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Foram encontradas 76 questões.

1438934 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRA-RS
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Socorro, barata!

  1. Meu marido costuma perguntar-me: para onde estás olhando? Brinca que se uma manada
  2. de elefantes estiver marchando na calçada eu casualmente estarei reparando em alguma folhinha
  3. caída. Há uma exceção: tudo isso altera-se radicalmente quando o assunto é barata.
  4. A simples presença desse inseto dito inofensivo torna-me uma observadora ninja. Não há ruído
  5. dele que escape aos meus ouvidos apurados, e os olhos são capazes de visão noturna. Entre a
  6. percepção e o ataque de pânico costuma não haver lapso. Ondas de calafrios me percorrem e
  7. fico em pânico de que a barata me toque.
  8. Graças a essa fraqueza, sinto empatia com o drama dos pequenos, que gritam apavorados
  9. ao serem obrigados a aproximar-se do Papai Noel, de um cachorro ou do que for seu objeto
  10. fóbico. Isso acontece porque no começo da vida temos dificuldade de diferenciar onde termina o
  11. eu e começa o outro, assim como o que vem de dentro e de fora do corpo. Também nem sempre
  12. é fácil distinguir os adultos amorosos e confiáveis dos monstros. Já na escuridão, sentem-se
  13. diluídos, sem contornos, o que é fonte dos terrores noturnos. Para todos esses males, temer uma
  14. figura facilmente encontrável organiza a geografia do perigo, tornando-o mais passível de
  15. controle: se o medo se focar no cachorro da vizinha, que sempre late quando passamos, ou no
  16. Papai Noel de shopping, basta evitá-los e estaremos seguros. O pequeno apavorado não tira os
  17. olhos do monstro, mantendo-o na mira.
  18. Meu problema com as baratas é comum entre as mulheres que, tradicionalmente confinadas,
  19. partilharam o destino das crianças. A privacidade da casa era um não lugar, sua voz não fazia
  20. diferença, seu pensamento não era chamado a participar. Nunca sabiam bem quem eram, pois a
  21. identidade não vinha dali. Reinavam, mas num território de exílio dos homens públicos, em
  22. contato com a roupa suja dos patriarcas, em sentido real e figurado. Longe dos ritos sociais, que
  23. protegem e organizam o corpo e as ideias, convivendo com as fraquezas, doenças e vilanias dos
  24. que se bancam fortes e ________ lá fora, elas sentiam medo. A barata, forma __________ da
  25. sujeira imune mesmo à limpeza mais __________, é o pesadelo da mulher. Representa seu
  26. trabalho repetido de Sísifo, o castigo da sujeira invencível. Como todo objeto fóbico, deve ser
  27. próximo e assíduo.
  28. Frágeis como crianças, em seu mundo isento dos direitos civis e cheio de deveres servis, as
  29. fêmeas elegeram na barata um perigo que pode ser mapeado e combatido. Hoje isso não faria
  30. mais sentido, pois também somos uma figura pública, mas continuamos em pânico. Talvez ainda
  31. estejamos marcadas pelo longo período de dependência. Para mim, pelo menos, nada no mundo
  32. parece tão reconfortante quanto a paz que se instala uma vez que o monstro, de borco, cessa de
  33. espernear para sempre.

(Fonte: Zero Hora. Sábado, 3 de janeiro de 2015 – Adaptado. Disponível em:

http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/page/2/?topo=13%2C1%2C1%2C%2C%2C13)

Considere as seguintes ocorrências da palavra que:

1. Linha 01.

2. Linha 05.

3. Linha 07.

4. Linha 15.

5. Linha 18.

Em quais ocorrências a palavra que é pronome relativo?

 

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1438933 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRA-RS
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Socorro, barata!

  1. Meu marido costuma perguntar-me: para onde estás olhando? Brinca que se uma manada
  2. de elefantes estiver marchando na calçada eu casualmente estarei reparando em alguma folhinha
  3. caída. Há uma exceção: tudo isso altera-se radicalmente quando o assunto é barata.
  4. A simples presença desse inseto dito inofensivo torna-me uma observadora ninja. Não há ruído
  5. dele que escape aos meus ouvidos apurados, e os olhos são capazes de visão noturna. Entre a
  6. percepção e o ataque de pânico costuma não haver lapso. Ondas de calafrios me percorrem e
  7. fico em pânico de que a barata me toque.
  8. Graças a essa fraqueza, sinto empatia com o drama dos pequenos, que gritam apavorados
  9. ao serem obrigados a aproximar-se do Papai Noel, de um cachorro ou do que for seu objeto
  10. fóbico. Isso acontece porque no começo da vida temos dificuldade de diferenciar onde termina o
  11. eu e começa o outro, assim como o que vem de dentro e de fora do corpo. Também nem sempre
  12. é fácil distinguir os adultos amorosos e confiáveis dos monstros. Já na escuridão, sentem-se
  13. diluídos, sem contornos, o que é fonte dos terrores noturnos. Para todos esses males, temer uma
  14. figura facilmente encontrável organiza a geografia do perigo, tornando-o mais passível de
  15. controle: se o medo se focar no cachorro da vizinha, que sempre late quando passamos, ou no
  16. Papai Noel de shopping, basta evitá-los e estaremos seguros. O pequeno apavorado não tira os
  17. olhos do monstro, mantendo-o na mira.
  18. Meu problema com as baratas é comum entre as mulheres que, tradicionalmente confinadas,
  19. partilharam o destino das crianças. A privacidade da casa era um não lugar, sua voz não fazia
  20. diferença, seu pensamento não era chamado a participar. Nunca sabiam bem quem eram, pois a
  21. identidade não vinha dali. Reinavam, mas num território de exílio dos homens públicos, em
  22. contato com a roupa suja dos patriarcas, em sentido real e figurado. Longe dos ritos sociais, que
  23. protegem e organizam o corpo e as ideias, convivendo com as fraquezas, doenças e vilanias dos
  24. que se bancam fortes e ________ lá fora, elas sentiam medo. A barata, forma __________ da
  25. sujeira imune mesmo à limpeza mais __________, é o pesadelo da mulher. Representa seu
  26. trabalho repetido de Sísifo, o castigo da sujeira invencível. Como todo objeto fóbico, deve ser
  27. próximo e assíduo.
  28. Frágeis como crianças, em seu mundo isento dos direitos civis e cheio de deveres servis, as
  29. fêmeas elegeram na barata um perigo que pode ser mapeado e combatido. Hoje isso não faria
  30. mais sentido, pois também somos uma figura pública, mas continuamos em pânico. Talvez ainda
  31. estejamos marcadas pelo longo período de dependência. Para mim, pelo menos, nada no mundo
  32. parece tão reconfortante quanto a paz que se instala uma vez que o monstro, de borco, cessa de
  33. espernear para sempre.

(Fonte: Zero Hora. Sábado, 3 de janeiro de 2015 – Adaptado. Disponível em:

http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/page/2/?topo=13%2C1%2C1%2C%2C%2C13)

Observe as seguintes frases, retiradas do texto.

I. Ondas de calafrios me percorrem (l.06).

II. Meu problema com as baratas é comum entre as mulheres (l.18).

III. as fêmeas elegeram na barata um perigo que pode ser mapeado e combatido. (l.28-29).

Quais NÃO poderiam ser passadas para a voz passiva?

 

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1438932 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRA-RS
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Socorro, barata!

  1. Meu marido costuma perguntar-me: para onde estás olhando? Brinca que se uma manada
  2. de elefantes estiver marchando na calçada eu casualmente estarei reparando em alguma folhinha
  3. caída. Há uma exceção: tudo isso altera-se radicalmente quando o assunto é barata.
  4. A simples presença desse inseto dito inofensivo torna-me uma observadora ninja. Não há ruído
  5. dele que escape aos meus ouvidos apurados, e os olhos são capazes de visão noturna. Entre a
  6. percepção e o ataque de pânico costuma não haver lapso. Ondas de calafrios me percorrem e
  7. fico em pânico de que a barata me toque.
  8. Graças a essa fraqueza, sinto empatia com o drama dos pequenos, que gritam apavorados
  9. ao serem obrigados a aproximar-se do Papai Noel, de um cachorro ou do que for seu objeto
  10. fóbico. Isso acontece porque no começo da vida temos dificuldade de diferenciar onde termina o
  11. eu e começa o outro, assim como o que vem de dentro e de fora do corpo. Também nem sempre
  12. é fácil distinguir os adultos amorosos e confiáveis dos monstros. Já na escuridão, sentem-se
  13. diluídos, sem contornos, o que é fonte dos terrores noturnos. Para todos esses males, temer uma
  14. figura facilmente encontrável organiza a geografia do perigo, tornando-o mais passível de
  15. controle: se o medo se focar no cachorro da vizinha, que sempre late quando passamos, ou no
  16. Papai Noel de shopping, basta evitá-los e estaremos seguros. O pequeno apavorado não tira os
  17. olhos do monstro, mantendo-o na mira.
  18. Meu problema com as baratas é comum entre as mulheres que, tradicionalmente confinadas,
  19. partilharam o destino das crianças. A privacidade da casa era um não lugar, sua voz não fazia
  20. diferença, seu pensamento não era chamado a participar. Nunca sabiam bem quem eram, pois a
  21. identidade não vinha dali. Reinavam, mas num território de exílio dos homens públicos, em
  22. contato com a roupa suja dos patriarcas, em sentido real e figurado. Longe dos ritos sociais, que
  23. protegem e organizam o corpo e as ideias, convivendo com as fraquezas, doenças e vilanias dos
  24. que se bancam fortes e ________ lá fora, elas sentiam medo. A barata, forma __________ da
  25. sujeira imune mesmo à limpeza mais __________, é o pesadelo da mulher. Representa seu
  26. trabalho repetido de Sísifo, o castigo da sujeira invencível. Como todo objeto fóbico, deve ser
  27. próximo e assíduo.
  28. Frágeis como crianças, em seu mundo isento dos direitos civis e cheio de deveres servis, as
  29. fêmeas elegeram na barata um perigo que pode ser mapeado e combatido. Hoje isso não faria
  30. mais sentido, pois também somos uma figura pública, mas continuamos em pânico. Talvez ainda
  31. estejamos marcadas pelo longo período de dependência. Para mim, pelo menos, nada no mundo
  32. parece tão reconfortante quanto a paz que se instala uma vez que o monstro, de borco, cessa de
  33. espernear para sempre.

(Fonte: Zero Hora. Sábado, 3 de janeiro de 2015 – Adaptado. Disponível em:

http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/page/2/?topo=13%2C1%2C1%2C%2C%2C13)

Analise as afirmações feitas a respeito de palavras do texto que recebem acento gráfico.

I. As palavras ‘ruído’ e ‘diluídos’ são acentuadas em razão da mesma regra.

II. Os vocábulos ‘pública’ e ‘é’, sem o acento gráfico, continuam a constituir palavras da língua portuguesa, porém assumem outra classe gramatical.

III. ‘Frágeis’ e ‘assíduo’ são acentuadas por serem paroxítonas terminadas em ditongo.

Quais estão corretas?

 

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1438931 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRA-RS
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Socorro, barata!

  1. Meu marido costuma perguntar-me: para onde estás olhando? Brinca que se uma manada
  2. de elefantes estiver marchando na calçada eu casualmente estarei reparando em alguma folhinha
  3. caída. Há uma exceção: tudo isso altera-se radicalmente quando o assunto é barata.
  4. A simples presença desse inseto dito inofensivo torna-me uma observadora ninja. Não há ruído
  5. dele que escape aos meus ouvidos apurados, e os olhos são capazes de visão noturna. Entre a
  6. percepção e o ataque de pânico costuma não haver lapso. Ondas de calafrios me percorrem e
  7. fico em pânico de que a barata me toque.
  8. Graças a essa fraqueza, sinto empatia com o drama dos pequenos, que gritam apavorados
  9. ao serem obrigados a aproximar-se do Papai Noel, de um cachorro ou do que for seu objeto
  10. fóbico. Isso acontece porque no começo da vida temos dificuldade de diferenciar onde termina o
  11. eu e começa o outro, assim como o que vem de dentro e de fora do corpo. Também nem sempre
  12. é fácil distinguir os adultos amorosos e confiáveis dos monstros. Já na escuridão, sentem-se
  13. diluídos, sem contornos, o que é fonte dos terrores noturnos. Para todos esses males, temer uma
  14. figura facilmente encontrável organiza a geografia do perigo, tornando-o mais passível de
  15. controle: se o medo se focar no cachorro da vizinha, que sempre late quando passamos, ou no
  16. Papai Noel de shopping, basta evitá-los e estaremos seguros. O pequeno apavorado não tira os
  17. olhos do monstro, mantendo-o na mira.
  18. Meu problema com as baratas é comum entre as mulheres que, tradicionalmente confinadas,
  19. partilharam o destino das crianças. A privacidade da casa era um não lugar, sua voz não fazia
  20. diferença, seu pensamento não era chamado a participar. Nunca sabiam bem quem eram, pois a
  21. identidade não vinha dali. Reinavam, mas num território de exílio dos homens públicos, em
  22. contato com a roupa suja dos patriarcas, em sentido real e figurado. Longe dos ritos sociais, que
  23. protegem e organizam o corpo e as ideias, convivendo com as fraquezas, doenças e vilanias dos
  24. que se bancam fortes e ________ lá fora, elas sentiam medo. A barata, forma __________ da
  25. sujeira imune mesmo à limpeza mais __________, é o pesadelo da mulher. Representa seu
  26. trabalho repetido de Sísifo, o castigo da sujeira invencível. Como todo objeto fóbico, deve ser
  27. próximo e assíduo.
  28. Frágeis como crianças, em seu mundo isento dos direitos civis e cheio de deveres servis, as
  29. fêmeas elegeram na barata um perigo que pode ser mapeado e combatido. Hoje isso não faria
  30. mais sentido, pois também somos uma figura pública, mas continuamos em pânico. Talvez ainda
  31. estejamos marcadas pelo longo período de dependência. Para mim, pelo menos, nada no mundo
  32. parece tão reconfortante quanto a paz que se instala uma vez que o monstro, de borco, cessa de
  33. espernear para sempre.

(Fonte: Zero Hora. Sábado, 3 de janeiro de 2015 – Adaptado. Disponível em:

http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/page/2/?topo=13%2C1%2C1%2C%2C%2C13)

Sobre o uso de pronomes no texto, analise as seguintes assertivas:

I. O pronome ‘isso’ (l.10) refere-se ao fato de a autora sentir empatia com o drama dos pequenos, expresso na linha 08.

II. O pronome ‘o’, em ‘tornando-o’ (l.15), faz referência ao medo que se torna passível de controle (l.15).

III. O pronome ‘o’, em ‘mantendo-o’ (l.17), refere-se a ‘monstro’, mencionado, também, na mesma linha.

Quais estão INCORRETAS?

 

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Questão presente nas seguintes provas
1438930 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRA-RS
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Socorro, barata!

  1. Meu marido costuma perguntar-me: para onde estás olhando? Brinca que se uma manada
  2. de elefantes estiver marchando na calçada eu casualmente estarei reparando em alguma folhinha
  3. caída. Há uma exceção: tudo isso altera-se radicalmente quando o assunto é barata.
  4. A simples presença desse inseto dito inofensivo torna-me uma observadora ninja. Não há ruído
  5. dele que escape aos meus ouvidos apurados, e os olhos são capazes de visão noturna. Entre a
  6. percepção e o ataque de pânico costuma não haver lapso. Ondas de calafrios me percorrem e
  7. fico em pânico de que a barata me toque.
  8. Graças a essa fraqueza, sinto empatia com o drama dos pequenos, que gritam apavorados
  9. ao serem obrigados a aproximar-se do Papai Noel, de um cachorro ou do que for seu objeto
  10. fóbico. Isso acontece porque no começo da vida temos dificuldade de diferenciar onde termina o
  11. eu e começa o outro, assim como o que vem de dentro e de fora do corpo. Também nem sempre
  12. é fácil distinguir os adultos amorosos e confiáveis dos monstros. Já na escuridão, sentem-se
  13. diluídos, sem contornos, o que é fonte dos terrores noturnos. Para todos esses males, temer uma
  14. figura facilmente encontrável organiza a geografia do perigo, tornando-o mais passível de
  15. controle: se o medo se focar no cachorro da vizinha, que sempre late quando passamos, ou no
  16. Papai Noel de shopping, basta evitá-los e estaremos seguros. O pequeno apavorado não tira os
  17. olhos do monstro, mantendo-o na mira.
  18. Meu problema com as baratas é comum entre as mulheres que, tradicionalmente confinadas,
  19. partilharam o destino das crianças. A privacidade da casa era um não lugar, sua voz não fazia
  20. diferença, seu pensamento não era chamado a participar. Nunca sabiam bem quem eram, pois a
  21. identidade não vinha dali. Reinavam, mas num território de exílio dos homens públicos, em
  22. contato com a roupa suja dos patriarcas, em sentido real e figurado. Longe dos ritos sociais, que
  23. protegem e organizam o corpo e as ideias, convivendo com as fraquezas, doenças e vilanias dos
  24. que se bancam fortes e ________ lá fora, elas sentiam medo. A barata, forma __________ da
  25. sujeira imune mesmo à limpeza mais __________, é o pesadelo da mulher. Representa seu
  26. trabalho repetido de Sísifo, o castigo da sujeira invencível. Como todo objeto fóbico, deve ser
  27. próximo e assíduo.
  28. Frágeis como crianças, em seu mundo isento dos direitos civis e cheio de deveres servis, as
  29. fêmeas elegeram na barata um perigo que pode ser mapeado e combatido. Hoje isso não faria
  30. mais sentido, pois também somos uma figura pública, mas continuamos em pânico. Talvez ainda
  31. estejamos marcadas pelo longo período de dependência. Para mim, pelo menos, nada no mundo
  32. parece tão reconfortante quanto a paz que se instala uma vez que o monstro, de borco, cessa de
  33. espernear para sempre.

(Fonte: Zero Hora. Sábado, 3 de janeiro de 2015 – Adaptado. Disponível em:

http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/page/2/?topo=13%2C1%2C1%2C%2C%2C13)

De acordo com o texto, é INCORRETO afirmar que:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1438929 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRA-RS
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Socorro, barata!

  1. Meu marido costuma perguntar-me: para onde estás olhando? Brinca que se uma manada
  2. de elefantes estiver marchando na calçada eu casualmente estarei reparando em alguma folhinha
  3. caída. Há uma exceção: tudo isso altera-se radicalmente quando o assunto é barata.
  4. A simples presença desse inseto dito inofensivo torna-me uma observadora ninja. Não há ruído
  5. dele que escape aos meus ouvidos apurados, e os olhos são capazes de visão noturna. Entre a
  6. percepção e o ataque de pânico costuma não haver lapso. Ondas de calafrios me percorrem e
  7. fico em pânico de que a barata me toque.
  8. Graças a essa fraqueza, sinto empatia com o drama dos pequenos, que gritam apavorados
  9. ao serem obrigados a aproximar-se do Papai Noel, de um cachorro ou do que for seu objeto
  10. fóbico. Isso acontece porque no começo da vida temos dificuldade de diferenciar onde termina o
  11. eu e começa o outro, assim como o que vem de dentro e de fora do corpo. Também nem sempre
  12. é fácil distinguir os adultos amorosos e confiáveis dos monstros. Já na escuridão, sentem-se
  13. diluídos, sem contornos, o que é fonte dos terrores noturnos. Para todos esses males, temer uma
  14. figura facilmente encontrável organiza a geografia do perigo, tornando-o mais passível de
  15. controle: se o medo se focar no cachorro da vizinha, que sempre late quando passamos, ou no
  16. Papai Noel de shopping, basta evitá-los e estaremos seguros. O pequeno apavorado não tira os
  17. olhos do monstro, mantendo-o na mira.
  18. Meu problema com as baratas é comum entre as mulheres que, tradicionalmente confinadas,
  19. partilharam o destino das crianças. A privacidade da casa era um não lugar, sua voz não fazia
  20. diferença, seu pensamento não era chamado a participar. Nunca sabiam bem quem eram, pois a
  21. identidade não vinha dali. Reinavam, mas num território de exílio dos homens públicos, em
  22. contato com a roupa suja dos patriarcas, em sentido real e figurado. Longe dos ritos sociais, que
  23. protegem e organizam o corpo e as ideias, convivendo com as fraquezas, doenças e vilanias dos
  24. que se bancam fortes e ________ lá fora, elas sentiam medo. A barata, forma __________ da
  25. sujeira imune mesmo à limpeza mais __________, é o pesadelo da mulher. Representa seu
  26. trabalho repetido de Sísifo, o castigo da sujeira invencível. Como todo objeto fóbico, deve ser
  27. próximo e assíduo.
  28. Frágeis como crianças, em seu mundo isento dos direitos civis e cheio de deveres servis, as
  29. fêmeas elegeram na barata um perigo que pode ser mapeado e combatido. Hoje isso não faria
  30. mais sentido, pois também somos uma figura pública, mas continuamos em pânico. Talvez ainda
  31. estejamos marcadas pelo longo período de dependência. Para mim, pelo menos, nada no mundo
  32. parece tão reconfortante quanto a paz que se instala uma vez que o monstro, de borco, cessa de
  33. espernear para sempre.

(Fonte: Zero Hora. Sábado, 3 de janeiro de 2015 – Adaptado. Disponível em:

http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/page/2/?topo=13%2C1%2C1%2C%2C%2C13)

Considerando as ideias do texto, analise as seguintes assertivas:

I. No primeiro parágrafo, a autora descreve a si mesma como uma ótima observadora quando está na presença de uma barata. No entanto, afirma que o medo continua sempre ao seu lado nesses momentos.

II. A autora relaciona a figura da barata com o homem de antigamente, que fazia a mulher viver com medo.

III. É possível relacionar o sentimento de medo pela barata como o castigo da sujeira infindável dentro de sua própria casa.

Quais estão corretas?

 

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Questão presente nas seguintes provas
1438928 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRA-RS
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Socorro, barata!

  1. Meu marido costuma perguntar-me: para onde estás olhando? Brinca que se uma manada
  2. de elefantes estiver marchando na calçada eu casualmente estarei reparando em alguma folhinha
  3. caída. Há uma exceção: tudo isso altera-se radicalmente quando o assunto é barata.
  4. A simples presença desse inseto dito inofensivo torna-me uma observadora ninja. Não há ruído
  5. dele que escape aos meus ouvidos apurados, e os olhos são capazes de visão noturna. Entre a
  6. percepção e o ataque de pânico costuma não haver lapso. Ondas de calafrios me percorrem e
  7. fico em pânico de que a barata me toque.
  8. Graças a essa fraqueza, sinto empatia com o drama dos pequenos, que gritam apavorados
  9. ao serem obrigados a aproximar-se do Papai Noel, de um cachorro ou do que for seu objeto
  10. fóbico. Isso acontece porque no começo da vida temos dificuldade de diferenciar onde termina o
  11. eu e começa o outro, assim como o que vem de dentro e de fora do corpo. Também nem sempre
  12. é fácil distinguir os adultos amorosos e confiáveis dos monstros. Já na escuridão, sentem-se
  13. diluídos, sem contornos, o que é fonte dos terrores noturnos. Para todos esses males, temer uma
  14. figura facilmente encontrável organiza a geografia do perigo, tornando-o mais passível de
  15. controle: se o medo se focar no cachorro da vizinha, que sempre late quando passamos, ou no
  16. Papai Noel de shopping, basta evitá-los e estaremos seguros. O pequeno apavorado não tira os
  17. olhos do monstro, mantendo-o na mira.
  18. Meu problema com as baratas é comum entre as mulheres que, tradicionalmente confinadas,
  19. partilharam o destino das crianças. A privacidade da casa era um não lugar, sua voz não fazia
  20. diferença, seu pensamento não era chamado a participar. Nunca sabiam bem quem eram, pois a
  21. identidade não vinha dali. Reinavam, mas num território de exílio dos homens públicos, em
  22. contato com a roupa suja dos patriarcas, em sentido real e figurado. Longe dos ritos sociais, que
  23. protegem e organizam o corpo e as ideias, convivendo com as fraquezas, doenças e vilanias dos
  24. que se bancam fortes e ________ lá fora, elas sentiam medo. A barata, forma __________ da
  25. sujeira imune mesmo à limpeza mais __________, é o pesadelo da mulher. Representa seu
  26. trabalho repetido de Sísifo, o castigo da sujeira invencível. Como todo objeto fóbico, deve ser
  27. próximo e assíduo.
  28. Frágeis como crianças, em seu mundo isento dos direitos civis e cheio de deveres servis, as
  29. fêmeas elegeram na barata um perigo que pode ser mapeado e combatido. Hoje isso não faria
  30. mais sentido, pois também somos uma figura pública, mas continuamos em pânico. Talvez ainda
  31. estejamos marcadas pelo longo período de dependência. Para mim, pelo menos, nada no mundo
  32. parece tão reconfortante quanto a paz que se instala uma vez que o monstro, de borco, cessa de
  33. espernear para sempre.

(Fonte: Zero Hora. Sábado, 3 de janeiro de 2015 – Adaptado. Disponível em:

http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/page/2/?topo=13%2C1%2C1%2C%2C%2C13)

As lacunas das linhas 24 (duas ocorrências) e 25, considerando o sentido do texto, ficam correta e respectivamente preenchidas por:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1438927 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRA-RS
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INSTRUÇÕES


Para a resolução das questões desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; e (4), no enunciado e nas respostas de algumas questões, existem palavras que foram digitadas entre aspas, apenas para destacá-las. Nesse caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente somente para o texto propriamente dito.

Vários meios físicos podem ser utilizados como forma de transmissão guiada nas redes de comunicação. Porém, o _________ se destaca pelas seguintes características: o fio de cobre é envolvido por material isolante e este por uma malha sólida entrelaçada de blindagem, podendo ainda ser utilizado em transmissões digitais e analógicas se estender por distâncias mais longas em velocidades mais altas.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

 

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1438926 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRA-RS
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Para a resolução das questões desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; e (4), no enunciado e nas respostas de algumas questões, existem palavras que foram digitadas entre aspas, apenas para destacá-las. Nesse caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente somente para o texto propriamente dito.

Sobre o hardware de computadores PC, analise as seguintes assertivas:

I. O ventilador auxiliar (cooler) existente no interior da fonte de alimentação do PC move o ar do ambiente externo para dentro do gabinete.

II. IDE e SATA são padrões de interface de discos rígidos.

III. AM2, LGA 775 e 478 são formatos de suporte (socket) para processadores.

Quais estão corretas?

 

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1438925 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRA-RS
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Para a resolução das questões desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; e (4), no enunciado e nas respostas de algumas questões, existem palavras que foram digitadas entre aspas, apenas para destacá-las. Nesse caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente somente para o texto propriamente dito.

A figura a seguir apresenta os itens de configuração do MS Internet Explorer 8, a partir da seleção “Ferramentas”, depois “Opções da Internet” na barra de menus.

enunciado 1438925-1

No item Histórico de navegação, clicando-se no botão Configurações com o botão esquerdo do mouse, é possível:

I. Especificar quantos dias as páginas ficam no Histórico.

II. Verificar se há versões mais novas das páginas armazenadas diariamente.

III. Estabelecer a quota em disco para os arquivos temporários.

Quais estão corretas?

 

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