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Em um exame periódico de saúde, uma jovem de 22 anos de idade, operadora de telemarketing, assintomática e sem antecedentes mórbidos pessoais, refere atividade sexual há três anos, com vários parceiros, nem sempre com proteção (camisinha).
Os exames preventivos a serem realizados são:Provas
Homem de 42 anos, sem antecedentes mórbidos, vem ao Pronto-Socorro com queixa de dor lombar intensa, de início súbito, após levantar peso. A dor limita os movimentos e irradia para o membro inferior esquerdo, com trajeto pela face póstero-lateral da coxa, panturrilha e planta do pé. Exame clínico: bom estado geral, corado, PA = 150 x 90 mmHg, FC = 90 bpm, Tax = 36,9°C. Contratura muscular paravertebral lombar com limitação aos movimentos de flexão lombar. Teste de Lasègue positivo. Apresenta dificuldade para marcha na ponta dos pés e o reflexo aquileu esquerdo está diminuído. Sem outras alterações.
O próximo exame a ser solicitado é:
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Mulher branca de 68 anos realizou tomografia de abdome devido à nefrolitíase e identificou um nódulo em adrenal esquerda de 8 mm. Apresenta obesidade e diabetes mellitus tipo 2. Faz uso de metformina com bom controle. O nódulo é homogêneo e apresenta 20 UH pós-contraste. Sem outras doenças prévias. Exame clínico: PA = 125x82 mmHg; FC = 82 bpm; IMC= 32 Kg/m2; sem outras alterações.
O próximo passo no manejo desta paciente é:
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Mulher de 67 anos vem em consulta no ambulatório com queixa de astenia e perda de peso há cinco meses. Faz acompanhamento na oncologia por neoplasia de mama há dez anos tratada com exérese cirúrgica, quimioterapia e radioterapia. Exame clínico: mucosas descoradas ++/4+, sem outras alterações. Exames: Hb = 8,2 g/dl; VCM = 104 fL; Leucócitos = 3.400/mm3; Segmentados = 1.200/mm3; Linfócitos = 800/mm3; Plaquetas = 68.000/mm3; Creatinina = 2,2 mg/dL; Ureia = 40 mg/dL; perfil hepático normal.
A hipótese diagnóstica mais provável é:
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Correlacione o achado no exame pupilar com o local da lesão:

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Mulher de 76 anos vem com queixa de urgência urinária, com algumas ocasiões em que houve perda involuntária de urina antes que conseguisse chegar ao banheiro. Seus sintomas pioraram gradualmente ao longo de vários meses. Tem antecedente de hipertensão arterial sistêmica e dois acidentes vasculares cerebrais isquêmicos prévios; faz uso de anlodipino 5 mg por dia; duas gestações, dois filhos vivos. Ao exame físico: não mostrou anormalidades significativas além de discreta hipertonia e hiperreflexia em braço e perna esquerdos. Sua pontuação no Mini Exame do Estado Mental (MEEM) foi de 28/30. Urina 1 sem alterações.
A explicação mais provável para o quadro de incontinência é:
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Homem de 40 anos vem com história de artralgia e púrpuras em MMII há cerca de três semanas. Há uma semana notou oligúria e há dois dias grande dispneia. Paralelamente ao quadro, relata que, pelas temperaturas estarem baixas, apresentou cianose e vermelhidão nos dedos, bastante dolorosas. Exame clínico: REG, dispneico, PA=160x90 mmHg, Coração: normal. Pulmões = estertores finos bibasais. Membros = púrpuras disseminadas, com pontos necróticos. Exames: creatinina 4 mg/dL, Hb=11 g/dL, Leucócitos=9000/mm3, plaquetas 240mil/mm3, urina I= >100 eritrócitos/campo, com cilindros hemáticos, fator anti-núcleo (pontilhado fino 1/80) e ANCA negativo
O melhor exame a ser pedido é:
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Mulher de 64 anos, hipertensa e com hipotireoidismo controlados, ex-tabagista de 50 anos-maço, parou de fumar há dois anos. Vem ao ambulatório relatando que sente dispneia para subir escada ou andar rápido. Tem tosse, mas nega secreção, exceto um pigarro matinal. Teve duas pneumonias no ano anterior, a última há quatro meses, tratadas em Pronto-Socorro, e desde então se sente mais cansada, tendo dispneia mesmo ao andar no plano, tendo que parar para descansar. Faz uso de inalação com fenoterol e ipatropio de demanda. A espirometria mostra CVF= 1.78 (67% predito), VEF1= 1.15 (52% do predito), VEF1/CVF= 0.64, sem mudança após o uso de broncodilatador.
O tratamento recomendado para esta paciente é:
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Mulher de 58 anos, em programação de salpingooforectomia por adenocarcinoma de ovário. Tem dislipidemia em uso de sinvastatina 20 mg ao dia. Exame clínico: massa abdominal em hipogástrio e fossa ilíaca esquerda, endurecida, indolor. Exames: hemoglobina= 11,3g/dL, leucócitos= 5.960/mm³, plaquetas= 282.000/mm³, ureia= 41 mg/dL, creatinina= 1,0 mg/dL, glicemia= 88 mg/dL. Eletrocardiograma e radiografia de tórax normais.
A conduta mais adequada em relação à profilaxia de tromboembolismo venoso desta paciente é:
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Mulher de 28 anos refere emagrecimento de 8 kg em dois anos e aumento do tamanho dos gânglios em região cervical. Procurou posto de saúde onde foi orientada a realizar um teste rápido para HIV. Foram realizados dois testes rápidos diferentes reagentes para HIV.
A próxima conduta é:
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