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Os benzodiazepínicos são drogas de uso comum em nosso dia a dia. É fundamental o seu conhecimento farmacológico.
Os benzodiazepínicos:
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Fatores de risco para intubação traqueal difícil: sobrepeso, movimentação limitada da cabeça e do pescoço, distância interincisivos, limitação da protrusão de incisivos inferiores, além dos superiores e protrusão dos incisivos maxilares. Paciente edêntulo, presença de barba espessa e síndrome da apneia obstrutiva do sono são fatores de risco independentes para dificuldade de ventilação sob máscara. Devemos prever esses casos para não lidarmos com a situação, não intubo não ventilo (situação prejudicial a qualquer paciente).
Identifique o preditor de intubação traqueal difícil sob laringoscopia direta:
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Níveis elevados de PEEP podem gerar barotrauma. Caso clínico como este, pode surgir no nosso dia a dia, principalmente em uma UTI. Devemos estar preparados para saber diagnosticar corretamente.
Mulher de 65 anos, internada na UTI devido a quadro agudizado de doença pulmonar obstrutiva crônica, encontra-se em ventilação mecânica com estabilidade hemodinâmica. Será submetida à laparotomia exploradora por oclusão intestinal. Durante o transporte, evolui com queda da PaO2. O volume corrente e a PEEP são aumentados. Imediatamente após esta conduta, apresentou hipotensão e bradicardia. A explicação para esta intercorrência é:
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A avaliação das vias aéreas envolve a determinação da distância tireomento, habilidade de fletir a base do pescoço e estender a cabeça e análise da cavidade oral, incluindo os dentes entre outros testes. Mallampati identificou a relação entre o tamanho da língua e a cavidade oral como fator de previsão de intubação traqueal difícil. O Índice de Mallampati propõe quatro graus: Grau I - se são visíveis: palato mole, úvula e pilares; Grau II- se são visíveis: palato mole e úvula; Grau III- se é visível somente a base da língua e Grau IV quando nem o palato mole é visualizado. A dificuldade em flexionar a cabeça está relacionada com a dificuldade em alinhar os eixos oral, faríngeo e laríngeo. A abertura de boca é função primordial da articulação temporomandibular, sendo importante para realização da laringoscopia e deve ter no mínimo três a quatro cm. O índice de Mallampati tem alto índice de sensibilidade e baixa especificidade (grau IV 4%).
Índice de Mallampati estratifica a dificuldade da intubação traqueal. Sua classificação está relacionada com:
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Cada dia mais nos deparamos com pacientes hipotérmicos, seja no centro cirúrgico ou em unidades de terapia intensiva.
Devemos estar preparados para lidar com as repercussões da hipotermia nesse tipo de paciente.
Verifica-se na hipotermia (temperatura < 35°C):
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A síndrome pós-parada cardiorrespiratória foi descrita pela primeira vez em 1953. Ainda hoje é considerada, por alguns autores, como a fase mais complexa da parada cardiorrespiratória. Diante da importância desta fase, NÃO podemos considerar.
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Comunicar a morte de um paciente é, provavelmente, uma das tarefas mais difíceis que os profissionais de saúde têm de enfrentar, pois implica um forte impacto psicológico aos familiares. No entanto, quando nos referimos à morte encefálica, essa comunicação traz consigo uma sobrecarga de sentimentos e comportamentos, pois envolve a compreensão de um conceito de morte bastante recente e nem sempre compreendido. No Brasil, a definição de ME ainda é pouco divulgada, entretanto não existem duas definições de morte, uma para potenciais doadores e outra para não doadores. Como cita a Resolução 1480/97, nas suas considerações, “a parada total e irreversível das funções encefálicas equivale à morte", conforme critérios já bem estabelecidos pela comunidade científica mundial.
Diante do exposto, indique a alternativa CORRETA.
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Aproximadamente 70-75% dos pacientes com pancreatite aguda apresentam a forma leve, nos quais a mortalidade é em torno de 1%. Esses pacientes, geralmente, apresentam bom estado nutricional na admissão, que usualmente não se modifica com a evolução da doença. Entretanto, nos 25% dos pacientes que desenvolvem a forma grave da doença, geralmente, ocorre deterioração do estado nutricional, pois esses doentes apresentam grande repercussão inflamatória e metabólica, sofrem internação prolongada, muitas vezes necessitando de terapia intensiva e, com frequência, apresentam sepse e necessidade de intervenção cirúrgica.
No que diz respeito à terapia nutricional em paciente com diagnóstico de pancreatite aguda grave qual a via de preferência a ser escolhida?
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Paciente vitima de traumatismo tóraco abdominal, apresentando fratura de arcos costais a D e lesão hepática. Após realizar TC de abdome total, optou-se por tratamento conservador da lesão. No momento, encontra-se na Unidade de Terapia Intensiva, hemodinamicamente normal, em uso de tubo orotraqueal acoplado à ventilação mecânica.
De acordo com a escala de agitação e sedação de Richmond (ou "RASS", do inglês "Richmond Agitation-Sedation Scale"), possui pontuação -3, o qual corresponde:
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Um paciente de 34 anos, vítima de atropelamento por carro, é levado a um pronto-socorro por terceiros, sem apoio de uma equipe de resgate pré-hospitalar. O paciente chega pálido, frio e sudoreico. Na avaliação inicial, apresenta-se confuso, FC (frequência cardíaca) de 130 bpm, PA (pressão arterial) de 80x40 mmHg e FR (frequência respiratória) de 31 irpm. O peso do paciente é de 76 kg.
Com base na Classificação de Choque do American College of Surgeons utilizada no ATLS (Suporte Avançado de Vida no Trauma), e PHTLS (Atendimento Pré-Hospitalar ao Traumatizado) indique a alternativa CORRETA.
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