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Foram encontradas 190 questões.

1339989 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-16

Quando falamos em "Psicologia Institucional", nos referimos:

 

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1339952 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-16
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Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas a seguir.

O planejamento costuma figurar como a função , exatamente por ser aquela que serve de base para as demais. Ele determina o que se deve fazer, quais os objetivos a serem atingidos, quais serão adotados e que tipo de gerenciamento será pertinente para encontrar satisfatórios.

 

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1339939 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-16
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Segundo o art. 9Q da Resolução CFP 03/2007 (que manteve sua redação após a alteração promovida pela Resolução CFP 001/2012), o exercício profissional fora da jurisdição do CRP no qual o profissional tem seu registro principal, obriga a inscrição secundária em Conselho competente. Qual das alternativas exime o profissional de tal registro?

 

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1339938 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-16
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Coisas que eu queria saber aos 21

Diretora do Todos Pela Educação e vencedora do

Prêmio Jovens Lideranças fala de sua formação

"Sempre fui 'cdf' na escola e gostava de todas as matérias, mas quando chegou o momento de escolher o curso universitário fiquei muito dividida entre Arquitetura, Agronomia e Publicidade. Fiz a inscrição no vestibular para Administração da FGV, por duas razões: por ser um curso aberto o suficiente para que eu pudesse adiar a escolha profissional e por influência do meu pai, um empreendedor nato."

Logo no primeiro semestre, percebi que o curso era amplo demais. Resolvi prestar vestibular para Direito na USP, achando que não teria muita chance de passar. Fui aprovada com ótima colocação, em grande parte porque estava muito calma, já que não sofria pressão, por ter entrado em outra universidade. Foi uma grande experiência, pois entendi que na vida adulta a emoção governa boa parte da nossa trajetória.

Na Sanfran - que fiz à noite, enquanto cursava a FGV de manhã -, tive uma das experiências mais ricas da minha vida: saí de ambientes muito homogêneos (minha escola e a FGV) para vivenciar a diversidade da faculdade pública, com alunos de várias classes e Estados, com orientações religiosas e ideológicas totalmente distintas e de várias faixas etárias, com experiências de vida bem diferentes das minhas. Também foi na Sanfran que passei a gostar de política, de debater ideias e de me posicionar em relação às causas em que acreditava.

Hoje sou extremamente grata às escolhas que fiz ainda meio sem saber aonde me levariam. As grandes decisões definem nossa vida (como a escolha do curso universitário), mas temos menos controle do que imaginamos sobre as consequências dessas escolhas - em parte, acho, porque as decisões do dia a dia, aquela conversa no Centro Acadêmico, um trabalho em grupo nos fazem perceber o que queremos da vida.

Já formada, testei algumas carreiras e aproveitei muito todas as oportunidades que apareciam. Mas sentia falta de algo. Numa conversa com amigos da FGV me dei conta de que, apesar de muito bem remunerados para a idade, todos estavam descontentes com o seu trabalho - menos uma amiga, que não trabalhava em uma empresa, mas em uma organização social na área da cultura. Nesse momento tive um estalo: eu queria ser feliz com o que fazia, exatamente como ela. E comentei isso naquela noite.

Outra amiga me encaminhou para uma ONG e mandei o currículo sem saber exatamente o que era terceiro setor. Saí da consultoria onde trabalhava e fiz uma das escolhas mais importantes da minha vida. Coordenei o comitê brasileiro do Ano Internacional do Voluntário da ONU em 2001, ajudei a fundar e fui coordenadora do Instituto Faça Parte e também ajudei a fundar o movimento Todos Pela Educação, do qual hoje sou diretora executiva. Em consequência disso, fiz outra descoberta: é possível ser arquiteta de soluções, agrônoma para ajudar a plantar um país melhor, publicitária de causas, administradora de um projeto de nação, tudo isso buscando contribuir para a plena efetivação do direito à educação de qualidade de todas as crianças e jovens."

(Disponível em www.estadao.com.br)

A palavra "onde", também destacada no texto, pode ser substituída corretamente por:

 

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1339936 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-16

Leia o texto a seguir:

Meu cachorro

Meu cachorro está doente. É um husky e tem 14 anos. Dizem os conhecedores da raça que 12 anos é o tempo normal de vida. Mas sempre tive esperança de que fosse muito além. A mãe viveu até os 17. Seu nome é Uno. Não é muito comum, mas tem um motivo. Meu irmão e minha cunhada, há muitos anos, resolveram montar um canil em Campinas. Só de huskies. Compraram macho e fêmea de uma linhagem gloriosa. O avô, importado do Canadá, foi até capa de revista especializada. Registraram o canil. Alimentaram o casal, deram vacinas e prepararam-se para fazer fortuna. Logo uma ninhada estaria a caminho. Meu irmão fez as contas. Na época, o husky era muito valorizado. Com um certo número de cãezinhos, teria um bom lucro!

- Serão dez, onze? - sonhava minha cunhada Bia.

Nasceu um. Sim, um somente! Ganhou o nome de Uno, e me foi dado de presente. A grana ficou na imaginação.

Uno me acompanha desde então, em várias fases da minha vida. Até no desemprego! Cheguei a escrever crônicas para uma revista canina usando seu nome e sua foto. Também um livro infanto-juvenil, Mordidas que Podem Ser Beijos, em que é o protagonista. Muita coisa inventei. Mas não sua mania de fugir de casa. Quando morei numa chácara na Granja Viana, Uno escalava o alambrado com a agilidade de um gato. Assim são os huskies, um tanto felinos. Disparava até o lago e fugia com um pato entre os dentes. Eu que me visse às voltas com a direção do condomínio - donos são para quebrar o galho, devem pensar os cachorros. Escondia-se na reserva florestal e só voltava ao entardecer, com o estômago cheio!

Um terror, o meu cachorro! Duas vezes, bravamente, capturou ouriços. Dezenas de espinhos penetraram seu pelo. Entraram em sua boca. Eu nunca vira um espinho de ouriço. É duro, pontudo! Impressionante. Fiquei a seu lado enquanto o veterinário arrancava um por um.

Mudei para a cidade. Meu cachorro envelheceu e passa longas horas deitado a meu lado vendo televisão. Deve achar um absurdo tantos tiros, beijos, lágrimas e juras de amor. Gosta de, simplesmente, ficar do meu lado. Ao olhá-lo, tenho uma sensação de conforto. Às vezes se levanta, bota a cabeça nas minhas pernas e eu coço suas orelhas. Sua boca se estica. Tenho a impressão de que é um sorriso.

Há algum tempo começou a ficar doente. Ainda parece saudável. Seu pelo castanho brilha. Mas surge uma coisa aqui, outra ali. Toma remédio para o coração. Laxantes. Chega a uivar baixinho - huskies não latem.

E a terceira vez que o envio ao veterinário em duas semanas. Agora, nem conseguia ficar em pé, de tão frágil. Sinto angústia só de pensar em sua imensa solidão, longe do tapete onde costuma dormir, sendo picado, mal comendo e, principalmente, sem alguém que lhe acaricie o pelo. A doença deve ser um mistério para ele mesmo.

O amor de um cão é incondicional. Vejo mendigos na rua acompanhados de cachorros esquálidos que não os abandonam e até os protegem nas noites escuras. Vejo crianças a quem o cão ajuda a conhecer o afeto. Eu sei que meu cachorro está partindo. Se não for agora será daqui a semanas ou meses, pois uma coisa vira outra, e outra. Ou ele não conseguirá resistir ou chegará a um ponto em que terei de dar um nó no coração e abreviar seu sofrimento. Eu tenho de resistir e fazer o melhor. Coçar sua barriga e falar palavras docemente. E, se puder, quando chegar a hora, colocá-lo em meu colo e dizer quanto o amo.

Quando me sentei diante do computador, queria escrever linhas engraçadas, repletas de bom humor. Foi impossível. Meu sentimento falou mais alto. Quem já amou um cão entende minha dor.

(Walcyr Carrasco - Publicado na Veja São Paulo em 15/11/2006)

Assinale a única alternativa em que a frase "Não é muito comum, mas tem um motivo." foi reescrita sem alteração de seu sentido básico.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1339922 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-16
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Sobre a inscrição e o exercício do profissional da Psicologia, segundo a Lei nº 5.766, de 20 de dezembro de 1971, assinale a alternativa incorreta.

 

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1339915 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-16
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De acordo com a Resolução CFP 003/2007, haverá inspeção nas instalações da pessoa jurídica, as quais deverão estar de acordo com as normas e exigências impostas às atividades dessa natureza, contidas em Resoluções do CFP, especialmente no MUORF e no Código de Ética, e na legislação em vigor referente à espécie. A primeira inspeção será realizada pelo Conselho Regional de Psicologia competente, em até 90 (noventa) dias, a contar do registro ou cadastramento. As despesas da inspeção são de responsabilidade:

 

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1339910 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-16

São atribuições do psicólogo jurídico:

I. Assessorar a formulação, revisão e execução de leis.

II. Colaborar na formulação e implantação das políticas de cidadania e direitos humanos.

III. Participar de programas educacionais, culturais, recreativos e de higiene mental, com vistas a assegurar a preservação da saúde e da qualidade de vida do trabalhador.

IV. Promover estudos sobre características de grupos étnicos e religiosos.

Está correto o que se afirma em:

 

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1339884 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-16

Leia o texto a seguir:

Cotas raciais - quem ganha, quem perde?

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu recentemente, por unanimidade, que a introdução de cotas raciais no acesso às universidades públicas federais não viola a Constituição da República, seguindo a linha adotada nos Estados Unidos há algumas décadas de introduzir "ações afirmativas" para corrigir injustiças feitas no passado. A decisão flexibiliza a ideia básica de que todos são iguais perante a lei, um dos grandes objetivos da Revolução Francesa.

Ela se origina na visão de que é preciso aceitar a "responsabilidade histórica" dos malefícios causados pela escravidão e compensar, em parte, as vítimas e seus descendentes. A mesma ideia permeia negociações entre países, entre ex-colônias e as nações industrializadas, na área comercial e até nas negociações sobre o clima.

Sucede que, de modo geral, "compensar" povos ou grupos sociais por violências, discriminações e até crimes cometidos no passado raramente ocorreu ao longo da História. Um bom exemplo é o verdadeiro "holocausto" resultante da destruição dos Impérios Inca e Asteca, na América Latina, ou até da destruição de Cartago pelos romanos, que nunca foram objeto de compensações. Se o fossem, a Espanha deveria estar compensando até hoje o que Hernán Cortez fez ao conquistar o México e destruir o Império Asteca.

É perfeitamente aceitável e desejável que grupos discriminados, excluídos ou perseguidos devam ser objeto de tratamento especial pelos setores mais privilegiados da sociedade e do próprio Estado, por meio de assistência social, educação, saúde e criação de oportunidades. Contudo, simplificar a gravidade dos problemas econômicos e sociais que afligem parte da população brasileira, sobretudo os descendentes de escravos, estabelecendo cotas raciais para acesso às universidades públicas do País, parece-nos injustificado e contraprodutivo, porque revela uma falta de compreensão completa do papel que essas instituições de ensino representam.

Universidades públicas e gratuitas atendem apenas a um terço dos estudantes que fazem curso superior no Brasil, que é uma rota importantíssima para a progressão social e o sucesso profissional. As demais universidades são pagas, o que prejudica a parte mais pobre da população estudantil. Essa é uma distorção evidente do sistema universitário do País. Mas o custo do ensino superior é tão elevado que apenas países ricos como a França, a Suécia ou a Alemanha podem oferecer ensino superior gratuito para todos. Não é o nosso caso. Essa é a razão por que existem vestibulares nas universidades públicas, onde a seleção era feita exclusivamente pelo mérito até recentemente.

A decisão recente do Supremo Tribunal Federal deixa de reconhecer o mérito como único critério para admissão em universidades públicas. E abre caminho para a adoção de outras cotas, além das raciais, talvez, no futuro.

Acontece que o sistema universitário tem sérios problemas de qualidade e desempenho, como bem o demonstra o resultado dos exames da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) - garantia da qualidade dos profissionais dessa área -, que reprova sistematicamente a maioria dos que se submetem a ele, o mesmo ocorrendo com os exames na área médica.

Órgãos do governo como a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação, ou o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, têm feito esforços para melhorar o desempenho das universidades brasileiras por meio de complexos processos de avaliação, que têm ajudado, mas não se mostraram suficientes.

Esses são mecanismos externos às universidades. Na grande maioria delas, os esforços internos são precários em razão da falta de critérios e de empenho do Ministério da Educação, que escolhe os reitores, alguns dos quais, como os da Universidade de Brasília, iniciaram o processo de criação de cotas raciais como se esse fosse o principal problema das universidades e do ensino superior no Brasil.

O populismo que domina muitas dessas universidades, há décadas, é a principal razão do baixo desempenho das universidades brasileiras na classificação mundial. Somente a Universidade de São Paulo (USP) conseguiu colocar-se entre as melhores 50 nesse ranking.

O problema urgente das universidades brasileiras é, portanto, melhorar de nível, e não resolver problemas de discriminação racial ou corrigir "responsabilidades históricas", que só poderão ser solucionadas por meio do progresso econômico e educacional básico.

O governo federal parece ter tomado consciência desse problema ao lançar o programa Ciência sem Fronteiras, que se propõe a enviar ao exterior, anualmente, milhares de estudantes universitários, imitando o que o Japão fez no século 19 ou a China no século 20 e foi a base da modernização e do rápido progresso desses países.

Daí o desapontamento com a decisão da Suprema Corte não só por ter sido unânime, mas também por não ter sido objeto de uma tomada de posição de muitos intelectuais formadores de opinião, exceto notáveis exceções, como Eunice R. Durham, Simon Schwartzman, Demétrio Magnoli e poucos outros que se manifestaram sobre a inconveniência da decisão.

O único aspecto positivo na decisão do Supremo Tribunal Federal foi o de que simplesmente aceitou a constitucionalidade das cotas raciais, cabendo aos reitores, em cada universidade, adotá-Ias e implementá-Ias.

Há aqui uma oportunidade para que os professores mais esclarecidos assumam a liderança e se esforcem para manter elevado o nível de suas universidades sem descuidar de tornar o acesso pelo mérito mais democrático, e sem a adoção de cotas raciais, como algumas universidades estaduais de São Paulo estão fazendo.

José Goldemberg

(www.estadao.com.br/noticias/impresso,cotas-raciais--quem-ganha-

quem-perde-,875703,0.htm)

Sobre a vírgula no fragmento "corrigir 'responsabilidades históricas', que só poderão ser solucionadas por meio do progresso econômico e educacional básico." é correto afirmar que:

 

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1339872 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-16
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Os artigos 2º e 3º, da Resolução CRP 16ª Região-ES 005/2012, tratam das condições necessárias para o pedido de cancelamento de registro do profissional de psicologia. Qual das alternativas não corresponde a uma delas?

 

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