Foram encontradas 40 questões.
Sobre o MS-PowerPoint 2007, considere as afirmativas a seguir.
I. Comandos relacionados ao gerenciamento de uma apresentação, tais como criar, salvar e imprimir estão disponíveis no menu aberto ao se pressionar o botão “Microsoft Office” do MS-PowerPoint 2007.
II. Botões diretamente relacionados com a guia “Inserir” estão organizados em 03 grupos, ou seja, “Layout de Página”, “Temas” e “Background”.
III. O PowerPoint possui um modo principal de exibição, ou seja, modo de “Apresentação de Slides”, modo no qual se projeta, edita e escreve a apresentação.
IV. Para fechar uma única apresentação aberta mantendo o PowerPoint aberto, basta selecionar o botão “Microsoft Office” e na sequência “Fechar”.
Assinale a alternativa que apresenta apenas afirmativa(s) correta(s).
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Tendo por base as funções do MS-Excel 2007, considere as afirmativas a seguir.
I. MÉDIASES é uma função do MS-Excel 2007 que retorna a média geométrica de todas as células em um intervalo que satisfazem um determinado critério.
II. SEERRO é uma função que retorna um valor especificado se uma fórmula gerar um erro; em caso contrário retorna o valor da fórmula e, desta forma, pode ser usada para capturar e controlar os erros em uma fórmula.
III. A fórmula =SOMASE(B2:B5, “LUIS”, C2:C5) soma apenas os valores no intervalo C2:C5 em que as células correspondentes no intervalo B2:B5 equivalem a “LUIS”.
IV. COUNTIF é uma função do MS-Excel 2007 que conta o número de linhas em que a entrada “intervalo1” corresponde ao “critério1”, a entrada “intervalo2” corresponde ao “critério2” e, assim, por diante.
Assinale a alternativa que apresenta apenas afirmativa(s) correta(s).
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Em relação ao MS-Word 2007, assinale a afirmativa correta.
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Texto
Como evolui nosso poder de imaginar
Natália Spinacé
A imaginação tem funções práticas e mudou ao longo da história da humanidade. Como
ela será no futuro?
Tente lembrar a primeira vez na vida em que você imaginou algo. Talvez sua recordação mais remota seja de um universo fantástico, com príncipes e princesas, monstros, espaçonaves e aventuras. Agora, tente lembrar sua sessão imaginativa mais recente. Após a infância, muitos deixam de fantasiar com realidades fantásticas. A maioria ainda continua a usar febrilmente a imaginação. No dia a dia, você provavelmente se engaja em diálogos sem interlocutor e sente as emoções de amores, triunfos e ameaças que não ocorrem no mundo real. Passamos boa parte da vida num universo particular. Esse mundo desperta crescente interesse de cientistas. Por que passamos tanto tempo em pequenos delírios? Como essa capacidade evolui, ao longo da história? Eis algumas das questões a que a ciência começa a responder.
As primeiras conclusões sugerem que a imaginação ajudou nossos antepassados, como nos ajuda hoje, a tomar decisões, a manter a mente saudável e a conviver em sociedades complexas. Sem a imaginação, provavelmente viveríamos em cavernas, em pequenas tribos, sem ter inventado a escrita. Avançar nessas descobertas exigirá que os cientistas definam melhor a imaginação. O mapeamento da atividade cerebral não é conclusivo. Para alguns, imaginar é transcender a vida real, de qualquer forma. Pode ser enxergar alienígenas descendo do céu, simular como será o primeiro encontro com alguém ou evocar a imagem de um prato que comemos dias antes. Para outros, como o pesquisador de medicina comportamental Ricardo Monezi, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), evocar o prato já saboreado não é imaginar. "Quando projetamos uma imagem do passado no cérebro, não usamos a imaginação, e sim resgatamos uma memória", diz.
A psicóloga e filósofa Alison Gopnik, da Universidade da Califórnia, segue a primeira definição. Ela constatou que, quando nos saímos mal numa situação, como uma entrevista de emprego ou uma briga, repassamos o ocorrido mentalmente muitas vezes. Fazemos isso com dois recursos diferentes e complementares.
Acionamos a memória, mas também criamos alternativas imaginárias. Queremos saber como a situação teria evoluído se tivéssemos agido de forma diferente. Esse mecanismo, supõe Alisom, aumenta a eficiência do aprendizado com os erros. A imaginação ajusta nosso comportamento para elevar as chances de sucesso na próxima vez.
A imaginação tem um papel fundamental em decisões enfrentadas pela primeira vez. Mesmo sem ajuda da memória, tentamos antever as consequências de cada ação. Visualizamos a roupa que pensamos usar, o término de um relacionamento, o pedido de demissão. Isso nos permite explorar futuras emoções e reações. As abstrações servem também para que a mente faça uma pausa na exaustiva função de analisar os problemas reais. Ao imaginar, damos descanso ao cérebro e preservamos a saúde.
A maneira como usamos nossa imaginação hoje não é a mesma de nossos antepassados. Por isso e por outros indícios, podemos supor que as gerações futuras terão capacidade imaginativa melhor que a nossa. "A tecnologia e a internet nos permitem criar pensamentos que jamais seriam possíveis sem elas", diz Steven Mithen, especialista em evolução da mente. "Por meio da tecnologia, ampliamos nossa imaginação”.
Época, No. 855, 20 de outubro de 2014, p. 58-60.
Assinale a alternativa, cuja proposição em destaque NÃO pressupõe relação de dependência com a outra proposição.
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Como evolui nosso poder de imaginar
Natália Spinacé
A imaginação tem funções práticas e mudou ao longo da história da humanidade. Como
ela será no futuro?
Tente lembrar a primeira vez na vida em que você imaginou algo. Talvez sua recordação mais remota seja de um universo fantástico, com príncipes e princesas, monstros, espaçonaves e aventuras. Agora, tente lembrar sua sessão imaginativa mais recente. Após a infância, muitos deixam de fantasiar com realidades fantásticas. A maioria ainda continua a usar febrilmente a imaginação. No dia a dia, você provavelmente se engaja em diálogos sem interlocutor e sente as emoções de amores, triunfos e ameaças que não ocorrem no mundo real. Passamos boa parte da vida num universo particular. Esse mundo desperta crescente interesse de cientistas. Por que passamos tanto tempo em pequenos delírios? Como essa capacidade evolui, ao longo da história? Eis algumas das questões a que a ciência começa a responder.
As primeiras conclusões sugerem que a imaginação ajudou nossos antepassados, como nos ajuda hoje, a tomar decisões, a manter a mente saudável e a conviver em sociedades complexas. Sem a imaginação, provavelmente viveríamos em cavernas, em pequenas tribos, sem ter inventado a escrita. Avançar nessas descobertas exigirá que os cientistas definam melhor a imaginação. O mapeamento da atividade cerebral não é conclusivo. Para alguns, imaginar é transcender a vida real, de qualquer forma. Pode ser enxergar alienígenas descendo do céu, simular como será o primeiro encontro com alguém ou evocar a imagem de um prato que comemos dias antes. Para outros, como o pesquisador de medicina comportamental Ricardo Monezi, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), evocar o prato já saboreado não é imaginar. "Quando projetamos uma imagem do passado no cérebro, não usamos a imaginação, e sim resgatamos uma memória", diz.
A psicóloga e filósofa Alison Gopnik, da Universidade da Califórnia, segue a primeira definição. Ela constatou que, quando nos saímos mal numa situação, como uma entrevista de emprego ou uma briga, repassamos o ocorrido mentalmente muitas vezes. Fazemos isso com dois recursos diferentes e complementares.
Acionamos a memória, mas também criamos alternativas imaginárias. Queremos saber como a situação teria evoluído se tivéssemos agido de forma diferente. Esse mecanismo, supõe Alisom, aumenta a eficiência do aprendizado com os erros. A imaginação ajusta nosso comportamento para elevar as chances de sucesso na próxima vez.
A imaginação tem um papel fundamental em decisões enfrentadas pela primeira vez. Mesmo sem ajuda da memória, tentamos antever as consequências de cada ação. Visualizamos a roupa que pensamos usar, o término de um relacionamento, o pedido de demissão. Isso nos permite explorar futuras emoções e reações. As abstrações servem também para que a mente faça uma pausa na exaustiva função de analisar os problemas reais. Ao imaginar, damos descanso ao cérebro e preservamos a saúde.
A maneira como usamos nossa imaginação hoje não é a mesma de nossos antepassados. Por isso e por outros indícios, podemos supor que as gerações futuras terão capacidade imaginativa melhor que a nossa. "A tecnologia e a internet nos permitem criar pensamentos que jamais seriam possíveis sem elas", diz Steven Mithen, especialista em evolução da mente. "Por meio da tecnologia, ampliamos nossa imaginação”.
Época, No. 855, 20 de outubro de 2014, p. 58-60.
No dia a dia, você provavelmente se engaja em diálogos sem interlocutor e sente as emoções de amores, triunfos e ameaças que não ocorrem no mundo real. Passamos boa parte da vida num universo particular. Esse mundo desperta crescente interesse de cientistas. Por que passamos tanto tempo em pequenos delírios? Como essa capacidade evolui, ao longo da história?
No trecho acima, a alternância entre pessoas do discurso (você/nós) evidencia que o produtor do texto objetiva
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Como evolui nosso poder de imaginar
Natália Spinacé
A imaginação tem funções práticas e mudou ao longo da história da humanidade. Como
ela será no futuro?
Tente lembrar a primeira vez na vida em que você imaginou algo. Talvez sua recordação mais remota seja de um universo fantástico, com príncipes e princesas, monstros, espaçonaves e aventuras. Agora, tente lembrar sua sessão imaginativa mais recente. Após a infância, muitos deixam de fantasiar com realidades fantásticas. A maioria ainda continua a usar febrilmente a imaginação. No dia a dia, você provavelmente se engaja em diálogos sem interlocutor e sente as emoções de amores, triunfos e ameaças que não ocorrem no mundo real. Passamos boa parte da vida num universo particular. Esse mundo desperta crescente interesse de cientistas. Por que passamos tanto tempo em pequenos delírios? Como essa capacidade evolui, ao longo da história? Eis algumas das questões a que a ciência começa a responder.
As primeiras conclusões sugerem que a imaginação ajudou nossos antepassados, como nos ajuda hoje, a tomar decisões, a manter a mente saudável e a conviver em sociedades complexas. Sem a imaginação, provavelmente viveríamos em cavernas, em pequenas tribos, sem ter inventado a escrita. Avançar nessas descobertas exigirá que os cientistas definam melhor a imaginação. O mapeamento da atividade cerebral não é conclusivo. Para alguns, imaginar é transcender a vida real, de qualquer forma. Pode ser enxergar alienígenas descendo do céu, simular como será o primeiro encontro com alguém ou evocar a imagem de um prato que comemos dias antes. Para outros, como o pesquisador de medicina comportamental Ricardo Monezi, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), evocar o prato já saboreado não é imaginar. "Quando projetamos uma imagem do passado no cérebro, não usamos a imaginação, e sim resgatamos uma memória", diz.
A psicóloga e filósofa Alison Gopnik, da Universidade da Califórnia, segue a primeira definição. Ela constatou que, quando nos saímos mal numa situação, como uma entrevista de emprego ou uma briga, repassamos o ocorrido mentalmente muitas vezes. Fazemos isso com dois recursos diferentes e complementares.
Acionamos a memória, mas também criamos alternativas imaginárias. Queremos saber como a situação teria evoluído se tivéssemos agido de forma diferente. Esse mecanismo, supõe Alisom, aumenta a eficiência do aprendizado com os erros. A imaginação ajusta nosso comportamento para elevar as chances de sucesso na próxima vez.
A imaginação tem um papel fundamental em decisões enfrentadas pela primeira vez. Mesmo sem ajuda da memória, tentamos antever as consequências de cada ação. Visualizamos a roupa que pensamos usar, o término de um relacionamento, o pedido de demissão. Isso nos permite explorar futuras emoções e reações. As abstrações servem também para que a mente faça uma pausa na exaustiva função de analisar os problemas reais. Ao imaginar, damos descanso ao cérebro e preservamos a saúde.
A maneira como usamos nossa imaginação hoje não é a mesma de nossos antepassados. Por isso e por outros indícios, podemos supor que as gerações futuras terão capacidade imaginativa melhor que a nossa. "A tecnologia e a internet nos permitem criar pensamentos que jamais seriam possíveis sem elas", diz Steven Mithen, especialista em evolução da mente. "Por meio da tecnologia, ampliamos nossa imaginação”.
Época, No. 855, 20 de outubro de 2014, p. 58-60.
(1) O mapeamento da atividade cerebral não é conclusivo. (2) Para alguns, imaginar é transcender a vida real, de qualquer forma.
Assinale a alternativa que expressa a relação estabelecida entre (1) e (2) do trecho acima.
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Como evolui nosso poder de imaginar
Natália Spinacé
A imaginação tem funções práticas e mudou ao longo da história da humanidade. Como
ela será no futuro?
Tente lembrar a primeira vez na vida em que você imaginou algo. Talvez sua recordação mais remota seja de um universo fantástico, com príncipes e princesas, monstros, espaçonaves e aventuras. Agora, tente lembrar sua sessão imaginativa mais recente. Após a infância, muitos deixam de fantasiar com realidades fantásticas. A maioria ainda continua a usar febrilmente a imaginação. No dia a dia, você provavelmente se engaja em diálogos sem interlocutor e sente as emoções de amores, triunfos e ameaças que não ocorrem no mundo real. Passamos boa parte da vida num universo particular. Esse mundo desperta crescente interesse de cientistas. Por que passamos tanto tempo em pequenos delírios? Como essa capacidade evolui, ao longo da história? Eis algumas das questões a que a ciência começa a responder.
As primeiras conclusões sugerem que a imaginação ajudou nossos antepassados, como nos ajuda hoje, a tomar decisões, a manter a mente saudável e a conviver em sociedades complexas. Sem a imaginação, provavelmente viveríamos em cavernas, em pequenas tribos, sem ter inventado a escrita. Avançar nessas descobertas exigirá que os cientistas definam melhor a imaginação. O mapeamento da atividade cerebral não é conclusivo. Para alguns, imaginar é transcender a vida real, de qualquer forma. Pode ser enxergar alienígenas descendo do céu, simular como será o primeiro encontro com alguém ou evocar a imagem de um prato que comemos dias antes. Para outros, como o pesquisador de medicina comportamental Ricardo Monezi, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), evocar o prato já saboreado não é imaginar. "Quando projetamos uma imagem do passado no cérebro, não usamos a imaginação, e sim resgatamos uma memória", diz.
A psicóloga e filósofa Alison Gopnik, da Universidade da Califórnia, segue a primeira definição. Ela constatou que, quando nos saímos mal numa situação, como uma entrevista de emprego ou uma briga, repassamos o ocorrido mentalmente muitas vezes. Fazemos isso com dois recursos diferentes e complementares.
Acionamos a memória, mas também criamos alternativas imaginárias. Queremos saber como a situação teria evoluído se tivéssemos agido de forma diferente. Esse mecanismo, supõe Alisom, aumenta a eficiência do aprendizado com os erros. A imaginação ajusta nosso comportamento para elevar as chances de sucesso na próxima vez.
A imaginação tem um papel fundamental em decisões enfrentadas pela primeira vez. Mesmo sem ajuda da memória, tentamos antever as consequências de cada ação. Visualizamos a roupa que pensamos usar, o término de um relacionamento, o pedido de demissão. Isso nos permite explorar futuras emoções e reações. As abstrações servem também para que a mente faça uma pausa na exaustiva função de analisar os problemas reais. Ao imaginar, damos descanso ao cérebro e preservamos a saúde.
A maneira como usamos nossa imaginação hoje não é a mesma de nossos antepassados. Por isso e por outros indícios, podemos supor que as gerações futuras terão capacidade imaginativa melhor que a nossa. "A tecnologia e a internet nos permitem criar pensamentos que jamais seriam possíveis sem elas", diz Steven Mithen, especialista em evolução da mente. "Por meio da tecnologia, ampliamos nossa imaginação”.
Época, No. 855, 20 de outubro de 2014, p. 58-60.
Assinale a alternativa em que o termo em negrito estabelece relação de conformidade.
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Como evolui nosso poder de imaginar
Natália Spinacé
A imaginação tem funções práticas e mudou ao longo da história da humanidade. Como
ela será no futuro?
Tente lembrar a primeira vez na vida em que você imaginou algo. Talvez sua recordação mais remota seja de um universo fantástico, com príncipes e princesas, monstros, espaçonaves e aventuras. Agora, tente lembrar sua sessão imaginativa mais recente. Após a infância, muitos deixam de fantasiar com realidades fantásticas. A maioria ainda continua a usar febrilmente a imaginação. No dia a dia, você provavelmente se engaja em diálogos sem interlocutor e sente as emoções de amores, triunfos e ameaças que não ocorrem no mundo real. Passamos boa parte da vida num universo particular. Esse mundo desperta crescente interesse de cientistas. Por que passamos tanto tempo em pequenos delírios? Como essa capacidade evolui, ao longo da história? Eis algumas das questões a que a ciência começa a responder.
As primeiras conclusões sugerem que a imaginação ajudou nossos antepassados, como nos ajuda hoje, a tomar decisões, a manter a mente saudável e a conviver em sociedades complexas. Sem a imaginação, provavelmente viveríamos em cavernas, em pequenas tribos, sem ter inventado a escrita. Avançar nessas descobertas exigirá que os cientistas definam melhor a imaginação. O mapeamento da atividade cerebral não é conclusivo. Para alguns, imaginar é transcender a vida real, de qualquer forma. Pode ser enxergar alienígenas descendo do céu, simular como será o primeiro encontro com alguém ou evocar a imagem de um prato que comemos dias antes. Para outros, como o pesquisador de medicina comportamental Ricardo Monezi, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), evocar o prato já saboreado não é imaginar. "Quando projetamos uma imagem do passado no cérebro, não usamos a imaginação, e sim resgatamos uma memória", diz.
A psicóloga e filósofa Alison Gopnik, da Universidade da Califórnia, segue a primeira definição. Ela constatou que, quando nos saímos mal numa situação, como uma entrevista de emprego ou uma briga, repassamos o ocorrido mentalmente muitas vezes. Fazemos isso com dois recursos diferentes e complementares.
Acionamos a memória, mas também criamos alternativas imaginárias. Queremos saber como a situação teria evoluído se tivéssemos agido de forma diferente. Esse mecanismo, supõe Alisom, aumenta a eficiência do aprendizado com os erros. A imaginação ajusta nosso comportamento para elevar as chances de sucesso na próxima vez.
A imaginação tem um papel fundamental em decisões enfrentadas pela primeira vez. Mesmo sem ajuda da memória, tentamos antever as consequências de cada ação. Visualizamos a roupa que pensamos usar, o término de um relacionamento, o pedido de demissão. Isso nos permite explorar futuras emoções e reações. As abstrações servem também para que a mente faça uma pausa na exaustiva função de analisar os problemas reais. Ao imaginar, damos descanso ao cérebro e preservamos a saúde.
A maneira como usamos nossa imaginação hoje não é a mesma de nossos antepassados. Por isso e por outros indícios, podemos supor que as gerações futuras terão capacidade imaginativa melhor que a nossa. "A tecnologia e a internet nos permitem criar pensamentos que jamais seriam possíveis sem elas", diz Steven Mithen, especialista em evolução da mente. "Por meio da tecnologia, ampliamos nossa imaginação”.
Época, No. 855, 20 de outubro de 2014, p. 58-60.
Tente lembrar a primeira vez na vida em que você imaginou algo. Talvez sua recordação mais remota seja de um universo fantástico, com príncipes e princesas, monstros, espaçonaves e aventuras. Agora, tente lembrar sua sessão imaginativa mais recente.
As sequências textuais em negrito são
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A Lei nº 9.784 de 29 de janeiro de 1.999 regula o Processo Administrativo no âmbito da Administração Pública Federal. O Art. 5º determina que o Processo Administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado. No caso de iniciar-se a pedido do interessado, o requerimento inicial, salvo casos em que for admitida solicitação oral, deve ser formulado por escrito e conter, conforme determina o Art. 6º, os seguintes dados, EXCETO:
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A Lei nº 8.429 de 2 de junho de 1992, que dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional e dá outras providências, estabelece em seu Art. 9º, os Atos de Improbidade Administrativa que Importam Enriquecimento Ilícito.
Em relação a tais atos, considere as afirmativas a seguir.
I. Adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, cargo, emprego ou função pública, bens de qualquer natureza cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público;
II. Ordenar ou permitir a realização de despesas não autorizadas em lei ou regulamento;
III. Perceber vantagem econômica para intermediar a liberação ou aplicação de verba pública de qualquer natureza;
IV. Permitir, facilitar ou concorrer para que terceiro se enriqueça ilicitamente.
Assinale a alternativa que apresenta apenas afirmativas corretas.
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