Foram encontradas 339 questões.
Na atualidade, vê-se que o Núcleo de Apoio à Saúde da Família - NASF é mais um convite, um chamado à Psicologia, um desafio colocado aos psicólogos e a outros profissionais de saúde para contribuir efetivamente na construção da saúde no Brasil. Sobre as políticas públicas de saúde no Brasil, é correto afirmar:
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A Saúde Comunitária apresenta dois principais âmbitos de atuação a partir da formação de pontes ativas entre as políticas públicas, os profissionais e a comunidade. Dentre eles, destaca-se:
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A indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão gera mudanças na formação acadêmica devendo ser concebida de forma crítica e plural, não podendo se restringir simplesmente à transmissão de ensinamentos em sala de aula. A esse respeito, é correto afirmar que é necessário:
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Dentre as ações do enfermeiro nos exames complementares, pode-se citar a realização da gasometria arterial, pois a Resolução COFEN Nº 390/2011 normatiza a execução, pelo enfermeiro, da punção arterial tanto para fins de gasometria como para monitorização de pressão arterial invasiva. Para tanto, é necessário que o enfermeiro avalie a circulação colateral antes de proceder à punção da artéria radial. Essa avaliação é realizada com a obliteração tanto do pulso radial quanto do ulnar para levar à palidez da mão. A seguir, libera a pressão apenas da artéria ulnar, devendo o fluxo da artéria ulnar ser adequado e imediatamente retornar o rubor da mão. Assim, o teste é positivo, podendo ser utilizada a artéria radial para punção. O nome desse teste é:
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Assinale a alternativa que indica o tratamento adequado para a cura da hanseníase.
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Um paciente de 66 anos procura atendimento médico para avaliação de sintomas de dispneia progressiva há 9 meses, tosse com expectoração mucoide de caráter recorrente. É ex-fumante (40 maços/ano). No exame físico, verifica-se redução do murmúrio vesicular bilateralmente, com discretos sibilos ao final da expiração, além de tiragem intercostal. Qual exame complementar é essencial para o diagnóstico e estadiamento da doença?
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A Lei nº 12.289, de 20 de julho de 2010, cria a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), com natureza jurídica de autarquia, vinculada ao Ministério da Educação, com sede e foro na cidade de Redenção, Estado do Ceará. Isso posto, é correto afirmar que a UNILAB:
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TEXTO
A insistência com que a presidenta!$ ^{(A)} !$ fala às brasileiras!$ ^{(B)} !$, além de causar a ira do senador!$ ^{(C)} !$ goiano Demóstenes Torres, acusando-a de fazer um governo de gênero, levando a crer que está deixando para um segundo plano o eleitorado masculino, atrai a curiosidade dos analistas.
Na edição de 22 de setembro de 2011, a Folha de S Paulo tem por foto principal de capa a abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, onde se lê na legenda: “em discurso de 25 minutos, Dilma destacou o fato de, pela primeira vez, uma mulher abrir a Assembleia Geral”. Essa forma de endereçamento de sua comunicação, a partir do gênero feminino, poderia correr o risco de ser mal interpretada naquilo que realmente diz.
Nelson de Sá, articulista da Folha, diz referindo-se aos sites de jornais: “E o Daily Beast, site da Newsweek, revista que dedicou a ela a sua capa, deu como manchete ‘Dilma se bate pelas mulheres’. E continua: “embora tenha seguido o roteiro lulista de se apresentar como representante!$ ^{(D)} !$ de um grupo oprimido, as mulheres, e defender a nação palestina, seu foco maior e urgente estava na deterioração da economia”. Em seus quatro primeiros parágrafos, a presidenta Dilma fala a partir de seu “lugar de fala”, presidenta do Brasil. Assim se expressa na página 16A da Folha: “Pela primeira vez, na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o debate geral. É a voz da democracia e da igualdade se ampliando nesta tribuna que tem o compromisso de ser a mais representativa do mundo. É com humildade pessoal, mas, com justificado orgulho de mulher, que vivo esse momento histórico. Divido esta emoção com mais da metade dos seres humanos deste planeta, que, como eu, nasceram mulher, e que, com tenacidade, estão ocupando o lugar que merecem no mundo. Tenho certeza, senhoras e senhores, de que este será o século das mulheres. Na língua portuguesa, palavras como vida, alma e esperança pertencem ao gênero feminino. E são também femininas duas outras palavras muito especiais para mim: coragem e sinceridade. Pois é com coragem e sinceridade que quero lhes falar no dia de hoje”.
Ora, este seu lugar de fala e o desejo de se comunicar com as mulheres de todo o mundo mostrariam um certo partis-pris. Afinal o mundo é composto de homens e mulheres. Caímos na questão das figuras de linguagem, muito comuns em discursos pomposos, como o da ONU. São metáforas, isto é, deslocamentos de sentidos (meta-forum = lugar além), desejo de falar para toda a humanidade, mas personificando-se nas mulheres. São metonímias, em que se ajusta um sentido ao outro, substitui-se um sentido pelo outro, mas mantém-se a coerência do discurso. Diria que são principalmente alegorias, figuras que dão ao discurso a ideia do outro (da outra), presente na raiz grega da palavra. Quando se fala alegoricamente, quer-se chamar a presença do outro no discurso. Assim, a presidenta, ao falar às mulheres, também fala ao outro. Enfaticamente deseja lembrar a figura da mulher, aquela que há muito, neste mundo, vem sendo subjugada, vem sendo minoria. Mas com isso não deseja excluir de sua fala o seu semelhante.
A presidenta Dilma, certamente por uma questão de marketing de seu governo, se permite dizer que este é o século das mulheres. Existe também uma visão diabólica da alegoria, que luta contra a mesmice do simbólico. É uma questão de dinâmica discursiva, prevista nos jogos de linguagem, feitos de consensos e discordâncias. Dilma pode ser presidenta e presidente, mas prioriza a sua interlocução com as mulheres e, com isso, não deixa de falar com os homens. Possui, certamente, um discurso afinado com a emancipação feminina, mas não faz um governo de gênero, como clama o senador goiano, ela discursa metafórica e alegoricamente dos lugares femininos, que certamente lhe dão maior sabor. Coisas e ideias de seu marqueteiro!$ ^{(E)} !$? Pode ser, mas muito mais a manifestação do poder retórico da linguagem.
Adaptado de: DAYRELL, Sérgio. Por que a presidenta fala às mulheres? Jornal O Povo. Disponível em:
http://publica.opovo.com.br/page,528,109.html?i=2308414&meta_type=noticia&schema=noticia_128033434835
Assinale a palavra cuja variação de gênero é marcada apenas sintaticamente.
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Na assistência de enfermagem a pacientes portadores de doenças do aparelho respiratório, é necessário que o enfermeiro realize o exame físico. Portanto, ao examinar um paciente de 48 anos com doença pulmonar obstrutiva crônica, o enfermeiro espera auscultar:
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TEXTO
Conforme Morin (2000), há muito tempo a sociedade industrial está organizada na forma de um modelo “mecanoprodutivista do positivismo”: o progresso científico levaria ao progresso técnico, este ao desenvolvimento econômico e, por fim, ao progresso sociocultural.
Essa concepção de ciência envolveu as pessoas de tal maneira que elas acreditaram e muitas ainda acreditam que a Ciência e a Tecnologia provocam somente o bem-estar social e a felicidade de todos, sem medir a repercussão e as consequências negativas advindas dessa forma de fazer e pensar o mundo. O “bem-estar social” fez com que a maioria das pessoas “tomasse” a ciência como um “deus”, que fosse resolver todos os seus problemas.
Nem todos os problemas, entretanto, podem ser resolvidos cientificamente. O conhecimento científico e tecnológico, estudado como algo desvinculado da realidade, sem relação com as questões sociais, é uma forma que a ciência encontrou de manipular, objetivar, ou seja, controlar o mais possível para a exatidão, a verdade do que se deseja.
(...)
Assim, apesar da boa intenção, nem sempre a Ciência e a Tecnologia produzidas foram benéficas. Vários são os interesses de poder que estão em jogo, principalmente no que se refere aos interesses econômicos, como destaca Iglesias: “C&T é usada hoje na conquista de novos mercados e na produção de novos produtos que acelerem o ciclo de obsolescência característico da sociedade de consumo. [...] grandes investimentos são realizados na área de informática, onde famílias de computadores se tornam obsoletas em poucos anos. [...] As pesquisas sobre a Aids não têm tampouco uma finalidade puramente humanitária; as indústrias químicas e farmacêuticas esperam faturar bilhões de dólares com a produção de remédios e/ou uma vacina para a doença” (1989, p.166).
Temos uma noção de que a construção do conhecimento científico e tecnológico e o seu rápido avanço nos trouxeram muitas “regalias”, tais como a engenharia genética com a possibilidade de curar doenças e prever o futuro delas, a clonagem terapêutica, o melhoramento genético das plantas e dos animais (transgênicos), as células-tronco com a possibilidade da especialização destas células em outras (regeneração de órgãos e reprodução de outros). Isso sem mencionar as outras novidades da Ciência e da Tecnologia, na área da computação, na área da eletroeletrônica, na área da Química, da Física... Ao mesmo tempo em que ultrapassou os seus limites de bondade e mostrou também um outro lado, que modificou significativamente as relações entre os sujeitos e destes com o meio, provocando a dizimação imediata ou em longo prazo de espécies!$ ^{(C)} !$ animais e!$ ^{(A)} !$ plantas!$ ^{(B)} !$, modificações da paisagem, como desvio de rios e montanhas.
(...)
Em parte, a escassa reflexão sobre a forma e o modelo do conhecimento produzido traz algumas consequências negativas para as nossas vidas e nos remete a analisar como e quando essas questões devem ser discutidas pela população em geral. Isso é fundamental para que as pessoas sejam científica e tecnologicamente “formadas” de modo a perceber problemas daí decorrentes e construir soluções conscientes e referenciadas.
(...)
Defende-se aqui a necessidade de uma alfabetização científica e tecnológica de cunho crítico e participativo nas tomadas de decisão para a resolução de problemas da Ciência, ao invés da simples transmissão-recepção de conteúdos e conceitos sem ao menos refletir, significar e contextualizá-los. Isso será possível talvez na reorganização curricular como possibilidade de mudança, uma possibilidade de reflexão sobre a natureza da Ciência, sobre o papel da Ciência, da Tecnologia, dos temas sociais e suas relações tão complexas.
Adaptado de: MEZALIRA, Sandra Mara. Complexidade e compreensão da relação Ciência, Tecnologia e
Sociedade (CTS). Revista Espaço Acadêmico. Nº 75. Agosto/2007. Disponível em:
http://www.espacoacademico.com.br/075/75mezalira.htm. Acesso em 15 out. 2011.
O uso do plural em “animais” :
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