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Parasitas intestinais são encontrados e identificados por meio de exame microscópico de preparações diretas, preparações após concentração e esfregaços corados. Sobre as preparações após concentração, informe Verdadeiro (V) ou Falso (F) para as assertivas abaixo e, em seguida, marque a opção que apresenta a sequência correta
( ) As técnicas de concentração são muito utilizadas porque aumentam a probabilidade de encontrar o parasita.
( ) As técnicas de sedimentação são as mais utilizadas no laboratório clínico e podem ser divididas em sedimentação espontânea (método de Hoffman, Pons e Janer ou Lutz) e sedimentação por centrifugação (método de Blagg = MIFC e método de Ritchie). Podem ser encontrados ovos e larvas de helmintos, cistos de protozoários e alguns oocistos que apresentarem tamanho maior.
( ) As técnicas de flutuação também são divididas em duas: a flutuação espontânea (método de Willis) e centrifugo flutuação (método de Faust). São indicados para a identificação de ovos leves. Willis é muito utilizado para ovos de ancilostomídeos e Faust para ameba e giárdia.
( ) As técnicas de concentração, além de qualitativas, também podem ser quantitativas. O método Kato-Katz é o mais empregado. Testes quantitativos não são muito solicitados, uma vez que a dose dos medicamentos antiparasitários é calculada sobre o peso corporal do paciente e não pela carga parasitária.
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Parasitas intestinais são encontrados e identificados por meio de exame microscópico de preparações diretas, preparações após concentração e esfregaços corados. Sobre as preparações diretas, informe Verdadeiro (V) ou Falso (F) para as assertivas abaixo e, em seguida, marque a opção que apresenta a sequência correta
( ) Preparações diretas são feitas a partir de amostras frescas ou conservadas. É um método importante na identificação de trofozoítos móveis, pois a motilidade é importante para a sua identificação, já que estas estruturas são muito pequenas e perdem muitas características distintas, passando desapercebidos ao exame. Preparações diretas não podem ser feitas a partir de amostras fixadas.
( ) Os exames diretos são preparados misturando uma pequena quantidade de amostra (fresca ou fixada) com uma gota de salina em uma lâmina de microscópio. Ao lado, uma porção semelhante é misturada com lugol (solução de iodo). Uma lâminula é colocada sobre a mistura com salina e outra sobre a mistura com lugol, sendo a lâmina levada ao microscópio para diagnóstico.
( ) As preparações devem ser suficientemente delgadas para permitir a leitura de um jornal quando o conjunto lâmina/mistura/lamínula for colocada sobre o mesmo.
( ) Todas as preparações devem ser examinadas usando objetiva de 10x e 20x onde a maioria dos ovos e larvas podem ser vistos.
A objetiva de 40x deve ser utilizada, principalmente, para a identificação de cistos.
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A coleta de sangue, também chamada de venopunção ou flebotomia, é uma prática rotineira dentro do Laboratório de Análises Clínicas, sendo considerada um procedimento extremamente importante para a obtenção de resultados confiáveis.
Qual das opções a seguir contém a informação correta para uma boa coleta de sangue?
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O que é essencial para você?
Escritora fala sobre minimalismo como estilo de vida
Para a jornalista Ana Holanda, viver com o mínimo não significa apenas ter menos coisas, mas viver em equilíbrio e somente com o essencial
Em tempos em que as propagandas dizem o que precisamos, vitrines seduzem e influenciadores digitais impressionam com seus corpos esbeltos e padrões de vida quase que inalcançáveis, difícil mesmo é saber o que é essencial para nossas necessidades.
Na contramão, algumas pessoas decidem viver diferente e adotam o mínimo como estilo de vida. Mas o minimalismo não significa apenas ter menos coisas, mas, sim, viver em equilíbrio e somente com o essencial.
“Minimalismo é a busca da essência das coisas. É você encontrar o que é essencial e o que faz sentido pra você todos os dias. É o que a gente carrega dentro da gente. Tem a ver com esse sentido maior que damos para o que a gente faz, para os nossos passos todo dia”, explica a jornalista Ana Holanda, que nos últimos anos tem adotado essa simplicidade na sua rotina.
Quando começou a sua busca pela simplicidade e pelo essencial das coisas da vida?
Sempre fui grande observadora do mundo. O fato de não ter sido uma aluna brilhante na escola foi algo bom porque quando a gente não é brilhante, não se esperam grandes coisas da gente. Ter me esforçado para ser boa aluna me deu a liberdade para seguir pelo mundo sem ter um caminho de ‘sucesso’ ditado pelo outro. Me deu também a liberdade para observar o mundo e para perceber as coisas... Sentir cheiro, sabe? Muitas vezes a gente não tem noção do quanto isso é importante para despertar ideais, criatividade.
Minimalismo é desapegar de bens materiais?
Está muito conectado com buscar essa essência das coisas. Minimalismo não é só ‘ter menos’ ou ‘viver com menos'. É encontrar o que faz sentido para você todos os dias. É o que a gente carrega dentro da gente. Tem a ver com esse sentido maior que damos pro que a gente faz, pros nossos passos todo dia. Só que muitas vezes a gente não enxerga o minimalismo. Enxergar o todo dentro do pequeno é perceber toda história que aquilo me conta. É esse olhar que a gente tem que despertar.
Como saber o que é realmente necessário num mundo em que tudo gira em torno do consumismo?
Isso, a escrita me ensinou. Para mim, é muito claro que a gente nunca produziu tanto conteúdo - e tanto lixo. Porque construímos narrativas que não conversam com o outro. Sempre pergunto para meus alunos: você vai colocar tempo e energia para algo que não marca as pessoas? Escrita é relação. Mas o que você aprendeu? Que escrita é técnica. A gente só consegue fazer um texto intenso quando existe essa ponte com o outro. As propagandas te dizem que você só vai ser feliz se fizer desse jeito, os influenciadores digitais e a mídia também estão dizendo que você precisa ter algo para ser feliz. Mas você tem que ir pelo caminho que faz sentido para você. É como nadar contra a maré.
(...)
A revista Vida Simples traz discussões muito contemporâneas - como essa do minimalismo. Como você trabalha a linha editorial?
A Vida Simples tem uma produção de conteúdo muito focada no autodesenvolvimento. Propomos uma conversa próxima com o leitor através de assuntos essenciais na vida de qualquer um - ansiedade, angústia, amor, felicidade, gratidão, propósito, tolerância, etc. E a gente busca maneiras diversas de abordá-los. Trabalhamos com três pilares: ser, conviver e transformar. Se você pegar uma revista de cinco anos atrás, ela ainda faz sentido hoje. Isso é muito legal! Estou aqui há nove anos e a busca do que é a essência das coisas também está muito presente nela. Essa função me realiza muito, principalmente porque sei o quanto a publicação transforma a vida das pessoas.
A revista também traz o conceito minimalista nas capas. Como isso é pensado?
Existem muitas conversas sobre como a gente vai traduzir esse conceito a partir do texto. Se a gente está falando de leveza, por exemplo, não dá para trazer algo duro. A gente pensa muito em como traduzir a ideia em um objeto ou cena. Falando da arte da Vida Simples, acreditamos que tudo conta uma história...
Fonte: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/o-que-e-essencial-para-voce-escritora-fala-sobre-minimalismo-como-estilo-de-vida/ (adaptado)
TEXTO IV

Fonte: Revista Vida Simples. Editora Abril; ed. 133/ jul 2013.
Considere o trecho a seguir:
“Isso, a escrita me ensinou. Para mim, é muito claro que a gente nunca produziu tanto conteúdo - e tanto lixo. Porque construímos narrativas que não conversam com o outro. Sempre pergunto para meus alunos: você vai colocar tempo e energia para algo que não marca as pessoas? Escrita é relação. Mas o que você aprendeu? Que escrita é técnica. A gente só consegue fazer um texto intenso quando existe essa ponte com o outro.”
Segundo o texto, é incorreto afirmar que o processo de escrita deve
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O que é essencial para você?
Escritora fala sobre minimalismo como estilo de vida
Para a jornalista Ana Holanda, viver com o mínimo não significa apenas ter menos coisas, mas viver em equilíbrio e somente com o essencial
Em tempos em que as propagandas dizem o que precisamos, vitrines seduzem e influenciadores digitais impressionam com seus corpos esbeltos e padrões de vida quase que inalcançáveis, difícil mesmo é saber o que é essencial para nossas necessidades.
Na contramão, algumas pessoas decidem viver diferente e adotam o mínimo como estilo de vida. Mas o minimalismo não significa apenas ter menos coisas, mas, sim, viver em equilíbrio e somente com o essencial.
“Minimalismo é a busca da essência das coisas. É você encontrar o que é essencial e o que faz sentido pra você todos os dias. É o que a gente carrega dentro da gente. Tem a ver com esse sentido maior que damos para o que a gente faz, para os nossos passos todo dia”, explica a jornalista Ana Holanda, que nos últimos anos tem adotado essa simplicidade na sua rotina.
Quando começou a sua busca pela simplicidade e pelo essencial das coisas da vida?
Sempre fui grande observadora do mundo. O fato de não ter sido uma aluna brilhante na escola foi algo bom porque quando a gente não é brilhante, não se esperam grandes coisas da gente. Ter me esforçado para ser boa aluna me deu a liberdade para seguir pelo mundo sem ter um caminho de ‘sucesso’ ditado pelo outro. Me deu também a liberdade para observar o mundo e para perceber as coisas... Sentir cheiro, sabe? Muitas vezes a gente não tem noção do quanto isso é importante para despertar ideais, criatividade.
Minimalismo é desapegar de bens materiais?
Está muito conectado com buscar essa essência das coisas. Minimalismo não é só ‘ter menos’ ou ‘viver com menos'. É encontrar o que faz sentido para você todos os dias. É o que a gente carrega dentro da gente. Tem a ver com esse sentido maior que damos pro que a gente faz, pros nossos passos todo dia. Só que muitas vezes a gente não enxerga o minimalismo. Enxergar o todo dentro do pequeno é perceber toda história que aquilo me conta. É esse olhar que a gente tem que despertar.
Como saber o que é realmente necessário num mundo em que tudo gira em torno do consumismo?
Isso, a escrita me ensinou. Para mim, é muito claro que a gente nunca produziu tanto conteúdo - e tanto lixo. Porque construímos narrativas que não conversam com o outro. Sempre pergunto para meus alunos: você vai colocar tempo e energia para algo que não marca as pessoas? Escrita é relação. Mas o que você aprendeu? Que escrita é técnica. A gente só consegue fazer um texto intenso quando existe essa ponte com o outro. As propagandas te dizem que você só vai ser feliz se fizer desse jeito, os influenciadores digitais e a mídia também estão dizendo que você precisa ter algo para ser feliz. Mas você tem que ir pelo caminho que faz sentido para você. É como nadar contra a maré.
(...)
A revista Vida Simples traz discussões muito contemporâneas - como essa do minimalismo. Como você trabalha a linha editorial?
A Vida Simples tem uma produção de conteúdo muito focada no autodesenvolvimento. Propomos uma conversa próxima com o leitor através de assuntos essenciais na vida de qualquer um - ansiedade, angústia, amor, felicidade, gratidão, propósito, tolerância, etc. E a gente busca maneiras diversas de abordá-los. Trabalhamos com três pilares: ser, conviver e transformar. Se você pegar uma revista de cinco anos atrás, ela ainda faz sentido hoje. Isso é muito legal! Estou aqui há nove anos e a busca do que é a essência das coisas também está muito presente nela. Essa função me realiza muito, principalmente porque sei o quanto a publicação transforma a vida das pessoas.
A revista também traz o conceito minimalista nas capas. Como isso é pensado?
Existem muitas conversas sobre como a gente vai traduzir esse conceito a partir do texto. Se a gente está falando de leveza, por exemplo, não dá para trazer algo duro. A gente pensa muito em como traduzir a ideia em um objeto ou cena. Falando da arte da Vida Simples, acreditamos que tudo conta uma história...
Fonte: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/o-que-e-essencial-para-voce-escritora-fala-sobre-minimalismo-como-estilo-de-vida/ (adaptado)
TEXTO IV

Fonte: Revista Vida Simples. Editora Abril; ed. 133/ jul 2013.
As palavras “autodesenvolvimento,” “minimalismo” e “busca” foram formadas, respectivamente, pelos processos de
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TEXTO II

No anúncio, a palavra “apenas” encerra a ideia de
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O diabetes é uma doença caracterizada por níveis altos de glicose no sangue. Os principais tipos são o diabetes tipo 1 (DM1) e o tipo 2 (DM2). O DM1 é mais comum em crianças e adolescentes. Apresenta deficiência grave de insulina devido à destruição das células !$ \beta !$, associada à autoimunidade. A apresentação clínica é abrupta, com propensão à cetose e cetoacidose, com necessidade de insulinoterapia plena desde o diagnóstico ou após curto período. O DM2 é o tipo mais comum. Está frequentemente associado à obesidade e ao envelhecimento. É caracterizado por resistência à insulina e deficiência parcial de secreção de insulina pelas células !$ \beta !$, pancreáticas. Abaixo, o gráfico representa a secreção normal de insulina com seus dois picos característicos: o primeiro pico mostra uma grande e imediata secreção de insulina após estímulo glicêmico e corresponde à liberação abrupta da insulina armazenada, o segundo pico, menor e mais longo, é resultado da liberação lenta de insulina em resposta ao aumento gradativo da glicemia.

Fonte: https://images.app.goo.gl/nMxzdseKMjLJA62f6.
Com base nas informações fornecidas e com a análise do gráfico, informe verdadeiro (V) ou falso (F) para as assertivas abaixo e, em seguida, marque a opção que apresenta a sequência correta.
( ) A DM1 apresenta o gráfico de secreção de insulina sem picos e com valores muito baixos.
( ) A DM2 apresenta os dois picos, mas como a redução da glicemia é mais lenta devido à resistência a insulina, o pico dois mostra-se mais prolongado. Secreções de quantidades maiores de insulina se tornam, com o tempo, necessárias para normalizar a glicemia, o que pode causar sobrecarga no pâncreas e uma possível evolução a uma diabetes insulino-dependente. O ganho de peso, o sedentarismo e distúrbios lipidêmicos com triglicérides elevado, colaboram para o agravo da doença.
( ) O Teste oral de tolerância à glicose (TOTG) é um dos testes utilizados no diagnóstico da diabetes, entretanto, por levar horas para a sua execução, ele tem sido pouco solicitado. O teste consiste na coleta da glicemia em jejum e posterior ingestão de uma quantidade padrão de glicose com coletas sequenciais nos primeiros 30 minutos após ingestão e a cada hora, por 3 horas.
( ) A hemoglobina glicada é um exame de grande importância na monitorização do diabetes, sendo seus valores não influenciados pelo jejum. Níveis abaixo de 7% previnem o desenvolvimento e diminui a progressão das complicações da doença.
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Associe as colunas relacionando as hemoglobinopatias com as suas respectivas hemoglobinas “não normais” utilizadas como marcadores para seu diagnóstico.
Hemoglobinopatias
(1) Anemia Falciforme
(2) Doença da hemoglobina C
(3) !$ \beta !$-Talassemia menor
(4) !$ \beta !$-Talassemia maior
(5) !$ \alpha !$ Talassemia – defeito de 3 genes
(6) !$ \alpha !$ Talassemia – defeito de 4 genes (hidropsia fetal)
Hemoglobinas
( ) HbC
( ) HbS
( ) HbF
( ) HbH
( ) HbA2
( ) Hb BART
A opção que contém a sequência correta dessa classificação é:
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As hemácias são produzidas na medula óssea e, após um processo de maturação, são introduzidas na corrente sanguínea. Durante as primeiras 24 horas na circulação, elas ainda estão ligeiramente imaturas e podem ser identificadas pela presença de RNA (ácido ribonucleico) em seu citoplasma, sendo estas hemácias denominadas reticulócitos. A contagem de reticulócitos é um método indireto capaz de prever a taxa de produção de hemácias.
Sobre este exame, é correto afirmar que:
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Em microbiologia, a cultura é um método rotineiro para isolamento e identificação de bactérias. Dentre as estratégias utilizadas para esta identificação tem-se: caracterização das colônias quanto à forma/ contorno, cor, elevação, densidade e consistência; reações do meio ao metabolismo microbiano como a criação de pigmento ou surgimento de halos e produção de odor. Provas bioquímicas em colônias isoladas também podem ser realizadas para este fim.
Sobre este tema, marque abaixo a opção correta.
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