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O texto a seguir é referência para a questão.
Conhecimento, proatividade e comprometimento com demandas e prazos sempre estiveram entre as skills mais procuradas nos cargos de gestão. Mas o cenário mudou com a pandemia, o home office e o avanço da tecnologia. Agora, a inteligência emocional assume o ranking das competências desejadas em um líder de equipe. O termo, inclusive, foi popularizado pelo psicólogo Daniel Goleman e expressa a capacidade de identificar os próprios sentimentos e os dos outros, e de gerir bem essas emoções. [...]
No ambiente corporativo, os seres humanos estão expostos mais diversas nuances de emoções, então é necessário usar esses sentimentos como combustível na vida e no trabalho, de forma melhorar nossa performance.
Não toa, uma pesquisa recente revelou que 49% dos recrutadores acreditam que os profissionais estão propensos sofrer de Síndrome de Burnout – distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico. [...]
Revista Mente Curiosa. Ano 6, n. 134, p. 7-8, nov. 2022. Adaptado.
Assinale a alternativa cujos termos preenchem corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto.
 

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O texto a seguir é referência para a questão.

Não é só sobre diversidade
Ana Cristina Rosa
É crescente o número de corporações que dedicado atenção à diversidade, tendência que balizando os mercados contemporâneos. Não por acaso, atualmente esse também é um dos fatores determinantes para atrair investidores. No começo do ano, o tema ganhou destaque no setor público, que abriu espaços inéditos para indígenas, negros e mulheres em postos de gestão. Ainda assim, é importante que se diga que seguimos muito distantes de alcançar um nível de correspondência com a demografia nacional.
Levantamento recente apontou que apenas 14% dos cargos de primeiro escalão dos governos estaduais são comandados por pessoas pretas e pardas, que 56% da população brasileira, segundo o IBGE. Além disso, pequenas e médias empresas, que são as maiores empregadoras no país, em geral não possuem ações voltadas à diversidade e inclusão.
Pode-se dizer que as mudanças ainda estão restritas ao plano simbólico. Na prática, a maioria das ações é superficial, desconectada da estratégia de negócios e não resulta em alteração de estruturas ou em políticas públicas.
Evidente que diversificar os perfis dos profissionais no mercado de trabalho é fundamental. Mas simplesmente empregar um negro, um indígena ou uma mulher, por si só, não resolve tudo. Não é apenas sobre diversidade nas contratações. É também sobre uma mudança de cultura organizacional para incluir todas as pessoas. As contratações não podem ser reflexo exclusivo de uma tendência de mercado. Nesse sentido, a carência de mecanismos efetivos para colocar um freio de arrumação no abismo alimentado pelas conhecidas desigualdades é enorme. Tanto que profissionais negros ocupam menos de 5% dos cargos de liderança nas empresas.
Afinal, o que está sendo feito para criar uma cultura inclusiva dentro das instituições? O antirracismo faz parte da cultura organizacional? Por banal que pareça, por vezes é necessário indagar o óbvio.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2023/02/nao-e-so-sobre-diversidade.shtml. Adaptado.
É intenção do texto:
 

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O texto a seguir é referência para a questão.

Não é só sobre diversidade
Ana Cristina Rosa
É crescente o número de corporações que dedicado atenção à diversidade, tendência que balizando os mercados contemporâneos. Não por acaso, atualmente esse também é um dos fatores determinantes para atrair investidores. No começo do ano, o tema ganhou destaque no setor público, que abriu espaços inéditos para indígenas, negros e mulheres em postos de gestão. Ainda assim, é importante que se diga que seguimos muito distantes de alcançar um nível de correspondência com a demografia nacional.
Levantamento recente apontou que apenas 14% dos cargos de primeiro escalão dos governos estaduais são comandados por pessoas pretas e pardas, que 56% da população brasileira, segundo o IBGE. Além disso, pequenas e médias empresas, que são as maiores empregadoras no país, em geral não possuem ações voltadas à diversidade e inclusão.
Pode-se dizer que as mudanças ainda estão restritas ao plano simbólico. Na prática, a maioria das ações é superficial, desconectada da estratégia de negócios e não resulta em alteração de estruturas ou em políticas públicas.
Evidente que diversificar os perfis dos profissionais no mercado de trabalho é fundamental. Mas simplesmente empregar um negro, um indígena ou uma mulher, por si só, não resolve tudo. Não é apenas sobre diversidade nas contratações. É também sobre uma mudança de cultura organizacional para incluir todas as pessoas. As contratações não podem ser reflexo exclusivo de uma tendência de mercado. Nesse sentido, a carência de mecanismos efetivos para colocar um freio de arrumação no abismo alimentado pelas conhecidas desigualdades é enorme. Tanto que profissionais negros ocupam menos de 5% dos cargos de liderança nas empresas.
Afinal, o que está sendo feito para criar uma cultura inclusiva dentro das instituições? O antirracismo faz parte da cultura organizacional? Por banal que pareça, por vezes é necessário indagar o óbvio.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2023/02/nao-e-so-sobre-diversidade.shtml. Adaptado.
A expressão “Além disso”, destacada no texto, introduz uma relação de:
 

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O texto a seguir é referência para a questão.

Não é só sobre diversidade
Ana Cristina Rosa
É crescente o número de corporações que dedicado atenção à diversidade, tendência que balizando os mercados contemporâneos. Não por acaso, atualmente esse também é um dos fatores determinantes para atrair investidores. No começo do ano, o tema ganhou destaque no setor público, que abriu espaços inéditos para indígenas, negros e mulheres em postos de gestão. Ainda assim, é importante que se diga que seguimos muito distantes de alcançar um nível de correspondência com a demografia nacional.
Levantamento recente apontou que apenas 14% dos cargos de primeiro escalão dos governos estaduais são comandados por pessoas pretas e pardas, que 56% da população brasileira, segundo o IBGE. Além disso, pequenas e médias empresas, que são as maiores empregadoras no país, em geral não possuem ações voltadas à diversidade e inclusão.
Pode-se dizer que as mudanças ainda estão restritas ao plano simbólico. Na prática, a maioria das ações é superficial, desconectada da estratégia de negócios e não resulta em alteração de estruturas ou em políticas públicas.
Evidente que diversificar os perfis dos profissionais no mercado de trabalho é fundamental. Mas simplesmente empregar um negro, um indígena ou uma mulher, por si só, não resolve tudo. Não é apenas sobre diversidade nas contratações. É também sobre uma mudança de cultura organizacional para incluir todas as pessoas. As contratações não podem ser reflexo exclusivo de uma tendência de mercado. Nesse sentido, a carência de mecanismos efetivos para colocar um freio de arrumação no abismo alimentado pelas conhecidas desigualdades é enorme. Tanto que profissionais negros ocupam menos de 5% dos cargos de liderança nas empresas.
Afinal, o que está sendo feito para criar uma cultura inclusiva dentro das instituições? O antirracismo faz parte da cultura organizacional? Por banal que pareça, por vezes é necessário indagar o óbvio.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2023/02/nao-e-so-sobre-diversidade.shtml. Adaptado.
Os termos “contemporâneos” e “escalão”, destacados no texto, podem ser respectivamente substituídos, sem prejuízo de sentido, por:
 

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2729664 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: IF-PR
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O texto a seguir é referência para a questão.

Violência e culpa Natalia

Pasternak

Enunciado 3460878-1

Disponível em: https://oglobo.globo.com/blogs/a-hora-da-ciencia/post/2023/03/violencia-e-culpa.ghtml. Adaptado.

De acordo com o texto, considere as seguintes afirmativas:
1. A sugestão de incluir o “Transtorno de Personalidade Dominadora Delirante” no DSM foi um contra-ataque à proposta de inclusão do “Transtorno de Personalidade Autodestrutiva”.
2. Ainda que se diga o contrário, o “Transtorno de Personalidade Autodestrutiva” foi proposto com base científica.
3. Os requisitos estabelecidos para que um paciente se enquadrasse no “Transtorno de Personalidade Dominadora Delirante” foram definidos sem base científica.
Assinale a alternativa correta.
 

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2729663 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: IF-PR
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O texto a seguir é referência para a questão.


Violência e culpa

Natalia Pasternak


Enunciado 3462303-1


Disponível em: https://oglobo.globo.com/blogs/a-hora-da-ciencia/post/2023/03/violencia-e-culpa.ghtml. Adaptado.

No que diz respeito à pontuação do texto, a vírgula pode ser corretamente suprimida, mantendo-se os demais sinais de pontuação, depois de:
 

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O texto a seguir é referência para a questão.

Não é só sobre diversidade
Ana Cristina Rosa
É crescente o número de corporações que dedicado atenção à diversidade, tendência que balizando os mercados contemporâneos. Não por acaso, atualmente esse também é um dos fatores determinantes para atrair investidores. No começo do ano, o tema ganhou destaque no setor público, que abriu espaços inéditos para indígenas, negros e mulheres em postos de gestão. Ainda assim, é importante que se diga que seguimos muito distantes de alcançar um nível de correspondência com a demografia nacional.
Levantamento recente apontou que apenas 14% dos cargos de primeiro escalão dos governos estaduais são comandados por pessoas pretas e pardas, que 56% da população brasileira, segundo o IBGE. Além disso, pequenas e médias empresas, que são as maiores empregadoras no país, em geral não possuem ações voltadas à diversidade e inclusão.
Pode-se dizer que as mudanças ainda estão restritas ao plano simbólico. Na prática, a maioria das ações é superficial, desconectada da estratégia de negócios e não resulta em alteração de estruturas ou em políticas públicas.
Evidente que diversificar os perfis dos profissionais no mercado de trabalho é fundamental. Mas simplesmente empregar um negro, um indígena ou uma mulher, por si só, não resolve tudo. Não é apenas sobre diversidade nas contratações. É também sobre uma mudança de cultura organizacional para incluir todas as pessoas. As contratações não podem ser reflexo exclusivo de uma tendência de mercado. Nesse sentido, a carência de mecanismos efetivos para colocar um freio de arrumação no abismo alimentado pelas conhecidas desigualdades é enorme. Tanto que profissionais negros ocupam menos de 5% dos cargos de liderança nas empresas.
Afinal, o que está sendo feito para criar uma cultura inclusiva dentro das instituições? O antirracismo faz parte da cultura organizacional? Por banal que pareça, por vezes é necessário indagar o óbvio.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2023/02/nao-e-so-sobre-diversidade.shtml. Adaptado.
Assinale a alternativa cujos termos preenchem corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto.
 

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2693924 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: IF-PR
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O texto a seguir é referência para a questão.

Violência e culpa Natalia

Pasternak

Enunciado 3460876-1

Disponível em: https://oglobo.globo.com/blogs/a-hora-da-ciencia/post/2023/03/violencia-e-culpa.ghtml. Adaptado.

Os termos “ainda assim” e “mas”, destacados no texto, estabelecem respectivamente relações de:
 

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2693699 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: IF-PR
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O texto a seguir é referência para a questão.

Violência e culpa Natalia

Pasternak

Enunciado 3460875-1

Disponível em: https://oglobo.globo.com/blogs/a-hora-da-ciencia/post/2023/03/violencia-e-culpa.ghtml. Adaptado.

No que diz respeito aos elementos coesivos do texto, assinale a alternativa correta.
 

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3455180 Ano: 2023
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFPR
Orgão: IF-PR
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Em 02/05/2022, a prefeitura de um pequeno município adquiriu um veículo para utilização na Secretaria de Obras Públicas, com as seguintes informações:

1. Preço de aquisição: $ 240.000.

2. Gastos de modificação da carroceria, a fim de atender às necessidades da Secretaria de Obras Públicas: $ 60.000.

3. O veículo entrou em operação em 01/07/2022, permanecendo em uso normal em 31/12/2022.

4. Vida útil econômica: 10 anos, com a depreciação iniciando a partir da entrada em operação do veículo.

5. O método de depreciação a utilizar será o Método de Cotas Constantes.

6. Valor residual ao final da vida útil econômica: 10% do preço de aquisição.

Considerando as disposições da Norma Brasileira de Contabilidade aplicada ao Setor Público NBC TSP 07 – Ativo Imobilizado e os dados acima, assinale a alternativa que apresenta corretamente o valor contábil desse veículo em 31/12/2022.

Questão Anulada

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