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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Serendipity
Ruben George Oliven
Há um termo que trata de descobertas casuais. Ele se chama serendipity e significa o dom de atrair o conhecimento de coisas felizes ou úteis ou de fazer descobertas desejáveis por acaso. A palavra foi cunhada em 1754 pelo escritor inglês Horace Walpole a partir do conto de fadas persa Os Três Príncipes de Serendip. Seus heróis sempre achavam – acidentalmente ou por sagacidade – coisas que não procuravam.
Mas ninguém é serendipitoso (sim, o termo existe no Houaiss) por acaso. No campo científico há vários exemplos de serendipidade. Um dos mais famosos é a descoberta “acidental” da penicilina por Alexander Fleming. Ele, que era um cientista bastante desorganizado, saiu de férias em 1928 e se esqueceu de guardar de forma adequada algumas placas com culturas de micro-organismos em seu laboratório no Saint Mary Hospital em Londres. Ao voltar, viu que havia algo de estranho em uma das placas: a cultura de estafilococos que ela continha havia sido contaminada por um bolor e, ao redor de suas colônias, não havia mais bactérias.
A zona em volta do mofo – mais tarde identificada como um tipo raro de cepa de Penicillium notatum – estava clara como se o mofo tivesse secretado algo que inibia o crescimento das bactérias, ao passo que outras colônias mais distanciadas estavam normais. Fleming teria então pronunciado a célebre frase “Isso é estranho”. Ele se deu conta de que esse “molho de mofo” era capaz de matar um amplo espectro de bactérias nocivas, como o estreptococo, o meningococo e o bacilo da difteria. Fleming e seu colega Pryce descobriram um fungo do gênero Penicillium e demonstraram que ele produzia uma substância responsável pelo efeito bactericida.
E assim surgiu a penicilina, um antibiótico que revolucionou a medicina e a vida moderna. Como disse Fleming mais tarde, “Quando acordei naquela madrugada de 28 de setembro de 1928, eu certamente não planejava revolucionar toda a medicina descobrindo o primeiro antibiótico do mundo, mas acho que foi exatamente isso que eu fiz”.
Mas teria Fleming dado atenção a esse achado do mofo, caso não estivesse procurando um antibiótico? Na verdade, desde o final da I Guerra Mundial, depois de ter testemunhado a morte de vários soldados devido a infecções causadas por feridas, ele estava procurando agentes antibacterianos. Em 1927, ele já estava pesquisando estafilococos. Seu olhar estava, portanto, treinado e direcionado a ver fenômenos que lhe pudessem ajudar nesse caminho.
O forno de micro-ondas também tem seu descobrimento creditado a um acaso. Em 1945, Percy Spencer era engenheiro autodidata da empresa norte-americana Raytheon, fabricante de armas e instrumentos eletrônicos militares e comerciais. Ele notou que as micro-ondas de um aparelho de radar no qual estava trabalhando fizeram derreter uma barra de doces que ele tinha no bolso. Para testar seu achado, Spencer criou um campo de altadensidade eletromagnética fazendo passar a energia de micro-ondas para uma caixa de metal da qual ela não poderia escapar. Quando alguma comida era colocada nessa caixa, sua temperatura subia rapidamente. Em seguida, a Raytheon registrou a patente do forno de micro-ondas.
Essa descoberta pode parecer casual, mas, à semelhança de Fleming, Spencer era extremamente curioso e tinha se tornado uma das maiores autoridades em tubos de radar. Ele desenvolveu um modo mais eficiente de fabricar magnétrons, as válvulas eletrônicas usadas para gerar os sinais de rádio, que eram o principal mecanismo do radar. Ele estava, portanto, atento a tudo que dizia respeito a micro-ondas e encontrava-se no caminho de inventar o forno que hoje em dia se tornou um utensílio doméstico essencial.
Vários pensadores discutiram o papel da sorte no desenvolvimento da ciência e argumentaram que mais importante que o acaso é a sagacidade para juntar fatos aparentemente irrelevantes. Como disse Louis Pasteur, um dos pais da bacteriologia, “o acaso só favorece a mente preparada”.
(Jornal ZH, Caderno PROA, 28/9/2014.)
Apenas um dos termos abaixo corresponde ao sentido contextual de sagacidade. Assinale-o.
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Serendipity
Ruben George Oliven
Há um termo que trata de descobertas casuais. Ele se chama serendipity e significa o dom de atrair o conhecimento de coisas felizes ou úteis ou de fazer descobertas desejáveis por acaso. A palavra foi cunhada em 1754 pelo escritor inglês Horace Walpole a partir do conto de fadas persa Os Três Príncipes de Serendip. Seus heróis sempre achavam – acidentalmente ou por sagacidade – coisas que não procuravam.
Mas ninguém é serendipitoso (sim, o termo existe no Houaiss) por acaso. No campo científico há vários exemplos de serendipidade. Um dos mais famosos é a descoberta “acidental” da penicilina por Alexander Fleming. Ele, que era um cientista bastante desorganizado, saiu de férias em 1928 e se esqueceu de guardar de forma adequada algumas placas com culturas de micro-organismos em seu laboratório no Saint Mary Hospital em Londres. Ao voltar, viu que havia algo de estranho em uma das placas: a cultura de estafilococos que ela continha havia sido contaminada por um bolor e, ao redor de suas colônias, não havia mais bactérias.
A zona em volta do mofo – mais tarde identificada como um tipo raro de cepa de Penicillium notatum – estava clara como se o mofo tivesse secretado algo que inibia o crescimento das bactérias, ao passo que outras colônias mais distanciadas estavam normais. Fleming teria então pronunciado a célebre frase “Isso é estranho”. Ele se deu conta de que esse “molho de mofo” era capaz de matar um amplo espectro de bactérias nocivas, como o estreptococo, o meningococo e o bacilo da difteria. Fleming e seu colega Pryce descobriram um fungo do gênero Penicillium e demonstraram que ele produzia uma substância responsável pelo efeito bactericida.
E assim surgiu a penicilina, um antibiótico que revolucionou a medicina e a vida moderna. Como disse Fleming mais tarde, “Quando acordei naquela madrugada de 28 de setembro de 1928, eu certamente não planejava revolucionar toda a medicina descobrindo o primeiro antibiótico do mundo, mas acho que foi exatamente isso que eu fiz”.
Mas teria Fleming dado atenção a esse achado do mofo, caso não estivesse procurando um antibiótico? Na verdade, desde o final da I Guerra Mundial, depois de ter testemunhado a morte de vários soldados devido a infecções causadas por feridas, ele estava procurando agentes antibacterianos. Em 1927, ele já estava pesquisando estafilococos. Seu olhar estava, portanto, treinado e direcionado a ver fenômenos que lhe pudessem ajudar nesse caminho.
O forno de micro-ondas também tem seu descobrimento creditado a um acaso. Em 1945, Percy Spencer era engenheiro autodidata da empresa norte-americana Raytheon, fabricante de armas e instrumentos eletrônicos militares e comerciais. Ele notou que as micro-ondas de um aparelho de radar no qual estava trabalhando fizeram derreter uma barra de doces que ele tinha no bolso. Para testar seu achado, Spencer criou um campo de altadensidade eletromagnética fazendo passar a energia de micro-ondas para uma caixa de metal da qual ela não poderia escapar. Quando alguma comida era colocada nessa caixa, sua temperatura subia rapidamente. Em seguida, a Raytheon registrou a patente do forno de micro-ondas.
Essa descoberta pode parecer casual, mas, à semelhança de Fleming, Spencer era extremamente curioso e tinha se tornado uma das maiores autoridades em tubos de radar. Ele desenvolveu um modo mais eficiente de fabricar magnétrons, as válvulas eletrônicas usadas para gerar os sinais de rádio, que eram o principal mecanismo do radar. Ele estava, portanto, atento a tudo que dizia respeito a micro-ondas e encontrava-se no caminho de inventar o forno que hoje em dia se tornou um utensílio doméstico essencial.
Vários pensadores discutiram o papel da sorte no desenvolvimento da ciência e argumentaram que mais importante que o acaso é a sagacidade para juntar fatos aparentemente irrelevantes. Como disse Louis Pasteur, um dos pais da bacteriologia, “o acaso só favorece a mente preparada”.
(Jornal ZH, Caderno PROA, 28/9/2014.)
Sobre as ideias contidas no texto, considere as afirmações abaixo.
I – Embora o significado do termo serendipity seja científico, sua origem é literária.
II – A descoberta de Fleming, um serendipitoso, revolucionou a medicina e foi tanto intencional quanto resultado do acaso.
II – A última frase do texto apresenta, em síntese, sua ideia central.
Quais estão corretas?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Serendipity
Ruben George Oliven
Há um termo que trata de descobertas casuais. Ele se chama serendipity e significa o dom de atrair o conhecimento de coisas felizes ou úteis ou de fazer descobertas desejáveis por acaso. A palavra foi cunhada em 1754 pelo escritor inglês Horace Walpole a partir do conto de fadas persa Os Três Príncipes de Serendip. Seus heróis sempre achavam – acidentalmente ou por sagacidade – coisas que não procuravam.
Mas ninguém é serendipitoso (sim, o termo existe no Houaiss) por acaso. No campo científico há vários exemplos de serendipidade. Um dos mais famosos é a descoberta “acidental” da penicilina por Alexander Fleming. Ele, que era um cientista bastante desorganizado, saiu de férias em 1928 e se esqueceu de guardar de forma adequada algumas placas com culturas de micro-organismos em seu laboratório no Saint Mary Hospital em Londres. Ao voltar, viu que havia algo de estranho em uma das placas: a cultura de estafilococos que ela continha havia sido contaminada por um bolor e, ao redor de suas colônias, não havia mais bactérias.
A zona em volta do mofo – mais tarde identificada como um tipo raro de cepa de Penicillium notatum – estava clara como se o mofo tivesse secretado algo que inibia o crescimento das bactérias, ao passo que outras colônias mais distanciadas estavam normais. Fleming teria então pronunciado a célebre frase “Isso é estranho”. Ele se deu conta de que esse “molho de mofo” era capaz de matar um amplo espectro de bactérias nocivas, como o estreptococo, o meningococo e o bacilo da difteria. Fleming e seu colega Pryce descobriram um fungo do gênero Penicillium e demonstraram que ele produzia uma substância responsável pelo efeito bactericida.
E assim surgiu a penicilina, um antibiótico que revolucionou a medicina e a vida moderna. Como disse Fleming mais tarde, “Quando acordei naquela madrugada de 28 de setembro de 1928, eu certamente não planejava revolucionar toda a medicina descobrindo o primeiro antibiótico do mundo, mas acho que foi exatamente isso que eu fiz”.
Mas teria Fleming dado atenção esse achado do mofo, caso não estivesse procurando um antibiótico? Na verdade, desde o final da I Guerra Mundial, depois de ter testemunhado a morte de vários soldados devido infecções causadas por feridas, ele estava procurando agentes antibacterianos. Em 1927, ele já estava pesquisando estafilococos. Seu olhar estava, portanto, treinado e direcionado ver fenômenos que lhe pudessem ajudar nesse caminho.
O forno de micro-ondas também tem seu descobrimento creditado um acaso. Em 1945, Percy Spencer era engenheiro autodidata da empresa norte-americana Raytheon, fabricante de armas e instrumentos eletrônicos militares e comerciais. Ele notou que as micro-ondas de um aparelho de radar no qual estava trabalhando fizeram derreter uma barra de doces que ele tinha no bolso. Para testar seu achado, Spencer criou um campo de altadensidade eletromagnética fazendo passar a energia de micro-ondas para uma caixa de metal da qual ela não poderia escapar. Quando alguma comida era colocada nessa caixa, sua temperatura subia rapidamente. Em seguida, a Raytheon registrou a patente do forno de micro-ondas.
Essa descoberta pode parecer casual, mas, _______ semelhança de Fleming, Spencer era extremamente curioso e tinha se tornado uma das maiores autoridades em tubos de radar. Ele desenvolveu um modo mais eficiente de fabricar magnétrons, as válvulas eletrônicas usadas para gerar os sinais de rádio, que eram o principal mecanismo do radar. Ele estava, portanto, atento a tudo que dizia respeito micro-ondas e encontrava-se no caminho de inventar o forno que hoje em dia se tornou um utensílio doméstico essencial.
Vários pensadores discutiram o papel da sorte no desenvolvimento da ciência e argumentaram que mais importante que o acaso é a sagacidade para juntar fatos aparentemente irrelevantes. Como disse Louis Pasteur, um dos pais da bacteriologia, “o acaso só favorece a mente preparada”.
(Jornal ZH, Caderno PROA, 28/9/2014.)
A alternativa que completa corretamente as lacunas do texto (linhas 26, 28, 30, 32, 40 e 44), na ordem em que ocorrem, é
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No que se refere à responsabilização civil, administrativa e criminal pelos danos causados à saúde das pessoas e ao meio ambiente pela produção, comercialização, utilização, transporte ou destinação de embalagens vazias de agrotóxicos, analise as seguintes assertivas.
I – O profissional fica sujeito à responsabilização quando comprovada receita errada, displicente ou indevida.
II – Aquele que produzir, comercializar, transportar, aplicar, prestar serviço, der destinação a resíduos e embalagens vazias de agrotóxicos fica sujeito à pena de reclusão e multa.
III – O usuário é obrigado a devolver as embalagens vazias de agrotóxicos aos estabelecimentos comerciais em que foram adquiridos ou a centros de recolhimento licenciados pelo órgão ambiental competente.
Quais estão corretas?
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Ruben George Oliven
Há um termo que trata de descobertas casuais. Ele se chama serendipity e significa o dom de atrair o conhecimento de coisas felizes ou úteis ou de fazer descobertas desejáveis por acaso. A palavra foi cunhada em 1754 pelo escritor inglês Horace Walpole a partir do conto de fadas persa Os Três Príncipes de Serendip. Seus heróis sempre achavam – acidentalmente ou por sagacidade – coisas que não procuravam.
Mas ninguém é serendipitoso (sim, o termo existe no Houaiss) por acaso. No campo científico há vários exemplos de serendipidade. Um dos mais famosos é a descoberta “acidental” da penicilina por Alexander Fleming. Ele, que era um cientista bastante desorganizado, saiu de férias em 1928 e se esqueceu de guardar de forma adequada algumas placas com culturas de micro-organismos em seu laboratório no Saint Mary Hospital em Londres. Ao voltar, viu que havia algo de estranho em uma das placas: a cultura de estafilococos que ela continha havia sido contaminada por um bolor e, ao redor de suas colônias, não havia mais bactérias.
A zona em volta do mofo – mais tarde identificada como um tipo raro de cepa de Penicillium notatum – estava clara como se o mofo tivesse secretado algo que inibia o crescimento das bactérias, ao passo que outras colônias mais distanciadas estavam normais. Fleming teria então pronunciado a célebre frase “Isso é estranho”. Ele se deu conta de que esse “molho de mofo” era capaz de matar um amplo espectro de bactérias nocivas, como o estreptococo, o meningococo e o bacilo da difteria. Fleming e seu colega Pryce descobriram um fungo do gênero Penicillium e demonstraram que ele produzia uma substância responsável pelo efeito bactericida.
E assim surgiu a penicilina, um antibiótico que revolucionou a medicina e a vida moderna. Como disse Fleming mais tarde, “Quando acordei naquela madrugada de 28 de setembro de 1928, eu certamente não planejava revolucionar toda a medicina descobrindo o primeiro antibiótico do mundo, mas acho que foi exatamente isso que eu fiz”.
Mas teria Fleming dado atenção a esse achado do mofo, caso não estivesse procurando um antibiótico? Na verdade, desde o final da I Guerra Mundial, depois de ter testemunhado a morte de vários soldados devido a infecções causadas por feridas, ele estava procurando agentes antibacterianos. Em 1927, ele já estava pesquisando estafilococos. Seu olhar estava, portanto, treinado e direcionado a ver fenômenos que lhe pudessem ajudar nesse caminho.
O forno de micro-ondas também tem seu descobrimento creditado a um acaso. Em 1945, Percy Spencer era engenheiro autodidata da empresa norte-americana Raytheon, fabricante de armas e instrumentos eletrônicos militares e comerciais. Ele notou que as micro-ondas de um aparelho de radar no qual estava trabalhando fizeram derreter uma barra de doces que ele tinha no bolso. Para testar seu achado, Spencer criou um campo de altadensidade eletromagnética fazendo passar a energia de micro-ondas para uma caixa de metal da qual ela não poderia escapar. Quando alguma comida era colocada nessa caixa, sua temperatura subia rapidamente. Em seguida, a Raytheon registrou a patente do forno de micro-ondas.
Essa descoberta pode parecer casual, mas, à semelhança de Fleming, Spencer era extremamente curioso e tinha se tornado uma das maiores autoridades em tubos de radar. Ele desenvolveu um modo mais eficiente de fabricar magnétrons, as válvulas eletrônicas usadas para gerar os sinais de rádio, que eram o principal mecanismo do radar. Ele estava, portanto, atento a tudo que dizia respeito a micro-ondas e encontrava-se no caminho de inventar o forno que hoje em dia se tornou um utensílio doméstico essencial.
Vários pensadores discutiram o papel da sorte no desenvolvimento da ciência e argumentaram que mais importante que o acaso é a sagacidade para juntar fatos aparentemente irrelevantes. Como disse Louis Pasteur, um dos pais da bacteriologia, “o acaso só favorece a mente preparada”.
(Jornal ZH, Caderno PROA, 28/9/2014.)
Caso se passasse para o plural o sujeito da primeira oração da frase Ele notou que as microondas de um aparelho de radar no qual estava trabalhando fizeram derreter uma barra de doces que ele tinha no bolso, quantas outras palavras deveriam ser obrigatoriamente pluralizadas no período, a fim de se preservar a concordância?
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Analise as afirmações abaixo com base nas disposições da Norma Regulamentadora 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
I – A todo trabalhador dos serviços de saúde deve ser fornecido, gratuitamente, programa de imunização ativa contra tétano, difteria, hepatite B e os estabelecidos no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO.
II – No Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA – dos serviços de saúde, deve constar inventário de todos os produtos químicos, inclusive intermediários e resíduos, com indicação daqueles que impliquem riscos à segurança e à saúde do trabalhador.
III – Os cilindros contendo gases inflamáveis, tais como hidrogênio e acetileno, devem ser armazenados a uma distância mínima de oito metros daqueles contendo gases oxidantes, tais como oxigênio e óxido nitroso, ou através de barreiras vedadas e resistentes ao fogo.
Quais estão corretas?
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Os rejeitos radioativos, segundo a Norma Regulamentadora 25, devem ser dispostos conforme legislação específica
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De acordo com as disposições regulamentares constantes na NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, assinale a alternativa correta.
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Considere as afirmações abaixo com base nas disposições da Norma Regulamentadora 9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA).
I – O conhecimento e a percepção que os trabalhadores têm do processo de trabalho e dos riscos ambientais presentes, incluindo os dados consignados no Mapa de Riscos, previsto na NR – 5, e na Análise Ergonômica do Trabalho, prevista na NR – 17, deverão ser considerados para fins de planejamento e execução do PPRA em todas as suas fases.
II – A implantação de medidas de caráter coletivo deverá ser acompanhada de treinamento dos trabalhadores, com carga horária mínima de 8 horas, quanto aos procedimentos que assegurem a sua eficiência e informação sobre as eventuais limitações de proteção que ofereçam.
III – O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais deverá conter, no mínimo, a seguinte estrutura: planejamento anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma; estratégia e metodologia de ação; forma de registro, manutenção e divulgação dos dados; periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA.
Quais estão corretas?
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Com amparo no Código Estadual do Meio Ambiente – Lei nº. 11.520/2000, toda a atividade de elevado potencial poluidor ou processo de grande complexidade, ou ainda de acordo com o histórico de seus problemas ambientais, deverá, às expensas e responsabilidade de quem lhe deu causa,
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