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- Fundamentos de ProgramaçãoAlgoritmosAlgoritmos de Árvores
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: ÁrvoreÁrvore B ou B+ Tree
O tipo de árvore B-tree utilizada para pesquisas, possui restrições que garantem que a árvore esteja sempre balanceada. Isto permite que caso ocorram exclusões na tabela, o espaço desperdiçado em disco não se torne excessivo.
Este recurso faz com que os
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Em uma biblioteca, é de extrema importância ações que ajudem na conservação e preservação dos livros.
Considerando a frase, assinale com (V), as afirmativas verdadeiras e com (F) as afirmativas falsas:
( ) Retirar um livro da estante, puxando-o pela borda superior da lombada.
( ) Utilizar aspirador de pó ou escovas macias frequentemente para a limpeza.
( ) Usar fitas adesivas para colar folhas soltas ou rasgadas.
( ) Prefixar períodos de dedetização com inseticidas domissanitários.
A sequência correta, de cima para baixo, é
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O artigo 9º da Lei 11.892, de 29 de dezembro de 2008 dispõe que cada Instituto Federal é organizado em
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Considere as afirmativas a seguir sobre a ABNT/NBR 10520-2002 - Informação e documentação - Citações em documentos.
I. Citação é a menção de uma informação extraída de outra fonte.
II. Citação de citação é o texto baseado na obra do autor consultado.
III. Citação direta é a transcrição textual de parte da obra do autor consultado.
Estão corretas as afirmativas
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Falta amor no mundo, mas também falta interpretação de texto1
Que me perdoem os analistas de funções, tabelas, números complexos e logaritmos, mas desenvolvi uma teoria baseada em nada além do que meus próprios olhos e ouvidos vêm testemunhando há tempos: considerável parte do desamor que paira hoje no mundo se deve à incapacidade de interpretação de texto. Sim, senhores. A incompreensão da Língua tem deixado as línguas (e os dedos frenéticos que navegam pelos teclados) mais intolerantes, emburrecidos e inacreditavelmente loucos.
Talvez esse bizarro fenômeno se deva à carência de ideologias e certezas, que fizeram Bauman (o sociólogo da moda, salve, salve!) enxergar a “liquidez” da modernidade e a fragilidade de referências. Talvez seja apenas falta do que fazer e uma intensa carência de reconhecimento nas mídias sociais. Ou, quem sabe, Umberto Eco estivesse certo ao afirmar que as redes sociais deram voz aos imbecis. “Normalmente, eles (os imbecis) eram imediatamente calados, mas agora têm o mesmo direito à palavra de um Prêmio Nobel.” Viva a democracia virtual!
Fato é que a imbecilidade se tem traduzido em palavras vindas de mentes que não sabem compreender… palavras! Eros versus Pasquale, Afrodite versus Bilac e a falta de amor no mundo se reduziu a uma simples questão de semântica. Qualquer manifestação minimamente opinativa e já tiram — sabe-se lá de que cartola mágica — uma interpretação maliciosa, completamente descontextualizada e muitas vezes motivada pela leitura de mero título ou pela escolha de imagem ilustrativa.
Só que a falta de compreensão se estende para além das redes virtuais. Basta que haja qualquer debate numa mesa de bar e “Calma lá, meu chapa, não foi isso que eu disse…”, “Você entendeu errado…”, “Não foi isso que eu quis dizer…”. E, de repente, não se diferencia mais quem não sabe falar de quem não sabe entender. O quadro se torna insustentável quando se adicionam como ingredientes hipérbole, metáfora e principalmente ironia fina. Fina mesmo é a distância entre o soco e o infeliz nariz daquele que não se faz compreender.
É claro que o praticante da incompreensão textual jamais se entenderá como parte da porcentagem de analfabetos funcionais. Se as pesquisas apontam que apenas 8% dos brasileiros entre 15 e 64 anos são capazes de se expressar e de compreender plenamente, ele estará no meio. Se fossem 2%, ele estaria no meio. Se apenas um único brasileiro fosse capaz de interpretar texto, certamente seria ele. O drama da incompreensão é que ela distorce a análise de si. Somos textos ambulantes, afinal.
“Estou farto de todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora de si mesmo.”, disse Manuel Bandeira, sem saber que, tanto tempo depois, estaria nadando de braçada na (in)compreensão baseada em conteúdo distorcido ou jamais dito por aquele que toma porrada. Nunca se capitularam tantas frases fora de seu contexto, Manuel.
Está faltando amor no mundo, mas disso pelo menos todo mundo sabe. O que falta entender é que falta principalmente interpretação de texto. E quem sabe o mundo possa se amar mais quando todos realmente falarem a mesma língua.
1 Título tomado de empréstimo de Leonardo Sakamoto pelo autor.
Disponível em: <http://www.revistabula.com/6691-falta-amor-no-mundo-mas-tambem-falta-interpretacao-de-texto/> Acesso em: 5 ago. 2016. (Adaptado)
Em que trecho a vírgula NÃO isola um vocativo?
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Classificar é atribuir uma classe (assunto) ao livro. Em uma biblioteca, cada livro é classificado sob um único assunto, ainda que composto por vários. Em geral, as bibliotecas adotam uma das diversas tabelas de classificação.
As mais utilizadas no Brasil são:
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Segundo Rowley (1988), citado por Araujo Junior (2007), as linguagens de indexação são linguagens empregadas para descrever o assunto ou outros aspectos da informação ou de documentos em um índice e possuem três características básicas, que são:
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Segundo Mey e Silveira (2009), a catalogação deve possuir as seguintes características:
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Senso de humor no trabalho é uma competência de destaque
Luiz Carlos Cabrera
As conversas sobre o desempenho de executivos procuram descrever um conjunto ideal de competências, aquelas que garantiriam alta produtividade. As mais conhecidas são foco no resultado, capacidade de execução, capacidade analítica e competência de estabelecer e sustentar relações e alianças.
A minha privilegiada observação do cotidiano, em função da extensão da minha rede de relações depois de anos atuando como professor e headhunter, permite-me acrescentar uma competência que é eterna e fundamental: o senso de humor. Não me refiro ao piadismo barato, à gozação agressiva ou ao deboche.
O humor é uma demonstração clara de inteligência emocional e uma competência que se destaca nas relações profissionais. Falo de sagacidade, de leitura rápida do contexto. Os britânicos riem de supostos diálogos ácidos entre o primeiro-ministro Winston Churchill (1874 -1965) e Lady Nancy Astor (1879 –1964), primeira mulher a ocupar uma cadeira no parlamento britânico.
No mais célebre deles, Lady Astor diz: “Se o senhor fosse meu marido, eu colocaria veneno em seu chá”. E Churchill responde: “Madame, se a senhora fosse minha mulher, eu beberia”. Lady Astor, igualmente rápida, também tinha suas tiradas.
Em uma delas, Churchill pergunta com que personagem deveria ir a um baile à fantasia, e Lady Astor sugere: “Por que você não vai sóbrio, primeiro-ministro?”. Se esses diálogos ocorreram de fato, nunca se saberá. Mas são ótimos exemplos de pensamento ágil, agudo e bem-humorado.
O humor propicia o chamado alto-astral, facilita as relações, abre as portas e diminui as resistências. É possível pensá-lo como uma habilidade, aprimorável por meio da prática? Considero o senso de humor uma competência eterna, que se desenvolve ao longo da vida de um indivíduo.
Desde criança, a pessoa tem maior interesse (ou é estimulada) a avaliar o contexto, a contar histórias e a reproduzir situações. O desenvolvimento de um olhar crítico começa na tenra infância.
O bom humor é antes de tudo um sinal de que a pessoa está balanceada, que seus sentimentos e opiniões estão equilibrados. A pessoa bem-humorada pensa com o cérebro e sente com o coração. O senso de humor tem de ser perseguido, requer uma abertura para olhar o mundo por vários ângulos, pede uma mente alerta e ativa e em geral se expressa por um gesto milenar e universal: o sorriso. Sorria!
Vocabulário:
headhunter – termo em inglês que significa “caçador de cabeças”, ou seja, recrutador dos melhores profissionais do mercado.
Disponível em: <http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/178/noticias/humor-competencia-eterna> Acesso em: 10 jul. 2016. (adaptado)
Quando diz “Não me refiro ao piadismo barato, à gozação agressiva ou ao deboche.”, o autor está
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