esplênico como esplenectomia parcial ou esplenorrafia.
V. Taquicardia não responsiva a expansão volêmica é sinal precoce de choque hipovolemico. Portanto, evidência clínica de sangramento ativo com exame abdominal alterado e/ou FAST positivo indica abordagem cirúrgica.
Indique a alternativa CORRETA.
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Menino, 1 ano e 6 meses de idade, apresenta dor abdominal há três dias, com reação peritonial no ponto de McBurney, associado à febre (38,7C) e anorexia. A Radiografia de Abdome imagem sugestiva de apendicolito em fossa ilíaca direita.
Sobre a apendicite aguda no LACTENTE, indique a alternativa INCORRETA.
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s 3h da manhã você é chamado às pressas na Unidade de Terapia Intensiva Pediatrica para avaliação de acesso vascular em paciente de 5 anos, internado na referida unidade há 20 dias, em tratamento de sepse grave com necessidade de drogas vasoativas. Ao exame: criança gravíssima, acoplada a ventilação mecânica invasiva com saturação O2: 85% e desconforto respiratório importante, pulsos bem finos, PA inaudível, tempo de enchimento capilar maior que 5 segundos, pele pálida com rendilhado cianótico, múltiplos hematomas pelo corpo, SNG com 50ml de sangue vivo. Esta criança possui uma dissecção de veia jugular interna direita como seu único acesso vascular, porém encontra-se obstruído e à sua avaliação não pode mais ser utilizada. Também observa cicatrizes de dissecções prévias de veias axilares e sanefas bilaterais, além de múltiplas tentativas sem sucesso de acesso periférico realizados pela equipe de enfermagem. Ao questionar exames laboratoriais, a plantonista lhe informa que houve queda importante dos valores de hematimétricos (Hb e Ht), plaquetas com valores inferiores a 10.000/mm3, presença de TAP e TTPa alargados.
Considerando a gravidade do caso e o quadro clínico da criança, determine a melhor conduta a ser tomada neste momento.
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A amputação abdominoperineal do reto é um procedimento cirúrgico utilizado no tratamento das neoplasias de reto e do canal anal.
A respeito dessa técnica cirúrgica, indique a alternativa CORRETA.
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