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A soletração manual, também conhecida como datilologia, em língua de sinais, significa
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Na conversão de números inteiros hexadecimais em seus equivalentes decimais e binários, verifique quais estão corretas.
I. F516 = 245 = 1111 01012
II. B316 = 173 = 1001 00112
III. E916 = 239 = 1110 10012
IV. A416 = 164 = 1010 01002
V. 8C16 = 138 = 1000 11002
Assinale a alternativa em que todas as conversões estão CORRETAS.
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O técnico de enfermagem deve estar preparado para realizar os cuidados prestados ao recém-nascido logo após o nascimento, nesse contexto é CORRETO afirmar:
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Segundo a teoria cognitivo-desenvolvimentista, que ressalta o papel do pensamento sobre a própria conduta, a criança possui certa compreensão de seus comportamentos. De acordo com o avanço em seu desenvolvimento, ela possui as condições necessárias para saber e julgar se suas ações são adequadas ou inadequadas dentro de um contexto de interação social.
De acordo com a teoria cognitivista-desenvolvimentista, é CORRETO afirmar que
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As bactérias se diferenciam pela morfologia, composição química, necessidades nutricionais, atividades bioquímicas, fonte de energia, entre outros. Com base nessa informação, é CORRETO afirmar que
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Mário e João gostam muito de enigmas matemáticos. Certo dia, eles travaram o seguinte diálogo, quando Mário perguntou as horas a João:
Mário: “João, que horas são?”.
João: “São mais de 14h e menos de 17h!”.
Mário: “Diz logo que horas são, João!”
João: “Bom, só posso dizer que o tempo que falta para as 17h é um quarto do tempo que se passou depois das 14h!”
Mário: “Obrigado!”
Que horas eram?
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TEXTO
(...)
Empunhando as armas da modernidade, como o e-mail e o telefone celular, e as ferramentas de sempre, como o combate corpo a corpo nos gabinetes e salões do Congresso, a sociedade civil, cada vez mais organizada e combativa, engarrafou os computadores e congestionou os acessos aos plenários da Câmara e do Senado para fazer valer sua vontade sobre aqueles que a representam. Ali estavam os deficientes físicos investindo, em cadeiras de rodas, contra os medievais argumentos religiosos que tentavam abafar os avanços da ciência, com os olhos marejados de emoção e fé no progresso da pesquisa com células-tronco que pode lhes devolver a alegria do movimento, a naturalidade do gesto e, em muitos casos, a esperança de vida.
(...)
Eduardo Hollanda, Luiz Cláudio Cunha e Weiller Diniz. Istoé Independente. Edição: 1847, 09/03/05. Atualizado em 08/08/13 Disponível em
<http://www.istoe.com.br/reportagens/detalhePrint.htm?idReportagem=3643&txPrint=completo>. Acesso em 10/08/13, às 9h (texto com adaptações)
Assinale a alternativa cuja palavra em destaque conserva o mesmo sentido do termo destacado em:
“... como o e-mail e o telefone celular...”.
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A obturação dos canais radiculares consiste no preenchimento de todo o espaço anteriormente ocupado pela polpa, isto é, o canal dentinário, o qual se encontra preparado e desinfetado.
Assinale a alternativa CORRETA referente a essa fase no tratamento endodôntico.
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O texto serve de base para responder a questão.
Uma questão de bom senso
Ferreira Gullar
Falando francamente, o que você prefere, a segurança ou a insegurança, o previsível ou o imprevisível? Em suma, quer acordar de manhã certo de que as coisas vão caminhar normalmente ou prefere estremecer ao pensar no que fará, neste dia, o seu filho drogado?
Acho muito difícil que alguém prefira viver no desespero, temendo o que pode ocorrer nesse dia que começa. Estou certo de que todo mundo quer viver tranquilo, certo de que as coisas vão transcorrer dentro do previsível.
Mas quem se droga comporta-se, inevitavelmente, fora do previsível, ou não é? Já imaginou a apreensão em que vivem os pais de um filho drogado? Começa que ele já não vai à escola e, se vai, arma sempre alguma encrenca por lá. Se já trabalha, abandona o emprego e começa a roubar o dinheiro da família para comprar drogas.
Se isso se torna inviável, entra para o tráfico, passa a vender drogas ou torna-se assaltante, porque tem de conseguir dinheiro para comprá-las, seja de que modo for. Daí a pouco, não apenas assalta e rouba como também mata. Os pais já não reconhecem nele o filho que criaram com tanto carinho. Pelo contrário, o temem, porque, drogado, ele é capaz de tudo.
E mesmo assim há quem seja a favor da liberação das drogas. Conheço muito bem o argumento que usam para justificá-la: como a repressão não acabou com o tráfico e o consumo, a liberação pode ser a solução do problema. Um argumento simplista, que não se sustenta, pois é o mesmo que propor o fim da repressão à criminalidade em geral. O argumento seria o mesmo: por que insistir em combater o crime, se isso se faz há séculos e não se acabou com ele?
Fora isso, pergunto: se não é proibida a venda de cigarros e bebidas, por que há tráfico dessas mercadorias? E pedras preciosas, é proibido vendê-las? Não e, no entanto, existe tráfico de pedras preciosas. E ainda assim os defensores da liberação das drogas acham que com isso acabariam com o problema. Claro, Fernandinho Beira-Mar certamente passaria a pagar imposto de renda, ISS, ICMS e tudo o mais. Esse pessoal parece estar de gozação.
Todo mundo sabe que, dos que se viciam em drogas, poucos conseguem largar o vício. E, se largam, é por entender que estavam sendo destruídos por ele, uma vez que perdem toda e qualquer capacidade de refletir e escolher; são verdadeiros robôs que a droga monitora.
Qual a saída, então? No meu modo de ver, a saída é uma campanha educativa, em larga escala, em âmbito nacional e internacional, para mostrar às crianças e aos adolescentes que as drogas só destroem as pessoas.
E isso não é difícil de demonstrar porque os exemplos estão aí aos milhares e à vista de quem quiser ver. Os traficantes sabem muito bem disso, tanto que hoje têm agentes dentro das escolas para aliciar meninos de oito, dez anos de idade.
Confesso que tenho dificuldade de entender a tese da descriminalização das drogas. Todas as semanas, a polícia apreende, nas estradas, em casas de subúrbio, em armazéns clandestinos, toneladas de maconha e de cocaína. É preciso muitos drogados para consumir essa quantidade de drogas.
Junto às drogas, apreendem, muitas vezes, verdadeiros arsenais de armas modernas de grosso calibre. É preciso muito dinheiro e muita gente envolvida para que o tráfico tenha alcançado tal amplitude e tal nível de eficiência. Como acreditar que tudo isso desaparecerá, de repente, bastando tornar a venda de drogas comércio legal? Sem falar nos novos tipos sofisticados de cocaína e maconha, que estão diversificando o mercado.
A verdade é que o tráfico existe e cresce porque cresce o número de pessoas que consomem drogas. Como se sabe, não pode haver produção e venda de mercadoria que ninguém compra. Se se reduzir o número de consumidores, o tráfico se reduzirá inevitavelmente. E a maneira de fazer isso é esclarecer os jovens do desastre que elas significam.
O resultado maior não será junto aos viciados crônicos, que tampouco devem ser abandonados à sua má sorte. Virá certamente do esclarecimento dos mais jovens, dos que ainda não foram cooptados pelo vício. A eles deve ser mostrado que as drogas destroem inevitavelmente os que a elas se entregam.
Ferreira Gullar é cronista, crítico de arte e poeta. Escreve aos domingos na versão impressa de “Ilustrada”. FERREIRA GULLAR, J. Ribamar. Folha de S.Paulo.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2013/08/1321441-uma-questao-de-bom-senso.shtml. Acesso em 11/08/13. Adaptado.
O texto “Uma questão de bom senso” é um artigo de opinião. Nele, Ferreira Gullar expressa o seu ponto de vista sobre a questão levantada e argumenta em defesa da tese de que
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Em laboratório, para se preparar 1L de uma solução de hidróxido de sódio 1,0 mol/L, se procede corretamente da seguinte forma:
(MMNaOH=40g/mol)
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