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Foram encontradas 120 questões.

Em cada um dos itens a seguir, é apresentado um argumento lógico, formado por uma ou mais premissas — que devem ser consideradas verdadeiras — e uma conclusão, a ser julgada CERTA ou ERRADA, a partir das premissas.

Irene passou bom tempo olhando seus tênis, seus sapatos de salto, sua blusa e sua camiseta, tentando decidir como iria vestida para uma festa. Uma hora depois, seu irmão Pedro a viu sair de casa e afirmou que ela não foi de tênis e camiseta. Conclusão: Irene deixou os tênis e a camiseta em casa.

 

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As cotas raciais no serviço público, medida prevista no Estatuto da Igualdade Racial, foram recentemente tema de audiência pública promovida pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.

O Estatuto da Igualdade Racial destina-se a garantir à população negra a efetivação da igualdade de oportunidades e a defesa dos direitos étnicos individuais, coletivos e difusos, além de visar o combate à discriminação e às demais formas de intolerância étnica.

 

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As cotas raciais no serviço público, medida prevista no Estatuto da Igualdade Racial, foram recentemente tema de audiência pública promovida pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.

Compete exclusivamente ao Estado definir se determinada população é ou não é negra.

 

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À primeira vista, há muito a comemorar com a notícia

de que, em 2011, houve mais que o dobro de calouros em

cursos de engenharia que cinco anos antes. O aumento

acelerado mostra que os jovens brasileiros estão atentos e

reagem racionalmente à carência de profissionais nessa área

essencial para o desenvolvimento do país.

Em 2006, mostram dados do Censo da Educação

Superior do Ministério da Educação, os cursos de engenharia

receberam 95 mil novos estudantes. Eram 5% do total de

calouros. Em 2011, esse contingente havia saltado para 277 mil

— um décimo dos ingressantes.

Pela primeira vez, o número de candidatos a

engenheiros ultrapassou o de aspirantes à carreira de direito

(199 mil).

O preferido entre os cursos é o de administração, que,

como o de direito, confere formação generalista supostamente

útil em qualquer setor e cujo funcionamento só requer salas e

professores.

O caso da engenharia é, obviamente, muito diverso.

Não só exige laboratórios e bancadas como forma especialistas:

engenheiros civis (24% dos calouros), de produção (19%),

mecânicos (12%), eletricistas (11%) e assim por diante. É

desse pessoal com formação técnica apurada de que o país

carece.

O otimismo com o avanço na procura pela engenharia

arrefece quando se leva em conta que poucos desses jovens de

fato acabam por formar-se. A cada ano, apenas cerca de 45 mil

obtêm seu diploma.

Como a demanda do mercado de trabalho ronda a casa

de 70 mil novos engenheiros por ano, o déficit é de pelo menos

mil profissionais dessa área. Estima-se que a China forme

anualmente 600 mil engenheiros — treze vezes a cifra do

Brasil, para uma população seis vezes maior.

Folha de S.Paulo, 16/4/2013 (com adaptações).

Julgue os itens que se seguem, relativos às ideias e estruturas linguísticas do texto acima.

As vírgulas após “2006” (l.7) e após “2011” (l.10) são empregadas para isolar adjuntos adverbiais antepostos.

 

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À primeira vista, há muito a comemorar com a notícia

de que, em 2011, houve mais que o dobro de calouros em

cursos de engenharia que cinco anos antes. O aumento

acelerado mostra que os jovens brasileiros estão atentos e

reagem racionalmente à carência de profissionais nessa área

essencial para o desenvolvimento do país.

Em 2006, mostram dados do Censo da Educação

Superior do Ministério da Educação, os cursos de engenharia

receberam 95 mil novos estudantes. Eram 5% do total de

calouros. Em 2011, esse contingente havia saltado para 277 mil

— um décimo dos ingressantes.

Pela primeira vez, o número de candidatos a

engenheiros ultrapassou o de aspirantes à carreira de direito

(199 mil).

O preferido entre os cursos é o de administração, que,

como o de direito, confere formação generalista supostamente

útil em qualquer setor e cujo funcionamento só requer salas e

professores.

O caso da engenharia é, obviamente, muito diverso.

Não só exige laboratórios e bancadas como forma especialistas:

engenheiros civis (24% dos calouros), de produção (19%),

mecânicos (12%), eletricistas (11%) e assim por diante. É

desse pessoal com formação técnica apurada de que o país

carece.

O otimismo com o avanço na procura pela engenharia

arrefece quando se leva em conta que poucos desses jovens de

fato acabam por formar-se. A cada ano, apenas cerca de 45 mil

obtêm seu diploma.

Como a demanda do mercado de trabalho ronda a casa

de 70 mil novos engenheiros por ano, o déficit é de pelo menos

mil profissionais dessa área. Estima-se que a China forme

anualmente 600 mil engenheiros — treze vezes a cifra do

Brasil, para uma população seis vezes maior.

Folha de S.Paulo, 16/4/2013 (com adaptações).

Julgue os itens que se seguem, relativos às ideias e estruturas linguísticas do texto acima.

A expressão “nessa área” (l.5) remete a “engenharia” (l.3).

 

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À primeira vista, há muito a comemorar com a notícia

de que, em 2011, houve mais que o dobro de calouros em

cursos de engenharia que cinco anos antes. O aumento

acelerado mostra que os jovens brasileiros estão atentos e

reagem racionalmente à carência de profissionais nessa área

essencial para o desenvolvimento do país.

Em 2006, mostram dados do Censo da Educação

Superior do Ministério da Educação, os cursos de engenharia

receberam 95 mil novos estudantes. Eram 5% do total de

calouros. Em 2011, esse contingente havia saltado para 277 mil

— um décimo dos ingressantes.

Pela primeira vez, o número de candidatos a

engenheiros ultrapassou o de aspirantes à carreira de direito

(199 mil).

O preferido entre os cursos é o de administração, que,

como o de direito, confere formação generalista supostamente

útil em qualquer setor e cujo funcionamento só requer salas e

professores.

O caso da engenharia é, obviamente, muito diverso.

Não só exige laboratórios e bancadas como forma especialistas:

engenheiros civis (24% dos calouros), de produção (19%),

mecânicos (12%), eletricistas (11%) e assim por diante. É

desse pessoal com formação técnica apurada de que o país

carece.

O otimismo com o avanço na procura pela engenharia

arrefece quando se leva em conta que poucos desses jovens de

fato acabam por formar-se. A cada ano, apenas cerca de 45 mil

obtêm seu diploma.

Como a demanda do mercado de trabalho ronda a casa

de 70 mil novos engenheiros por ano, o déficit é de pelo menos

mil profissionais dessa área. Estima-se que a China forme

anualmente 600 mil engenheiros — treze vezes a cifra do

Brasil, para uma população seis vezes maior.

Folha de S.Paulo, 16/4/2013 (com adaptações).

Julgue os itens que se seguem, relativos às ideias e estruturas linguísticas do texto acima.

Na linha 16, a forma verbal “confere” está empregada no singular porque concorda com o antecedente “direito”.

 

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À primeira vista, há muito a comemorar com a notícia

de que, em 2011, houve mais que o dobro de calouros em

cursos de engenharia que cinco anos antes. O aumento

acelerado mostra que os jovens brasileiros estão atentos e

reagem racionalmente à carência de profissionais nessa área

essencial para o desenvolvimento do país.

Em 2006, mostram dados do Censo da Educação

Superior do Ministério da Educação, os cursos de engenharia

receberam 95 mil novos estudantes. Eram 5% do total de

calouros. Em 2011, esse contingente havia saltado para 277 mil

— um décimo dos ingressantes.

Pela primeira vez, o número de candidatos a

engenheiros ultrapassou o de aspirantes à carreira de direito

(199 mil).

O preferido entre os cursos é o de administração, que,

como o de direito, confere formação generalista supostamente

útil em qualquer setor e cujo funcionamento só requer salas e

professores.

O caso da engenharia é, obviamente, muito diverso.

Não só exige laboratórios e bancadas como forma especialistas:

engenheiros civis (24% dos calouros), de produção (19%),

mecânicos (12%), eletricistas (11%) e assim por diante. É

desse pessoal com formação técnica apurada de que o país

carece.

O otimismo com o avanço na procura pela engenharia

arrefece quando se leva em conta que poucos desses jovens de

fato acabam por formar-se. A cada ano, apenas cerca de 45 mil

obtêm seu diploma.

Como a demanda do mercado de trabalho ronda a casa

de 70 mil novos engenheiros por ano, o déficit é de pelo menos

mil profissionais dessa área. Estima-se que a China forme

anualmente 600 mil engenheiros — treze vezes a cifra do

Brasil, para uma população seis vezes maior.

Folha de S.Paulo, 16/4/2013 (com adaptações).

Julgue os itens que se seguem, relativos às ideias e estruturas linguísticas do texto acima.

Estaria mantida a correção gramatical do período caso fosse empregado acento indicativo de crase em “a engenheiros” (l.12-13): à engenheiros.

 

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No campo do ensino, o Brasil caminha para

universalizar o acesso à educação. A meta é ter 98% das

crianças e dos jovens de quatro a dezessete anos de idade na

escola até o ano 2022. Hoje, a taxa é de 92%.

Há deficiências, claro, em especial nas pontas do

ensino básico ― pré-escola e ensino médio. Na faixa entre

quatro e cinco anos de idade, a taxa de atendimento é de 80%;

na de quinze a dezessete anos de idade, de 83%.

No que toca à qualidade, as metas, por demais

modestas, vêm sendo cumpridas: chegar a 2022 com notas 5,5

no ensino fundamental e 5,2 no ensino médio (segundo a

metodologia IDEB).

No ramo da pesquisa científica, o país investiu, nas

últimas décadas, no aumento da quantidade de estudos.

Cientistas e instituições passaram a ser avaliados e financiados

com base na sua produtividade. Colheram-se bons resultados.

Pesquisadores brasileiros publicaram cerca de 14 mil

artigos, em 2001, nos periódicos de primeira linha. Isso pôs o

país na 17.ª posição da classificação mundial de campeões da

ciência, dominada, então, por EUA, Japão e países europeus.

Em 2011, o avanço foi visível. Foram quase 50 mil

trabalhos publicados, ou seja, 3,6 vezes a produção de dez anos

antes. Com isso, o Brasil passou a ocupar o 13.º lugar.

Folha de S.Paulo, 23/4/2013 (com adaptações).

Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.

A substituição de “Colheram-se” (l.16) por Foi colhido manteria a correção gramatical do período.

 

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No campo do ensino, o Brasil caminha para

universalizar o acesso à educação. A meta é ter 98% das

crianças e dos jovens de quatro a dezessete anos de idade na

escola até o ano 2022. Hoje, a taxa é de 92%.

Há deficiências, claro, em especial nas pontas do

ensino básico ― pré-escola e ensino médio. Na faixa entre

quatro e cinco anos de idade, a taxa de atendimento é de 80%;

na de quinze a dezessete anos de idade, de 83%.

No que toca à qualidade, as metas, por demais

modestas, vêm sendo cumpridas: chegar a 2022 com notas 5,5

no ensino fundamental e 5,2 no ensino médio (segundo a

metodologia IDEB).

No ramo da pesquisa científica, o país investiu, nas

últimas décadas, no aumento da quantidade de estudos.

Cientistas e instituições passaram a ser avaliados e financiados

com base na sua produtividade. Colheram-se bons resultados.

Pesquisadores brasileiros publicaram cerca de 14 mil

artigos, em 2001, nos periódicos de primeira linha. Isso pôs o

país na 17.ª posição da classificação mundial de campeões da

ciência, dominada, então, por EUA, Japão e países europeus.

Em 2011, o avanço foi visível. Foram quase 50 mil

trabalhos publicados, ou seja, 3,6 vezes a produção de dez anos

antes. Com isso, o Brasil passou a ocupar o 13.º lugar.

Folha de S.Paulo, 23/4/2013 (com adaptações).

Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.

De acordo com as informações do texto, a taxa atual de adolescentes na escola já ultrapassou o estabelecido na meta para 2022.

 

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No campo do ensino, o Brasil caminha para

universalizar o acesso à educação. A meta é ter 98% das

crianças e dos jovens de quatro a dezessete anos de idade na

escola até o ano 2022. Hoje, a taxa é de 92%.

Há deficiências, claro, em especial nas pontas do

ensino básico ― pré-escola e ensino médio. Na faixa entre

quatro e cinco anos de idade, a taxa de atendimento é de 80%;

na de quinze a dezessete anos de idade, de 83%.

No que toca à qualidade, as metas, por demais

modestas, vêm sendo cumpridas: chegar a 2022 com notas 5,5

no ensino fundamental e 5,2 no ensino médio (segundo a

metodologia IDEB).

No ramo da pesquisa científica, o país investiu, nas

últimas décadas, no aumento da quantidade de estudos.

Cientistas e instituições passaram a ser avaliados e financiados

com base na sua produtividade. Colheram-se bons resultados.

Pesquisadores brasileiros publicaram cerca de 14 mil

artigos, em 2001, nos periódicos de primeira linha. Isso pôs o

país na 17.ª posição da classificação mundial de campeões da

ciência, dominada, então, por EUA, Japão e países europeus.

Em 2011, o avanço foi visível. Foram quase 50 mil

trabalhos publicados, ou seja, 3,6 vezes a produção de dez anos

antes. Com isso, o Brasil passou a ocupar o 13.º lugar.

Folha de S.Paulo, 23/4/2013 (com adaptações).

Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.

Na linha 2, em “à educação”, o emprego do sinal indicativo de crase justifica-se porque a palavra “acesso” exige complemento regido pela preposição a e a palavra “educação” está antecedida de artigo definido feminino.

 

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