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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como escola pública de Cubatão deixou rotina de
drogas e violência e se tornou uma das 'melhores do
mundo'.
O professor de História Régis Marques ouviu falar pela
primeira vez na Escola Estadual Parque dos Sonhos
quando recebeu um telefonema, em 2016, da Diretoria
de Ensino de Santos. Era um convite para ele assumir a
direção da unidade, que fica em Cubatão, litoral paulista.
"Fui pesquisar na internet sobre a escola, e a primeira
notícia que encontrei relatava que a comunidade onde
ela está inserida enfrentava insegurança devido à
violência. A segunda reportagem mencionava que a
escola havia sido alvo de furto", conta o diretor.
"Também havia um terceiro texto que falava que, em
uma festa junina, pessoas do tráfico entraram na escola
e fizeram algazarra durante a festa."
Diante das manchetes, ele hesitou. "Pensei: Meu Deus,
será que eu vou para essa escola mesmo?".
A má fama da escola era tanta que a Parque dos Sonhos
ganhou o apelido de Parque dos Pesadelos. Mesmo
assim, Régis aceitou o desafio.
Nove anos depois, a escola pública, que vivia
enfrentando invasões, furtos e episódios de violência,
ganhou um prêmio internacional com o reconhecimento
do trabalho feito para mudar essa realidade.
A Parque dos Sonhos venceu na categoria "Superação
de Adversidades". Em 15 de novembro, o diretor foi a
Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para a
cerimônia do Prêmio Melhor Escola do Mundo 2025
(World's Best School Prize), realizado pela Organização
Britânica T4 Education.
Inspiração em modelo cubano
Para o diretor, o projeto mais transformador veio
inspirado em um modelo cubano de educação: visitar as
famílias em suas residências.
Batizado de "A escola vai à sua casa", o projeto identifica
alunos com problemas de frequência ou indisciplina e
marca um encontro com os responsáveis aos finais de
semana.
É um jeito de compreender a vida dos alunos para além
dos muros da escola, considerando que muitos
atravessam condições precárias para chegar à sala de
aula.
"É uma maneira de colocar-se no lugar do aluno,
compreender as dificuldades que ele enfrenta e observar
como é o seu ambiente doméstico", diz Régis." Tem muitas questões que os professores
muitas vezes não veem."
Os corredores da escola também contam uma história.
Em cada porta das salas de aula da Parque dos Sonhos, um grafite de um personagem histórico ligado à luta
pelos direitos humanos.
Figuras como o indiano Mahatma Gandhi, o sul-africano
Nelson Mandela, a paquistanesa Malala Yousafzai, o
uruguaio Pepe Mujica e os brasileiros Marielle Franco e
Paulo Freire.
Nomes que já foram alvo de críticas em um contexto de
polarização política — entre elas do Escola Sem Partido,
movimento que prega o fim da "doutrinação ideológica"
nas escolas.
As lideranças servem de inspiração para um dos pilares
pedagógicos mais importantes da escola: a Semana da
Não Violência.
Realizada anualmente em outubro, o evento envolve
rodas de conversa, estudos sobre ícones pacifistas e
práticas de justiça restaurativa. Segundo o diretor, a
proposta vai muito além de "ser bonzinho".
"Não violência não é dar a outra face. Não violência é
você questionar o sistema que te oprime", afirma Régis.
O diretor afirma não temer críticas ideológicas e defende
que a pauta da escola é a união.
"Aqui é uma escola que parte do princípio do que nos
une, e não do que nos diferencia ou de tudo aquilo que
nos afasta. Escuto todos, seja de direita, de esquerda,
de centro, de extrema-direita, de extrema-esquerda."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjwy9n1npe8o- adaptado
Considerando o valor semântico que os sintagmas expressam no trecho, identifique a alternativa correta.
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Como escola pública de Cubatão deixou rotina de
drogas e violência e se tornou uma das 'melhores do
mundo'.
O professor de História Régis Marques ouviu falar pela
primeira vez na Escola Estadual Parque dos Sonhos
quando recebeu um telefonema, em 2016, da Diretoria
de Ensino de Santos. Era um convite para ele assumir a
direção da unidade, que fica em Cubatão, litoral paulista.
"Fui pesquisar na internet sobre a escola, e a primeira
notícia que encontrei relatava que a comunidade onde
ela está inserida enfrentava insegurança devido à
violência. A segunda reportagem mencionava que a
escola havia sido alvo de furto", conta o diretor.
"Também havia um terceiro texto que falava que, em
uma festa junina, pessoas do tráfico entraram na escola
e fizeram algazarra durante a festa."
Diante das manchetes, ele hesitou. "Pensei: Meu Deus,
será que eu vou para essa escola mesmo?".
A má fama da escola era tanta que a Parque dos Sonhos
ganhou o apelido de Parque dos Pesadelos. Mesmo
assim, Régis aceitou o desafio.
Nove anos depois, a escola pública, que vivia
enfrentando invasões, furtos e episódios de violência,
ganhou um prêmio internacional com o reconhecimento
do trabalho feito para mudar essa realidade.
A Parque dos Sonhos venceu na categoria "Superação
de Adversidades". Em 15 de novembro, o diretor foi a
Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para a
cerimônia do Prêmio Melhor Escola do Mundo 2025
(World's Best School Prize), realizado pela Organização
Britânica T4 Education.
Inspiração em modelo cubano
Para o diretor, o projeto mais transformador veio
inspirado em um modelo cubano de educação: visitar as
famílias em suas residências.
Batizado de "A escola vai à sua casa", o projeto identifica
alunos com problemas de frequência ou indisciplina e
marca um encontro com os responsáveis aos finais de
semana.
É um jeito de compreender a vida dos alunos para além
dos muros da escola, considerando que muitos
atravessam condições precárias para chegar à sala de
aula.
"É uma maneira de colocar-se no lugar do aluno,
compreender as dificuldades que ele enfrenta e observar
como é o seu ambiente doméstico", diz Régis." Tem muitas questões que os professores
muitas vezes não veem."
Os corredores da escola também contam uma história.
Em cada porta das salas de aula da Parque dos Sonhos, um grafite de um personagem histórico ligado à luta
pelos direitos humanos.
Figuras como o indiano Mahatma Gandhi, o sul-africano
Nelson Mandela, a paquistanesa Malala Yousafzai, o
uruguaio Pepe Mujica e os brasileiros Marielle Franco e
Paulo Freire.
Nomes que já foram alvo de críticas em um contexto de
polarização política — entre elas do Escola Sem Partido,
movimento que prega o fim da "doutrinação ideológica"
nas escolas.
As lideranças servem de inspiração para um dos pilares
pedagógicos mais importantes da escola: a Semana da
Não Violência.
Realizada anualmente em outubro, o evento envolve
rodas de conversa, estudos sobre ícones pacifistas e
práticas de justiça restaurativa. Segundo o diretor, a
proposta vai muito além de "ser bonzinho".
"Não violência não é dar a outra face. Não violência é
você questionar o sistema que te oprime", afirma Régis.
O diretor afirma não temer críticas ideológicas e defende
que a pauta da escola é a união.
"Aqui é uma escola que parte do princípio do que nos
une, e não do que nos diferencia ou de tudo aquilo que
nos afasta. Escuto todos, seja de direita, de esquerda,
de centro, de extrema-direita, de extrema-esquerda."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjwy9n1npe8o- adaptado
No trecho acima, o verbo "entrar" está flexionado corretamente para concordar com o núcleo do sujeito "pessoas". Agora, analise as concordâncias a seguir:
I.Em toda a Índia, 118 milhões de mulheres adultas em 12 Estados recebem transferências de dinheiro incondicionais do governo. Com isso, o país passou a ser o cenário de um dos maiores e menos estudados experimentos de política social do mundo.
II.Acostumado há muito tempo a subsidiar cereais, combustíveis e empregos na zona rural, a Índia se aventura em algo ainda mais radical: pagar às mulheres adultas por se encarregarem do funcionamento do lar.
III.Elas assumem a carga do trabalho de cuidados não remunerado e constituem um eleitorado numeroso demais para ser ignorada.
A concordância está adequada em:
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drogas e violência e se tornou uma das 'melhores do
mundo'.
O professor de História Régis Marques ouviu falar pela
primeira vez na Escola Estadual Parque dos Sonhos
quando recebeu um telefonema, em 2016, da Diretoria
de Ensino de Santos. Era um convite para ele assumir a
direção da unidade, que fica em Cubatão, litoral paulista.
"Fui pesquisar na internet sobre a escola, e a primeira
notícia que encontrei relatava que a comunidade onde
ela está inserida enfrentava insegurança devido à
violência. A segunda reportagem mencionava que a
escola havia sido alvo de furto", conta o diretor.
"Também havia um terceiro texto que falava que, em
uma festa junina, pessoas do tráfico entraram na escola
e fizeram algazarra durante a festa."
Diante das manchetes, ele hesitou. "Pensei: Meu Deus,
será que eu vou para essa escola mesmo?".
A má fama da escola era tanta que a Parque dos Sonhos
ganhou o apelido de Parque dos Pesadelos. Mesmo
assim, Régis aceitou o desafio.
Nove anos depois, a escola pública, que vivia
enfrentando invasões, furtos e episódios de violência,
ganhou um prêmio internacional com o reconhecimento
do trabalho feito para mudar essa realidade.
A Parque dos Sonhos venceu na categoria "Superação
de Adversidades". Em 15 de novembro, o diretor foi a
Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para a
cerimônia do Prêmio Melhor Escola do Mundo 2025
(World's Best School Prize), realizado pela Organização
Britânica T4 Education.
Inspiração em modelo cubano
Para o diretor, o projeto mais transformador veio
inspirado em um modelo cubano de educação: visitar as
famílias em suas residências.
Batizado de "A escola vai à sua casa", o projeto identifica
alunos com problemas de frequência ou indisciplina e
marca um encontro com os responsáveis aos finais de
semana.
É um jeito de compreender a vida dos alunos para além
dos muros da escola, considerando que muitos
atravessam condições precárias para chegar à sala de
aula.
"É uma maneira de colocar-se no lugar do aluno,
compreender as dificuldades que ele enfrenta e observar
como é o seu ambiente doméstico", diz Régis." Tem muitas questões que os professores
muitas vezes não veem."
Os corredores da escola também contam uma história.
Em cada porta das salas de aula da Parque dos Sonhos, um grafite de um personagem histórico ligado à luta
pelos direitos humanos.
Figuras como o indiano Mahatma Gandhi, o sul-africano
Nelson Mandela, a paquistanesa Malala Yousafzai, o
uruguaio Pepe Mujica e os brasileiros Marielle Franco e
Paulo Freire.
Nomes que já foram alvo de críticas em um contexto de
polarização política — entre elas do Escola Sem Partido,
movimento que prega o fim da "doutrinação ideológica"
nas escolas.
As lideranças servem de inspiração para um dos pilares
pedagógicos mais importantes da escola: a Semana da
Não Violência.
Realizada anualmente em outubro, o evento envolve
rodas de conversa, estudos sobre ícones pacifistas e
práticas de justiça restaurativa. Segundo o diretor, a
proposta vai muito além de "ser bonzinho".
"Não violência não é dar a outra face. Não violência é
você questionar o sistema que te oprime", afirma Régis.
O diretor afirma não temer críticas ideológicas e defende
que a pauta da escola é a união.
"Aqui é uma escola que parte do princípio do que nos
une, e não do que nos diferencia ou de tudo aquilo que
nos afasta. Escuto todos, seja de direita, de esquerda,
de centro, de extrema-direita, de extrema-esquerda."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjwy9n1npe8o- adaptado
Considerando a análise sintática dos elementos linguísticos empregados no trecho, avalie as afirmativas a seguir:
I.O verbo 'haver' é impessoal e intransitivo, não apresentando complemento verbal, sendo usado na terceira pessoa do singular para indicar existência ou ocorrência de algo. Por essa razão, não admite sujeito e permanece invariável em todas as suas formas quando empregado nesse sentido.
II.A expressão 'da escola' exerce a função de adjunto adnominal, especificando a quem pertencem os corredores. A expressão 'das salas' também exerce a mesma função sintática.
III.A expressão 'uma história' exerce a função de objeto direto do verbo 'contar', indicando o conteúdo ou aquilo que os corredores 'revelam' ou 'narram'.
IV.A crase em 'à luta' está adequada, pois o termo 'histórico' exige um complemento introduzido por preposição, e o substantivo 'luta' é feminino, justificando a fusão da preposição 'a' com o artigo definido 'a', resultando em 'à'.
É correto o que se afirma em:
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mundo'.
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primeira vez na Escola Estadual Parque dos Sonhos
quando recebeu um telefonema, em 2016, da Diretoria
de Ensino de Santos. Era um convite para ele assumir a
direção da unidade, que fica em Cubatão, litoral paulista.
"Fui pesquisar na internet sobre a escola, e a primeira
notícia que encontrei relatava que a comunidade onde
ela está inserida enfrentava insegurança devido à
violência. A segunda reportagem mencionava que a
escola havia sido alvo de furto", conta o diretor.
"Também havia um terceiro texto que falava que, em
uma festa junina, pessoas do tráfico entraram na escola
e fizeram algazarra durante a festa."
Diante das manchetes, ele hesitou. "Pensei: Meu Deus,
será que eu vou para essa escola mesmo?".
A má fama da escola era tanta que a Parque dos Sonhos
ganhou o apelido de Parque dos Pesadelos. Mesmo
assim, Régis aceitou o desafio.
Nove anos depois, a escola pública, que vivia
enfrentando invasões, furtos e episódios de violência,
ganhou um prêmio internacional com o reconhecimento
do trabalho feito para mudar essa realidade.
A Parque dos Sonhos venceu na categoria "Superação
de Adversidades". Em 15 de novembro, o diretor foi a
Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para a
cerimônia do Prêmio Melhor Escola do Mundo 2025
(World's Best School Prize), realizado pela Organização
Britânica T4 Education.
Inspiração em modelo cubano
Para o diretor, o projeto mais transformador veio
inspirado em um modelo cubano de educação: visitar as
famílias em suas residências.
Batizado de "A escola vai à sua casa", o projeto identifica
alunos com problemas de frequência ou indisciplina e
marca um encontro com os responsáveis aos finais de
semana.
É um jeito de compreender a vida dos alunos para além
dos muros da escola, considerando que muitos
atravessam condições precárias para chegar à sala de
aula.
"É uma maneira de colocar-se no lugar do aluno,
compreender as dificuldades que ele enfrenta e observar
como é o seu ambiente doméstico", diz Régis." Tem muitas questões que os professores
muitas vezes não veem."
Os corredores da escola também contam uma história.
Em cada porta das salas de aula da Parque dos Sonhos, um grafite de um personagem histórico ligado à luta
pelos direitos humanos.
Figuras como o indiano Mahatma Gandhi, o sul-africano
Nelson Mandela, a paquistanesa Malala Yousafzai, o
uruguaio Pepe Mujica e os brasileiros Marielle Franco e
Paulo Freire.
Nomes que já foram alvo de críticas em um contexto de
polarização política — entre elas do Escola Sem Partido,
movimento que prega o fim da "doutrinação ideológica"
nas escolas.
As lideranças servem de inspiração para um dos pilares
pedagógicos mais importantes da escola: a Semana da
Não Violência.
Realizada anualmente em outubro, o evento envolve
rodas de conversa, estudos sobre ícones pacifistas e
práticas de justiça restaurativa. Segundo o diretor, a
proposta vai muito além de "ser bonzinho".
"Não violência não é dar a outra face. Não violência é
você questionar o sistema que te oprime", afirma Régis.
O diretor afirma não temer críticas ideológicas e defende
que a pauta da escola é a união.
"Aqui é uma escola que parte do princípio do que nos
une, e não do que nos diferencia ou de tudo aquilo que
nos afasta. Escuto todos, seja de direita, de esquerda,
de centro, de extrema-direita, de extrema-esquerda."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjwy9n1npe8o- adaptado
Considerando a organização do texto sobre a Escola Parque dos Sonhos e seus objetivos comunicativos, assinale a alternativa que indica corretamente o tipo textual predominante:
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Como escola pública de Cubatão deixou rotina de
drogas e violência e se tornou uma das 'melhores do
mundo'.
O professor de História Régis Marques ouviu falar pela
primeira vez na Escola Estadual Parque dos Sonhos
quando recebeu um telefonema, em 2016, da Diretoria
de Ensino de Santos. Era um convite para ele assumir a
direção da unidade, que fica em Cubatão, litoral paulista.
"Fui pesquisar na internet sobre a escola, e a primeira
notícia que encontrei relatava que a comunidade onde
ela está inserida enfrentava insegurança devido à
violência. A segunda reportagem mencionava que a
escola havia sido alvo de furto", conta o diretor.
"Também havia um terceiro texto que falava que, em
uma festa junina, pessoas do tráfico entraram na escola
e fizeram algazarra durante a festa."
Diante das manchetes, ele hesitou. "Pensei: Meu Deus,
será que eu vou para essa escola mesmo?".
A má fama da escola era tanta que a Parque dos Sonhos
ganhou o apelido de Parque dos Pesadelos. Mesmo
assim, Régis aceitou o desafio.
Nove anos depois, a escola pública, que vivia
enfrentando invasões, furtos e episódios de violência,
ganhou um prêmio internacional com o reconhecimento
do trabalho feito para mudar essa realidade.
A Parque dos Sonhos venceu na categoria "Superação
de Adversidades". Em 15 de novembro, o diretor foi a
Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para a
cerimônia do Prêmio Melhor Escola do Mundo 2025
(World's Best School Prize), realizado pela Organização
Britânica T4 Education.
Inspiração em modelo cubano
Para o diretor, o projeto mais transformador veio
inspirado em um modelo cubano de educação: visitar as
famílias em suas residências.
Batizado de "A escola vai à sua casa", o projeto identifica
alunos com problemas de frequência ou indisciplina e
marca um encontro com os responsáveis aos finais de
semana.
É um jeito de compreender a vida dos alunos para além
dos muros da escola, considerando que muitos
atravessam condições precárias para chegar à sala de
aula.
"É uma maneira de colocar-se no lugar do aluno,
compreender as dificuldades que ele enfrenta e observar
como é o seu ambiente doméstico", diz Régis." Tem muitas questões que os professores
muitas vezes não veem."
Os corredores da escola também contam uma história.
Em cada porta das salas de aula da Parque dos Sonhos, um grafite de um personagem histórico ligado à luta
pelos direitos humanos.
Figuras como o indiano Mahatma Gandhi, o sul-africano
Nelson Mandela, a paquistanesa Malala Yousafzai, o
uruguaio Pepe Mujica e os brasileiros Marielle Franco e
Paulo Freire.
Nomes que já foram alvo de críticas em um contexto de
polarização política — entre elas do Escola Sem Partido,
movimento que prega o fim da "doutrinação ideológica"
nas escolas.
As lideranças servem de inspiração para um dos pilares
pedagógicos mais importantes da escola: a Semana da
Não Violência.
Realizada anualmente em outubro, o evento envolve
rodas de conversa, estudos sobre ícones pacifistas e
práticas de justiça restaurativa. Segundo o diretor, a
proposta vai muito além de "ser bonzinho".
"Não violência não é dar a outra face. Não violência é
você questionar o sistema que te oprime", afirma Régis.
O diretor afirma não temer críticas ideológicas e defende
que a pauta da escola é a união.
"Aqui é uma escola que parte do princípio do que nos
une, e não do que nos diferencia ou de tudo aquilo que
nos afasta. Escuto todos, seja de direita, de esquerda,
de centro, de extrema-direita, de extrema-esquerda."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjwy9n1npe8o- adaptado
Considerando as regras de colocação pronominal do pronome oblíquo 'nos', na segunda ocorrência no trecho, identifique a alternativa incorreta.
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Como escola pública de Cubatão deixou rotina de
drogas e violência e se tornou uma das 'melhores do
mundo'.
O professor de História Régis Marques ouviu falar pela
primeira vez na Escola Estadual Parque dos Sonhos
quando recebeu um telefonema, em 2016, da Diretoria
de Ensino de Santos. Era um convite para ele assumir a
direção da unidade, que fica em Cubatão, litoral paulista.
"Fui pesquisar na internet sobre a escola, e a primeira
notícia que encontrei relatava que a comunidade onde
ela está inserida enfrentava insegurança devido à
violência. A segunda reportagem mencionava que a
escola havia sido alvo de furto", conta o diretor.
"Também havia um terceiro texto que falava que, em
uma festa junina, pessoas do tráfico entraram na escola
e fizeram algazarra durante a festa."
Diante das manchetes, ele hesitou. "Pensei: Meu Deus,
será que eu vou para essa escola mesmo?".
A má fama da escola era tanta que a Parque dos Sonhos
ganhou o apelido de Parque dos Pesadelos. Mesmo
assim, Régis aceitou o desafio.
Nove anos depois, a escola pública, que vivia
enfrentando invasões, furtos e episódios de violência,
ganhou um prêmio internacional com o reconhecimento
do trabalho feito para mudar essa realidade.
A Parque dos Sonhos venceu na categoria "Superação
de Adversidades". Em 15 de novembro, o diretor foi a
Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para a
cerimônia do Prêmio Melhor Escola do Mundo 2025
(World's Best School Prize), realizado pela Organização
Britânica T4 Education.
Inspiração em modelo cubano
Para o diretor, o projeto mais transformador veio
inspirado em um modelo cubano de educação: visitar as
famílias em suas residências.
Batizado de "A escola vai à sua casa", o projeto identifica
alunos com problemas de frequência ou indisciplina e
marca um encontro com os responsáveis aos finais de
semana.
É um jeito de compreender a vida dos alunos para além
dos muros da escola, considerando que muitos
atravessam condições precárias para chegar à sala de
aula.
"É uma maneira de colocar-se no lugar do aluno,
compreender as dificuldades que ele enfrenta e observar
como é o seu ambiente doméstico", diz Régis." Tem muitas questões que os professores
muitas vezes não veem."
Os corredores da escola também contam uma história.
Em cada porta das salas de aula da Parque dos Sonhos, um grafite de um personagem histórico ligado à luta
pelos direitos humanos.
Figuras como o indiano Mahatma Gandhi, o sul-africano
Nelson Mandela, a paquistanesa Malala Yousafzai, o
uruguaio Pepe Mujica e os brasileiros Marielle Franco e
Paulo Freire.
Nomes que já foram alvo de críticas em um contexto de
polarização política — entre elas do Escola Sem Partido,
movimento que prega o fim da "doutrinação ideológica"
nas escolas.
As lideranças servem de inspiração para um dos pilares
pedagógicos mais importantes da escola: a Semana da
Não Violência.
Realizada anualmente em outubro, o evento envolve
rodas de conversa, estudos sobre ícones pacifistas e
práticas de justiça restaurativa. Segundo o diretor, a
proposta vai muito além de "ser bonzinho".
"Não violência não é dar a outra face. Não violência é
você questionar o sistema que te oprime", afirma Régis.
O diretor afirma não temer críticas ideológicas e defende
que a pauta da escola é a união.
"Aqui é uma escola que parte do princípio do que nos
une, e não do que nos diferencia ou de tudo aquilo que
nos afasta. Escuto todos, seja de direita, de esquerda,
de centro, de extrema-direita, de extrema-esquerda."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjwy9n1npe8o- adaptado
Os vocábulos 'extrema-direita' e 'extrema-esquerda' estão grafados corretamente com hífen. Analise o uso das palavras compostas com ou sem hífen nos enunciados a seguir e identifique a alternativa que apresenta alguma grafada de forma incorreta.
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Como escola pública de Cubatão deixou rotina de
drogas e violência e se tornou uma das 'melhores do
mundo'.
O professor de História Régis Marques ouviu falar pela
primeira vez na Escola Estadual Parque dos Sonhos
quando recebeu um telefonema, em 2016, da Diretoria
de Ensino de Santos. Era um convite para ele assumir a
direção da unidade, que fica em Cubatão, litoral paulista.
"Fui pesquisar na internet sobre a escola, e a primeira
notícia que encontrei relatava que a comunidade onde
ela está inserida enfrentava insegurança devido à
violência. A segunda reportagem mencionava que a
escola havia sido alvo de furto", conta o diretor.
"Também havia um terceiro texto que falava que, em
uma festa junina, pessoas do tráfico entraram na escola
e fizeram algazarra durante a festa."
Diante das manchetes, ele hesitou. "Pensei: Meu Deus,
será que eu vou para essa escola mesmo?".
A má fama da escola era tanta que a Parque dos Sonhos
ganhou o apelido de Parque dos Pesadelos. Mesmo
assim, Régis aceitou o desafio.
Nove anos depois, a escola pública, que vivia
enfrentando invasões, furtos e episódios de violência,
ganhou um prêmio internacional com o reconhecimento
do trabalho feito para mudar essa realidade.
A Parque dos Sonhos venceu na categoria "Superação
de Adversidades". Em 15 de novembro, o diretor foi a
Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para a
cerimônia do Prêmio Melhor Escola do Mundo 2025
(World's Best School Prize), realizado pela Organização
Britânica T4 Education.
Inspiração em modelo cubano
Para o diretor, o projeto mais transformador veio
inspirado em um modelo cubano de educação: visitar as
famílias em suas residências.
Batizado de "A escola vai à sua casa", o projeto identifica
alunos com problemas de frequência ou indisciplina e
marca um encontro com os responsáveis aos finais de
semana.
É um jeito de compreender a vida dos alunos para além
dos muros da escola, considerando que muitos
atravessam condições precárias para chegar à sala de
aula.
"É uma maneira de colocar-se no lugar do aluno,
compreender as dificuldades que ele enfrenta e observar
como é o seu ambiente doméstico", diz Régis." Tem muitas questões que os professores
muitas vezes não veem."
Os corredores da escola também contam uma história.
Em cada porta das salas de aula da Parque dos Sonhos, um grafite de um personagem histórico ligado à luta
pelos direitos humanos.
Figuras como o indiano Mahatma Gandhi, o sul-africano
Nelson Mandela, a paquistanesa Malala Yousafzai, o
uruguaio Pepe Mujica e os brasileiros Marielle Franco e
Paulo Freire.
Nomes que já foram alvo de críticas em um contexto de
polarização política — entre elas do Escola Sem Partido,
movimento que prega o fim da "doutrinação ideológica"
nas escolas.
As lideranças servem de inspiração para um dos pilares
pedagógicos mais importantes da escola: a Semana da
Não Violência.
Realizada anualmente em outubro, o evento envolve
rodas de conversa, estudos sobre ícones pacifistas e
práticas de justiça restaurativa. Segundo o diretor, a
proposta vai muito além de "ser bonzinho".
"Não violência não é dar a outra face. Não violência é
você questionar o sistema que te oprime", afirma Régis.
O diretor afirma não temer críticas ideológicas e defende
que a pauta da escola é a união.
"Aqui é uma escola que parte do princípio do que nos
une, e não do que nos diferencia ou de tudo aquilo que
nos afasta. Escuto todos, seja de direita, de esquerda,
de centro, de extrema-direita, de extrema-esquerda."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjwy9n1npe8o- adaptado
Com base na regência dos verbos empregados no trecho, bem como daqueles utilizados fora do contexto apresentado, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__)O verbo 'chegar' pede a preposição 'a' junto a expressão locativa, o que justifica o emprego da crase no enunciado apresentado.
(__)O verbo 'compreender' atua como transitivo direto, sem uso de complemento preposicionado. O verbo 'agradar' quando utilizado no sentido de 'acariciar' ou 'fazer carinhos' também atua como transitivo direto, como em 'O pai a agradava', corretamente empregado.
(__)O verbo 'atravessar' está atuando com transitivo direto. Já o verbo 'convidar' atua como transitivo indireto, como em 'Não lhes convidaram para o passeio", em que o pronome 'lhes' está corretamente empregado.
(__)O verbo 'considerar' atua como transitivo direto, sem uso de preposição, assim como o verbo 'querer' em 'Eu quero esse livro'.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
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Como escola pública de Cubatão deixou rotina de
drogas e violência e se tornou uma das 'melhores do
mundo'.
O professor de História Régis Marques ouviu falar pela
primeira vez na Escola Estadual Parque dos Sonhos
quando recebeu um telefonema, em 2016, da Diretoria
de Ensino de Santos. Era um convite para ele assumir a
direção da unidade, que fica em Cubatão, litoral paulista.
"Fui pesquisar na internet sobre a escola, e a primeira
notícia que encontrei relatava que a comunidade onde
ela está inserida enfrentava insegurança devido à
violência. A segunda reportagem mencionava que a
escola havia sido alvo de furto", conta o diretor.
"Também havia um terceiro texto que falava que, em
uma festa junina, pessoas do tráfico entraram na escola
e fizeram algazarra durante a festa."
Diante das manchetes, ele hesitou. "Pensei: Meu Deus,
será que eu vou para essa escola mesmo?".
A má fama da escola era tanta que a Parque dos Sonhos
ganhou o apelido de Parque dos Pesadelos. Mesmo
assim, Régis aceitou o desafio.
Nove anos depois, a escola pública, que vivia
enfrentando invasões, furtos e episódios de violência,
ganhou um prêmio internacional com o reconhecimento
do trabalho feito para mudar essa realidade.
A Parque dos Sonhos venceu na categoria "Superação
de Adversidades". Em 15 de novembro, o diretor foi a
Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para a
cerimônia do Prêmio Melhor Escola do Mundo 2025
(World's Best School Prize), realizado pela Organização
Britânica T4 Education.
Inspiração em modelo cubano
Para o diretor, o projeto mais transformador veio
inspirado em um modelo cubano de educação: visitar as
famílias em suas residências.
Batizado de "A escola vai à sua casa", o projeto identifica
alunos com problemas de frequência ou indisciplina e
marca um encontro com os responsáveis aos finais de
semana.
É um jeito de compreender a vida dos alunos para além
dos muros da escola, considerando que muitos
atravessam condições precárias para chegar à sala de
aula.
"É uma maneira de colocar-se no lugar do aluno,
compreender as dificuldades que ele enfrenta e observar
como é o seu ambiente doméstico", diz Régis." Tem muitas questões que os professores
muitas vezes não veem."
Os corredores da escola também contam uma história.
Em cada porta das salas de aula da Parque dos Sonhos, um grafite de um personagem histórico ligado à luta
pelos direitos humanos.
Figuras como o indiano Mahatma Gandhi, o sul-africano
Nelson Mandela, a paquistanesa Malala Yousafzai, o
uruguaio Pepe Mujica e os brasileiros Marielle Franco e
Paulo Freire.
Nomes que já foram alvo de críticas em um contexto de
polarização política — entre elas do Escola Sem Partido,
movimento que prega o fim da "doutrinação ideológica"
nas escolas.
As lideranças servem de inspiração para um dos pilares
pedagógicos mais importantes da escola: a Semana da
Não Violência.
Realizada anualmente em outubro, o evento envolve
rodas de conversa, estudos sobre ícones pacifistas e
práticas de justiça restaurativa. Segundo o diretor, a
proposta vai muito além de "ser bonzinho".
"Não violência não é dar a outra face. Não violência é
você questionar o sistema que te oprime", afirma Régis.
O diretor afirma não temer críticas ideológicas e defende
que a pauta da escola é a união.
"Aqui é uma escola que parte do princípio do que nos
une, e não do que nos diferencia ou de tudo aquilo que
nos afasta. Escuto todos, seja de direita, de esquerda,
de centro, de extrema-direita, de extrema-esquerda."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjwy9n1npe8o- adaptado
O verbo "vir" é um verbo que pode apresentar alterações em suas formas conforme a pessoa do discurso. No trecho apresentado, ele está conjugado corretamente. Agora, Identifique, nos enunciados a seguir, aquele em que ele está conjugado de forma incorreta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como escola pública de Cubatão deixou rotina de
drogas e violência e se tornou uma das 'melhores do
mundo'.
O professor de História Régis Marques ouviu falar pela
primeira vez na Escola Estadual Parque dos Sonhos
quando recebeu um telefonema, em 2016, da Diretoria
de Ensino de Santos. Era um convite para ele assumir a
direção da unidade, que fica em Cubatão, litoral paulista.
"Fui pesquisar na internet sobre a escola, e a primeira
notícia que encontrei relatava que a comunidade onde
ela está inserida enfrentava insegurança devido à
violência. A segunda reportagem mencionava que a
escola havia sido alvo de furto", conta o diretor.
"Também havia um terceiro texto que falava que, em
uma festa junina, pessoas do tráfico entraram na escola
e fizeram algazarra durante a festa."
Diante das manchetes, ele hesitou. "Pensei: Meu Deus,
será que eu vou para essa escola mesmo?".
A má fama da escola era tanta que a Parque dos Sonhos
ganhou o apelido de Parque dos Pesadelos. Mesmo
assim, Régis aceitou o desafio.
Nove anos depois, a escola pública, que vivia
enfrentando invasões, furtos e episódios de violência,
ganhou um prêmio internacional com o reconhecimento
do trabalho feito para mudar essa realidade.
A Parque dos Sonhos venceu na categoria "Superação
de Adversidades". Em 15 de novembro, o diretor foi a
Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para a
cerimônia do Prêmio Melhor Escola do Mundo 2025
(World's Best School Prize), realizado pela Organização
Britânica T4 Education.
Inspiração em modelo cubano
Para o diretor, o projeto mais transformador veio
inspirado em um modelo cubano de educação: visitar as
famílias em suas residências.
Batizado de "A escola vai à sua casa", o projeto identifica
alunos com problemas de frequência ou indisciplina e
marca um encontro com os responsáveis aos finais de
semana.
É um jeito de compreender a vida dos alunos para além
dos muros da escola, considerando que muitos
atravessam condições precárias para chegar à sala de
aula.
"É uma maneira de colocar-se no lugar do aluno,
compreender as dificuldades que ele enfrenta e observar
como é o seu ambiente doméstico", diz Régis." Tem muitas questões que os professores
muitas vezes não veem."
Os corredores da escola também contam uma história.
Em cada porta das salas de aula da Parque dos Sonhos, um grafite de um personagem histórico ligado à luta
pelos direitos humanos.
Figuras como o indiano Mahatma Gandhi, o sul-africano
Nelson Mandela, a paquistanesa Malala Yousafzai, o
uruguaio Pepe Mujica e os brasileiros Marielle Franco e
Paulo Freire.
Nomes que já foram alvo de críticas em um contexto de
polarização política — entre elas do Escola Sem Partido,
movimento que prega o fim da "doutrinação ideológica"
nas escolas.
As lideranças servem de inspiração para um dos pilares
pedagógicos mais importantes da escola: a Semana da
Não Violência.
Realizada anualmente em outubro, o evento envolve
rodas de conversa, estudos sobre ícones pacifistas e
práticas de justiça restaurativa. Segundo o diretor, a
proposta vai muito além de "ser bonzinho".
"Não violência não é dar a outra face. Não violência é
você questionar o sistema que te oprime", afirma Régis.
O diretor afirma não temer críticas ideológicas e defende
que a pauta da escola é a união.
"Aqui é uma escola que parte do princípio do que nos
une, e não do que nos diferencia ou de tudo aquilo que
nos afasta. Escuto todos, seja de direita, de esquerda,
de centro, de extrema-direita, de extrema-esquerda."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjwy9n1npe8o- adaptado
I.Em "...ganhou um prêmio internacional com o reconhecimento do trabalho feito para mudar essa realidade", a expressão "essa realidade" retoma os problemas de violência e drogas da escola.
II.As expressões "Em 2016", "Nove anos depois" e "Em 15 de novembro" são adjuntos adverbiais que ajudam a ordenar os fatos.
III.Em "Ele hesitou", o pronome "ele" é um mecanismo referencial que retoma o professor Régis Marques.
IV.Em "Mesmo assim, Régis aceitou o desafio", a expressão "mesmo assim" indica a causa entre a situação inicial e a decisão do diretor.
É correto o que se afirma em:
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O 'iceberg de gordura' pesando 100 toneladas
achado no esgoto de Londres
Um "iceberg" de gordura, com peso estimado de cerca
de 100 toneladas, foi encontrado bloqueando os esgotos
da zona leste de Londres.
A massa de gordura, óleo e graxa solidificada foi
descoberta nos túneis embaixo do distrito de
Whitechapel. Ela mede cerca de 100 metros de
comprimento.
A Thames Water (empresa responsável pelos serviços
de água e esgoto de Londres) declarou que a extração
completa do bloco poderá levar semanas e que "ele
serve de duro lembrete de que o que desce pelo cano
não desaparece".
A companhia pede às pessoas que pensem
cuidadosamente no que irão despejar nas pias e vasos
sanitários durante as festas de final de ano.
A Thames Water afirma que os moradores, até o
momento, não foram afetados porque o bloqueio do
esgoto é apenas parcial
O chefe de operações do norte de Londres, Tim Davies,
declarou que "este novo 'fatberg' [algo como 'iceberg de
gordura', em inglês] mostra exatamente o que acontece
quando gorduras, óleos e papéis descem pelos nossos
encanamentos. Eles não desaparecem, mas sim se
acumulam, causando sérios danos."
"O custo de limpeza dos bloqueios e reparo dos esgotos
soma dezenas de milhões de libras todos os anos",
destaca ele, "e este dinheiro, em última análise, vem dos
nossos clientes."
O bloco foi apelidado de "neto" do iceberg de gordura de
Whitechapel de 2017. Ele pesava 130 toneladas e tinha
mais de 250 metros de comprimento.
Aquele bloco foi um dos maiores já encontrados na
capital britânica. Uma amostra chegou a ficar exposta no
Museu de Londres, atraindo grande número de
visitantes.
A Thames Water explica que os bloqueios costumam
ocorrer mais em dezembro e janeiro. Por isso, ela pede
às pessoas que raspem a comida dos pratos, usem ralos
nas pias e evitem despejar na pia cremes e alimentos
líquidos, como molhos ou caldos.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3r704yy87po
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