Foram encontradas 265 questões.
O texto a seguir servirá de base para as questões 09 e 10.
CARLOS CHEGA AO CÉU
E olhando aquele nuvenzal todo, comenta: Gente, não é que virei mesmo eterno?
Lá no céu, Cecília Meireles acorda cedinho. Mais cedo ainda do que de costume, que ela gosta de espiar os querubins tontinhos de sono. Mas hoje é dia especial. Cecília prende os cabelos, depois toma sua homeopatia (será Dulcamara? Daqui não dá pra ver - pode até ser Stramonium) e lava devagar o rosto na água do arco-íris. Bebe seu chazinho de pétalas de rosa branca - amarela não, que dá azia. Escova devagar as asas, pluma por pluma. Só depois de bem bonita é que bate de leve na porta da nuvem ao lado. Dentro, um resmungo mal-humorado.
É Vinícius de Moraes, que virou a noite com o arcanjo Gabriel, conhecendo as bocas da zona da Ursa Maior, aquela louca pirada. Mesmo de ressaca, o Poetinha acorda. "É hoje" - sussurra Cecília na janela que Vinícius se espreguiça: "Ô xará, não é que é mesmo hoje" E vai correndo se aprontar.
De braços dados, os dois vão bater à porta da nuvem de Manuel Bandeira. Mas nem era preciso. Manuel já está aceso, debruçado na janela, o nariz um pouco vermelho, fungando e tomando café quente que Irene acabou de preparar. "É hoje" - dizem Cecília e Vinícius. Manuel funga: "E eu não sei, gente? Daqui a pouquinho". Os três ficam em silêncio, o coração deles começa a bater no mesmo compasso (dodecassílabo? Daqui não dá para ouvir direito) então eles olham para baixo, em direção ao planeta Terra, que gira e gira, meio bobo de tão azul.
Aí uma nuvem dourada lá embaixo começa a ficar cada vez mais dourada, a chegar cada vez mais perto. Brilha tanto que os três quase se assustam, até reconheceram São Pedro na direção. Que pena, não dá mais tempo de chamar Pedro Nava. A nuvem aterrissa, São Pedro abre a porta. Um pouco encabulado, atrapalhado com as asas, cabeça baixa. Carlos Drummond de Andrade desce e põe os pés no céu. "Não é que virei mesmo eterno?" - comenta, olhando aquele nuvenzal todo. Então vê os três. Tanto tempo, pois é, tanto tempo, pensei que nem vinha mais. Cecília, você não mudou nada, e essa barriga, Poetinha? Não toma jeito, curou a tosse, Bandeira? Tá mais magro, Carlos, e a Dolores? Vai bem, mandou lembranças, qualquer dia chega por aqui. Irene traz mais café, bem preto, bem forte. Vinícius dá um jeitinho de virar no café uma talagada de uísque da garrafinha que carrega sempre, disfarçada sob a asa esquerda. Os quatro brindam, olhos molhados de saudade satisfeita.
Depois olham pro mundo aqui de baixo, que gira e gira, todo azul, assim de longe, e esperam um pouquinho, enquanto bebem o café, até conseguirem localizar, entre nuvens, a América do Sul. Custa um pouco para encontrarem, quase no extremo sul dessa América, um pontinho luminoso chamado Porto Alegre e, bem no centro do coração dessa cidade, um velhinho de cara sapeca, parado em frente a um porta-retratos com a foto da Bruna Lombardi. É o Mário Quintana - eles sabem - ou será o Anjo Malaquias? (isso nunca ninguém soube). Cecília, Vinícius, Manuel e Carlos sorriem mansinho, espiando Mário lá do céu, lá de cima.
Mas a Terra - tão azul assim, vista de longe, vista de cima - eles olham com pena. Sabem que pelo menos metade desse azul todo, depois que eles se foram, brota dali, do quartinho do Mário. Aí suspiram, tadinho, que barra! Um anjo torto vem pedir autógrafo de Carlos. "desguia" - avisa Vinícius. - "Um chato, maior aluguel". Carlos pergunta de Maria Julieta, Manuel diz que leva ele até lá. Cecília tem um almoço com Clarice e Ana Cristina. Vinícius não sabe se dorme mais um pouco ou se pega o Leon Eliachar para irem até a casa de Elis - será que já acordou, a diaba? - tá com samba novo na cabeça, precisa cruzar com a Clementina.
Cá embaixo, no centro do coração gelado do pontinho luminoso chamado Porto Alegre, pleno agosto, Mário Quintana abre a janela, olha para cima e dá uma piscadinha.
Danados, pensa, que danadinhos. O dia parece tão cinzento que não resiste à tentação de escrever um poema. Bem curtinho, bem feliz. Entre lá e cá, girando e girando sem parar, feito louca. A Terra também não resiste. De puro gosto, fica ainda mais azul - você viu?
(O Estado de São Paulo, 26/8/1987)
Caio Fernando de Abreu – Pequenas Epifanias
Considerado o excerto: “...que gira e gira, meio bobo de tão azul”, é correto afirmar que
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O texto a seguir servirá de base para as questões 09 e 10.
CARLOS CHEGA AO CÉU
E olhando aquele nuvenzal todo, comenta: Gente, não é que virei mesmo eterno?
Lá no céu, Cecília Meireles acorda cedinho. Mais cedo ainda do que de costume, que ela gosta de espiar os querubins tontinhos de sono. Mas hoje é dia especial. Cecília prende os cabelos, depois toma sua homeopatia (será Dulcamara? Daqui não dá pra ver - pode até ser Stramonium) e lava devagar o rosto na água do arco-íris. Bebe seu chazinho de pétalas de rosa branca - amarela não, que dá azia. Escova devagar as asas, pluma por pluma. Só depois de bem bonita é que bate de leve na porta da nuvem ao lado. Dentro, um resmungo mal-humorado.
É Vinícius de Moraes, que virou a noite com o arcanjo Gabriel, conhecendo as bocas da zona da Ursa Maior, aquela louca pirada. Mesmo de ressaca, o Poetinha acorda. "É hoje" - sussurra Cecília na janela que Vinícius se espreguiça: "Ô xará, não é que é mesmo hoje" E vai correndo se aprontar.
De braços dados, os dois vão bater à porta da nuvem de Manuel Bandeira. Mas nem era preciso. Manuel já está aceso, debruçado na janela, o nariz um pouco vermelho, fungando e tomando café quente que Irene acabou de preparar. "É hoje" - dizem Cecília e Vinícius. Manuel funga: "E eu não sei, gente? Daqui a pouquinho". Os três ficam em silêncio, o coração deles começa a bater no mesmo compasso (dodecassílabo? Daqui não dá para ouvir direito) então eles olham para baixo, em direção ao planeta Terra, que gira e gira, meio bobo de tão azul.
Aí uma nuvem dourada lá embaixo começa a ficar cada vez mais dourada, a chegar cada vez mais perto. Brilha tanto que os três quase se assustam, até reconheceram São Pedro na direção. Que pena, não dá mais tempo de chamar Pedro Nava. A nuvem aterrissa, São Pedro abre a porta. Um pouco encabulado, atrapalhado com as asas, cabeça baixa. Carlos Drummond de Andrade desce e põe os pés no céu. "Não é que virei mesmo eterno?" - comenta, olhando aquele nuvenzal todo. Então vê os três. Tanto tempo, pois é, tanto tempo, pensei que nem vinha mais. Cecília, você não mudou nada, e essa barriga, Poetinha? Não toma jeito, curou a tosse, Bandeira? Tá mais magro, Carlos, e a Dolores? Vai bem, mandou lembranças, qualquer dia chega por aqui. Irene traz mais café, bem preto, bem forte. Vinícius dá um jeitinho de virar no café uma talagada de uísque da garrafinha que carrega sempre, disfarçada sob a asa esquerda. Os quatro brindam, olhos molhados de saudade satisfeita.
Depois olham pro mundo aqui de baixo, que gira e gira, todo azul, assim de longe, e esperam um pouquinho, enquanto bebem o café, até conseguirem localizar, entre nuvens, a América do Sul. Custa um pouco para encontrarem, quase no extremo sul dessa América, um pontinho luminoso chamado Porto Alegre e, bem no centro do coração dessa cidade, um velhinho de cara sapeca, parado em frente a um porta-retratos com a foto da Bruna Lombardi. É o Mário Quintana - eles sabem - ou será o Anjo Malaquias? (isso nunca ninguém soube). Cecília, Vinícius, Manuel e Carlos sorriem mansinho, espiando Mário lá do céu, lá de cima.
Mas a Terra - tão azul assim, vista de longe, vista de cima - eles olham com pena. Sabem que pelo menos metade desse azul todo, depois que eles se foram, brota dali, do quartinho do Mário. Aí suspiram, tadinho, que barra! Um anjo torto vem pedir autógrafo de Carlos. "desguia" - avisa Vinícius. - "Um chato, maior aluguel". Carlos pergunta de Maria Julieta, Manuel diz que leva ele até lá. Cecília tem um almoço com Clarice e Ana Cristina. Vinícius não sabe se dorme mais um pouco ou se pega o Leon Eliachar para irem até a casa de Elis - será que já acordou, a diaba? - tá com samba novo na cabeça, precisa cruzar com a Clementina.
Cá embaixo, no centro do coração gelado do pontinho luminoso chamado Porto Alegre, pleno agosto, Mário Quintana abre a janela, olha para cima e dá uma piscadinha.
Danados, pensa, que danadinhos. O dia parece tão cinzento que não resiste à tentação de escrever um poema. Bem curtinho, bem feliz. Entre lá e cá, girando e girando sem parar, feito louca. A Terra também não resiste. De puro gosto, fica ainda mais azul - você viu?
(O Estado de São Paulo, 26/8/1987)
Caio Fernando de Abreu – Pequenas Epifanias
Para a construção de sentidos da crônica de Caio Fernando de Abreu, o leitor precisa reconhecer, predominantemente, o uso de um fator de textualidade que perpassa o desenrolar na narrativa. Trata-se da
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Las palabras “vuelve”, “tras”, “quitando” y “rol” que aparecen en el texto, pueden ser sustituidas, sin cambiar el sentido, respectivamente, por:
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EL DICCIONARIO
Vuelve el montaje sobre la difícil vida de María Moliner, autora del diccionario que desafío a la Real Academia Española. Liliana García, José Secall y Paulo Brunetti interpretan la obra escrita y dirigida por el español Manuel Calzada, quien ganó por este texto el Premio Nacional de Literatura Dramática.
Las palabras se terminaron antes que la vida. A María Moliner la arteriosclerosis cerebral le fue quitando el lenguaje durante ocho años. Justo a ella, que había escrito sola el Diccionario de uso del español, desafiando el poder de la Real Academia Española que tardó años en aceptar sus innovaciones. El diccionario explora en la vida pública e íntima de María Moliner, para retratar una historia de fortaleza personal e indagar en las posibilidades de la comunicación.
La obra escrita por el español Manuel Calzada debutó internacionalmente el año pasado en GAM en un montaje dirigido por su propio autor y con Liliana García en el rol de Moliner, José Secall como su esposo y Paulo Brunetti en el papel de su médico. Tras una exitosa temporada la obra vuelve con el respaldo de haberle otorgado a su autor el Premio Nacional de Literatura Dramática. “El diccionario” se centra en el final de la vida de Moliner, pero también da luces sobre periodos que la marcaron como su infancia difícil, sus dolores familiares y el golpe del triunfo de Franco. “Hay mucha emoción, lo cual resulta inesperado para alguien que piensa que va a ver la obra de una bibliotecaria, que van a hablar del lenguaje, un discurso, y se encuentran con emociones”, explica Calzada.
Disponível em <http://www.gam.cl/> Acesso em 12 mai.2016
El reconocimiento del género textual contribuye para la construcción del sentido del texto. Es correcto decir que el texto anterior es un/una
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PORQUE TE VAS
Hoy en mi ventana brilla el sol
Y el corazón se pone triste
Contemplando la ciudad
Porque te vas...
Como cada noche desperté
Pensando en ti
y en mi reloj todas las horas vi pasar
Porque te vas...
Toda las promesas de mi amor
se irán contigo me olvidarás,
me olvidarás!!!
junto a la estación lloraré,
igual que un niño
Porque te vas, porque te vas,
porque te vas, porque te vas
Bajo la penumbra de un farol
se dormirán
Todas las cosas que quedaron por decir
se dormirán
Junto a las manillas de un reloj
despejarán
Todas las horas que quedaron por vivir
esperarán..
Toda las promesas de mi amor
se irán contigo me olvidarás,
me olvidarás!!!
junto a la estación lloraré,
igual que un niño
Porque te vas, porque te vas,
porque te vas, porque te vas
Disponível em <https://www.letras.mus.br/pato-fu/48019/>
Acesso em 12 mai.2016.
As letras de música e canções sempre têm marcado presença na elaboração de materiais didáticos de língua estrangeira. Uma das vantagens da utilização desses gêneros textuais reside no argumento de que se leva para a sala de aula usos reais da língua, além de que é um texto bastante significativo para o aluno, dado seu caráter multimodal.
Fernandez (2005, p. 173) defende que a falta de uma correspondência biunívoca entre o português e o espanhol tem levado professores não nativos e alunos brasileiros a confusões e usos inadequados. “Por añadidura, gran parte de los libros de texto de E/LE no siempre trata el asunto con la debida atención y detenimiento”.
Considerando o uso de textos autênticos em sala de aula, como a letra da música, e os apontamentos de Fernandez, é correto afirmar que:
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In the sentence “Our friends arrived at 10:30 p.m., exactly 10 minutes after we had left.” the Past Perfect tense is used to:
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MULTI-SENSORY MOTION ESTIMATION AND CONTROL OF A MINI-QUADROTOR IN AN AIR-
GROUND MULTI-ROBOT SYSTEM
Tianguang Zhang, Wei Li, Markus Achtelik, Kolja K ¨uhnlenz and Martin Buss
Unmanned Aerial Vehicles (UAVs) are a major focus of active researches, since they can extend our capability in a variety of areas. A significant challenge in developing UAVs is to extract and fuse the useful information in a robust manner in order to achieve a stable flight and an accurate navigation. On-board Inertial Measurement Units (IMUs) are commonly equipped. However, the drift of inertial sensors leads to errors during integration over time, making a steadily accurate estimation of the absolute pose nearly impossible. Therefore, most works rely on an external infrastructures, e.g. GPS for outdoor applications [3] [4] and tracking system for indoor environments [5] [6]. Vision and proprioception are the primary senses to guide the movement. Taking insects as an example, the both senses are important to be fused for localization and motion estimation. They are able to complement the limitations and deficiencies of each other. Digital camera chips and IMU, such as micro-machined gyroscopes and accelerometers, are now available off-the-shelf with good performance, and can provide robust estimates of self-motion as well as 3D scene structure, without any external infrastructure.
In the sentence “They are able to complement the limitations and deficiencies of each other.”, the expression are able to can be best replaced by:
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MULTI-SENSORY MOTION ESTIMATION AND CONTROL OF A MINI-QUADROTOR IN AN AIR-
GROUND MULTI-ROBOT SYSTEM
Tianguang Zhang, Wei Li, Markus Achtelik, Kolja K ¨uhnlenz and Martin Buss
Unmanned Aerial Vehicles (UAVs) are a major focus of active researches, since they can extend our capability in a variety of areas. A significant challenge in developing UAVs is to extract and fuse the useful information in a robust manner in order to achieve a stable flight and an accurate navigation. On-board Inertial Measurement Units (IMUs) are commonly equipped. However, the drift of inertial sensors leads to errors during integration over time, making a steadily accurate estimation of the absolute pose nearly impossible. Therefore, most works rely on an external infrastructures, e.g. GPS for outdoor applications [3] [4] and tracking system for indoor environments [5] [6]. Vision and proprioception are the primary senses to guide the movement. Taking insects as an example, the both senses are important to be fused for localization and motion estimation. They are able to complement the limitations and deficiencies of each other. Digital camera chips and IMU, such as micro-machined gyroscopes and accelerometers, are now available off-the-shelf with good performance, and can provide robust estimates of self-motion as well as 3D scene structure, without any external infrastructure.
According to the text, the words however and therefore is respectively closest in meaning to
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Leia o texto a seguir para responder as questões 21 e 22.
WHAT IS A PROGRAMMING ALGORITHM?
So, what is a programming algorithm? You can think of a programming algorithm as a recipe that describes the exact steps needed for the computer to solve a problem or reach a goal. We've all seen food recipes - they list the ingredients needed and a set of steps for how to make the described meal. Well, an algorithm is just like that. In computer lingo, the word for a recipe is a procedure, and the ingredients are called inputs. Your computer looks at your procedure, follows it to the letter, and you get to see the results, which are called outputs. A programming algorithm describes how to do something, and your computer will do it exactly that way every time. Well, it will once you convert your algorithm into a language it understands!
However, it's important to note that a programming algorithm is not computer code. It's written in simple English (or whatever the programmer speaks). It doesn't beat around the bush--it has a start, a middle, and an end. In fact, you will probably label the first step 'start' and the last step 'end.' It includes only what you need to carry out the task. It does not include anything unclear, often called ambiguous in computer lingo, that someone reading it might wonder about.
It always leads to a solution and tries to be the most efficient solution we can think up. It's often a good idea to number the steps, but you don't have to. Instead of numbered steps, some folks use indentation and write in pseudocode, which is a semi-programming language used to describe the steps in an algorithm. But, we won't use that here since simplicity is the main thing.
Adapted from: <http://study.com/academy/lesson/what-is-an-algorithm-in-programming-definition-examples-analysis.html>.
According to the text, the words lingo and think up are closest in meaning to
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Leia o texto a seguir para responder as questões 21 e 22.
WHAT IS A PROGRAMMING ALGORITHM?
So, what is a programming algorithm? You can think of a programming algorithm as a recipe that describes the exact steps needed for the computer to solve a problem or reach a goal. We've all seen food recipes - they list the ingredients needed and a set of steps for how to make the described meal. Well, an algorithm is just like that. In computer lingo, the word for a recipe is a procedure, and the ingredients are called inputs. Your computer looks at your procedure, follows it to the letter, and you get to see the results, which are called outputs. A programming algorithm describes how to do something, and your computer will do it exactly that way every time. Well, it will once you convert your algorithm into a language it understands!
However, it's important to note that a programming algorithm is not computer code. It's written in simple English (or whatever the programmer speaks). It doesn't beat around the bush--it has a start, a middle, and an end. In fact, you will probably label the first step 'start' and the last step 'end.' It includes only what you need to carry out the task. It does not include anything unclear, often called ambiguous in computer lingo, that someone reading it might wonder about.
It always leads to a solution and tries to be the most efficient solution we can think up. It's often a good idea to number the steps, but you don't have to. Instead of numbered steps, some folks use indentation and write in pseudocode, which is a semi-programming language used to describe the steps in an algorithm. But, we won't use that here since simplicity is the main thing.
Adapted from: <http://study.com/academy/lesson/what-is-an-algorithm-in-programming-definition-examples-analysis.html>.
Segundo o texto, a implementação de algoritmos pode ser comparado a:
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