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O aterramento elétrico é a ligação de um equipamento ou de um sistema à terra, por motivos de proteção ou por exigência quanto ao seu funcionamento. Nesse sentido, observe a figura que ilustra um tipo de aterramento elétrico:

- Nesse esquema, um ponto da instalação, em geral o neutro, é diretamente aterrado, e as massas dos equipamentos são ligadas a esse ponto por um condutor.
- Os condutores neutro e proteção (PE) são separados.
- Possui baixa impedância para correntes de falta (altas correntes).
- Utilizado quando a distância entre a carga e a fonte não é muito grade.
- Neste esquema o condutor de proteção PE está sempre com tensão zero.
- A proteção deve ser garantida por dispositivos DR (diferencial-residual), que detectam a corrente que escoa pela terra.
Esse esquema de aterramento elétrico é conhecido como
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No que diz respeito às instalações elétricas, de acordo com a NR10, é classificada como Baixa Tensão (BT) aquela superior a X volts em corrente alternada ou Y volts em corrente contínua e igual ou inferior a P volts em corrente alternada ou Q volts em corrente contínua, seja entre fases ou entre fase e terra.
Nesse contexto, os valores de X, Y, P e Q são, respectivamente,
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O sistema elétrico brasileiro integra três fases, descritas a seguir:
I. Fase em que a energia produzida é levada até centros consumidores de carga, o que ocorre por meio de cabos aéreos, revestidos com materiais isolantes e presos a torres por todo o trajeto. Em todo esse trajeto, para que a energia não se perca, ocorre a alteração da tensão em subestações. Ou seja, ao sair das geradoras, a tensão é alta, mas, ao chegar aos centros consumidores, ela se torna baixa para que possa ser usada pela população. Nessa fase, os cabos também seguem de forma aérea ou subterrânea para formar os centros de distribuição.
II. Fase em que, depois de ter a voltagem reduzida, torna-se responsabilidade das concessionárias transportar a energia por suas linhas, ou seja, fazer com que ela chegue efetivamente a cada residência ou empresa da cidade. Nesse caso, a energia ainda passa por mais uma redução nos transformadores instalados em postes nas ruas. Assim, ela pode chegar de forma segura e com a tensão ainda mais reduzida para que não ofereça riscos à população. São essas empresas que também fazem a medição da energia consumida e geram a sua conta de luz.
III. Fase em que ocorre um dos processos mais importantes, a captação de energia primária, que será transformada em energia elétrica, a partir de diversas fontes, como águas de reservatórios, gás, vapor, biomassa, energia eólica e energia solar. No Brasil, a fonte vai depender muito da região.
As três fases descritas em I, II e III são denominadas, respectivamente,
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Um motor elétrico drena 10A de uma fonte de 220V, sendo que um wattímetro conectado ao circuito indica 1870W. Nessas condições, o fator de potência é igual a
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O circuito da figura ilustra um divisor de corrente.

Sendo It = 100mA, R1 = 100!$ Ω !$, e R2 = 300!$ Ω !$, os valores das correntes I1 e I2 em mA serão, respectivamente,
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No que diz respeito à teoria eletromagnética, observe a figura abaixo, que ilustra o campo magnético gerado por uma bobina, um componente formado por um conjunto de espiras condutoras.

Considerando as unidades no SI, B o campo magnético em Tesla [T], !$ \mu_o=4 \pi.10^{-7}T.m/A !$, i a corrente elétrica em Ampère [A] e R o raio da espira em metro [m], o campo magnético gerado pela bobina é determinado pela fórmula
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O lugar geométrico dos pontos de mesma fase de um campo irradiado é conhecido como frente de onda. Quando essa superfície equifásica apresenta formato plano, pode ser descrita pela equação !$ \omega t - \beta z = constante !$', em que !$ \omega !$ é a frequência angular, !$ \beta !$ é o fator de fase, t é o tempo e z é a direção em que o campo eletromagnético se desloca. De posse dos parâmetros de condutividade elétrica !$ \sigma !$, permeabilidade magnética !$ \mu !$ e permissividade elétrica !$ ε !$, a velocidade de fase !$ v_p !$ pode ser representada pela expressão geral:
!$ v_p = \Biggl \{ \sqrt{\large{\mu \epsilon \over 2} \biggl [ \sqrt{1 + ({\large{\sigma \over \omega \epsilon}})^2 + 1} \biggr ]} \Biggr \}^{-1} !$
Com base nessa equação, é possível encontrar um valor constante de velocidade de fase, !$ v_p = { \large 1 \over \sqrt \mu \epsilon} !$ , em que as frentes de onda de todas as frequências se propagam com a mesma velocidade. Nessas condições, esses meios são conhecidos como:
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O espaço livre é conhecido como a região completamente desobstruída, afastada do solo, sem obstáculos ou superfícies capazes de afetar a onda eletromagnética irradiada ou recebida por uma antena. Conhecendo-se a potência P irradiada pela antena isotrópica, a densidade de potência S0 irradia a uma distância r que pode ser medida em W/m2 por
!$ S_0 = { \large P \over 4 \pi r^2} !$
Para campos variando harmonicamente no tempo, esse valor pode ser calculado conhecendo-se a impedância intrínseca do meio !$ \eta !$ , a amplitude do campo elétrico irradiado !$ E_{máx} !$ ou seu correspondente valor eficaz !$ E_{ef} !$:
!$ S_0 = { \large 1 \over 2} { \large E_{máx^2} \over \eta} = { \large E_ef^2 \over \eta} !$
No vácuo ou no ar, temos uma impedância intrínseca de !$ 120\pi \ ohms !$. O valor eficaz do campo elétrico em módulo será de:
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Uma linha de transmissão com impedância Z0 igual a 75 ohms opera na frequência de 800 MHz e está acoplada a uma antena com impedância ZL igual a 300 ohms. Para garantir o perfeito casamento de impedância do sistema, foi projetado um transformador de quarto de onda cuja impedância característica será de:
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Existem diversos tipos de propagação eletromagnética. Um tipo de propagação útil para sistemas de radiodifusão em frequências abaixo de 3 MHz, empregando polarização vertical, é aquele em que uma parcela do campo irradiado se propaga ao longo do contorno da Terra, seguindo sua estrutura física, como se estivesse confinada. Esse tipo de propagação é conhecido como:
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