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Ao falarmos de traduções, seja no caso das línguas de sinais ou das orais, cairemos comumente em discussões sobre as possibilidades e/ ou impossibilidades da tradução, ou seja, da intraduzibilidade entre as línguas. Pergunta-se, por exemplo, como seria possível fazer uma boa tradução, se, segundo o determinismo linguístico, cada língua estabelece de modo singular a maneira como seus usuários percebem e organizam o mundo? Por isso, quando o tradutor constrói um projeto de tradução vive a necessidade de fazer escolhas constantes, aproximamos ou afastamos termos (palavras e expressões) de no mínimo duas línguas diferentes. E sobre esse afrouxamento ou ajustamento entre o texto de partida (original) e o de chegada (tradução), encontra-se um grande arcabouço de discussões e teorias que tanto defendem uma técnica em detrimento de outras, como também que apresentam todas as técnicas como ferramentas disponíveis para o tradutor frente a cada tipo de situação.
Partindo de um conhecimento sobre técnica de tradução, assinale qual das alternativas citadas a seguir corresponde a uma técnica de tradução que opta por gerar o máximo de conforto no receptor fazendo diversos tipos de adaptações orientadas a cultura da língua de chegada, pois considera que o mais importante seja plena receptividade (compreensiva e apreciativa de conteúdo) daqueles que estão tendo contato apenas com a tradução e não com o texto original.
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Observe a situação da tirinha a seguir:

[adap facebook.com/thatdeafguycomic/]
Considerando os códigos de conduta e ética da profissão de tradutores e intérpretes, a situação construída pela postura que o intérprete de línguas de sinais tomou na tirinha acima deixa claro que:
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“De’VIA [“Deaf View/Image Art”] representa [a produção em sua maioria] de artistas surdos e suas percepções construídas com base em suas experiências surdas. (...) Essas experiências podem incluir metáforas, perspectivas e entendimentos surdos em relação ao ambiente (tanto no nível do mundo natural como a interpretação dada pela cultura surda), envolvem tanto vida espiritual como a cotidiana. (...) Há uma diferença entre artistas surdos e De’VIA. Artistas surdos são aqueles que usam a arte em qualquer forma, mídia ou assunto, obras que são realizadas com os mesmos padrões artísticos como outros artistas. De’VIA é criada quando o artista pretende expressar a sua experiência surda através da arte visual. De’Via (...) é possível a todos, inclusive não-surdos como filhos de pais surdos, se a intenção é criar um trabalho que nasce das suas experiências surdas. É evidente que é possível para os artistas surdos não trabalhar necessariamente na área de De’VIA.”
Criada em maio de 1989, no The Deaf Way.
Signatários:
Dr. Betty G. Miller, pintora; Dr. Paul Johnston, escultor;
Dr. Deborah M. Sonnenstrahl, historiadora de arte; Chuck Baird, pintor; Guy Wonder, escultor; Alex Wilhite, pintor; Sandi Inches Vasnick, fiber artist; Nancy Creighton, fiber artist; e Lai-Yok Ho, vídeoart.
[Tradução livre do “Manifesto Deaf View/Image Art: De’VIA”. Retirado de http://www.rit.edu/expressionsofculture/DeVIA/index.htm]
Identifique, entre das alternativas a seguir, qual seria a sentença que apresenta – em sua totalidade – a afirmação mais coerente com o que esse manifesto diz sobre aquilo que tornaria uma obra de arte plástica em uma arte surda (De’VIA).
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“Iniciamos repetindo que o aluno não é do intérprete, portanto, algumas posturas que eu, você, enfim, nós intérpretes vínhamos adotando, devem ser aos poucos modificadas. Com certeza uma mudança radical seria o mais apropriado para todos, mas em respeito ao aluno surdo, que não tem culpa da forma como o sistema educacional lhe é imposto, sugerimos que as mudanças de postura sejam gradativas, se ainda não o fizeram.
As posturas que queremos mencionar são as que nós intérpretes passamos a nos atribuir por conta própria, como: cuidar do caderno do aluno, se ele terminou ou não de copiar, responder as perguntas que o aluno faz sem repassá-las ao professor que é o responsável pelo conteúdo, controlar a saída e a entrada do aluno em sala de aula, liberando-o para o banheiro ou não. Enfim, estas são atitudes simples que muitos intérpretes ainda realizam pela falta de conhecimento, ou muitas vezes por falta de competência em interpretação. Sim, de fato muitos intérpretes usam de “compensação”, isto é, compensam suas insuficiências e falhas na língua de sinais e na interpretação, por fazer outras atribuições nas quais, definitivamente, não lhes compete”.
AMPESSAN; GUIMARÃES; LUCHI. Intérpretes educacionais de Libras: orientações para a prática profissional. Florianópolis: DIOESC, 2013
Na perspectiva do texto apresentado acima, assinale a alternativa, dentre as apresentadas a seguir, que claramente fazem parte das funções do tradutor e intérprete de língua de sinais educacional num ponto de vista profissional.
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Com relação à classificação dos ativos de informação quanto à confiabilidade, avalie se as afirmativas a seguir são falsas (F) ou verdadeiras (V):
- INFORMAÇÃO PÚBLICA: deve ser protegida do acesso externo e sua integridade é vital e o acesso não autorizado pode causar prejuízos financeiros aos negócios. Exemplos: dados de clientes e senhas de acesso.
- INFORMAÇÃO CONFIDENCIAL: se forem divulgadas não trarão prejuízos financeiros aos negócios, sua integridade não é vital e seu uso é livre. Exemplos: informações publicadas na internet e folders da organização.
- INFORMAÇÃO PÚBLICA: deve ser protegida interna e externamente a quantidade de pessoas que a acessam é extremamente controlada. Exemplos: informações de concorrências e militares.
As afirmativas são respectivamente:
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Uma forma de ataque consiste em adivinhar uma senha pelo método de tentativa e erro, podendo utilizar, por exemplo, um bot para realizar essa busca exaustiva de forma automatizada. Nesse contexto, observe a figura do cadeado abaixo.

Esse cadeado pode permitir uma combinação numérica de 3 dígitos, podendo ser aberto após, no máximo 1000 tentativas, o que para um computador seria uma senha muito frágil. Para evitar a eficácia deste tipo de ataque é recomendável adotar senhas fortes, de no mínimo 8 caracteres contendo números, letras e símbolos, aumentando exponencialmente a quantidade de combinações e consequentemente a segurança. O método descrito é conhecido como ataque de:
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Um Tecnólogo de Segurança da Informação do IFRJ está impossibilitado de comparecer ao trabalho, mas precisa acessar a intranet para finalizar um trabalho. Para que este funcionário possa acessar a intranet a partir do microcomputador de sua residência, que possui acesso em banda larga à internet, ele deve utilizar o recurso:
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A figura abaixo ilustra um tipo de criptografia, sendo dois exemplos DES e AES.

Trata-se de uma criptografia denominada:
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A criptografia que utiliza cifra está associada à transformação de caractere por caractere ou de bit por bit, sem levar em conta a estrutura linguística da mensagem. De acordo com TANENBAUM, o método cifra por transposição é descrito a seguir.
• a cifra se baseia em uma chave ou frase que não contém letras repetidas, como TIROLESA.
• A finalidade da chave é numerar as colunas de modo que a coluna 1 fique debaixo da letra da chave mais próxima do início do alfabeto, e assim, por diante, conforme ilustrado na figura abaixo.
• O texto simples (“IFRJ*RIO*DE*JANEIRO*2015”) é escrito horizontalmente, em linhas.
• O texto cifrado é lido em colunas, a partir da coluna cuja letra da chave seja a mais baixa.

Nessas condições, o texto cifrado é:
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Certo vírus de computador possui as características listadas a seguir.
• Constitui uma praga cibernética que esconde-se nos sistemas operacionais para que usuários mal intencionados possam fazer o que quiserem e quando bem entenderem.
• No sistema Windows, em uma forma de atuação eles infectam tarefas e processos de memória, anulando os pedidos do programa que está com esta praga, fazendo com que o programa não encontre os arquivos necessários para funcionar. Em resumo, este vírus “engana” o programa, fazendo-o acreditar que o arquivo não está lá, provocando mensagens de erro.
• Nas distribuições Linux/Unix, em uma forma de atuação eles substituem um programa de listagem de arquivos e, com isso, ele mesmo passa a exibir as listas, ao mesmo tempo em que fica são e salvo, escondido no sistema. Em resumo, se este vírus não é detectado, fica fácil para um hacker com más intenções exercer o direito de ir e vir no computador infectado.
Esse vírus é conhecido como:
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