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Moraes (2004, p.225) ao abordar a Educação para a era das relações descreve que educar para a cidadania global significa formar seres capazes de
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Com relação a partida através de chave compensadora, afirmam-se:
I. Na derivação 65%, a corrente de partida na linha se aproxima do valor da corrente de acionamento, utilizando chave estrela-triângulo.
II. Apresenta custo inferior ao da chave estrela-triângulo.
III. A comutação da derivação de tensão reduzida para a tensão de suprimento não acarreta elevação da corrente, já que o autotransformador se comporta, neste instante, semelhante a uma reatância que impede o crescimento da mesma.
IV. A chave permite variações gradativas de tape para que se possa aplicar a chave adequadamente à capacidade do sistema de suprimento.
Estão corretas apenas as afirmativas
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No processo mecânico de usinagem por furação (sem pré-furação), a profundidade de corte corresponde a
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De acordo com a Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional, 9.394/96, no artigo 24, inciso II, a classificação em qualquer série ou etapa, exceto a primeira do ensino fundamental, pode ser feita por promoção, para alunos que cursaram, com aproveitamento
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Texto 1: Você sabe como resistir aos apelos da publicidade?
Você já parou para pensar quantas vezes ficou triste porque não pôde comprar alguma coisa que queria muito? Será que viver sem aquele tênis de marca famosa ou o celular que acaba de ser lançado no mercado pode realmente ser tão importante para nossa felicidade? Ou estamos apenas nos deixando levar pela máquina eficiente e poderosa da propaganda? Isso é realmente uma questão vital, pois se não formos capazes de perceber que nossos desejos estão sendo alimentados do exterior, nos tornaremos robôs dirigidos pelas campanhas de marketing , e não pessoas livres e autônomas, capazes de decidir o que realmente precisam para viver bem.
Os anúncios de publicidade apelam para as nossas emoções para criar novas necessidades de consumo em nós. Eles n os dão a ilusão de que comprar um determinado produto trará muitos benefícios para nossa vida. E muitas das coisas que prometem são falsas. Nesses casos, se o consumidor sentir se enganado, tem o direito de reclamar. Esse direito está previsto no Código de Defesa do Consumidor.
Na nossa sociedade, a publicidade está em toda parte: na TV, na internet, no rádio, nos jornais, nos outdoors , em panfletos que nos entregam quando paramos no sinal de trânsito, nos supermercados e em quase todo lugar aonde vamos. É difícil não prestar atenção ao assédio da publicidade ou escapar das falsas necessidades que ela cria em nossas mentes.
Se não tivermos um olhar crítico para esses anúncios que invadem as nossas vidas, onde quer que estejamos, nos tornaremos grandes consumistas ou estaremos sem pre infelizes por não poder comprar tudo o que desejamos.
A publicidade é feita com a intenção de provocar em nós um grande interesse pelo produto ou serviço que ela anuncia e depois nos induzir a comprá lo, mesmo que até então ele não significasse nada para nós. A linguagem da publicidade é persuasiva e sabe como nos influenciar até de forma inconsciente. Ela associa o produto que quer nos vender a imagens prazerosas, fazendo nos acreditar que ao comprá lo alcançaremos alegria e felicidade.
Ao mesmo tempo em que cria falsas necessidades, ela faz as pessoas sentirem se imperfeitas e insatisfeitas, pois assim fica mais fácil convencê las de que a solução para os seus problemas é consumir o que ela quer vender. Qual o efeito dessa estratégia sobre as emoções d o consumidor?
É fazê-lo acreditar que não poderá mais viver sem consumir aquele produto ou serviço, pois graças a ele ficará mais bonito, será amado e admirado por todos, e sua felicidade estará completa. É incutindo nele essa ilusão que a propaganda consegue seduzi-lo.
Ela faz você sentir se inferior aos seus amigos se não comprar aquela mochila ou roupa que eles têm e lhe promete sucesso e prestígio depois de adquiri la. Se você reparar, a propaganda acaba tirando a sua liberdade de escolher o que realmente é necessário para sua satisfação pessoal.
Uma lei federal determina que a TV pode dedicar apenas 25% do tempo da sua programação aos comerciais. Assim, a cada hora que você passa diante da televisão, 15 minutos serão de bombardeio publicitário.
Na Suécia, a publicidade para crianças é proibida na TV, porque elas são consideradas mais vulneráveis à influência e manipulação da propaganda do que os adultos. Outros países também restringem a publicidade para crianças, como Austrália, Áustria, Reino Unido e Noruega.
Disponível em: <
http://www.ebc.com.br/infantil/2016/04/voce-sabe-como-resistir-aos-apelos-da-publicidade> Acesso em: 26 jun. 2016. (adaptado)
Texto 2

Texto 3

A respeito da leitura dos Textos 1, 2 e 3, são feitas as seguintes afirmações:
I. A atitude do personagem do segundo quadrinho do Texto 2 vai de encontro ao que se espera de um consumidor consciente.
II. A atitude do personagem do terceiro quadrinho do Texto 3 vai de encontro ao que se espera de um consumidor consciente.
III. A fala de Armandinho, no terceiro quadrinho do Texto 3, ratifica o que diz no Texto 1, evidenciando a vulnerabilidade do consumidor frente às propagandas.
IV. O Texto 2 ratifica a incapacidade que uma criança tem de avaliar as estratégias persuasivas da publicidade.
Estão corretas apenas as afirmações
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A Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012
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Qual a principal aplicação de um diodo de potência?
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Qual a função do circuito abaixo em um TCA?

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Falta amor no mundo, mas também falta interpretação de texto1
Que me perdoem os analistas de funções, tabelas, números complexos e logaritmos, mas desenvolvi uma teoria baseada em nada além do que meus próprios olhos e ouvidos vêm testemunhando há tempos: considerável parte do desamor que paira hoje no mundo se deve à incapacidade de interpretação de texto. Sim, senhores. A incompreensão da Língua tem deixado as línguas (e os dedos frenéticos que navegam pelos teclados) mais intolerantes, emburrecidos e inacreditavelmente loucos.
Talvez esse bizarro fenômeno se deva à carência de ideologias e certezas, que fizeram Bauman (o sociólogo da moda, salve, salve!) enxergar a “liquidez” da modernidade e a fragilidade de referências. Talvez seja apenas falta do que fazer e uma intensa carência de reconhecimento nas mídias sociais. Ou, quem sabe, Umberto Eco estivesse certo ao afirmar que as redes sociais deram voz aos imbecis. “Normalmente, eles (os imbecis) eram imediatamente calados, mas agora têm o mesmo direito à palavra de um Prêmio Nobel.” Viva a democracia virtual!
Fato é que a imbecilidade se tem traduzido em palavras vindas de mentes que não sabem compreender… palavras! Eros versus Pasquale, Afrodite versus Bilac e a falta de amor no mundo se reduziu a uma simples questão de semântica. Qualquer manifestação minimamente opinativa e já tiram — sabe-se lá de que cartola mágica — uma interpretação maliciosa, completamente descontextualizada e muitas vezes motivada pela leitura de mero título ou pela escolha de imagem ilustrativa.
Só que a falta de compreensão se estende para além das redes virtuais. Basta que haja qualquer debate numa mesa de bar e “Calma lá, meu chapa, não foi isso que eu disse…”, “Você entendeu errado…”, “Não foi isso que eu quis dizer…”. E, de repente, não se diferencia mais quem não sabe falar de quem não sabe entender. O quadro se torna insustentável quando se adicionam como ingredientes hipérbole, metáfora e principalmente ironia fina. Fina mesmo é a distância entre o soco e o infeliz nariz daquele que não se faz compreender.
É claro que o praticante da incompreensão textual jamais se entenderá como parte da porcentagem de analfabetos funcionais. Se as pesquisas apontam que apenas 8% dos brasileiros entre 15 e 64 anos são capazes de se expressar e de compreender plenamente, ele estará no meio. Se fossem 2%, ele estaria no meio. Se apenas um único brasileiro fosse capaz de interpretar texto, certamente seria ele. O drama da incompreensão é que ela distorce a análise de si. Somos textos ambulantes, afinal.
“Estou farto de todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora de si mesmo.”, disse Manuel Bandeira, sem saber que, tanto tempo depois, estaria nadando de braçada na (in)compreensão baseada em conteúdo distorcido ou jamais dito por aquele que toma porrada. Nunca se capitularam tantas frases fora de seu contexto, Manuel.
Está faltando amor no mundo, mas disso pelo menos todo mundo sabe. O que falta entender é que falta principalmente interpretação de texto. E quem sabe o mundo possa se amar mais quando todos realmente falarem a mesma língua.
1 Título tomado de empréstimo de Leonardo Sakamoto pelo autor.
Disponível em: <http://www.revistabula.com/6691-falta-amor-no-mundo-mas-tambem-falta-interpretacao-de-texto/> Acesso em: 5 ago. 2016. (Adaptado)
Leia: “... e os dedos frenéticos que navegam pelos teclados...”.
No texto, a palavra frenéticos NÃO apresenta o sentido de
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Observe a figura abaixo.

No circuito somador inversor, representado na Figura 6, a tensão de saída, Vo, tem valor de
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