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Texto CG1A1-II
O ser humano é um paradoxo. Nós somos um paradoxo
porque somos animais capazes de refletir sobre o tempo e
entender que temos uma dimensão finita neste planeta. Nós
somos criaturas que nascemos, crescemos e, finalmente,
morremos. Mas também somos capazes de ver um ciclo no qual a
própria natureza repete essa ordem. Toda forma de vida repete
essa fórmula: nascer, crescer e, finalmente, morrer, ou seja, existe
um ponto de criação e de destruição no universo e nós somos
partes desse ciclo. Portanto, uma das grandes indagações do
espírito humano é tentar compreender de onde nós viemos: por
que nós estamos aqui? Qual é o sentido da nossa existência? Nós
somos os únicos animais capazes de formular esse tipo de
pergunta.
Uma das lições que aprendemos com a ciência moderna,
que julgo ser essencial, porém pouco discutida, é a da
exclusividade do ser humano no universo. Dito isto, posso
assegurar que não há outro ser humano no universo, ou seja, é
impossível que, entre a vasta existência dos planetas que existem
no universo, possa ter havido outro planeta que tenha tido uma
evolução e uma história similar à do planeta Terra — com mais
de 4,5 bilhões de anos — e que tenha forjado a emergência de
outra espécie primata semelhante à nossa. Desta forma, aquilo a
que me refiro é algo muito importante, isto é, apenas a nossa
espécie existe como ser humano. Ainda que haja outros seres
extraterrestres bípedes e com uma simetria bilateral, eles não
serão humanos, eles serão diferentes, porque a história da vida,
em cada planeta, reflete a história da vida daquele planeta.
Marcelo Gleiser. In: À escuta do infinito: estamos mais perto de Deus?
Um encontro entre Marcelo Gleiser e Gianfranco Ravasi. Coordenador: Fabiano Incerti.
Tradução: Natan Marinho Junior. Curitiba: PUCPRESS, 2018, p. 15-16 (com adaptações).
I No terceiro período do primeiro parágrafo, a flexão da forma verbal “nascemos” na primeira pessoa do plural deve-se à concordância dessa forma verbal com o sujeito oculto da oração, cujo referente é “Nós”.
II A substituição da forma verbal “existem” (segundo período do segundo parágrafo) pela forma verbal há manteria a correção gramatical do texto.
III Estaria preservada a correção gramatical do segundo período do segundo parágrafo caso se substituísse “similar à do planeta Terra” por similares às do planeta Terra.
Assinale a opção correta.
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Texto CG1A1-II
O ser humano é um paradoxo. Nós somos um paradoxo
porque somos animais capazes de refletir sobre o tempo e
entender que temos uma dimensão finita neste planeta. Nós
somos criaturas que nascemos, crescemos e, finalmente,
morremos. Mas também somos capazes de ver um ciclo no qual a
própria natureza repete essa ordem. Toda forma de vida repete
essa fórmula: nascer, crescer e, finalmente, morrer, ou seja, existe
um ponto de criação e de destruição no universo e nós somos
partes desse ciclo. Portanto, uma das grandes indagações do
espírito humano é tentar compreender de onde nós viemos: por
que nós estamos aqui? Qual é o sentido da nossa existência? Nós
somos os únicos animais capazes de formular esse tipo de
pergunta.
Uma das lições que aprendemos com a ciência moderna,
que julgo ser essencial, porém pouco discutida, é a da
exclusividade do ser humano no universo. Dito isto, posso
assegurar que não há outro ser humano no universo, ou seja, é
impossível que, entre a vasta existência dos planetas que existem
no universo, possa ter havido outro planeta que tenha tido uma
evolução e uma história similar à do planeta Terra — com mais
de 4,5 bilhões de anos — e que tenha forjado a emergência de
outra espécie primata semelhante à nossa. Desta forma, aquilo a
que me refiro é algo muito importante, isto é, apenas a nossa
espécie existe como ser humano. Ainda que haja outros seres
extraterrestres bípedes e com uma simetria bilateral, eles não
serão humanos, eles serão diferentes, porque a história da vida,
em cada planeta, reflete a história da vida daquele planeta.
Marcelo Gleiser. In: À escuta do infinito: estamos mais perto de Deus?
Um encontro entre Marcelo Gleiser e Gianfranco Ravasi. Coordenador: Fabiano Incerti.
Tradução: Natan Marinho Junior. Curitiba: PUCPRESS, 2018, p. 15-16 (com adaptações).
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Texto CG1A1-II
O ser humano é um paradoxo. Nós somos um paradoxo
porque somos animais capazes de refletir sobre o tempo e
entender que temos uma dimensão finita neste planeta. Nós
somos criaturas que nascemos, crescemos e, finalmente,
morremos. Mas também somos capazes de ver um ciclo no qual a
própria natureza repete essa ordem. Toda forma de vida repete
essa fórmula: nascer, crescer e, finalmente, morrer, ou seja, existe
um ponto de criação e de destruição no universo e nós somos
partes desse ciclo. Portanto, uma das grandes indagações do
espírito humano é tentar compreender de onde nós viemos: por
que nós estamos aqui? Qual é o sentido da nossa existência? Nós
somos os únicos animais capazes de formular esse tipo de
pergunta.
Uma das lições que aprendemos com a ciência moderna,
que julgo ser essencial, porém pouco discutida, é a da
exclusividade do ser humano no universo. Dito isto, posso
assegurar que não há outro ser humano no universo, ou seja, é
impossível que, entre a vasta existência dos planetas que existem
no universo, possa ter havido outro planeta que tenha tido uma
evolução e uma história similar à do planeta Terra — com mais
de 4,5 bilhões de anos — e que tenha forjado a emergência de
outra espécie primata semelhante à nossa. Desta forma, aquilo a
que me refiro é algo muito importante, isto é, apenas a nossa
espécie existe como ser humano. Ainda que haja outros seres
extraterrestres bípedes e com uma simetria bilateral, eles não
serão humanos, eles serão diferentes, porque a história da vida,
em cada planeta, reflete a história da vida daquele planeta.
Marcelo Gleiser. In: À escuta do infinito: estamos mais perto de Deus?
Um encontro entre Marcelo Gleiser e Gianfranco Ravasi. Coordenador: Fabiano Incerti.
Tradução: Natan Marinho Junior. Curitiba: PUCPRESS, 2018, p. 15-16 (com adaptações).
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Texto CG1A1-I
Referência em gestão fiscal, com superávit de
R$ 6,4 bilhões em 2024 e mantendo a nota A+ na classificação
máxima de capacidade de pagamento (CAPAG) do Tesouro
Nacional pelo segundo ano consecutivo, o estado do Paraná
demonstra que mesmo estados bem administrados não estão
imunes aos efeitos macroeconômicos. Sua base tributável
diversificada — agronegócio, indústria automotiva, energia,
combustíveis, logística — também registra desaceleração,
especialmente em segmentos sensíveis a juros, como veículos e
materiais de construção. O que se pode inferir desse
comportamento é que mesmo a gestão fiscal responsável não está
imune a choques macroeconômicos, mas prepara o estado para
atravessar períodos adversos com menor risco de desequilíbrio.
A experiência de estados como o Paraná, que
consolidaram suas finanças públicas e alcançaram as melhores
classificações de capacidade de pagamento, oferece lições
importantes. A disciplina fiscal em períodos de abundância criou
uma margem de segurança para o estado atravessar períodos de
menor dinamismo sem rupturas. O controle rigoroso de gastos
correntes preserva espaço fiscal para investimentos prioritários.
A transparência na gestão orçamentária e o planejamento de
longo prazo permitem a antecipação de cenários adversos e a
implementação de ajustes graduais, evitando correções abruptas
que comprometem a prestação de serviços públicos. Contudo,
mesmo para estados bem-preparados, o cenário de 2026 exige
postura cautelosa. O fim da fase de abundância não significa crise
fiscal, mas demanda prudência nas decisões de gasto e foco na
sustentabilidade de longo prazo das finanças públicas estaduais.
Internet: <fazenda.pr.gov.br> (com adaptações)
I Estaria mantida a correção gramatical do texto caso a expressão “mesmo a gestão fiscal responsável” (último período do primeiro parágrafo) estivesse isolada entre vírgulas.
II A supressão da vírgula empregada após o termo “Paraná” (primeiro período do segundo parágrafo) manteria a correção gramatical do período, mas alteraria seu sentido.
III No quarto período do segundo parágrafo, a inserção de vírgula imediatamente depois do termo “abruptas” não prejudicaria a correção gramatical do texto, mas alteraria o seu sentido original.
Assinale a opção correta.
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Texto CG1A1-I
Referência em gestão fiscal, com superávit de
R$ 6,4 bilhões em 2024 e mantendo a nota A+ na classificação
máxima de capacidade de pagamento (CAPAG) do Tesouro
Nacional pelo segundo ano consecutivo, o estado do Paraná
demonstra que mesmo estados bem administrados não estão
imunes aos efeitos macroeconômicos. Sua base tributável
diversificada — agronegócio, indústria automotiva, energia,
combustíveis, logística — também registra desaceleração,
especialmente em segmentos sensíveis a juros, como veículos e
materiais de construção. O que se pode inferir desse
comportamento é que mesmo a gestão fiscal responsável não está
imune a choques macroeconômicos, mas prepara o estado para
atravessar períodos adversos com menor risco de desequilíbrio.
A experiência de estados como o Paraná, que
consolidaram suas finanças públicas e alcançaram as melhores
classificações de capacidade de pagamento, oferece lições
importantes. A disciplina fiscal em períodos de abundância criou
uma margem de segurança para o estado atravessar períodos de
menor dinamismo sem rupturas. O controle rigoroso de gastos
correntes preserva espaço fiscal para investimentos prioritários.
A transparência na gestão orçamentária e o planejamento de
longo prazo permitem a antecipação de cenários adversos e a
implementação de ajustes graduais, evitando correções abruptas
que comprometem a prestação de serviços públicos. Contudo,
mesmo para estados bem-preparados, o cenário de 2026 exige
postura cautelosa. O fim da fase de abundância não significa crise
fiscal, mas demanda prudência nas decisões de gasto e foco na
sustentabilidade de longo prazo das finanças públicas estaduais.
Internet: <fazenda.pr.gov.br> (com adaptações)
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Referência em gestão fiscal, com superávit de
R$ 6,4 bilhões em 2024 e mantendo a nota A+ na classificação
máxima de capacidade de pagamento (CAPAG) do Tesouro
Nacional pelo segundo ano consecutivo, o estado do Paraná
demonstra que mesmo estados bem administrados não estão
imunes aos efeitos macroeconômicos. Sua base tributável
diversificada — agronegócio, indústria automotiva, energia,
combustíveis, logística — também registra desaceleração,
especialmente em segmentos sensíveis a juros, como veículos e
materiais de construção. O que se pode inferir desse
comportamento é que mesmo a gestão fiscal responsável não está
imune a choques macroeconômicos, mas prepara o estado para
atravessar períodos adversos com menor risco de desequilíbrio.
A experiência de estados como o Paraná, que
consolidaram suas finanças públicas e alcançaram as melhores
classificações de capacidade de pagamento, oferece lições
importantes. A disciplina fiscal em períodos de abundância criou
uma margem de segurança para o estado atravessar períodos de
menor dinamismo sem rupturas. O controle rigoroso de gastos
correntes preserva espaço fiscal para investimentos prioritários.
A transparência na gestão orçamentária e o planejamento de
longo prazo permitem a antecipação de cenários adversos e a
implementação de ajustes graduais, evitando correções abruptas
que comprometem a prestação de serviços públicos. Contudo,
mesmo para estados bem-preparados, o cenário de 2026 exige
postura cautelosa. O fim da fase de abundância não significa crise
fiscal, mas demanda prudência nas decisões de gasto e foco na
sustentabilidade de longo prazo das finanças públicas estaduais.
Internet: <fazenda.pr.gov.br> (com adaptações)
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Por não estarem distraídos
(Clarice Lispector)
Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como
quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por
admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de
antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria
água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e
riam para dar matéria e peso à levíssima embriaguez que era a
alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles
se tocavam, e ao toque – a sede é a graça, mas as águas são uma
beleza de escuras – e ao toque brilhava o brilho da água deles, a
boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles
admiravam estarem juntos! Até que tudo se transformou em não.
Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma
alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das
palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele
não vira, ela que estava ali, no entanto. No entanto, ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais
erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só
porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante
distraídos. Só porque, de súbitos, exigentes e duros, quiseram ter
o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque
quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se
estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para
que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto
da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais
distraídos.
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Por não estarem distraídos
(Clarice Lispector)
Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como
quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por
admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de
antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria
água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e
riam para dar matéria e peso à levíssima embriaguez que era a
alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles
se tocavam, e ao toque – a sede é a graça, mas as águas são uma
beleza de escuras – e ao toque brilhava o brilho da água deles, a
boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles
admiravam estarem juntos! Até que tudo se transformou em não.
Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma
alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das
palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele
não vira, ela que estava ali, no entanto. No entanto, ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais
erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só
porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante
distraídos. Só porque, de súbitos, exigentes e duros, quiseram ter
o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque
quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se
estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para
que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto
da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais
distraídos.
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Por não estarem distraídos
(Clarice Lispector)
Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como
quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por
admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de
antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria
água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e
riam para dar matéria e peso à levíssima embriaguez que era a
alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles
se tocavam, e ao toque – a sede é a graça, mas as águas são uma
beleza de escuras – e ao toque brilhava o brilho da água deles, a
boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles
admiravam estarem juntos! Até que tudo se transformou em não.
Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma
alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das
palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele
não vira, ela que estava ali, no entanto. No entanto, ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais
erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só
porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante
distraídos. Só porque, de súbitos, exigentes e duros, quiseram ter
o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque
quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se
estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para
que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto
da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais
distraídos.
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Por não estarem distraídos
(Clarice Lispector)
Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como
quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por
admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de
antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria
água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e
riam para dar matéria e peso à levíssima embriaguez que era a
alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles
se tocavam, e ao toque – a sede é a graça, mas as águas são uma
beleza de escuras – e ao toque brilhava o brilho da água deles, a
boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles
admiravam estarem juntos! Até que tudo se transformou em não.
Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma
alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das
palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele
não vira, ela que estava ali, no entanto. No entanto, ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais
erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só
porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante
distraídos. Só porque, de súbitos, exigentes e duros, quiseram ter
o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque
quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se
estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para
que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto
da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais
distraídos.
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