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Foram encontradas 346 questões.

2439908 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O conto Meu Tio, o Iauaretê — publicado, em 1961, na revista Senhor, e republicado, em 1969, em Estas Histórias — representa, a nosso ver, o estágio mais avançado do experimento de Guimarães Rosa com a prosa. O conto é um longo monólogo-diálogo (o diálogo é pressuposto, pois um só protagonista pergunta e responde) de um onceiro, perdido na solidão dos gerais, que recebe, em seu rancho, a visita inesperada de um viajante. Filho de pai branco e de mãe índia, o onceiro, que fora contratado por um proprietário de terras para ‘desonçar’ suas propriedades, arrependido de ter matado ‘seus parentes’, passa a matar gente. A fala do onceiro é tematizada por um ‘Nhem?’ intercorrente, que é, antes, um ‘Nhennhem’ — do tupi, Nhehê ou nheeng —, que significa, simplesmente, ‘falar’. Rosa cria também o verbo ‘nheengar’, de pura aclimatação tupi, e, juntando a ‘jaguaretê’ — tupinismo para onça verdadeira — a terminação nhennhém, ou nhem, como se fora uma desinência verbal, forma outras palavras, para exprimir o linguajar das onças. O texto fica, por assim dizer, mosqueado de nheengatu, e esses rastros que nele aparecem preparam e anunciam o momento da metamorfose (...): o tigreiro, em seu rancho encravado na “jaguaretama”, enquanto conta para seu hóspede os ‘causos’ de caçada e morte, está também falando uma linguagem de onça. À medida que a história flui, tudo vai convergindo para o clímax metamórfico. Este não é apresentado, mas presentificado pelo texto: o onceiro acaba, arrastado por sua narrativa, transformando-se em onça, diante dos olhos do interlocutor (e dos leitores). A transfiguração se dá no momento em que a linguagem se desarticula, quebra-se em resíduos fônicos, que soam como um rugido ou um estertor, pois o interlocutor virtual, tomando consciência da metamorfose, dispara contra o homem-iauaretê o revólver que mantivera engatilhado durante toda a conversa. Neste Iaueretê, não é a história que cede o primeiro plano à palavra, mas a palavra, que, ao irromper em primeiro plano, configura a personagem e a ação, desenvolvendo a história.

Haroldo de Campos. A linguagem do Iauaretê. Metalinguagem & outras metas: ensaios
de teoria e crítica literária. 4.ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2010, p. 57-64 (com adaptações).

Tendo como base o texto de Haroldo de Campos e as questões por ele suscitadas, julgue o item a seguir.

No período “não é a história que cede o primeiro plano à palavra, mas a palavra, que, ao irromper em primeiro plano, configura a personagem e a ação”, a oposição conceitual entre “história” e “palavra” é realçada no nível sintático.

 

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2439907 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O conto Meu Tio, o Iauaretê — publicado, em 1961, na revista Senhor, e republicado, em 1969, em Estas Histórias — representa, a nosso ver, o estágio mais avançado do experimento de Guimarães Rosa com a prosa. O conto é um longo monólogo-diálogo (o diálogo é pressuposto, pois um só protagonista pergunta e responde) de um onceiro, perdido na solidão dos gerais, que recebe, em seu rancho, a visita inesperada de um viajante. Filho de pai branco e de mãe índia, o onceiro, que fora contratado por um proprietário de terras para ‘desonçar’ suas propriedades, arrependido de ter matado ‘seus parentes’, passa a matar gente. A fala do onceiro é tematizada por um ‘Nhem?’ intercorrente, que é, antes, um ‘Nhennhem’ — do tupi, Nhehê ou nheeng —, que significa, simplesmente, ‘falar’. Rosa cria também o verbo ‘nheengar’, de pura aclimatação tupi, e, juntando a ‘jaguaretê’ — tupinismo para onça verdadeira — a terminação nhennhém, ou nhem, como se fora uma desinência verbal, forma outras palavras, para exprimir o linguajar das onças. O texto fica, por assim dizer, mosqueado de nheengatu, e esses rastros que nele aparecem preparam e anunciam o momento da metamorfose (...): o tigreiro, em seu rancho encravado na “jaguaretama”, enquanto conta para seu hóspede os ‘causos’ de caçada e morte, está também falando uma linguagem de onça. À medida que a história flui, tudo vai convergindo para o clímax metamórfico. Este não é apresentado, mas presentificado pelo texto: o onceiro acaba, arrastado por sua narrativa, transformando-se em onça, diante dos olhos do interlocutor (e dos leitores). A transfiguração se dá no momento em que a linguagem se desarticula, quebra-se em resíduos fônicos, que soam como um rugido ou um estertor, pois o interlocutor virtual, tomando consciência da metamorfose, dispara contra o homem-iauaretê o revólver que mantivera engatilhado durante toda a conversa. Neste Iaueretê, não é a história que cede o primeiro plano à palavra, mas a palavra, que, ao irromper em primeiro plano, configura a personagem e a ação, desenvolvendo a história.

Haroldo de Campos. A linguagem do Iauaretê. Metalinguagem & outras metas: ensaios
de teoria e crítica literária. 4.ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2010, p. 57-64 (com adaptações).

Tendo como base o texto de Haroldo de Campos e as questões por ele suscitadas, julgue o item a seguir.

No período “À medida que a história flui, tudo vai convergindo para o clímax metamórfico”, a correlação entre as formas verbais permaneceria gramaticalmente correta, se a expressão verbal da oração principal fosse substituída por convergirá.

 

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2439906 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O conto Meu Tio, o Iauaretê — publicado, em 1961, na revista Senhor, e republicado, em 1969, em Estas Histórias — representa, a nosso ver, o estágio mais avançado do experimento de Guimarães Rosa com a prosa. O conto é um longo monólogo-diálogo (o diálogo é pressuposto, pois um só protagonista pergunta e responde) de um onceiro, perdido na solidão dos gerais, que recebe, em seu rancho, a visita inesperada de um viajante. Filho de pai branco e de mãe índia, o onceiro, que fora contratado por um proprietário de terras para ‘desonçar’ suas propriedades, arrependido de ter matado ‘seus parentes’, passa a matar gente. A fala do onceiro é tematizada por um ‘Nhem?’ intercorrente, que é, antes, um ‘Nhennhem’ — do tupi, Nhehê ou nheeng —, que significa, simplesmente, ‘falar’. Rosa cria também o verbo ‘nheengar’, de pura aclimatação tupi, e, juntando a ‘jaguaretê’ — tupinismo para onça verdadeira — a terminação nhennhém, ou nhem, como se fora uma desinência verbal, forma outras palavras, para exprimir o linguajar das onças. O texto fica, por assim dizer, mosqueado de nheengatu, e esses rastros que nele aparecem preparam e anunciam o momento da metamorfose (...): o tigreiro, em seu rancho encravado na “jaguaretama”, enquanto conta para seu hóspede os ‘causos’ de caçada e morte, está também falando uma linguagem de onça. À medida que a história flui, tudo vai convergindo para o clímax metamórfico. Este não é apresentado, mas presentificado pelo texto: o onceiro acaba, arrastado por sua narrativa, transformando-se em onça, diante dos olhos do interlocutor (e dos leitores). A transfiguração se dá no momento em que a linguagem se desarticula, quebra-se em resíduos fônicos, que soam como um rugido ou um estertor, pois o interlocutor virtual, tomando consciência da metamorfose, dispara contra o homem-iauaretê o revólver que mantivera engatilhado durante toda a conversa. Neste Iaueretê, não é a história que cede o primeiro plano à palavra, mas a palavra, que, ao irromper em primeiro plano, configura a personagem e a ação, desenvolvendo a história.

Haroldo de Campos. A linguagem do Iauaretê. Metalinguagem & outras metas: ensaios
de teoria e crítica literária. 4.ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2010, p. 57-64 (com adaptações).

Tendo como base o texto de Haroldo de Campos e as questões por ele suscitadas, julgue o item a seguir.

Caso o verbo “nheengar”, criado por Guimarães Rosa, fosse incorporado ao vocabulário da língua portuguesa, ele se encaixaria entre os verbos que se flexionam como os da primeira conjugação.

 

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2439905 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O conto Meu Tio, o Iauaretê — publicado, em 1961, na revista Senhor, e republicado, em 1969, em Estas Histórias — representa, a nosso ver, o estágio mais avançado do experimento de Guimarães Rosa com a prosa. O conto é um longo monólogo-diálogo (o diálogo é pressuposto, pois um só protagonista pergunta e responde) de um onceiro, perdido na solidão dos gerais, que recebe, em seu rancho, a visita inesperada de um viajante. Filho de pai branco e de mãe índia, o onceiro, que fora contratado por um proprietário de terras para ‘desonçar’ suas propriedades, arrependido de ter matado ‘seus parentes’, passa a matar gente. A fala do onceiro é tematizada por um ‘Nhem?’ intercorrente, que é, antes, um ‘Nhennhem’ — do tupi, Nhehê ou nheeng —, que significa, simplesmente, ‘falar’. Rosa cria também o verbo ‘nheengar’, de pura aclimatação tupi, e, juntando a ‘jaguaretê’ — tupinismo para onça verdadeira — a terminação nhennhém, ou nhem, como se fora uma desinência verbal, forma outras palavras, para exprimir o linguajar das onças. O texto fica, por assim dizer, mosqueado de nheengatu, e esses rastros que nele aparecem preparam e anunciam o momento da metamorfose (...): o tigreiro, em seu rancho encravado na “jaguaretama”, enquanto conta para seu hóspede os ‘causos’ de caçada e morte, está também falando uma linguagem de onça. À medida que a história flui, tudo vai convergindo para o clímax metamórfico. Este não é apresentado, mas presentificado pelo texto: o onceiro acaba, arrastado por sua narrativa, transformando-se em onça, diante dos olhos do interlocutor (e dos leitores). A transfiguração se dá no momento em que a linguagem se desarticula, quebra-se em resíduos fônicos, que soam como um rugido ou um estertor, pois o interlocutor virtual, tomando consciência da metamorfose, dispara contra o homem-iauaretê o revólver que mantivera engatilhado durante toda a conversa. Neste Iaueretê, não é a história que cede o primeiro plano à palavra, mas a palavra, que, ao irromper em primeiro plano, configura a personagem e a ação, desenvolvendo a história.

Haroldo de Campos. A linguagem do Iauaretê. Metalinguagem & outras metas: ensaios
de teoria e crítica literária. 4.ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2010, p. 57-64 (com adaptações).

Tendo como base o texto de Haroldo de Campos e as questões por ele suscitadas, julgue o item a seguir.

Por meio do emprego da expressão “um só”, na oração “pois um só protagonista pergunta e responde”, o crítico ratifica o traço de “monólogo” identificado no conto.

 

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2439904 Ano: 2012
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O conto Meu Tio, o Iauaretê — publicado, em 1961, na revista Senhor, e republicado, em 1969, em Estas Histórias — representa, a nosso ver, o estágio mais avançado do experimento de Guimarães Rosa com a prosa. O conto é um longo monólogo-diálogo (o diálogo é pressuposto, pois um só protagonista pergunta e responde) de um onceiro, perdido na solidão dos gerais, que recebe, em seu rancho, a visita inesperada de um viajante. Filho de pai branco e de mãe índia, o onceiro, que fora contratado por um proprietário de terras para ‘desonçar’ suas propriedades, arrependido de ter matado ‘seus parentes’, passa a matar gente. A fala do onceiro é tematizada por um ‘Nhem?’ intercorrente, que é, antes, um ‘Nhennhem’ — do tupi, Nhehê ou nheeng —, que significa, simplesmente, ‘falar’. Rosa cria também o verbo ‘nheengar’, de pura aclimatação tupi, e, juntando a ‘jaguaretê’ — tupinismo para onça verdadeira — a terminação nhennhém, ou nhem, como se fora uma desinência verbal, forma outras palavras, para exprimir o linguajar das onças. O texto fica, por assim dizer, mosqueado de nheengatu, e esses rastros que nele aparecem preparam e anunciam o momento da metamorfose (...): o tigreiro, em seu rancho encravado na “jaguaretama”, enquanto conta para seu hóspede os ‘causos’ de caçada e morte, está também falando uma linguagem de onça. À medida que a história flui, tudo vai convergindo para o clímax metamórfico. Este não é apresentado, mas presentificado pelo texto: o onceiro acaba, arrastado por sua narrativa, transformando-se em onça, diante dos olhos do interlocutor (e dos leitores). A transfiguração se dá no momento em que a linguagem se desarticula, quebra-se em resíduos fônicos, que soam como um rugido ou um estertor, pois o interlocutor virtual, tomando consciência da metamorfose, dispara contra o homem-iauaretê o revólver que mantivera engatilhado durante toda a conversa. Neste Iaueretê, não é a história que cede o primeiro plano à palavra, mas a palavra, que, ao irromper em primeiro plano, configura a personagem e a ação, desenvolvendo a história.

Haroldo de Campos. A linguagem do Iauaretê. Metalinguagem & outras metas: ensaios
de teoria e crítica literária. 4.ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2010, p. 57-64 (com adaptações).

Tendo como base o texto de Haroldo de Campos e as questões por ele suscitadas, julgue o item a seguir.

Depreende-se do texto que a estrutura do conto Meu Tio, o Iauaretê, que representa, na visão do crítico Haroldo Campos, a fase rosiana de experimentação linguística do tupi, aproxima-se da narrativa das fábulas.

 

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2439903 Ano: 2012
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O conto Meu Tio, o Iauaretê — publicado, em 1961, na revista Senhor, e republicado, em 1969, em Estas Histórias — representa, a nosso ver, o estágio mais avançado do experimento de Guimarães Rosa com a prosa. O conto é um longo monólogo-diálogo (o diálogo é pressuposto, pois um só protagonista pergunta e responde) de um onceiro, perdido na solidão dos gerais, que recebe, em seu rancho, a visita inesperada de um viajante. Filho de pai branco e de mãe índia, o onceiro, que fora contratado por um proprietário de terras para ‘desonçar’ suas propriedades, arrependido de ter matado ‘seus parentes’, passa a matar gente. A fala do onceiro é tematizada por um ‘Nhem?’ intercorrente, que é, antes, um ‘Nhennhem’ — do tupi, Nhehê ou nheeng —, que significa, simplesmente, ‘falar’. Rosa cria também o verbo ‘nheengar’, de pura aclimatação tupi, e, juntando a ‘jaguaretê’ — tupinismo para onça verdadeira — a terminação nhennhém, ou nhem, como se fora uma desinência verbal, forma outras palavras, para exprimir o linguajar das onças. O texto fica, por assim dizer, mosqueado de nheengatu, e esses rastros que nele aparecem preparam e anunciam o momento da metamorfose (...): o tigreiro, em seu rancho encravado na “jaguaretama”, enquanto conta para seu hóspede os ‘causos’ de caçada e morte, está também falando uma linguagem de onça. À medida que a história flui, tudo vai convergindo para o clímax metamórfico. Este não é apresentado, mas presentificado pelo texto: o onceiro acaba, arrastado por sua narrativa, transformando-se em onça, diante dos olhos do interlocutor (e dos leitores). A transfiguração se dá no momento em que a linguagem se desarticula, quebra-se em resíduos fônicos, que soam como um rugido ou um estertor, pois o interlocutor virtual, tomando consciência da metamorfose, dispara contra o homem-iauaretê o revólver que mantivera engatilhado durante toda a conversa. Neste Iaueretê, não é a história que cede o primeiro plano à palavra, mas a palavra, que, ao irromper em primeiro plano, configura a personagem e a ação, desenvolvendo a história.

Haroldo de Campos. A linguagem do Iauaretê. Metalinguagem & outras metas: ensaios
de teoria e crítica literária. 4.ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2010, p. 57-64 (com adaptações).

Tendo como base o texto de Haroldo de Campos e as questões por ele suscitadas, julgue o item a seguir.

Segundo o crítico Haroldo de Campos, o verbo que representa o linguajar das onças, formado do elemento tupi “nhennhém” ou “nhem”, equivale, no que se refere ao léxico da língua portuguesa, a um verbo que denota estado.

 

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2439902 Ano: 2012
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 2988172-1

Considerando as imagens acima, julgue o item a seguir.

Ambas as obras, independentemente da época em que foram criadas e das técnicas nelas utilizadas, apresentam a condição humana como ponto marcante.

 

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2439901 Ano: 2012
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 2988171-1

No século XIX, o compositor alemão Richard Wagner revolucionou o mundo da ópera e das artes ao propor a gesamtkunstwerk, ou seja, a “obra de arte total”, um ideal de junção das artes — música, teatro, canto, dança e artes plásticas — em um mesmo palco. Como proposta de obra de arte coletiva, seria necessário que cada uma das linguagens se expandisse além da própria especificidade. Wagner sustentava que o verdadeiro objetivo da arte era a busca da universalidade, defendendo que, ao integrar todas as artes, a obra de arte total obviamente superaria todas as manifestações artísticas isoladas.

Internet: <www.congressohistoriajatai.org> (com adaptações).

Para representar a realidade reproduzida na figura, o pintor Paul von Joukowsky recorreu ao método de desenho denominado

 

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2439900 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 2988170-1

No século XIX, o compositor alemão Richard Wagner revolucionou o mundo da ópera e das artes ao propor a gesamtkunstwerk, ou seja, a “obra de arte total”, um ideal de junção das artes — música, teatro, canto, dança e artes plásticas — em um mesmo palco. Como proposta de obra de arte coletiva, seria necessário que cada uma das linguagens se expandisse além da própria especificidade. Wagner sustentava que o verdadeiro objetivo da arte era a busca da universalidade, defendendo que, ao integrar todas as artes, a obra de arte total obviamente superaria todas as manifestações artísticas isoladas.

Internet: <www.congressohistoriajatai.org> (com adaptações).

Considerando o texto e a figura acima como referências iniciais, julgue o item a seguir.

Na contemporaneidade, o teatro musical impõe-se como substituto da ópera, estilo com o qual compartilha os mesmos elementos de composição.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2439899 Ano: 2012
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 2988169-1

No século XIX, o compositor alemão Richard Wagner revolucionou o mundo da ópera e das artes ao propor a gesamtkunstwerk, ou seja, a “obra de arte total”, um ideal de junção das artes — música, teatro, canto, dança e artes plásticas — em um mesmo palco. Como proposta de obra de arte coletiva, seria necessário que cada uma das linguagens se expandisse além da própria especificidade. Wagner sustentava que o verdadeiro objetivo da arte era a busca da universalidade, defendendo que, ao integrar todas as artes, a obra de arte total obviamente superaria todas as manifestações artísticas isoladas.

Internet: <www.congressohistoriajatai.org> (com adaptações).

Considerando o texto e a figura acima como referências iniciais, julgue o item a seguir.

No Brasil, o teatro de revista contribuiu para o processo de descolonização cultural, integrando os gostos e os costumes de toda uma sociedade, bem como as várias faces do anedotário nacional.

 

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