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Assinale a alternativa que apresenta uma infração de trânsito que tem como penalidade multa e medida administrativa – remoção do veículo.
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Leia o Texto.
CASADOS X SOLTEIROS
Luis Fernando Verissimo
QUANDO AVISTOU o Caio chegando na praia, Bigode, técnico e capitão do time dos casados, levantou os braços para o céu. Graças a Deus!
– O jogo de domingo está no papo. Olha quem vem lá.
– Quem é?
– O Caio. Com ele no nosso time os solteiros estão per...
– Ele se divorciou.
– Não importa, o... Como, se divorciou?
– Se divorciou. Largou a mulher. Ou a mulher largou dele.
– Não me conta. O caio? Com aquele chute?
– Que que tem o chute a ver com...
– Não. É que, sei lá. Logo o Caio... Escuta.
– O quê?
– Divorciado, tecnicamente é solteiro?
– Acho que é.
– Não pode. Só falta essa. O Caio no time deles.
– Acho que não escapa.
– Não pode! É traição. Largar a mulher, tudo bem.
Mas trair o time?!
– Mas ele agora é solteiro.
– Está errado. Os divorciados que formem um time deles. Casados e solteiros é um jogo de tradição nesta praia. Antigamente era melhor. Não tinha nada disso.
Estava mal-casado, agüentava mas não largava o time.
Agora por qualquer coisinha se divorciam. Se fosse um lateral, vá lá. Mas um centroavante. E com aquele chute!
– Mas tem o outro lado da coisa.
– Que outro lado?
– Casou. Com a mulher do Caio.
– O Jacintão?!
– Foi por causa dele que ela largou o Caio.
– Mas o que é isso?! E o Jacintão é bom de bola.
No jogo do ano passado ele quase complicou a nossa vida..
– Não tem o chute do Caio.
– Mas é mais técnico. E outra coisa...
– O que?
– Vai ter a vantagem psicológica. Ganha do Caio na moral.
– E o Caio vai querer acertar o Jacintão. Vai fazer falta atrás de falta atrás de falta. Talvez até pênalti
– Exato!
– E o Bigode foi procurar o Jacintão, convertido à velha idéia de que há males que vêm para bem.
http://pedrolusodcarvalho.blogspot.com.br/2011/01/luis-fernadoverissimo- casados-x.html em 10/05/2013.
Quanto ao texto, é correto afirmar que
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Em um experimento, foi realizada a medição do valor verdadeiro de uma variável do processo, utilizando-se quatro instrumentos distintos, a saber: (i), (ii), (iii) e (iv). Com cada um dos instrumentos, foram realizadas três leituras, as quais são representadas, na figura, pelos pequenos traços verticais. Baseado na teoria de Exatidão e Precisão, é correto afirmar que, na medição (leitura),

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Medo que dá medo
1.§ Muitas mães estão com medo de que os seus filhos sintam medo. Pedem para a escola não contar determinadas histórias e para trocar a indicação do livro que o filho deve ler. Elas também não deixam que as crianças assistam a filmes que, seja qual for o motivo, provoquem medo. Basta que o filme veicule uma ideia: nem precisa conter cenas aterrorizantes. Essa reação dos pais leva a crer que o medo é necessariamente provocado por um motivo externo à criança e que é uma emoção negativa que os pequenos não devem experimentar.
2.§ Vamos pensar a esse respeito. Primeiramente, vamos lembrar que toda criança pequena sentirá medo de algo em algum momento de sua vida. Medo do escuro, medo de perder a mãe e medo de monstro são alguns exemplos. E esses medos não serão originados necessariamente por causa de uma história, de uma situação experimentada ou de um mito. Esses elementos servirão apenas de isca para que o medo surja.
3.§ Tomemos como exemplo o medo do escuro. De fato, é na imaginação da criança que reside o que nela lhe dá medo; o escuro apenas oferece campo para que esas imagens de sua imaginação ganhem formato, concretude. É que, no escuro e em suas sombras, a criança pode “ver” monstros se movimentando e até “ouvir” os rugidos ameaçadores dessas figuras. No ambiente iluminado, tudo volta a ser a realidade conhecida porque a imaginação deixa de ter seu pano de fundo. Os rugidos dos monstros voltam a ser os sons naturais do ambiente. E as monstruosas imagens são diluídas pela claridade.
4.§ E por que é bom a criança experimentar o medo desde cedo? Porque essa é uma emoção que pode surgir em qualquer momento da sua vida e é melhor ela aprender a reconhecê-la logo na infância para, assim, começar a desenvolver mecanismos pessoais de reação. A criança precisa reconhecer, por exemplo, o medo que protege, ou seja, aquele que a ajudará a se desviar de situações de risco. Paralelamente, precisa reconhecer o medo exagerado que a congela, aquele que impede o movimento da vida e que exige superação.
5.§ É experimentando os mais variados medos que a criança vai perceber e aprender que alguns medos precisam ser respeitados pelo aviso de perigo que dão, enquanto outros medos exigem uma estratégia de enfrentamento que se consegue com coragem. A coragem, portanto, nasce do medo. E quem não quer que o seu filho desenvolva tal virtude?
6.§ Por fim, é bom lembrar que, muitas vezes, a criança procura sentir medo por gostar de viver uma situação que, apesar de difícil, ela pode superar. Cito como exemplo um mito urbano que provoca medo em muitas crianças na escola: “a loira do banheiro”. Para quem não a conhece, é a imagem de uma mulher que assusta as crianças quando elas vão ao banheiro. Uma escola decidiu acabar com esse mito. Por meio de várias estratégias conseguiu convencer os alunos de que isso não existia. Alguns meses depois, as crianças construíram outro mito para que pudessem sentir o mesmo medo que experimentavam quando se viam perseguidos pela “loira do banheiro”. E quantas crianças não choram de medo depois de ouvir uma história e, no dia seguinte, pedem aos pais que a contem novamente?
7.§ Conclusão: o que pode atrapalhar a criança não é o medo que ela sente, e sim o medo que os pais sentem de que ela sinta medo. Isso porque a criança pode entender que os pais a consideram desprovida de recursos para enfrentar os medos que a vida lhe apresenta.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/1255390-medoque- da-medo.shtml
“Para quem não a conhece, é a imagem de uma mulher que assusta as crianças quando elas vão ao banheiro.”.
A oração destacada expressa
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Leia o texto.
Medo que dá medo
1.§ Muitas mães estão com medo de que os seus filhos sintam medo. Pedem para a escola não contar determinadas histórias e para trocar a indicação do livro que o filho deve ler. Elas também não deixam que as crianças assistam a filmes que, seja qual for o motivo, provoquem medo. Basta que o filme veicule uma ideia: nem precisa conter cenas aterrorizantes. Essa reação dos pais leva a crer que o medo é necessariamente provocado por um motivo externo à criança e que é uma emoção negativa que os pequenos não devem experimentar.
2.§ Vamos pensar a esse respeito. Primeiramente, vamos lembrar que toda criança pequena sentirá medo de algo em algum momento de sua vida. Medo do escuro, medo de perder a mãe e medo de monstro são alguns exemplos. E esses medos não serão originados necessariamente por causa de uma história, de uma situação experimentada ou de um mito. Esses elementos servirão apenas de isca para que o medo surja.
3.§ Tomemos como exemplo o medo do escuro. De fato, é na imaginação da criança que reside o que nela lhe dá medo; o escuro apenas oferece campo para que esas imagens de sua imaginação ganhem formato, concretude. É que, no escuro e em suas sombras, a criança pode “ver” monstros se movimentando e até “ouvir” os rugidos ameaçadores dessas figuras. No ambiente iluminado, tudo volta a ser a realidade conhecida porque a imaginação deixa de ter seu pano de fundo. Os rugidos dos monstros voltam a ser os sons naturais do ambiente. E as monstruosas imagens são diluídas pela claridade.
4.§ E por que é bom a criança experimentar o medo desde cedo? Porque essa é uma emoção que pode surgir em qualquer momento da sua vida e é melhor ela aprender a reconhecê-la logo na infância para, assim, começar a desenvolver mecanismos pessoais de reação. A criança precisa reconhecer, por exemplo, o medo que protege, ou seja, aquele que a ajudará a se desviar de situações de risco. Paralelamente, precisa reconhecer o medo exagerado que a congela, aquele que impede o movimento da vida e que exige superação.
5.§ É experimentando os mais variados medos que a criança vai perceber e aprender que alguns medos precisam ser respeitados pelo aviso de perigo que dão, enquanto outros medos exigem uma estratégia de enfrentamento que se consegue com coragem. A coragem, portanto, nasce do medo. E quem não quer que o seu filho desenvolva tal virtude?
6.§ Por fim, é bom lembrar que, muitas vezes, a criança procura sentir medo por gostar de viver uma situação que, apesar de difícil, ela pode superar. Cito como exemplo um mito urbano que provoca medo em muitas crianças na escola: “a loira do banheiro”. Para quem não a conhece, é a imagem de uma mulher que assusta as crianças quando elas vão ao banheiro. Uma escola decidiu acabar com esse mito. Por meio de várias estratégias conseguiu convencer os alunos de que isso não existia. Alguns meses depois, as crianças construíram outro mito para que pudessem sentir o mesmo medo que experimentavam quando se viam perseguidos pela “loira do banheiro”. E quantas crianças não choram de medo depois de ouvir uma história e, no dia seguinte, pedem aos pais que a contem novamente?
7.§ Conclusão: o que pode atrapalhar a criança não é o medo que ela sente, e sim o medo que os pais sentem de que ela sinta medo. Isso porque a criança pode entender que os pais a consideram desprovida de recursos para enfrentar os medos que a vida lhe apresenta.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/1255390-medoque- da-medo.shtml
Em “A coragem, portanto, nasce do medo.”, a expressão destacada estabelece relação lógicosemântica de
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De acordo com o Código Civil, assinale a alternativa INCORRETA.
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Em relação à Segurança da Informação, a garantia de que os usuários autorizados obtenham acesso à informação e aos ativos correspondentes é o princípio da
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Assinale a alternativa correta. Das decisões interlocutórias caberá agravo, na forma retida, no prazo de
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De acordo com o Código de Processo Civil, assinale a alternativa INCORRETA. Serão representados em juízo, ativa e passivamente,
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De acordo com o Código Civil, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. São incapazes, relativamente a certos atos, ou à maneira de os exercer:
I. Os maiores de dezesseis e menores de vinte e um anos.
II. Os ébrios habituais, os viciados em tóxicos, e os que, por deficiência mental, tenham o discernimento reduzido.
III. Os excepcionais, sem desenvolvimento mental completo.
IV. Os pródigos.
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