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Pedro tem 15 anos e é jogador profissional de um grande clube
de futebol brasileiro. Em maio de 2024, outro grande clube inicia
tratativas com seu pai, João, para contratá-lo, dobrando seu
salário mensal para R$ 100.000,00.
O contrato é assinado no dia seguinte ao décimo sexto aniversário de Pedro, sem assistência de seus genitores e representantes legais.
Nesse caso, o negócio jurídico é:
O contrato é assinado no dia seguinte ao décimo sexto aniversário de Pedro, sem assistência de seus genitores e representantes legais.
Nesse caso, o negócio jurídico é:
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Joana doou a uma amiga R$ 100.000,00, o que correspondia, na
época da liberalidade, a mais de 100 salários mínimos e a 10% do
patrimônio da doadora.
Dois anos depois, Joana falece e deixa a essa mesma amiga um imóvel em Florianópolis. Diante de tamanha generosidade, os demais herdeiros desejam reaver o valor doado. A donatária, em resposta, faz saber que, embora tivesse a intenção de restituir o valor em algum momento, o negócio jurídico já exauriu seus efeitos, na medida em que já gastara todo o dinheiro.
Ao buscar aconselhamento, o advogado indica três medidas:
i) a colação do valor doado para acertamento dos quinhões sucessórios;
ii) a declaração de nulidade da doação que preteriu a forma exigida em lei, impassível, portanto, de sanatória, conversão ou aproveitamento; e
iii) a conversão do negócio jurídico viciado em mútuo gratuito, sem fins econômicos, de modo a computá-lo como crédito do espólio.
Nesse caso, é(são) juridicamente viável(is) a(s) medida(s):
Dois anos depois, Joana falece e deixa a essa mesma amiga um imóvel em Florianópolis. Diante de tamanha generosidade, os demais herdeiros desejam reaver o valor doado. A donatária, em resposta, faz saber que, embora tivesse a intenção de restituir o valor em algum momento, o negócio jurídico já exauriu seus efeitos, na medida em que já gastara todo o dinheiro.
Ao buscar aconselhamento, o advogado indica três medidas:
i) a colação do valor doado para acertamento dos quinhões sucessórios;
ii) a declaração de nulidade da doação que preteriu a forma exigida em lei, impassível, portanto, de sanatória, conversão ou aproveitamento; e
iii) a conversão do negócio jurídico viciado em mútuo gratuito, sem fins econômicos, de modo a computá-lo como crédito do espólio.
Nesse caso, é(são) juridicamente viável(is) a(s) medida(s):
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À luz da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, o princípio
de máxima preservação da vontade do testador NÃO prevalece
em face do seguinte vício formal:
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Mário, investidor eventual, resolveu adquirir uma sala comercial
em um lançamento da incorporadora Imóveis para Todos S/A.
Depois de assinar a promessa de compra e venda, descobriu que
a incorporadora tinha alienado fiduciariamente todas as unidades
para garantir o financiamento da obra.
Nesse caso, o enunciado sumular nº 308 do Superior Tribunal de Justiça (“[a] hipoteca firmada entre a construtora e o agente financeiro, anterior ou posterior à celebração da promessa de compra e venda, não tem eficácia perante os adquirentes do imóvel”) é:
Nesse caso, o enunciado sumular nº 308 do Superior Tribunal de Justiça (“[a] hipoteca firmada entre a construtora e o agente financeiro, anterior ou posterior à celebração da promessa de compra e venda, não tem eficácia perante os adquirentes do imóvel”) é:
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Serafim, com 79 anos, desapareceu sem deixar notícias há mais
de seis anos. Embora não tenha deixado bens, interessava aos
herdeiros a imediata sucessão em contrato de locação não
residencial, visando a fundamentar ação renovatória cujo prazo
decadencial se aproximava. Por isso, ingressaram diretamente
com a sucessão definitiva.
Nesse caso, à luz da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que:
Nesse caso, à luz da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que:
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Maria era usufrutuária de um imóvel no Leblon, no Rio de
Janeiro. Após sua morte, em 2025, o tabelião de notas
encarregado de lavrar a partilha em inventário extrajudicial
apontou a necessidade de recolher um tributo que só incidiria
por força da transmissão causa mortis do direito ao usufruto a
José, cônjuge supérstite de Maria.
Nesse caso, a cobrança é:
Nesse caso, a cobrança é:
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Tabelião de notas de um Ofício de Palmas/TO é procurado por
interessados em alienar a um coerdeiro direitos hereditários
sobre valores depositados em fundo de investimento. Ele, no
entanto, se nega a ultimar a escritura, sob a justificativa de que é
vedada a disposição sobre bem singular do espólio composto por
diversos bens e que envolve outros sete legitimários. Ressalta,
ainda, que, para ultimar a cessão, seria necessário observar o
direito de preferência dos demais coerdeiros, tanto por tanto; e,
se houver mais de um a se interessar pela cessão, entre eles se
distribuiria o quinhão cedido, na proporção das respectivas
quotas hereditárias.
Nesse caso, à luz do Código Civil e da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que:
Nesse caso, à luz do Código Civil e da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que:
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João, com 80 anos, e Cleuza, com 55, casam-se em 2021, sem
nada declarar a respeito do regime de bens. Em 2024, João presta
fiança em contrato de locação residencial em favor de seu filho
exclusivo, Joãozinho. Cleuza assina o instrumento na condição de
testemunha.
Nesse caso, a outorga uxória é:
Nesse caso, a outorga uxória é:
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Maria adquiriu de Joana uma linda casa perto da Praia de Boa
Viagem. Pretendia reformá-la e vendê-la por um preço três vezes
superior ao de aquisição. Mas, vencido o prazo de integralização
do preço, não o integralizou, embora tenha quitado mais de 90%.
Onze anos depois do vencimento da última parcela, ainda em
aberto, pede a adjudicação compulsória. Para tanto, sustenta o
adimplemento substancial. Citada, a promitente vendedora
reconvém e pede a rescisão do negócio jurídico.
Nesse cenário, é correto afirmar que:
Nesse cenário, é correto afirmar que:
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Em empreendimento voltado às faixas de renda 1,5 e 2 do
“Programa Minha Casa, Minha Vida”, foram inseridas as
seguintes cláusulas no contrato padrão:
“12.1 – A obra será entregue em 365 (trezentos e sessenta e cinco dias), contados da expedição do habite-se ou da celebração de financiamento pelo adquirente, o que ocorrer primeiro;
12.2 – Ao prazo disposto no item anterior, será acrescido um período de tolerância de 180 (cento e oitenta) dias;
(...)
15.4 – O descumprimento do prazo de entrega do imóvel, computado o período de tolerância, não faz cessar a incidência de correção monetária sobre o saldo devedor com base no IPCA, salvo quando este último for mais gravoso ao consumidor do que o índice setorial que será, então, adotado”.
É(são) válida(s) a(s) cláusula(s):
“12.1 – A obra será entregue em 365 (trezentos e sessenta e cinco dias), contados da expedição do habite-se ou da celebração de financiamento pelo adquirente, o que ocorrer primeiro;
12.2 – Ao prazo disposto no item anterior, será acrescido um período de tolerância de 180 (cento e oitenta) dias;
(...)
15.4 – O descumprimento do prazo de entrega do imóvel, computado o período de tolerância, não faz cessar a incidência de correção monetária sobre o saldo devedor com base no IPCA, salvo quando este último for mais gravoso ao consumidor do que o índice setorial que será, então, adotado”.
É(são) válida(s) a(s) cláusula(s):
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