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No IFSP Câmpus Caraguatatuba os alunos do curso de Licenciatura em Matemática observaram em um dia o fenômeno das marés em uma das praias da cidade e concluíram que ele era periódico. Com isso, descreveram com a função !$ h\left(t\right)=0,9+0,7sen\ \left(\dfrac{\pi}{6}t+\dfrac{\pi}{6}\right) !$ a altitude h do mar num determinado ponto entre às 2h e às 20h.
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Com base nessa função, podemos afirmar que a altura média do mar nesse dia foi de:
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As discussões a respeito das relações matemáticas dos hoje conhecidos como “sólidos platônicos” são objeto de atenção nas aulas de Matemática do Ensino Médio, embora também seja item de reflexão no decorrer do Ensino Fundamental.
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Um professor de matemática do IFSP iniciou as atividades escolares com uma avaliação diagnóstica para identificar os conhecimentos dos alunos de sua turma de Ensino Médio, na qual propôs uma das tarefas mais comuns: a identificação do número de faces, vértices e arestas desses sólidos. De início, o professor solicitou aos alunos que completassem um quadro (indicado abaixo), no qual alguns elementos não foram fornecidos (entre eles, nomes dos poliedros e algumas quantidades de faces, vértices e arestas), mas indicados por letras. Além dos cinco sólidos platônicos, na última linha da tabela, o professor identificou um poliedro denominado “Surpresaedro”.
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Nome do poliedro | Número de Faces | Número de vértices | Número de Arestas |
Tetraedro | 4 | 4 | A |
B | 6 | C | 12 |
Octaedro | D | 6 | 12 |
E | 12 | 20 | 30 |
Icosaedro | 20 | F | 30 |
Surpresaedro | 16 | 16 | 32 |
Após os alunos completarem a tabela, o professor iniciou as discussões a respeito dos poliedros eurelianos (em que a Relação de Euler é válida). Na sequência, os alunos foram questionados sobre qual(is) poliedro(s) indicado(s) pode(m) ser(em) classificados como poliedros eurelianos.
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Considerando a ordem dos elementos não fornecidos no quadro (A, B, C, D, E, F) e o questionamento a respeito da classificação como poliedros eurelianos, a única alterativa correta é
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- Aspectos PedagógicosAprendizagem e Ensino
- GeometriaGeometria AnalíticaEquação da Reta
- GeometriaGeometria AnalíticaCircunferênciasEquações da Circunferência
Ao trabalhar com a representação geométrica de equações em uma turma do Ensino Médio, por meio do software GeoGebra, um professor propôs a seguinte tarefa:
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1) Construa a circunferência cuja equação normal é λ : x2 + y2 − 2x − 4y + 4 = 0
2) Construa as retas s : 3x + 4y + 4 = 0 e t : 2x + 6y = 4
3) Em seguida encontre a posição entre a circunferência λ e as retas s e t.
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No decorrer das construções no GeoGebra, o professor escolheu duas imagens (antes da finalização da tarefa) com o intuito de problematizar as resoluções dos alunos. Essas discussões foram realizadas ao final da aula, no processo de sistematização da atividade. A seguir apresentamos as imagens escolhidas pelo professor:
Imagem 1: Exemplo de representação da circunferência

Imagem 2: Exemplo de representação das retas s e t

Considerando as escolhas do professor e os resultados corretos das atividades propostas, é correto afirmar que:
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Uma das principais facetas da desigualdade racial no Brasil é a forte concentração de homicídios na população negra. Quando calculadas dentro de grupos populacionais de negros (pretos e pardos) e não negros (brancos, amarelos e indígenas), as taxas de homicídio revelam a magnitude da desigualdade. É como se, em relação à violência letal, negros e não negros vivessem em países completamente distintos. Os dados trazidos pelo Atlas da Violência 2018 vêm complementar e atualizar o cenário de desigualdade racial em termos de violência letal no Brasil já descrito por outras publicações. A tabela abaixo mostra a taxa de homicídios de negros e não negros no Brasil por 100 mil habitantes entre 2006 e 2016.
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Brasil:taxa de homicidios de negros e não negros por 100 mil, por UF | |||||||||
Taxa de Homicídio por 100 mil habitantes | |||||||||
Negros | Não Negros | Negros | Não Negros | ||||||
2006 | 2016 | 2006 | 2016 | 2006 | 2016 | 2006 | 2016 | ||
Brasil | 32,7 | 40,2 | 17,2 | 16,0 | Pará | 33,9 | 57,7 | 9,7 | 16,9 |
Acre | 21,0 | 46,9 | 23,6 | 28,8 | Paraíba | 30,3 | 46,5 | 3,3 | 5,8 |
Alagoas | 53,9 | 69,7 | 6,2 | 4,1 | Paraná | 19,3 | 19 | 33,3 | 30,6 |
Amapá | 39,2 | 59,4 | 8,6 | 7,8 | Pernambuco | 72,1 | 60,4 | 12,5 | 17,8 |
Amazonas | 22,5 | 43,0 | 11,6 | 13,7 | Piauí | 15,5 | 24,0 | 6,8 | 7,0 |
Bahia | 25,6 | 52,4 | 7,2 | 15,6 | Rio de Janeiro | 65,9 | 47,6 | 27,4 | 20,5 |
Ceará | 18,0 | 38,9 | 5,9 | 8,3 | Rio G. do Norte | 16,7 | 70,5 | 7,4 | 16,0 |
Distrito Federal | 41,1 | 34,5 | 7,9 | 11,3 | Rio G. do Sul | 19,1 | 36,8 | 17,6 | 26,2 |
Espírito Santo | 55,6 | 42,3 | 17,9 | 9,3 | Rondônia | 43,7 | 41,5 | 23,8 | 33,0 |
Goiás | 33,6 | 55,5 | 15,2 | 25,9 | Roraima | 21,7 | 46,2 | 48,9 | 38,3 |
Maranhão | 17,6 | 37,9 | 9,2 | 19,6 | Santa Catarina | 12,4 | 22,4 | 9,7 | 12,6 |
Mato Grosso | 35,9 | 42,3 | 23,4 | 22,6 | São Paulo | 25,9 | 13,5 | 17,3 | 9,1 |
Mato G. do Sul | 33,3 | 28,6 | 23,8 | 21,0 | Sergipe | 29,0 | 79,0 | 13,5 | 15,2 |
Minas Gerais | 27,6 | 27,2 | 13,8 | 13,6 | Tocantins | 18,9 | 38,5 | 11,5 | 28,9 |
Fonte: IBGE – Disponível em: http://www.ipea.gov.br. Acesso em: 24 nov. 2018 (adaptado).
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Pela tabela, conclui-se que
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Não se enojem teus ouvidos
De tantas rimas em a,
Mas ouve meus juramentos,
Meus cantos, ouve, sinhá!
Te peço pelos mistérios
Da flor do maracujá!
(VARELA, F. A flor do maracujá. In: Cantos e fantasias e outros cantos. São Paulo: Martins Fontes, 2003)
O excerto do poema de Fagundes Varela utiliza-se
de recurso de linguagem, especificamente no segundo verso, que se relaciona, do ponto de vista da
classificação de Jakobson para as funções da linguagem, à função:
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A coesão e a coerência constituem dois fatores importantes da textualidade. Quanto ao primeiro, Fávero expõe várias propostas de classificação no que diz respeito às relações que podem ser estabelecidas formalmente num texto. De sua parte, a autora propõe uma reclassificação baseada na função que os mecanismos exercem na construção do texto.
Que opção se refere à proposta de Fávero (1997) quanto à reclassificação teórica dos elementos da coesão?
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“Ler, escrever e refletir sobre a língua. Essas três tarefas – que no fundo são uma só: desenvolver o letramento – constituem toda a missão da escola no que diz respeito à educação em língua materna. Não há tempo a perder com outras práticas que já se comprovaram absolutamente irrelevantes e inúteis para se cumprir essa missão”
(BAGNO, M. Gramática pedagógica do português brasileiro. São Paulo: Parábola, 2013).
De acordo com o excerto acima, há práticas pedagógicas que se mostraram ineficazes para a educação em língua materna, ou seja, que não levam a desenvolver a leitura, escrita e reflexão sobre a língua. Assinale a alternativa que apresenta atividades dessa natureza.
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Said Ali (2001), ao estudar os verbos, problematiza não só a nomenclatura, mas também o uso de seus modos. O autor observa que, se, por um lado, o modo conjuntivo ocorre em orações subordinadas, por outro, ele também está presente em orações principais. Constata, ainda, que a simples caracterização desse modo como oposição à realidade e a certeza do fato enunciado pelo indicativo não são suficientes para definir o emprego do conjuntivo. Diante desses e de outros dados que ainda tornam mais complexo o problema, Said Ali propõe examinar diversos fatos linguísticos, a fim de estabelecer, entre outros elementos, as regras de uso do modo verbal conjuntivo.
Qual das opções tem correspondência adequada às regras apresentadas por Said Ali para o uso ou não do modo conjuntivo?
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ROCK COM BANANA
Nem que seja apenas por uma questão cronológica: já é tarde demais para se ficar discutindo a validade ou não da informação rock na música brasileira. Há quase 20 anos pelo menos ela transita de maneira constante, misturada e confusa por diversos setores da juventude urbana do Brasil. O mínimo que se poderia fazer, agora, seria tentar entender o fenômeno: que trajeto segue o dado X, informação musical de procedência estrangeira, até ser incorporado ao arsenal de recursos da criação brasileira? Já se fez isso com a polka (ou polca) e schottisch (ou xote) – que, como todos sabem, deram no choro, no maxixe e, em certa medida, no samba. Já se fez também com o jazz (que deu na bossa-nova, se em mais nada). Mas o rock é muito recente. Ou será muito espinhoso, muito constrangedor?
Não há nenhum levantamento sistemático da trajetória do rock por terras brasileiras. Então, é preciso usar os elementos disponíveis: no caso, discos. Vinte anos depois, cada disco que se produz hoje no Brasil contendo algo de rock serve, no mínimo, como base para pesquisas e meditações. Para quem quer entender, é claro!
(BAHIANA, Ana Maria. Nada será como antes: MPB anos 70 – 30 anos depois. Rio de Janeiro: Senac Rio, 2006).
Segundo Vanoye (2003), há mensagens em que não se percebe a presença do destinador, porque elas são produto de um processo de construção que busca a neutralização intencional do “eu”. Há, porém, mensagens em que o destinador manifesta claramente suas opiniões ou reações relativamente ao conteúdo de que trata; e ainda há aquelas em que a expressão pessoal intervém de maneira dissimulada. Isso considerado, com relação ao texto Rock com banana, podemos afirmar que:
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