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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Juazeiro-BA
TEXTO II
Motivo
Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.
Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.
Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
— mais nada.
Cecília Meireles
(Disponível em: https://www.todamateria.com.br/poetas-brasileiros/)
Analise as afirmativas a seguir sobre o poema do TEXTO II:
I. Está escrito na 1ª pessoa do singular, ressaltando a perspectiva intimista e subjetividade da autora.
II. O uso do tempo presente nos versos “Eu canto porque o instante existe” e “a minha vida está completa” valoriza o momento presente.
III. Existem várias antíteses, por exemplo: “Não sou alegre nem sou triste sou poeta”, ressaltando a parcialidade do eu lírico.
IV. Os versos “Irmão das coisas fugidias; não sinto gozo nem tormento” frisam a importância dos sentimentos e coisas duradouras.
É correto o que se afirma
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: SC Treinamentos
Orgão: Pref. Videira-SC
Leia o poema a seguir, de Camões:
“Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?”
De acordo com a análise do poema, é CORRETO afirmar que:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ITEC
Orgão: Pref. Alto Horizonte-GO
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
- Interpretação de TextosIntertextualidade
Na tradição literária de Língua Portuguesa, a obra de Fernando Pessoa destaca-se pelo conceito de heteronímia. A esse respeito, é correto afirmar que:
I- O que se impõe também como fato inegável, é a importância que Fernando Pessoa atribuiu ao mito, ou à consciência mítica para o poeta. E isso, não só porque tal "consciência" aparece, desde cedo, em seus escritos (o projeto de "Mensagem" em já se encontra registrado em suas anotações, desde os anos 10), mas principalmente pelo cunho de perenidade que tentou imprimir a cada produção heterônima, com a matéria poética em grau maior, com que as construiu passo a passo. Perenidade de mito, que o poeta tentou, de certa maneira, neutralizar diante do leitor, pela invenção das biografias, com que pretendeu fixar, no cotidiano, algo que ele sabia pertencente ao intemporal.
II- Pessoa criou "autores" que ele próprio não poderia sê-lo, atribuindo-lhes de características físicas, psicológicas, políticas, religiosas. Dotoulhe de características detalhadas em seus pormenores, como data e local de nascimento. Assim, Fernando Pessoa, ao transformar-se no outro, ao "outrar- se", dá ao seu mundo a possibilidade de convivência com "colegas" que demonstram estados de consciência distintos dos seus e, por vezes, infinitamente diferentes. O "eu" de Pessoa assume outra personalidade, inventa uma nova individualidade, como forma essencial de construção de sua vida, de seu mundo.
III- Na arte moderna, a poesia está liberta de qualquer finalidade utilitária. O poema possui seu valor em si mesmo, em sua perfeição formal e temática, e não no seu assunto. Não há vínculos com as questões sociais da época. Os poetas modernistas mantêm sua poesia à parte do contexto ao qual estão inseridos. Em vista disso, teremos diversas poesias em que se descreve um determinado objeto ou uma determinada cena. Vemos, no final do século XIX, o decréscimo da influência das doutrinas racionalistas, até então vigentes. O progresso industrial segue a todo vapor comandado pela alta burguesia, que aumenta cada vez mais o seu poder econômico e sua influência política.
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“Escreve! Molha a pena, o leve estilo enrista!
Pinta um canto de céu, uma nuvem de gaze
Solta, brilhante ao sol; e que a alma se te vaze
Na cópia dessa luz que nos deslumbra a vista.”
Esses versos pertencem à 2ª estrofe de um soneto. Analisando seus aspectos formais, conclui-se que o poema:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. São Francisco Guaporé-RO
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. São Francisco Guaporé-RO
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Leia o excerto poético e observe a imagem para responder à questão.
Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,
Que viva de guardar alheio gado,
De tosco trato, e dos sóis queimado.
Tenho próprio casal e nele assisto;
Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;
Das brancas ovelhinhas tiro o leite,
E mais as finas lãs, de que me visto.
Graças, Marília bela
Graças à minha estrela.
GONZAGA, Tomás Antônio. Lira I. In: A poesia dos inconfidentes. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1996. p. 7

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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. São Francisco Guaporé-RO
O dualismo, o bifrontismo: arte do conflito, do contraste, do dilema, da contradição, da dúvida; emprego intensivo das antíteses, dos paradoxos e dos oxímoros. O fusionismo: tentativa de conciliação dos contrários: Claro x Escuro, Deus x Homem, Fé x Razão, Céu x Terra, Teocentrismo x Antropocentrismo, Alma x Corpo, Virtude x Pecado, Espírito x Carne, Ascetismo x Mundanismo, Cristianismo x Paganismo, Dor x Prazer, Mocidade x Velhice, Vida x Morte, Humanização do sobrenatural.
Referimo-nos ao:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Roseira-SP
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Roseira-SP
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