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Assinale a alternativa em que o uso do hífen NÃO está correto, conforme o Acordo Ortográfico (2009).
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Com suas análises e reflexões, o novo conceito insere-se [...] na tradição teatral do homem visto negativamente como produto das condições políticas, econômicas e sociais, incapaz de enfrentar as forças que se desencadeiam contra ele, naufragando num mundo mediado pelos processos que o oprimem.
(Guinsburg, Faria & Lima, 2006: 156)
A citação acima refere-se a um autor da literatura brasileira. Sua temática representa uma continuidade de uma tendência literária iniciada no século anterior à vida e obra desse autor. São o autor e a estética pioneira dessa tendência, respectivamente:
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TEXTO I
A poesia concreta, ou Concretismo, impôs-se, a partir de 1956, como a expressão mais viva e atuante da nossa vanguarda estética. [...] No contexto da poesia brasileira, o Concretismo afirmou-se como antítese à vertente intimista e estetizante dos anos 40 e repropôs temas, formas e, não raro, atitudes peculiares ao Modernismo de 22 em sua fase mais polêmica e mais aderente às vanguardas europeias. Os poetas concretos entendem levar às últimas consequências certos processos estruturais que marcaram o futurismo (italiano e russo), o dadaísmo e, em parte, o surrealismo, ao menos no que este significa de exaltação do imaginário e do inventivo no fazer poético. São processos que visam a atingir e a explorar as camadas materiais do significante (o som, a letra impressa, a linha, a superfície da página; eventualmente, a cor, a massa) e, por isso, levam a rejeitar toda concepção que esgote nos temas ou na realidade psíquica do emissor o interesse e a valia da obra. A poesia concreta quer-se abertamente antiexpressionista.
BOSI, A. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo: Cultrix,1994, p. 475-476.
TEXTO II
“Em primeiro lugar, torna-se necessário estabelecer o que designamos como “poesia eletrônica”, pois a poesia feita com o computador, isoladamente e em rede (Internet e Web), tem recebido inúmeras denominações e conceitos desde o seu surgimento: texto estocástico, “computer poetry”, poesia informacional, infopoesia, poesia hipertextual, poesia hipermídia, tecnopoesia, etc. Há um número considerável de pequenos estudos das relações da poesia com os meios eletrônicos (rádio, televisão, vídeo, holografia, luz néon, videotexto, computador, internet, web) no Brasil, a maior parte deles nos meios universitários. [...] A poesia eletrônica no Brasil pode ser estudada sob alguns enfoques específicos: um esboço histórico de atitudes experimentais que envolveram poesia, ciência e tecnologia desde a segunda metade do século XIX e a primeira metade do século XX; experiências isoladas a partir de 1972, época dos grandes computadores; as experimentações realizadas nas décadas de 80 e 90, com uso dos PCs; e o período a partir de 1995, ano inicial do exploração poética da WWW, até os dias atuais. Para cada experimentação poética com determinada tecnologia computacional, há uma denominação, o que faz com que haja muitos nomes para as produções poéticas com o(s) computador(es).”
Disponível em: http://docplayer.com.br/15655194-Poesiaeletronica-no-brasil-alguns-exemplos-jorge-luiz-antonio.html. Acesso em: 30 jun. 2016.
A partir da leitura dos textos I e II, podemos afirmar que a Poesia Concreta e a “Infopoesia”:
I. Trabalham, igualmente, com os mesmos elementos digitais de composição poética.
II. Não se materializam em mesmo suporte.
III. Pertencem à mesma estética poética.
IV. Remetem à mesma proposta de interação social, considerando o universo temporal de produção.
A alternativa correta é apenas:
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De acordo com Marcuschi (2008, p. 59): “Quando vista como entidade abstrata, enquanto forma, a língua é estudada em suas propriedades estruturais autônomas. Neste caso, é tomada como código ou sistema de signos e sua análise desenvolve-se na imanência do objeto. [...] Tratada assim, a língua é tida como um sistema homogêneo composto de vários níveis hierarquicamente distribuídos. Nesta perspectiva, costuma-se distinguir níveis de análise formal. E geral, os estudos linguísticos nesta linha dedicamse [...] a quatro (grifo nosso) níveis estruturais.” Diante da noção de língua exposto acima por Marcuschi (2008), assinale a única alternativa correta que indique a ordem hierárquica e conceitual de ensino da língua:
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A IMAGEM A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA AS QUESTÕES 15 E 16

São, também, erros comuns de falantes brasileiros passíveis de exemplificação com a interação no WhatsApp:
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A IMAGEM A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA AS QUESTÕES 15 E 16

A semelhança entre o português e o espanhol faz com que alguns erros sejam comuns a falantes de português, durante processo de ensino-aprendizagem da língua estrangeira. A partir da leitura do diálogo entre os brasileiros acima e face à discussão proposta por Durão (2005) em seu capítulo “La interferencia como causa de errores de brasileños aprendices de español”, é correto afirmar que
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SEXA
— Pai...
— Hmmm?
— Como é o feminino de sexo?
— O quê?
— O feminino de sexo.
— Não tem.
— Sexo não tem feminino?
— Não.
— Só tem sexo masculino?
— É. Quer dizer, não. Existem dois sexos.
Masculino e feminino.
— E como é o feminino de sexo?
— Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.
— Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e
feminino.
— O sexo pode ser masculino ou feminino. A
palavra "sexo" é masculina. O sexo masculino, o
sexo feminino.
— Não devia ser "a sexa"?
— Não
— Por que não?
— Porque não! Desculpe. Porque não. "Sexo" é
sempre masculino.
— O sexo da mulher é masculino?
— É. Não! O sexo da mulher é feminino.
— E como é o feminino?
— Sexo mesmo. Igual ao do homem.
— O sexo da mulher é igual ao do homem?
— É. Quer dizer... Olha aqui. Tem o sexo
masculino e o sexo feminino, certo?
— Certo.
— São duas coisas diferentes.
— Então como é o feminino de sexo?
— É igual ao masculino.
— Mas não são diferentes?
— Não. Ou, são! Mas a palavra é a mesma. Muda
o sexo, mas não muda a palavra.
— Mas então não muda o sexo. É sempre
masculino.
— A palavra é masculina.
— Não. "A palavra' é feminino. Se fosse masculina
seria "o pal..."
— Chega! Vai brincar, vai.
O garoto sai e a mãe entra. O pai comenta:
— Temos que ficar de olho nesse guri...
— Por quê?
— Ele só pensa em gramática.
Luís Fernando Veríssimo – Crônicas para se ler na escola
O final inesperado da crônica de Veríssimo possibilita a indagação sobre que conceito de gramática está em jogo no texto. Autores como Sírio Possenti, em “Passeio gramatical dirigido”, e Irandé Antunes em “Aula de Português: encontro e interação”, definem diferentes abordagens de gramática. Dentre as noções apresentadas pelos autores, a que mais se aproxima da noção que a crônica deixa entrever é:
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AS ATIVIDADES A SEGUIR SERVIRÃO DE BASE PARA A QUESTÃO 13
4. Identifique e classifique os numerais empregados na tira a seguir, de Bill Watterson:

Disponível em: < http://www.portalescolar.net/2013/03/110-atividades-portugues-6-ano-lingua.html > Acesso em 30 jun.2016
5. Em anúncios publicitários é muito comum vermos algarismos empregados no lugar de numerais - as palavras que representam os números. Leia o anúncio abaixo, identifique os algarismos e escreva por extenso, transformando-os em numerais.
906 cidades.
4345 atrações.
5185 hotéis e pousadas.
2317 restaurantes.
Viu só por que você precisa de um guia?
Com desenvolvimento das tecnologias da informação e da comunicação e a popularização da internet, os sites com atividades para professores têm sido bastante utilizados como recursos didáticos. De acordo com o posicionamento de Irandé Antunes, em “Aula de Português: encontro & interação”, sobre o ensinoaprendizagem da gramática, pode-se inferir a seguinte avaliação sobre as atividades:
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- Sintaxe
- Interpretação de TextosAnálise de Estruturas Linguísticas
- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
NOTAS
Soluços, lágrimas, casa armada, veludo preto nos portais, um homem que veio vestir o cadáver, outro que tomou a medida do caixão, caixão, essa, tocheiros, convites, convidados que entravam, lentamente, a passo surdo, e apertavam a mão à família, alguns tristes, todos sérios e calados, padre e sacristão, rezas, aspersões d'água benta, o fechar do caixão a prego e martelo, seis pessoas que o tomam da essa, e o levantam, e o descem a custo pela escada, não obstante os gritos, soluços e novas lágrimas da família, e vão até o coche fúnebre, e o colocam em cima e traspassam e apertam as corrêas, o rodar do coche, o rodar dos carros, um a um... Isto que parece um simples inventário, eram notas que eu havia tomado para um capítulo triste e vulgar que não escrevo.
Capítulo de "Memórias Póstumas de Brás Cubas",
Machado de Assis
A obra "Memórias Póstumas de Brás Cubas" inaugura o Realismo no Brasil. Além de trazer um defunto-autor como narrador, outros recursos inovadores da linguagem literárias se presentificam. É traço de inovação do trecho acima
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Na epígrafe da crônica de Caio Fernando de Abreu, há um neologismo. Tal recurso tem sido usado, principalmente, desde a primeira fase do Modernismo, a exemplo de Manuel Bandeira, como por poetas mais contemporâneos como Manoel de Barros. São mostras dos respectivos autores: “Teadoro, Teodora” e “É preciso transver o mundo”.
Sobre o processo de formação dos três neologismos anteriormente citados é certo afirmar que
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