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Em qual caso abaixo ocorre o escurecimento não-enzimático? 13.
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Os óleos e gorduras podem ser alterados devido à exposição a catalisadores, à luz e ao 4.calor, resultando no desenvolvimento de odores e sabores indesejáveis que levam à rejeição do alimento. Em relação a esse fato , afirmam-se que:
I. As enzimas lipoxigenases promovem a hidrólise dos triglicerídeos.
II. Os antioxidantes, por exemplo, os tocoferóis e o BHT (butilhidroxi tolueno), inibem ou impedem a oxidação dos alimentos.
III. Quanto maior a composição de ácidos graxos insaturados, maior será a susceptibilidade à oxidação.
IV. A auto-oxidação do ácido oleico pode gerar uma mistura de 8-, 9-, 10- e 11-hidroperóxidos.
II. Os antioxidantes, por exemplo, os tocoferóis e o BHT (butilhidroxi tolueno), inibem ou impedem a oxidação dos alimentos.
III. Quanto maior a composição de ácidos graxos insaturados, maior será a susceptibilidade à oxidação.
IV. A auto-oxidação do ácido oleico pode gerar uma mistura de 8-, 9-, 10- e 11-hidroperóxidos.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Os resultados das análises físico-químicas para um biscoito tipo salgado foram:
Proteínas = 9% Gordura total = 18% Gordura saturada = 10%
Fibra = 8,2% Cinza = 1,9% Umidade = 4%
Considere: 4kcal/g de carboidratos ou proteínas; 9kcal/g de gordura
Fibra = 8,2% Cinza = 1,9% Umidade = 4%
Considere: 4kcal/g de carboidratos ou proteínas; 9kcal/g de gordura
Qual é o valor calórico, aproximadamente, de 30g desse biscoito?
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O emprego da radiação, para conservação de alimentos, satisfaz plenamente o objetivo de 14.proporcionar aos alimentos
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Devido à alta perecibilidade dos alimentos, são aplicados métodos de conservação, tais 2.como: calor, frio, redução de umidade, uso do açúcar e/ou sal e/ou aditivos, irradiação e outros.
Em relação à conservação de alimentos por calor, afirma-se que
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O processamento mínimo de frutas e hortaliças tem a função de 6.
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etapa de branqueamento, no processamento de frutas e hortaliças, depende das 20.características da matéria-prima a ser tratada.
Sobre o branqueamento, Afirma-se é
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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
Da leitura global do texto, depreende-se que o objetivo principal da autora é
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Segundo acompanhamento da safra brasileira de grãos de 2013/2014, o RS foi o maior 1.produtor de arroz do Brasil, com aproximadamente 8,4 milhões de toneladas. Em relação ao grão de arroz com casca, pode afirmar-se que:
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Produtos e derivados cárneos são produtos alimentícios preparados total ou parcialmente 9.com carnes, miúdos, gorduras e subprodutos comestíveis do abate. Em relação ao processamento de produtos cárneos, afirma-se que:
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