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Camila, proprietária de um imóvel no centro de Piracicaba, irá
viajar para a Suíça e ficará lá por dois anos e meio, a fim de cursar
o mestrado. Não sabe se irá retornar ao Brasil quando concluir a
formação, por isso não deseja se desfazer em definitivo do
imóvel, até porque tem filhos que para lá retornariam caso
acontecesse algo com ela. Ela encontra interessado em ficar com
o imóvel nesses termos. No entanto, por questões financeiras,
ele não quer alugar o imóvel, nem quer que Camila possa
retornar a ele indefinidamente.
Juntos, procuram o registrador competente que sugere a seguinte forma jurídica para atender os interesses de ambas as partes:
Juntos, procuram o registrador competente que sugere a seguinte forma jurídica para atender os interesses de ambas as partes:
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- Lei 6.015/1973: Registros PúblicosRegistro de Imóveis
- Lei 9.492/1997: Protesto de Títulos
- Tabelionato de Notas
Juliana ajuizou ação de cobrança, distribuída à 1ª Vara Cível da
Comarca Alfa, em face de Thiago, na qual pleiteou a condenação
do réu ao pagamento de honorários contratuais referentes a
serviços de arquitetura prestados e não pagos, em relação aos
quais o réu assinou instrumento particular confessando a dívida,
subscrito por duas testemunhas.
Em contestação, como questão prejudicial, Thiago argumentou que o instrumento particular era eivado de anulabilidade, pois assinado mediante coação de Juliana e das duas testemunhas signatárias.
Quanto ao mérito, o réu negou a existência da dívida, a qual teria sido paga em momento anterior.
Após regular instrução probatória, com ampla possibilidade de produção de prova pelas partes e assegurado o contraditório, o juiz proferiu sentença, rejeitando expressamente a prejudicial levantada por Thiago e julgando procedente o pedido, condenando o réu ao pagamento da dívida.
Em tal caso, é correto afirmar que:
Em contestação, como questão prejudicial, Thiago argumentou que o instrumento particular era eivado de anulabilidade, pois assinado mediante coação de Juliana e das duas testemunhas signatárias.
Quanto ao mérito, o réu negou a existência da dívida, a qual teria sido paga em momento anterior.
Após regular instrução probatória, com ampla possibilidade de produção de prova pelas partes e assegurado o contraditório, o juiz proferiu sentença, rejeitando expressamente a prejudicial levantada por Thiago e julgando procedente o pedido, condenando o réu ao pagamento da dívida.
Em tal caso, é correto afirmar que:
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O Código de Processo Civil elenca diversos títulos executivos.
A alternativa que indica um título executivo extrajudicial
expressamente apontado no Código de Processo Civil como tal, é
a seguinte:
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- Espécies TributáriasImpostosImpostos Municipais/DF
- Crédito TributárioSuspensão do Crédito Tributário
- Processo Tributário e Execução Fiscal
O Município Beta encaminhou, no início de janeiro de 2017, os
carnês de Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial
Urbana (IPTU) referentes ao exercício do mesmo ano, com
vencimento da cota única em 31 de março de 2017. A legislação
municipal previa o parcelamento automático do tributo em até
dez vezes, com vencimentos mensais sucessivos a partir de abril.
O contribuinte João não efetuou qualquer pagamento. Em março
de 2023, o Município Beta ajuizou execução fiscal visando à
cobrança desse crédito de IPTU.
Com base no caso concreto, é correto afirmar que:
Com base no caso concreto, é correto afirmar que:
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O Estado Alfa, por meio de decreto publicado em 15 de
dezembro de 2024, revogou benefício fiscal anteriormente
concedido por convênio do Conselho Nacional de Política
Fazendária (CONFAZ), que reduzia a base de cálculo do Imposto
sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS)
sobre insumos agrícolas. A norma revogatória determinou que os
efeitos da revogação eram imediatos, com início da vigência no
dia seguinte ao da publicação.
Com base no caso acima, é correto afirmar que:
Com base no caso acima, é correto afirmar que:
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O espólio de João foi objeto de arrolamento sumário, promovido
consensualmente por seus dois filhos, únicos herdeiros. Em juízo,
foi apresentada petição conjunta indicando a partilha amigável
dos bens, acompanhada da avaliação e da atribuição de valores
aos imóveis. O juízo, contudo, condicionou a homologação da
partilha e a expedição do formal de partilha ao prévio
recolhimento integral do Imposto sobre Transmissão Causa
Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD)
incidente sobre os bens partilhados.
Diante do caso, é correto afirmar que:
Diante do caso, é correto afirmar que:
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Durante a lavratura de escritura pública de compra e venda de
imóvel urbano, o tabelião de notas do Município Alfa foi
surpreendido pela recusa da Secretaria Municipal da Fazenda em
aceitar o valor da transação declarado pelas partes
(R$ 750.000,00), referente à venda do referido imóvel.
O Fisco municipal exigiu o recolhimento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) com base em um valor de referência de R$ 1.020.000,00, constante de tabela administrativa divulgada em decreto municipal.
Sobre o tema, é correto afirmar que:
O Fisco municipal exigiu o recolhimento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) com base em um valor de referência de R$ 1.020.000,00, constante de tabela administrativa divulgada em decreto municipal.
Sobre o tema, é correto afirmar que:
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O Município Alfa, por ato de seu prefeito, editou decreto
declarando o imóvel de Maria como sendo de utilidade pública,
para fins de desapropriação. O imóvel foi avaliado pelo município
com valor de mercado de 500 mil reais, mas Maria entendia que
o valor correto era de 2 milhões de reais.
O município, então, ajuizou ação de desapropriação por utilidade pública e obteve liminar de imissão provisória na posse, mediante o depósito em juízo de 500 mil reais. Após o devido processo legal, o feito foi sentenciado, com trânsito em julgado, sendo fixada a indenização devida pelo município em 1 milhão e 500 mil reais, a serem acrescidos de correção monetária, juros de mora e juros compensatórios. Sabe-se que, no caso em tela, o Município Alfa expropriante está em mora com a quitação de seus precatórios.
De acordo com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, a diferença entre o valor depositado no início do processo pelo Município Alfa e o valor fixado ao final para indenização deve ser paga pelo município mediante:
O município, então, ajuizou ação de desapropriação por utilidade pública e obteve liminar de imissão provisória na posse, mediante o depósito em juízo de 500 mil reais. Após o devido processo legal, o feito foi sentenciado, com trânsito em julgado, sendo fixada a indenização devida pelo município em 1 milhão e 500 mil reais, a serem acrescidos de correção monetária, juros de mora e juros compensatórios. Sabe-se que, no caso em tela, o Município Alfa expropriante está em mora com a quitação de seus precatórios.
De acordo com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, a diferença entre o valor depositado no início do processo pelo Município Alfa e o valor fixado ao final para indenização deve ser paga pelo município mediante:
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Em junho de 2022, José, registrador do Xº Cartório do Registro
Civil de Pessoas Naturais, praticou, de forma dolosa, ato de
improbidade administrativa, pois deixou de prestar contas
quando estava obrigado a fazê-lo e dispunha das condições para
isso, com vistas a ocultar irregularidades. O Ministério Público
ajuizou ação de improbidade em face de José em janeiro de 2023,
sendo proferida, em dezembro de 2023, sentença que o
condenou, entre outras, à sanção de pagamento de multa civil,
no valor de 500 mil reais. José apelou da sentença e o Tribunal de
Justiça manteve a condenação em junho de 2024. Após novo
insucesso de José nos recursos especial e extraordinário, a
sentença transitou em julgado em junho de 2025. Atualmente, o
processo está em fase de cumprimento de sentença.
No caso em tela, de acordo com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, a correção monetária e os juros de mora em relação à multa civil devem incidir a partir da:
No caso em tela, de acordo com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, a correção monetária e os juros de mora em relação à multa civil devem incidir a partir da:
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Em 2025, Maria foi designada como substituta não concursada
para o exercício de função delegada em determinado Cartório de
Registro Geral de Imóveis, no âmbito do Estado Beta.
Com base no entendimento do Supremo Tribunal Federal, pelo exercício da função narrada, Maria:
Com base no entendimento do Supremo Tribunal Federal, pelo exercício da função narrada, Maria:
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