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As Orientações Curriculares para o Ensino Médio: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, documento base para o ensino de língua materna, contribuem para o diálogo entre professor e escola acerca da prática docente, visando a uma educação pública de qualidade. Nessa perspectiva, “as ações realizadas na disciplina Língua Portuguesa devem propiciar ao aluno um refinamento de leitura e escrita, de fala e de escuta. Isso implica tanto a ampliação contínua de saberes relativos à configuração, ao funcionamento e à circulação dos textos quanto ao desenvolvimento da capacidade de reflexão sistemática sobre a língua e a linguagem” (BRASIL, 2006, p.18). Assim, com vistas a promover uma (re)significação das abordagens docentes, o documento compreende que:
I. A escola que se pretende efetivamente inclusiva e aberta a diversidade deve de ater-se ao letramento da letra como forma de ‘‘refinamento de leitura e escrita’’, portanto abrir-se para os múltiplos letramentos, os quais se constroem de forma multissemiótica e híbrida (p. 29).
II. A abordagem do letramento deve considerar as práticas de linguagem que envolve a palavra escrita e/ou diferentes sistemas semióticos: seja em contextos escolares seja em contextos não escolares (p. 28).
III. A concepção de leitura e de escrita como ferramenta de inclusão social e empoderamento é a lógica de uma proposta de ensino e de aprendizagem que busca promover letramentos múltiplos (p. 28).
IV. O aprendizado da língua implica a apreensão de práticas de linguagem, modos de usos da língua fundamentados em um sistema, cuja articulação resulta em processos compreendidos nas interações, o que explica a ampla relação entre os participantes de uma dada enunciação (p. 30).
Está correto o que se afirma em:
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A LÍNGUA IMPALPÁVEL
Cheguei no vale de U-ah-hu numa manhã de domingo – me fascinava o idioma humha, que conheci através dos escritos de Sapir e Kroeber. Todos os nativos me receberam muito bem. Aquele que parecia ser o pajé cantou para desejar boas-vindas; um ancião esfregou na minha testa um aquênio peculiar, rugoso, parecido com um caju, enquanto balbuciava uma cantiga. Ao longo da cerimônia, todos os habitantes cantavam, o tempo todo, melodias tortuosas. A música era onipresente – mas não foi pronunciada uma palavra sequer. Ou ao menos assim parecia.
Demorei a perceber que a música era palavra e vice-versa. Não havia nenhum sinal de consoante oclusiva, fricativa, alveolal, nada. O único traço distintivo de significados era a "altura" da voz, isto é, a nota em que ela era emitida. s vezes, uma diferença mínima, muito menor do que um semitom, mudava todo o significado de uma frase. Kroeber afirma que existem 35 fonemas diferentes num intervalo que, no piano, corresponde a menos de uma oitava.
Reuni três dos nativos que mais se mostravam interessados em me ajudar e mostrei uma valsa de Strauss. O estranhamento inicial surgiu, claro, do fato daquela pequena máquina emitir som. No entanto, logo em seguida, nas primeiras frases musicais, os três falantes explodiram em gargalhadas. Os ouvintes não conseguiam ver ali nada além de palavras tortas e estranhas, como uma criança brasileira quando ouve russo. Vez por outra parecia surgir na melodia de uma flauta uma frase completa do idioma humha. As crianças repetiam incansavelmente um trecho de Ravel que narraria, segundo elas, a história de uma senhora que se sentava em um repolho.
Toda cultura possui uma íntima relação com um ritmo particular, que guia a dança e os cerimoniais religiosos. Entre os falantes do humha, no entanto, a música não tinha qualquer função outra que comunicar. Nas cerimônias religiosas, reinava o silêncio. A música não tinha qualquer propriedade encantatória – representava o mundano, a comunicação trivial, objetiva. Tampouco havia dança, pois a música não dizia nada ao corpo.
O que mais custei a entender foi o fato de que, embora a música estivesse em todo lugar, ou justamente por isso mesmo, não havia música em lugar nenhum. Porque havia música o tempo todo, ninguém conseguia enxergá-la. A música não fazia dos Humha um povo mais feliz – ao contrário, percebi que havia entre eles uma falta incurável, um buraco impreenchível, onipresente. Era a música.
DUVIVIER, Gregório. A língua impalpável. In: Folha de São Paulo. 15 jun. 2015. Disponível em:<http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2015/06/1642096-a-lingua-impalpavel.shtml> .
A atribuição do título “Língua impalpável” ao texto relaciona-se, principalmente:
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Comumente necessitamos recorrer à fatoração de expressões algébricas para auxiliar a resolução de problemas matemáticos. Considere necessária a fatoração da seguinte expressão (sen 65º – sen 25º). Nessas condições, a referida fatoração resulta em:
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Encontre o volume do sólido, no primeiro octante, delimitado por planos coordenados e as superfícies x + z = 2 e y = 4 – 2z.
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Dados os números complexos z1 = 2.(cos!$ π !$ /3+i.sen!$ π !$ /3), z2 = 5.(cos!$ π !$ +i.sen!$ π !$ ) e z3 = 4.(cos2!$ π !$ +i.sen2!$ π !$ ), encontre a área do triângulo formado pelos seus afixos:
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Determine o volume de um cone cujo, diâmetro da base mede 8 m e o perímetro de sua secção meridiana é 18 m. Adote !$ π !$ = 3,14.
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A respeito dos elementos de uma página HTML e sua estilização por meio da linguagem CSS (Cascading Style Sheets), considere as afirmações I, II e III.
I. É possível adicionar transições tridimensionais em CSS através do atributo z-index.
II. Um elemento que receba a propriedade padding:20px só será afetado em sua altura se sua exibição na página for inline.
III. A posição exata de um elemento na página pode ser definida apenas pelo atributo position, com valor relative.
Assinale a alternativa correta:
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A respeito da Programação Orientada a Objetos em Java, assinale a alternativa correta:
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- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Construtores
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Encapsulamento
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Membros Estáticos
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Métodos
A respeito do Paradigma da Orientação a Objetos, considere as afirmações I, II e III.
I. Em uma mesma classe, um atributo estático (atributo de classe), não pode ser acessado por um método não-estático.
II. Uma classe cujos atributos são todos privados pode oferecer uma API (Application Programming Interface) externa utilizando métodos públicos.
III. Uma classe pode oferecer mais de um construtor, desde que suas listas de parâmetros sejam diferentes em número e/ou tipo de parâmetros.
Assinale a alternativa correta:
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A respeito das páginas HTML, da linguagem JavaScript e da linguagem CSS (Cascading Style Sheets), considere as afirmações I, II e III.
I. Um formulário HTML que não possui o elemento <input type="submit"> ainda pode ser submetido utilizando JavaScript.
II. A linguagem JavaScript é capaz de alterar dinamicamente, para algum elemento HTML, qualquer propriedade de estilo definida previamente em CSS.
III. Uma página HTML que contenha um formulário com um campo <input type="email">, a partir da especificação do HTML versão 5, pode validar o campo de e-mail sem o uso de JavaScript.
Assinale a alternativa correta:
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