Foram encontradas 229 questões.
Texto 1: Senso de humor no trabalho é uma competência de destaque
Luiz Carlos Cabrera
As conversas sobre o desempenho de executivos procuram descrever um conjunto ideal de competências, aquelas que garantiriam alta produtividade. As mais conhecidas são foco no resultado, capacidade de execução, capacidade analítica e competência de estabelecer e sustentar relações e alianças.
A minha privilegiada observação do cotidiano, em função da extensão da minha rede de relações depois de anos atuando como professor e headhunter, permite-me acrescentar uma competência que é eterna e fundamental: o senso de humor. Não me refiro ao piadismo barato, à gozação agressiva ou ao deboche.
O humor é uma demonstração clara de inteligência emocional e uma competência que se destaca nas relações profissionais. Falo de sagacidade, de leitura rápida do contexto. Os britânicos riem de supostos diálogos ácidos entre o primeiro-ministro Winston Churchill (1874 -1965) e Lady Nancy Astor (1879 –1964), primeira mulher a ocupar uma cadeira no parlamento britânico.
No mais célebre deles, Lady Astor diz: “Se o senhor fosse meu marido, eu colocaria veneno em seu chá”. E Churchill responde: “Madame, se a senhora fosse minha mulher, eu beberia”. Lady Astor, igualmente rápida, também tinha suas tiradas.
Em uma delas, Churchill pergunta com que personagem deveria ir a um baile à fantasia, e Lady Astor sugere: “Por que você não vai sóbrio, primeiro-ministro?”. Se esses diálogos ocorreram de fato, nunca se saberá. Mas são ótimos exemplos de pensamento ágil, agudo e bem-humorado.
O humor propicia o chamado alto-astral, facilita as relações, abre as portas e diminui as resistências. É possível pensá-lo como uma habilidade, aprimorável por meio da prática? Considero o senso de humor uma competência eterna, que se desenvolve ao longo da vida de um indivíduo.
Desde criança, a pessoa tem maior interesse (ou é estimulada) a avaliar o contexto, a contar histórias e a reproduzir situações. O desenvolvimento de um olhar crítico começa na tenra infância.
O bom humor é antes de tudo um sinal de que a pessoa está balanceada, que seus sentimentos e opiniões estão equilibrados. A pessoa bem-humorada pensa com o cérebro e sente com o coração. O senso de humor tem de ser perseguido, requer uma abertura para olhar o mundo por vários ângulos, pede uma mente alerta e ativa e em geral se expressa por um gesto milenar e universal: o sorriso. Sorria!
Vocabulário:
headhunter – termo em inglês que significa “caçador de cabeças”, ou seja, recrutador dos melhores profissionais do mercado.
Disponível em: <http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/178/noticias/humor-competencia-eterna> Acesso em: 10 jul. 2016. (adaptado)
Texto 2: Excesso de bom humor pode atrapalhar desempenho profissional
Existe um ditado que prega que “tudo o que é demais é nocivo”, seja na vida pessoal ou profissional, e por isso é importante saber dosar as emoções e controlar o bom e o mau humor na hora de tomar decisões. Para sermos mais eficazes, é primordial estarmos sempre atentos ao nosso estado interior, pois é ele quem nos influencia no desempenho das atividades cotidianas.
Shana Wajntraub, psicóloga e consultora de carreiras da Eleve Consulting, conta que “pesquisas apontam que o lado positivo de estar com bom humor é que somos mais flexíveis mentalmente, nossa criatividade aflora, nos tornamos melhores na resolução de problemas e mais eficientes ao tomarmos decisões. Já o lado negativo do bom humor, é o de que podemos tomar decisões muito rapidamente ou não prestar a devida atenção aos detalhes de uma tarefa a ser realizada”.
E, para surpresa de muitos, a profissional também explica que “há benefícios de estarmos de mau humor”, e um deles é “a nossa capacidade para focar nos detalhes, ainda que em tarefas repetitivas”. “Também nos tornamos mais céticos, de mau humor, o que pode ser útil em algumas ocasiões. O ponto desagradável é sermos mais pessimistas e negativos ao que estamos levando em consideração, sem falar que uma pessoa mal humorada contamina e perturba a harmonia de uma equipe”, explica.
Disponível em: <http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2015/12/10/excesso-de-bom-humor-pode-atrapalhar-desempenho-profissional/> Acesso em: 10 jul. 2016. (adaptado)
Após a leitura dos dois textos, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Como é chamado o circuito abaixo?

Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Fundamentos de ProgramaçãoLógica de Programação
- Fundamentos de ProgramaçãoVariáveisTroca de Valores de Variáveis
O quadro abaixo apresenta, em português estruturado, um algoritmo incompleto para trocar os valores de duas variáveis e imprimir com os valores trocados.
1. programa TROCA_NUMEROS
2. var
3. X, A, B : inteiro
4. inicio
5. leia A
6. leia B
7. X ←
8. B ←
9. A ←
10. escreva A, B
11. fim
Para que esse programa troque os valores das variáveis A e B e após imprima, as lacunas das linhas sete (07), oito (08) e nove (09) devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Excesso de bom humor pode atrapalhar desempenho profissional
Existe um ditado que prega que “tudo o que é demais é nocivo”, seja na vida pessoal ou profissional, e por isso é importante saber dosar as emoções e controlar o bom e o mau humor na hora de tomar decisões. Para sermos mais eficazes, é primordial estarmos sempre atentos ao nosso estado interior, pois é ele quem nos influencia no desempenho das atividades cotidianas.
Shana Wajntraub, psicóloga e consultora de carreiras da Eleve Consulting, conta que “pesquisas apontam que o lado positivo de estar com bom humor é que somos mais flexíveis mentalmente, nossa criatividade aflora, nos tornamos melhores na resolução de problemas e mais eficientes ao tomarmos decisões. Já o lado negativo do bom humor, é o de que podemos tomar decisões muito rapidamente ou não prestar a devida atenção aos detalhes de uma tarefa a ser realizada”.
E, para surpresa de muitos, a profissional também explica que “há benefícios de estarmos de mau humor”, e um deles é “a nossa capacidade para focar nos detalhes, ainda que em tarefas repetitivas”. “Também nos tornamos mais céticos, de mau humor, o que pode ser útil em algumas ocasiões. O ponto desagradável é sermos mais pessimistas e negativos ao que estamos levando em consideração, sem falar que uma pessoa mal humorada contamina e perturba a harmonia de uma equipe”, explica.
Disponível em: <http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2015/12/10/excesso-de-bom-humor-pode-atrapalhar-desempenho-profissional/> Acesso em: 10 jul. 2016. (adaptado)
Observe os trechos:
“Existe um ditado...”
“... há benefícios...”
Sobre os verbos destacados são feitas as seguintes afirmações:
I. Se colocássemos “um ditado” no plural, o verbo “existir” também iria para o plural.
II. Se colocássemos “um ditado” no plural, o verbo “existir” ficaria no singular, pois, tendo sentido de “haver”, deve ficar sempre no singular.
III. O verbo “haver” está no singular, porque, tendo sentido de “existir”, deve ficar sempre no singular.
IV. O verbo “haver” deveria estar no plural, ficando “hão de haver”, para concordar com “benefícios”.
Estão corretas apenas as afirmações
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre estágio probatório no serviço público federal, assinale (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.
( ) o servidor não aprovado no estágio probatório será demitido ou, se estável, reconduzido ao cargo anteriormente ocupado.
( ) o servidor em estágio probatório poderá exercer cargo de provimento em comissão ou funções de direção, chefia ou assessoramento no órgão.
( ) a aptidão e capacidade do servidor serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os fatores de assiduidade, disciplina, capacidade de iniciativa, produtividade e responsabilidade.
( ) ao servidor em estágio probatório podem ser concedidas, dentre outras, a licença para o exercício de mandato eletivo e para o desempenho de mandato classista.
A ordem correta, de cima para baixo, é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O amor é mais falado do que vivido e por isso vivemos um tempo de secreta angústia
Luciana Chardelli
O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. “Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório”. Não há a observação pausada daquilo que experimentamos; é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.
O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que estamos fazendo.
Em tempos de Facebook e Twitter, não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou de um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perdemos a profundidade das relações; perdemos a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais, não existem discussões que terminem em abraços vivos, uma vez que as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.
Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que comemos, o que compramos, o que nos atormenta e o que nos alegra.
O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente, a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.
“Estamos todos numa solidão e numa multidão ao mesmo tempo”, diz Zygmunt Bauman.
Disponível em:<http://www.portalraizes.com/estamos-todos-numa-solidao-e-numa-multidao-ao-mesmo-tempo-zygmunt-bauman/> Acesso em: 21 jul. 2016. (Adaptado)
Na frase, “Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito.”, a conjunção “e” é utilizada para
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2513771
Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
De acordo com a Norma Regulamentadora 10 – NR10 devem ser adotadas medidas preventivas de controle de risco elétrico em
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Classificação Decimal de Dewey (CDD) divide o conhecimento humano em 10 classes. Qual é a divisão correta dessas 10 classes?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Observe o circuito esquematizado na figura abaixo.

Considerando que o amplificador operacional, seja ideal, marque a alternativa correta em relação ao mesmo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O amor é mais falado do que vivido e por isso vivemos um tempo de secreta angústia
Luciana Chardelli
O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. “Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório”. Não há a observação pausada daquilo que experimentamos; é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.
O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que estamos fazendo.
Em tempos de Facebook e Twitter, não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou de um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perdemos a profundidade das relações; perdemos a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais, não existem discussões que terminem em abraços vivos, uma vez que as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.
Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que comemos, o que compramos, o que nos atormenta e o que nos alegra.
O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente, a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.
“Estamos todos numa solidão e numa multidão ao mesmo tempo”, diz Zygmunt Bauman.
Disponível em:<http://www.portalraizes.com/estamos-todos-numa-solidao-e-numa-multidao-ao-mesmo-tempo-zygmunt-bauman/> Acesso em: 21 jul. 2016. (Adaptado)
Após a leitura do texto, é correto afirmar que só NÃO é considerada uma característica da sociedade atual a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container