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Foram encontradas 13.473 questões.

1008910 Ano: 2016
Disciplina: Libras
Banca: AOCP
Orgão: UFFS
Atualmente a interpretação mais requisitada é a do Intérprete Educacional, tanto no Brasil como em outros países. Esse tipo de tradução e interpretação exige responsabilidades e habilidades para lidar com o aluno surdo e com o professor de sala de aula. Mediante essa afirmação, assinale a alternativa correta.
 

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1008909 Ano: 2016
Disciplina: Libras
Banca: AOCP
Orgão: UFFS
Sobre a escrita visual de sinais, assinale a alternativa correta.
 

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979812 Ano: 2016
Disciplina: Libras
Banca: IF-SC
Orgão: IF-SC

De acordo com Quadros e Karnopp (2004, p. 116-118) “Os verbos na língua de sinais brasileira, bem como na ASL, estão basicamente divididos em três classes”, sendo estas as de verbos simples, verbos com concordância, que se flexionam em pessoa, número e aspecto, e verbos espaciais, que são verbos com afixos locativos. Leia as alternativas abaixo e assinale a que apresenta os verbos acima mencionados, respectivamente:

 

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976548 Ano: 2016
Disciplina: Libras
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

A atuação do tradutor/intérprete de Língua Brasileira de Sinais/Língua Portuguesa em sala de aula requer uma parceria fundamental com o professor, a fim de construir um ambiente favorável para a comunicação e aprendizagem do aluno. No entanto, ambos têm papéis distintos nesse processo. Sendo assim, é correto afirmar que

 

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976437 Ano: 2016
Disciplina: Libras
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Considere o seguinte trecho escrito em SignWriting:
Enunciado 976437-1
Assinale a alternativa que corresponde a esse trecho.
 

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976436 Ano: 2016
Disciplina: Libras
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Entre os dois tipos de tradução interlinguística definidos pela linguista Ronice Muller Quadros – a tradução-interpretação simultânea e a tradução-interpretação consecutiva –, esta última tem sido apontada como a mais incomum entre os estudiosos. Acerca das competências linguísticas e tradutórias desenvolvidas pelos TILS no ato de interpretação consecutiva, é correto afirmar:
 

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976434 Ano: 2016
Disciplina: Libras
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Utilize o texto-base “Descobrindo quem somos “nós”” para responder a questão.
Em um livro maravilhoso sobre cultura surda, chamado “Os Surdos na América”, dois pesquisadores surdos americanos contam a história de como uma criança surda adquiriu esse senso de “nós” e “eles”. Essa criança é Sam Supalla, hoje um renomado educador surdo e pesquisador universitário das línguas de sinais.
Sam nasceu em uma família de surdos com vários irmãos surdos mais velhos. Conforme seus interesses se voltavam para o mundo fora de sua família, ele conheceu uma garota que vivia ao lado de sua casa e que parecia ser da sua idade. Depois de alguns encontros, eles se tornaram amigos. Ela era uma companheira agradável, mas havia o problema da sua “estranheza”. Ele não podia falar com ela da mesma forma que falava com seus irmãos e seus pais. Ela parecia ter uma dificuldade extrema de compreender até mesmo os gestos mais elementares. Após umas poucas tentativas frustradas de conversa, ele desistiu e passou a usar gestos e apontamentos quando queria dizer algo ou ir a algum lugar. Ele ficou curioso sobre essa enfermidade estranha que a amiga tinha, mas uma vez que eles haviam encontrado uma forma de interagir, ele contentou-se em se acomodar às necessidades peculiares da garota.
Um dia, Sam lembra-se claramente, ele finalmente compreendeu que sua amiga era de fato excêntrica. Eles estavam brincando na casa dela, quando de repente sua mãe chegou até eles e começou a mover sua boca animadamente. Como que num passe de mágicas, a garota pegou seus brinquedos e os levou para outro lugar. Sam ficou intrigado e voltou para casa para perguntar a sua mãe de que mal, exatamente, a sua amiga vizinha sofria. Sua mãe explicou que ela era “ouvinte” e, por esse motivo, não sabia sinalizar; ao invés disso, ela e sua mãe “falavam”, movendo suas bocas para se comunicarem. Sam então perguntou se essa garota e sua família eram as únicas pessoas “desse tipo”. Sua mãe explicou que não, na verdade, quase todos eram como seus vizinhos. Sua própria família que era incomum. Foi um momento memorável para Sam. Ele lembra-se de ter pensado como era esquisita a garota ao lado e, se ela era “ouvinte”, como as pessoas “ouvintes” deviam ser esquisitas também.
Conforme crianças surdas como Sam vão se tornando adultas, elas aprendem valores culturais surdos de outros membros da comunidade. E o universo surdo é um universo em si bastante complexo, habitado por muito mais categorias do que as mencionadas aqui. Além de “surdos” e “ouvintes”, há também os “deficientes auditivos”, que caminham sobre uma linha que divide o mundo surdo do mundo ouvinte. Há também pessoas “oralizadas”, que abraçam o mundo ouvinte e se enxergam como ouvintes, não apresentando uma identificação direta com surdos usuários de língua de sinais.
A visão sobre “surdez”, sobre quem somos “nós” e quem são “eles”, portanto, vai depender das experiências compartilhadas por cada pessoa surda ao longo de seu desenvolvimento. Embora o fator biológico, o fato de não ouvir, seja um aspecto relevante, ele certamente não pode ser tomado como critério único da definição de “ser surdo”, tampouco como o critério para se definir quem se reconhece como pertencente à cultura e à comunidade surda.
(Extraído do livro “Aprender a ver” (Wilcox; Wilcox, 2005, p. 104-106)
Numere a coluna da direita, relacionando os conceitos de “modelos de tradução” com os respectivos exemplos.
1. Modulação: alterações semânticas ou estilísticas que mantêm o mesmo efeito geral de sentido no contexto específico. ( ) “PROCESSO MEDIAÇÃO AQUISIÇÃO TROCAR ADAPTAR CULTURA” para “processo de aculturação”.
2. Adaptação: solução que estabelece uma equivalência parcial de sentido para os fins do ato tradutório em questão, uma espécie de assimilação cultural entre texto-fonte e texto-meta. ( ) Uso das letras “D” e “A” do alfabeto manual para a abreviação da expressão “deficiente auditivo”.
3. Decalque: refere-se a uma palavra ou expressão emprestada da língua-fonte, submetida a certas restrições ou adaptações gráficas e/ou morfológicas para conformar-se às convenções da língua-alvo, não registrada nos dicionários da língua-fonte. ( ) Utilização do alfabeto manual para interpretar o nome próprio S-A-M-S-U-P-A-L-L-A.
4. Empréstimo: estratégia que é meramente uma cópia da língua de origem para a língua de chegada. ( ) CRIANÇA SURDA IGUAL para “Para a criança surda, a tarefa não é diferente”.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
 

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976433 Ano: 2016
Disciplina: Libras
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Utilize o texto-base “Descobrindo quem somos “nós”” para responder a questão.
Em um livro maravilhoso sobre cultura surda, chamado “Os Surdos na América”, dois pesquisadores surdos americanos contam a história de como uma criança surda adquiriu esse senso de “nós” e “eles”. Essa criança é Sam Supalla, hoje um renomado educador surdo e pesquisador universitário das línguas de sinais.
Sam nasceu em uma família de surdos com vários irmãos surdos mais velhos. Conforme seus interesses se voltavam para o mundo fora de sua família, ele conheceu uma garota que vivia ao lado de sua casa e que parecia ser da sua idade. Depois de alguns encontros, eles se tornaram amigos. Ela era uma companheira agradável, mas havia o problema da sua “estranheza”. Ele não podia falar com ela da mesma forma que falava com seus irmãos e seus pais. Ela parecia ter uma dificuldade extrema de compreender até mesmo os gestos mais elementares. Após umas poucas tentativas frustradas de conversa, ele desistiu e passou a usar gestos e apontamentos quando queria dizer algo ou ir a algum lugar. Ele ficou curioso sobre essa enfermidade estranha que a amiga tinha, mas uma vez que eles haviam encontrado uma forma de interagir, ele contentou-se em se acomodar às necessidades peculiares da garota.
Um dia, Sam lembra-se claramente, ele finalmente compreendeu que sua amiga era de fato excêntrica. Eles estavam brincando na casa dela, quando de repente sua mãe chegou até eles e começou a mover sua boca animadamente. Como que num passe de mágicas, a garota pegou seus brinquedos e os levou para outro lugar. Sam ficou intrigado e voltou para casa para perguntar a sua mãe de que mal, exatamente, a sua amiga vizinha sofria. Sua mãe explicou que ela era “ouvinte” e, por esse motivo, não sabia sinalizar; ao invés disso, ela e sua mãe “falavam”, movendo suas bocas para se comunicarem. Sam então perguntou se essa garota e sua família eram as únicas pessoas “desse tipo”. Sua mãe explicou que não, na verdade, quase todos eram como seus vizinhos. Sua própria família que era incomum. Foi um momento memorável para Sam. Ele lembra-se de ter pensado como era esquisita a garota ao lado e, se ela era “ouvinte”, como as pessoas “ouvintes” deviam ser esquisitas também.
Conforme crianças surdas como Sam vão se tornando adultas, elas aprendem valores culturais surdos de outros membros da comunidade. E o universo surdo é um universo em si bastante complexo, habitado por muito mais categorias do que as mencionadas aqui. Além de “surdos” e “ouvintes”, há também os “deficientes auditivos”, que caminham sobre uma linha que divide o mundo surdo do mundo ouvinte. Há também pessoas “oralizadas”, que abraçam o mundo ouvinte e se enxergam como ouvintes, não apresentando uma identificação direta com surdos usuários de língua de sinais.
A visão sobre “surdez”, sobre quem somos “nós” e quem são “eles”, portanto, vai depender das experiências compartilhadas por cada pessoa surda ao longo de seu desenvolvimento. Embora o fator biológico, o fato de não ouvir, seja um aspecto relevante, ele certamente não pode ser tomado como critério único da definição de “ser surdo”, tampouco como o critério para se definir quem se reconhece como pertencente à cultura e à comunidade surda.
(Extraído do livro “Aprender a ver” (Wilcox; Wilcox, 2005, p. 104-106)
Inúmeros estudiosos dos estudos da interpretação apontam a “omissão” como um processo recorrente na atividade de interpretação simultânea, que ocorre sempre que um dado segmento textual do texto-fonte e a informação nele contida não podem ser recuperados no texto-meta. A partir do exposto, considere as seguintes relações de texto-fonte
TEXTO-FONTE (ORAL) TEXTO-META (SINALIZADO)
1. “Os surdos na América” AMÉRICA SURD@ AQUI (aponta para a mão aberta)
2. “[...] dois pesquisadores surdos americanos contam a história [...]” DOIS SURD@ O-QUÊ EXPLICAR HISTÓRIA
3. “livro maravilhoso sobre cultura surda” LIVRO MARAVILHOS@ TEMA CULTURA SURD@
Ocorre omissão no(s) exemplo(s):
 

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976432 Ano: 2016
Disciplina: Libras
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Utilize o texto-base “Descobrindo quem somos “nós”” para responder a questão.
Em um livro maravilhoso sobre cultura surda, chamado “Os Surdos na América”, dois pesquisadores surdos americanos contam a história de como uma criança surda adquiriu esse senso de “nós” e “eles”. Essa criança é Sam Supalla, hoje um renomado educador surdo e pesquisador universitário das línguas de sinais.
Sam nasceu em uma família de surdos com vários irmãos surdos mais velhos. Conforme seus interesses se voltavam para o mundo fora de sua família, ele conheceu uma garota que vivia ao lado de sua casa e que parecia ser da sua idade. Depois de alguns encontros, eles se tornaram amigos. Ela era uma companheira agradável, mas havia o problema da sua “estranheza”. Ele não podia falar com ela da mesma forma que falava com seus irmãos e seus pais. Ela parecia ter uma dificuldade extrema de compreender até mesmo os gestos mais elementares. Após umas poucas tentativas frustradas de conversa, ele desistiu e passou a usar gestos e apontamentos quando queria dizer algo ou ir a algum lugar. Ele ficou curioso sobre essa enfermidade estranha que a amiga tinha, mas uma vez que eles haviam encontrado uma forma de interagir, ele contentou-se em se acomodar às necessidades peculiares da garota.
Um dia, Sam lembra-se claramente, ele finalmente compreendeu que sua amiga era de fato excêntrica. Eles estavam brincando na casa dela, quando de repente sua mãe chegou até eles e começou a mover sua boca animadamente. Como que num passe de mágicas, a garota pegou seus brinquedos e os levou para outro lugar. Sam ficou intrigado e voltou para casa para perguntar a sua mãe de que mal, exatamente, a sua amiga vizinha sofria. Sua mãe explicou que ela era “ouvinte” e, por esse motivo, não sabia sinalizar; ao invés disso, ela e sua mãe “falavam”, movendo suas bocas para se comunicarem. Sam então perguntou se essa garota e sua família eram as únicas pessoas “desse tipo”. Sua mãe explicou que não, na verdade, quase todos eram como seus vizinhos. Sua própria família que era incomum. Foi um momento memorável para Sam. Ele lembra-se de ter pensado como era esquisita a garota ao lado e, se ela era “ouvinte”, como as pessoas “ouvintes” deviam ser esquisitas também.
Conforme crianças surdas como Sam vão se tornando adultas, elas aprendem valores culturais surdos de outros membros da comunidade. E o universo surdo é um universo em si bastante complexo, habitado por muito mais categorias do que as mencionadas aqui. Além de “surdos” e “ouvintes”, há também os “deficientes auditivos”, que caminham sobre uma linha que divide o mundo surdo do mundo ouvinte. Há também pessoas “oralizadas”, que abraçam o mundo ouvinte e se enxergam como ouvintes, não apresentando uma identificação direta com surdos usuários de língua de sinais.
A visão sobre “surdez”, sobre quem somos “nós” e quem são “eles”, portanto, vai depender das experiências compartilhadas por cada pessoa surda ao longo de seu desenvolvimento. Embora o fator biológico, o fato de não ouvir, seja um aspecto relevante, ele certamente não pode ser tomado como critério único da definição de “ser surdo”, tampouco como o critério para se definir quem se reconhece como pertencente à cultura e à comunidade surda.
(Extraído do livro “Aprender a ver” (Wilcox; Wilcox, 2005, p. 104-106)
Vamos supor que, como tradutor intérprete, você ouvisse o texto acima narrado oralmente em português, através de leitura fluente, gravado em arquivo audiovisual, e tivesse que vertê-lo para a língua brasileira de sinais em vídeo, no ato da leitura.
Essa prática é chamada de:
 

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976431 Ano: 2016
Disciplina: Libras
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Utilize o texto-base “Descobrindo quem somos “nós”” para responder a questão.
Em um livro maravilhoso sobre cultura surda, chamado “Os Surdos na América”, dois pesquisadores surdos americanos contam a história de como uma criança surda adquiriu esse senso de “nós” e “eles”. Essa criança é Sam Supalla, hoje um renomado educador surdo e pesquisador universitário das línguas de sinais.
Sam nasceu em uma família de surdos com vários irmãos surdos mais velhos. Conforme seus interesses se voltavam para o mundo fora de sua família, ele conheceu uma garota que vivia ao lado de sua casa e que parecia ser da sua idade. Depois de alguns encontros, eles se tornaram amigos. Ela era uma companheira agradável, mas havia o problema da sua “estranheza”. Ele não podia falar com ela da mesma forma que falava com seus irmãos e seus pais. Ela parecia ter uma dificuldade extrema de compreender até mesmo os gestos mais elementares. Após umas poucas tentativas frustradas de conversa, ele desistiu e passou a usar gestos e apontamentos quando queria dizer algo ou ir a algum lugar. Ele ficou curioso sobre essa enfermidade estranha que a amiga tinha, mas uma vez que eles haviam encontrado uma forma de interagir, ele contentou-se em se acomodar às necessidades peculiares da garota.
Um dia, Sam lembra-se claramente, ele finalmente compreendeu que sua amiga era de fato excêntrica. Eles estavam brincando na casa dela, quando de repente sua mãe chegou até eles e começou a mover sua boca animadamente. Como que num passe de mágicas, a garota pegou seus brinquedos e os levou para outro lugar. Sam ficou intrigado e voltou para casa para perguntar a sua mãe de que mal, exatamente, a sua amiga vizinha sofria. Sua mãe explicou que ela era “ouvinte” e, por esse motivo, não sabia sinalizar; ao invés disso, ela e sua mãe “falavam”, movendo suas bocas para se comunicarem. Sam então perguntou se essa garota e sua família eram as únicas pessoas “desse tipo”. Sua mãe explicou que não, na verdade, quase todos eram como seus vizinhos. Sua própria família que era incomum. Foi um momento memorável para Sam. Ele lembra-se de ter pensado como era esquisita a garota ao lado e, se ela era “ouvinte”, como as pessoas “ouvintes” deviam ser esquisitas também.
Conforme crianças surdas como Sam vão se tornando adultas, elas aprendem valores culturais surdos de outros membros da comunidade. E o universo surdo é um universo em si bastante complexo, habitado por muito mais categorias do que as mencionadas aqui. Além de “surdos” e “ouvintes”, há também os “deficientes auditivos”, que caminham sobre uma linha que divide o mundo surdo do mundo ouvinte. Há também pessoas “oralizadas”, que abraçam o mundo ouvinte e se enxergam como ouvintes, não apresentando uma identificação direta com surdos usuários de língua de sinais.
A visão sobre “surdez”, sobre quem somos “nós” e quem são “eles”, portanto, vai depender das experiências compartilhadas por cada pessoa surda ao longo de seu desenvolvimento. Embora o fator biológico, o fato de não ouvir, seja um aspecto relevante, ele certamente não pode ser tomado como critério único da definição de “ser surdo”, tampouco como o critério para se definir quem se reconhece como pertencente à cultura e à comunidade surda.
(Extraído do livro “Aprender a ver” (Wilcox; Wilcox, 2005, p. 104-106)
Com base nas concepções de surdez e dos surdos, veiculadas na literatura, assinale a alternativa que apresenta a intenção desse texto:
 

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