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Foram encontradas 40 questões.

Referente ao suporte oferecido pelo Microsoft Office 2007 para a elaboração de documentos e planilhas em colaboração com outras pessoas, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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Com relação ao uso compartilhado de impressoras no Microsoft Windows 7, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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Sobre o Mozila Firefox, Google Chrome e Internet Explorer é correto afirmar que:

 

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A Administração Pública obedecerá, dentre outros, aos princípios da legalidade, finalidade, motivação, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla defesa, contraditório, segurança jurídica, interesse público e eficiência.

Nos processos administrativos regulamentados pela Lei nº. 9784/99, serão observados, EXCETO:

 

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No que se refere às licenças contidas na Lei nº. 8112/90, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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Considere o texto a seguir:

É sempre arriscado fazer a transposição de obra literária para celuloide. Visconti (requintado diretor de Morte em Veneza) pensou em filmar a obra proustiana, mas morreu sem consegui-lo. Há duas adaptações de livros de autor disponíveis no mercado: Um amor de Swann (1984), dirigido por Volker Schlöndorff e interpretado por Jeremy Irons, Ornella Muti e Alain Delon, tem produção bastante esmerada e com Sven Nykvist, que fez a fotografia de filmes de Bergman. No entanto, o filme ressente-se de certa frieza e ritmo algo arrastado. O tempo redescoberto (2001) é mais ambicioso, tentando uma colagem de vários momentos da obra. Raoul Ruiz é o diretor, e o elenco, portentoso: Catherine Deneuve, John Malkovich, Vincent Perez, Emmanuelle Béart, entre outros. O resultado, no entanto, decepciona, pois o espectador que não conhece muito bem os livros não chega a entender a relação entre as cenas.

PASSOS, G. P. Adaptações têm problemas. Cadernos EntreLivros, n. 4, s/d. São Paulo: Ediouro. p. 59

A resenha acima tem, primordialmente, um caráter

 

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Os problemas da educação no Brasil são vários: um País gigante, marcado por enormes diferenças socioculturais, sobretudo pela pobreza e pelo desinteresse dos governos no que tange à educação de seus tutelados. Não é fácil resolver um problema assim, nem o desejamos ou temos competência para tal, porém alguns problemas podem ser resolvidos com o incentivo e a permissão da liberdade de se realizar um dos atos mais simples que nos é permitido: o ato de pensar.

Hoje a educação tem conseguido chegar aos lugares mais distantes por meio da internet, mas a verdadeira educação não é apenas a transmissão de conhecimentos acadêmicos para esses alunos, e esses alunos igualmente não precisam se abastecer dessa enorme quantidade de conhecimentos apenas para retransmiti-los aos seus futuros alunos, em um círculo vicioso que pode chamar-se de tudo, menos de um "processo educacional”.

Filosofia – Conhecimento prático, Ano 7, Ed. 45, outubro/novembro, 2013, p. 22. (adaptado)

Em relação ao texto apresentado acima, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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Considere o texto a seguir:

Romancistas e poetas que se queixam de ser obrigados a ganhar a vida como jornalistas têm pelo menos o consolo da boa companhia. Em Pena de aluguel, Cristiane Costa mostra que foram poucos os escritores que puderam se dar ao luxo de não ter uma fonte de renda alternativa, e o jornalismo foi a opção de grandes nomes da literatura, um clube que teve entre seus sócios Machado de Assis e Carlos Drummond de Andrade, para citar dois expoentes dos dois últimos séculos.

A relação entre escritores e imprensa foi de mútua influência. Graciliano Ramos, mesmo depois de escritor reconhecido, continuava trabalhando em redação de jornal, onde tinha o apelido de neurótico da língua. “Mesmo para a literatura, preconizava regras que poderiam constar de um manual de redação de jornal”, observa a autora. Adjetivos, por exemplo, ele cortava: Não passavam de “miçanga literária”. Nelson Rodrigues militava no extremo oposto. Os redatores adaptados a um estilo mais simples e direto receberam dele o rótulo de idiotas da objetividade.

DA EDIÇÃO. As vantagens (e desvantagens) da jornada dupla do escritor jornalista. Cadernos EntreLivros, n. 4, s/d. São Paulo: Ediouro. p. 14 (fragmento)

O segundo parágrafo do trecho, estrutura-se da seguinte maneira:

 

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Considere o texto a seguir.

Na década de 70, um pensador americano chamado Richard McCormick procurou sintetizar, em seu livro Ambiguity in Moral choice, as discussões em torno da escolha moral ou da decisão. Ele propunha seis princípios básicos para a tomada de decisões:

1. pondere as implicações sociais da decisão, isto é, procure prever, de algum modo, suas consequências inevitáveis.

2. use o teste da “generalizabilidade”, para se perguntar: o que aconteceria se o meu ato se tornasse uma norma para todos.

3. reflita a respeito das influências culturais, observando o modo como elas interferem nas escolhas e decidindo quais costumes quer seguir ou não.

4. aprenda com a sabedoria da experiência humana do passado, refletindo, principalmente, porque alguns aspectos dessa experiência foram inseridos nas leis que são aprovadas pela vida social.

5. consulte outros interlocutores, porque o interesse pessoal (às vezes egoísta e narcísico) pode impedir que se tome a melhor decisão.

6. faça uso completo das heranças religiosas, artísticas, políticas etc. porque elas podem iluminar a compreensão de questões da vida atual.

SAVIAN FILHO, J. Escolhas orientadas. Filosofia, ciência & vida, ano 1, n. 1, s/d. São Paulo: Editora Escala. p. 36 (fragmento adaptado)

O texto apresenta um resumo das orientações do pensador americano Richard McCormick em relação a como tomar decisões. Considerando as seis orientações apresentadas, infere-se que a concepção de ser humano que embasa os princípios postulados por McCormick é:

 

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Considere o texto a seguir:

Corria o ano de 2003. Estávamos em uma aula de Sociologia, do segundo ano da graduação. O professor explicava para nós, alunos inquietos e inseguros, sobre como elaborar um bom projeto de pesquisa para o “temível” Trabalho de Conclusão de Curso, o TCC, que deveria ser entregue entre final de 2005 e início de 2006. Alguns de nós expunham suas dúvidas sobre o que poderia ser pesquisado pelo ângulo das Ciências Sociais. Por volta da metade daquele debate, um dos alunos tomou coragem, embora ainda um tanto sem graça, e perguntou se era válido estudar as histórias em quadrinhos (HQs) de Conan, o Bárbaro, personagem criado pelo escritor americano de fantasia e aventura histórica Robert Ervin Howard (1906-1936).

A reação inicial foi de risos incontroláveis e conversas paralelas. O docente esperou pacientemente a balbúrdia findar e disse, com sua peculiar serenidade, que sim, estudar Conan era muito viável, e recomendou, fortemente, a empreitada, oferecendo alguns aspectos para a eventual análise.

Gosto muito de contar esse episódio. A razão é evidente: o caráter revelador da natureza das Ciências Sociais. Nada escapa, ou deve escapar, ao nosso olhar. Da música ao esporte, do cotidiano de uma empresa à literatura “culta” ou “comercial”, do cinema de “arte” ou “blockbusters” à culinária caseira ou da “alta gastronomia”. Tudo é capaz de nos ajudar a compreender a sociedade e sua multiplicidade de grupos, com suas lógicas, códigos, regras, simbologias. Afinal, como explicar o fenômeno do universo geek e nerd – um fenômeno social contemporâneo inquestionável – se tratarmos as HQs com o desdém de um “pesquisador sapiente”?

AURÉLIO, D. R. Múltiplos olhares sobre as HQs. Sociologia. Ano 5, ed. 55, nov./dez. 2014. São Paulo: Editora escala. p. 37-38. (fragmento adaptado)

No texto, o uso de aspas em “pesquisador sapiente” cumpre a função de

 

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