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Foram encontradas 60 questões.

2481418 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Violência revolucionária é vista como legítima pela extrema-esquerda
Rodrigo Constantino
Em sua coluna [...] no GLOBO, Denis Rosenfield argumenta, corretamente, que a morte do cinegrafista Santiago Andrade não foi um simples acidente, mas foi um assassinato político, algo que parecia inevitável com o tempo após tantos “formadores” de opinião defenderem os métodos dos black blocs.
Rosenfield afirma que, após a desgraça e a forte reação da opinião pública, esses mesmos que antes aplaudiam os mascarados agora se fazem de inocentes, como se não tivessem nada a ver com a violência perpetrada pelos vândalos sob o manto da ideologia anticapitalista.
Se fossem grupos de extrema-direita nas ruas, a reação seria completamente diferente. Haveria gritos de “fascistas” por todo lugar. Como são criminosos que estão associados à esquerda, então não acontece nada disso. Ficam impunes, a esquerda em si não é acusada, e o que foi um assassinato político se torna um acidente isolado. Como sempre, temos um peso para duas medidas.
O que já está mais do que provado é que boa parte da esquerda mais radical não vê problema algum na violência como arma revolucionária. Para essas pessoas, atos de vandalismo, de depredação, agressão ou mesmo terrorismo são vistos como legítimos para destruir o sistema capitalista e instaurar o “paraíso” socialista. Diz Rosenfield:
Nas Jornadas de Junho já tinha ficado patente o charme que a violência dos black blocs exercia sobre uma esquerda nostálgica do período áureo do marxismo. É como se fosse um recurso legítimo dos descontentes e revoltados contra o status quo, o “capitalismo”, a “burguesia”, os “conservadores” e a direita em geral. Tudo estaria justificado em nome da moralidade de um fim maior, que seria uma sociedade sem classes, chamada de socialismo ou comunismo. Quando a violência era mencionada, o era apenas com o objetivo de denominar a ação policial mediante o recurso da força. O jogo ideologicamente encenado era o seguinte: a violência da extrema-esquerda seria legítima e moralmente justificada, enquanto o uso da polícia para coibir essa violência seria ilegítimo e imoral. Mesmo máscaras chegaram a ser justificadas. Seria a estética de uma violência glamourizada.
A extrema-esquerda, por exemplo, personificada no PSOL, que agora procura se dissociar do assassinato do cinegrafista da Band, ainda dizia há pouco tempo atrás, na fala de seu secretário-geral: “Em tese, as táticas black bloc dispõem-se a proteger manifestações da sociedade civil contra ações truculentas das forças do Estado.” E ainda completou: “Não nos parece que o conceito da tática black bloc seja algo retrógrado ou mesmo indesejável em essência e propósitos originais. É algo progressivo, politicamente moderno, trazido pelas mãos da dialética na história.” Eis a “modernidade dialética” do assassinato, travestido de ato revolucionário.
O crime ou mesmo o assassinato fazem parte do percurso nessa construção de um “mundo melhor”. Por isso um assassino como o italiano Cesare Battisti encontra tanto apoio entre o PSOL e o PT. Para eles, as vítimas inocentes do criminoso são ignoradas, e suas supostas finalidades – lutar pelo socialismo e combater o capitalismo – merecem toda a atenção.
Quando os fins justificam quaisquer meios, temos o caminho aberto para todo tipo de atrocidade, com a consciência limpa dos criminosos, pois se enxergam como os revolucionários da Boa Nova. Os black blocs são apenas a nova roupagem desta velha doença. A extrema- esquerda é responsável pela morte de Santiago Andrade, por mais que se finja de inocente. O vermelho de suas bandeiras se mistura ao sangue das vítimas inocentes de sua violência “revolucionária”.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/lei-e-ordem/
violencia-revolucionaria-e-vista-como-legitima-pela-extrema-esquerda/
Em “A extrema-esquerda é responsável pela morte de Santiago Andrade...”, a expressão destacada
 

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2480826 Ano: 2014
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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De acordo com o Código de Processo Civil, quando na sentença ou no acórdão houver obscuridade, contradição ou for omitido ponto sobre o qual devia pronunciar-se o juiz ou Tribunal, poderão ser opostos embargos no prazo de
 

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2480472 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Em relação aos bens públicos, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2479824 Ano: 2014
Disciplina: Direito Civil
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Sobre a decadência, é INCORRETO afirmar que
 

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2479766 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Violência revolucionária é vista como legítima pela extrema-esquerda
Rodrigo Constantino
Em sua coluna [...] no GLOBO, Denis Rosenfield argumenta, corretamente, que a morte do cinegrafista Santiago Andrade não foi um simples acidente, mas foi um assassinato político, algo que parecia inevitável com o tempo após tantos “formadores” de opinião defenderem os métodos dos black blocs.
Rosenfield afirma que, após a desgraça e a forte reação da opinião pública, esses mesmos que antes aplaudiam os mascarados agora se fazem de inocentes, como se não tivessem nada a ver com a violência perpetrada pelos vândalos sob o manto da ideologia anticapitalista.
Se fossem grupos de extrema-direita nas ruas, a reação seria completamente diferente. Haveria gritos de “fascistas” por todo lugar. Como são criminosos que estão associados à esquerda, então não acontece nada disso. Ficam impunes, a esquerda em si não é acusada, e o que foi um assassinato político se torna um acidente isolado. Como sempre, temos um peso para duas medidas.
O que já está mais do que provado é que boa parte da esquerda mais radical não vê problema algum na violência como arma revolucionária. Para essas pessoas, atos de vandalismo, de depredação, agressão ou mesmo terrorismo são vistos como legítimos para destruir o sistema capitalista e instaurar o “paraíso” socialista. Diz Rosenfield:
Nas Jornadas de Junho já tinha ficado patente o charme que a violência dos black blocs exercia sobre uma esquerda nostálgica do período áureo do marxismo. É como se fosse um recurso legítimo dos descontentes e revoltados contra o status quo, o “capitalismo”, a “burguesia”, os “conservadores” e a direita em geral. Tudo estaria justificado em nome da moralidade de um fim maior, que seria uma sociedade sem classes, chamada de socialismo ou comunismo. Quando a violência era mencionada, o era apenas com o objetivo de denominar a ação policial mediante o recurso da força. O jogo ideologicamente encenado era o seguinte: a violência da extrema-esquerda seria legítima e moralmente justificada, enquanto o uso da polícia para coibir essa violência seria ilegítimo e imoral. Mesmo máscaras chegaram a ser justificadas. Seria a estética de uma violência glamourizada.
A extrema-esquerda, por exemplo, personificada no PSOL, que agora procura se dissociar do assassinato do cinegrafista da Band, ainda dizia há pouco tempo atrás, na fala de seu secretário-geral: “Em tese, as táticas black bloc dispõem-se a proteger manifestações da sociedade civil contra ações truculentas das forças do Estado.” E ainda completou: “Não nos parece que o conceito da tática black bloc seja algo retrógrado ou mesmo indesejável em essência e propósitos originais. É algo progressivo, politicamente moderno, trazido pelas mãos da dialética na história.” Eis a “modernidade dialética” do assassinato, travestido de ato revolucionário.
O crime ou mesmo o assassinato fazem parte do percurso nessa construção de um “mundo melhor”. Por isso um assassino como o italiano Cesare Battisti encontra tanto apoio entre o PSOL e o PT. Para eles, as vítimas inocentes do criminoso são ignoradas, e suas supostas finalidades – lutar pelo socialismo e combater o capitalismo – merecem toda a atenção.
Quando os fins justificam quaisquer meios, temos o caminho aberto para todo tipo de atrocidade, com a consciência limpa dos criminosos, pois se enxergam como os revolucionários da Boa Nova. Os black blocs são apenas a nova roupagem desta velha doença. A extrema- esquerda é responsável pela morte de Santiago Andrade, por mais que se finja de inocente. O vermelho de suas bandeiras se mistura ao sangue das vítimas inocentes de sua violência “revolucionária”.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/lei-e-ordem/
violencia-revolucionaria-e-vista-como-legitima-pela-extrema-esquerda/
O termo “retrógrado” refere-se a algo
 

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2479443 Ano: 2014
Disciplina: Direito Processual do Trabalho
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Dentro do sistema recursal trabalhista, serão cabíveis o agravo de instrumento, o agravo retido, o agravo interno (ou regimental) e o de petição (exclusivamente nas execuções).
II. Caberá agravo de petição contra as decisões do Juiz ou Presidente, nas execuções.
III. Caberá agravo de instrumento das decisões interlocutórias e dos despachos que denegarem a interposição de recursos.
IV. Caberá agravo regimental contra as decisões monocráticas proferidas em órgãos colegiados, em especial as exaradas pelo relator.
 

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2479190 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Sobre conceitos de Segurança da Informação, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2479176 Ano: 2014
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
De acordo com a Constituição Federal, são direitos dos trabalhadores domésticos que dependem de regulamentação para serem efetivos
I. Seguro-desemprego.
II. Adicional noturno.
III. Hora extra.
IV. Obrigatoriedade de recolhimento do FGTS.
 

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2478735 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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O Conselho Nacional de Justiça foi criado após a reforma introduzida pela Emenda Constitucional 45/2004.

Considerando o que a Constituição Federal dispõe a este respeito, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. O Conselho Nacional de Justiça compõe-se de 15 (quinze) membros com mandato de 2 (dois) anos, admitida 1 (uma) recondução.

II. O Conselho será presidido pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal e, nas suas ausências e impedimentos, pelo Vice- Presidente do Supremo Tribunal Federal.

III. Compete ao Conselho o controle da atuação administrativa e financeira dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais dos juízes.

IV. O Ministro da Justiça exercerá a função de Ministro-Corregedor do Conselho Nacional de Justiça.

 

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2478169 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Os atos vinculados são aqueles praticados pela Administração com pouca margem de liberdade, pois quase todos os aspectos da determinada conduta vêm previamente definidos em lei.
II. Os atos discricionários são aqueles que a Administração pratica dispondo de margem de liberdade, isto é, podendo fazer o juízo de conveniência e oportunidade em relação ao ato que será praticado.
III. Os atos simples são aqueles resultantes da manifestação de um único órgão, desde que este seja um órgão singular.
IV. Os atos compostos são aqueles que resultam da manifestação de um único órgão, mas para sua execução depende de outro órgão que o aprove.
 

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