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O maior volume de café comercializado no mercado internacional é de C. arabica e C. canephora. No mercado interno e externo os preços são regulados por bolsas de mercado futuro.
Os preços do café arábica e conilon no Brasil são orientados pelas bolsas internacionais de mercado futuro de:
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Na produção de mudas de café podem ser utilizadas sacolas de plástico (polietileno) de dimensões variadas e tubetes rígidos.
Sobre a utilização de recipientes na formação de mudas de café, é CORRETO afirmar que:
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Na instalação do cafezal é necessário estar atento a vários fatores desde a escolha das mudas até o transplantio. Sobre a instalação da lavoura, analise as afirmativas a seguir:
I. Mesmo em áreas novas é imprescindível realizar análise biológica do solo para detectar a presença de possíveis patógenos e, sobretudo, nematoides.
II. Em áreas anteriormente cultivadas com outras culturas a única preocupação é a existência de possíveis compostos alelopáticos, a exemplo do milho, que interfere no desenvolvimento da muda de café.
III. Deve-se adotar pousio de pelo menos dois anos em áreas anteriormente cultivadas com café, podendo-se utilizar culturas anuais, compatíveis com a área.
É CORRETO o que se afirma em:
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Na comercialização do café a qualidade dos grãos é que define os preços praticados. Essa qualidade é definida pelo tipo de bebida e é influenciada por diversos fatores. Sobre a qualidade dos grãos, analise as seguintes afirmativas:
I. A padronização dos grãos por classificação em peneiras é importante para o processo de torração, com impactos diretos na qualidade da bebida.
II. O branqueamento se constitui em mudança na cor do grão de café, quando beneficiado, e reflete a ocorrência de processos oxidativos endógenos em altas taxas.
III. Predominância de grãos beneficiados de cor verde reflete problemas na formação e enchimento dos grãos, que podem ser decorrentes de colheita antecipada ou estresses abióticos na formação dos grãos.
É CORRETO o que se afirma em:
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Tanto o processo de colheita quanto o de pós-colheita do café constituem etapas importantes, pois influenciam a qualidade do produto final. Nessas etapas, é CORRETO afirmar que:
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A broca-do-café (Hypothenemus hampei) é considerada uma das principais pragas do cafezal. Por muito tempo foi considerada a mais importante devido aos danos causados à produtividade e alteração do tipo do café na classificação comercial.
Tendo como foco a broca-do-café, analise as afirmativas abaixo:
I. A intensidade de ocorrência dessa praga aumenta em lavouras com espaçamentos maiores entre linhas, uma vez que em plantios adensados o microclima prevalecente não favorece o seu desenvolvimento.
II. A dispersão da praga na lavoura ocorre somente por meio dos insetos fêmeas, visto que o macho possui as asas posteriores atrofiadas.
III. É possível um bom controle biológico da broca-do-café apenas com práticas culturais adequadas, como, por exemplo, colheita sem resíduos de grãos na planta e no chão e população adequada de plantas.
IV. Somente com o controle biológico obtém-se bom controle da broca-do-café, pois ocorrem vários inimigos naturais como micro-himenópteros e fungos entomopatogênicos.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
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A poda tem se tornado uma prática cada vez mais utilizada na condução da lavoura de café. Existem várias alternativas de podas, dependendo do estado em que se encontra a lavoura.
Sobre os tipos de podas que podem ser utilizadas no cafeeiro, é CORRETO afirmar que:
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O ciclo fenológico do café (C. arabica) é de dois anos nas condições de ambiente da região Centro-Sul brasileira.
Na indução das mudanças do ciclo fenológico, é CORRETO afirmar que:
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A qualidade comercial do café depende de vários fatores a partir da formação dos grãos até o seu beneficiamento para consumo. Sobre o manejo dos grãos nas fases pós-colheita, analise as seguintes afirmativas:
I. Os frutos do café, depois de colhidos, podem ser secos inteiros, conhecidos como coco, e resultam em melhor qualidade de bebida e maior uniformidade.
II. No preparo, via úmida, o exocarpo do fruto é retirado antes da secagem e a semente fica protegida por parte da mucilagem e pelo pergaminho.
III. No comércio do café, grão cereja desmucilado significa que houve retirada do mesocarpo dos frutos e do pergaminho e o produto final é chamado de café verde.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
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Facultativo
Estatuto dos Funcionários, artigo 240: “O dia 28 de outubro será consagrado ao Servidor Público” (com maiúsculas).
Então é feriado, raciocina o escriturário, que, justamente, tem um “programa” na pauta para essas emergências. Não, responde-lhe o governo, que tem o programa de trabalhar; é consagrado, mas não é feriado.
É, não é, e o dia se passou na dureza, sem ponto facultativo. Saberão os groenlandeses o que seja ponto facultativo? (Os brasileiros sabem.) É descanso obrigatório, no duro. João Brandão, o de alma virginal, não entendia assim, e lá um dia em que o Departamento Meteorológico anunciava: “céu azul, praia, ponto facultativo”, não lhe apetecendo a casa nem as atividades lúdicas, deliberou usar de sua “faculdade” de assinar o ponto no Instituto Nacional da Goiaba, que, como é do domínio público, estuda as causas da inexistência dessa matéria-prima na composição das goiabadas.
Hoje deve haver menos gente por lá, conjeturou; ótimo, porque assim trabalho à vontade. Nossas repartições atingiram tal grau de dinamismo e fragor, que chega a ser desejável o não comparecimento de noventa por cento dos funcionários, para que os restantes possam, na calma, produzir um bocadinho. E o inocente João via no ponto facultativo essa virtude de afastar os menos diligentes, ou os mais futebolísticos, que cediam lugar à turma dos “caxias”.
Encontrou cerradas as grandes portas de bronze, ouro e pórfiro, e nenhum sinal de vida nos arredores. Nenhum — a não ser aquele gato que se lambia à sombra de um tinhorão. Era, pela naturalidade da pose, o dono do jardim que orna a fachada do Instituto, mas — sentia-se pela ágata dos olhos — não possuía as chaves do prédioC.
João Brandão tentou forçar as portas, mas as portas mantiveram-se surdas e nada facultativas. Correu a telefonar de uma confeitaria para a residência do chefe, mas o chefe pescava em Mangaratiba, jogava pingue-pongue em Correias, estudava holandês com uma nativa, na Barra da Tijuca; o certo é que o telefone não respondeu. João decidiu-se a penetrar no edifício galgando-lhe a fachada e utilizando a vidraça que os serventes sempre deixam aberta, na previsão de casos como esse, talvez. E começava a fazê-lo, com a teimosia calma dos Brandões, quando um vigia brotou da grama e puxou-o pela perna.
— Desce daí, moço. Então não está vendo que é dia de descansar?
— Perdão, é dia em que se pode ou não descansar, e eu estou com o expediente atrasado.
— Desce — repetiu o outro, com tédio. — Olha que te encanam se você começa a virar macaco pela parede acima.
— Mas, e o senhor por que então está vigiando, se é dia de descanso?
— Estou aqui porque a patroa me escaramuçou, dizendo que não quer vagabundo em casa. Não tenho para onde ir, tá bem?
João Brandão aquiesceu, porque o outro, pelo tom de voz, parecia disposto a tudo, inclusive a trabalhar de braço, a fim de impedir que ele trabalhasse de pena. Era como se o vigia lhe dissesse: “Veja bem, está estragando meu dia. Então não sabe o que quer dizer facultativo?”. João pensava saber, mas nesse momento teve a intuição de que o verdadeiro sentido das palavras não está no dicionário; está na vida, no uso que delas fazemos. Pensou na Constituição e nos milhares de leis que declaram obrigatórias milhares de coisas, e essas coisas, na prática, são facultativas ou inexistentes. Retirou-se, digno, e foi decifrar palavras cruzadas.
(ANDRADE, C. Drummond. Fala amendoeira. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 34-35.)
Das alterações processadas em passagens do texto, aquela que está CORRETA quanto à pontuação, segundo a norma culta, é:
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