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Leia o trecho da cartilha “Atendimento Educacional Especializado: Pessoa com surdez” de autoria de Damázio
(2007, p. 29):
“O Atendimento Educacional Especializado em Libras fornece a base conceitual dessa língua e do conteúdo curricular estudado na sala de aula comum, o que favorece ao aluno com surdez a compreensão desse conteúdo. Nesse atendimento há explicações das ideias essenciais dos conteúdos estudados em sala de aula comum. Os professores utilizam imagens visuais e quando o conceito é muito abstrato recorrem a outros recursos, como o teatro, por exemplo.”
Acerca do trecho é correto afirmar que se trata de práticas didático-pedagógicas:
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Lobato (2017), no capítulo “A disciplina Libras no ensino superior: estratégias de ensino como segunda língua para acadêmicos ouvintes” da obra “Educação especial no ensino superior”, destaca que “na intenção de ofertar um ensino de segunda língua que proporcione aos acadêmicos interações significativas, algumas estratégias estão sendo desenvolvidas no âmbito dos cursos de licenciatura” (p. 46). Nesse ínterim, o autor apresenta o ensino da Língua Brasileira de Sinais para acadêmicos ouvintes, mediante as seguintes estratégias metodológicas:
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Lacerda, Santos e Caetano (2013), no capítulo “Estratégias metodológicas para o ensino de alunos surdos”, pertencente à obra “Tenho um aluno surdo, e agora? Introdução à Libras e educação de surdos”, asseveram que pretendem realçar “a necessidade de um bom planejamento que busque práticas de ensino adequadas à realidade do aluno surdo” (p. 192). Nesse sentido, quanto ao planejamento e execução das atividades, as autoras afirmam que:
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Uma das políticas a serem efetivadas nas instituições de ensino, em todas as esferas, pública e privada, estabelecidos pelo Decreto nº 5.626 de 2005 é a:
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Os princípios constitucionais da igualdade e da dignidade da pessoa humana são fundamentais para instituir no Brasil a Lei No. 10436/2002, devidamente regulamentada pelo Decreto No. 5626/2005. Ao considerar os regulatórios em referência, o conceito da Língua Brasileira de Sinais – Libras para o ordenamento jurídico pátrio é:
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Campello (2007) trouxe uma relevante contribuição à educação de surdos, ao discutir a pertinência de explorar a prática de ensino, mediada por “um estudo novo, um novo campo visual onde se insere a cultura surda, a imagem visual dos surdos, os olhares surdos, os recursos visuais e didáticos também” (p.106). Segundo a autora, esse novo campo é denominado de:
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Leia o trecho do capítulo
“Uma perspectiva sócio histórica sobre a psicologia e a educação de surdos”, do livro “Educação e Exclusão: Abordagens socioantroplógicas em educação especial”: “é necessário dar acesso à criança surda as mesmas possibilidades psicolinguísticas que tem a ouvinte. Será só dessa maneira que a criança surda poderá atualizar suas capacidades linguístico-comunicativas, desenvolver sua identidade cultural e aprender. É criar uma identidade bicultural, pois permite a criança surda desenvolver suas potencialidades dentro da cultura surda e aproximar-se, por intermédio dela, à cultura ouvinte.”
(SKLIAR, 2013, p.136).
O autor está se reportando a educação de surdos, de acordo com os pressupostos do modelo:
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No decorrer dos anos, com a luta da comunidade surda e por meio de vários estudos linguísticos, foi possível perceber que a língua de sinais é uma língua completa com gramática e estrutura própria. Verificouse também que a língua de sinais apresenta iconicidade e arbitrariedade, assim como mecanismos fonológicos, morfológicos, sintáticos, podendo representar ideias e/ou conceitos concretos ou abstratos, emocionais ou racionais, complexos ou simples. Com base em seus conhecimentos sobre a Libras, marque a alternativa em que todos os sinais apresentam iconicidade:
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Leia o excerto:
Quadros (2017) afirma que “a língua de sinais é traduzida como elemento constituidor dos surdos na relação com outros surdos e na produção de significados a respeito de si, de seu grupo, dos outros e de outros grupos. [...] Assim, o outro igual é aquele que usa a mesma língua e que consegue trilhar alguns caminhos comuns que possibilitam o entendimento sem esforços de outra ordem” (p.35). Nesse excerto, a autora ressalta a língua de sinais enquanto uma marca:
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