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Na Gramática Pedagógica do Português Brasileiro (BAGNO, 2012), o autor discute alguns 4.conceitos elaborados por Ferdinand de Saussure (1986). Identifique, a partir das ponderações de Bagno (2012), quais dentre as afirmações abaixo vão ao encontro dos pressupostos saussureanos:
I. Língua (Langue) é um sistema abstrato, homogêneo, composto de todas as realizações potenciais de expressão, formado por unidades que se opõem entre si, compartilhado por todos os falantes de um grupo social; é invariável, pois não pode ser alterado por nenhum falante individual. É graças a essa visão que o estruturalismo pôde elaborar conceitos como os de fonema, morfema, sema e lexema.
II. Fala (Parole): manifestações individuais, particulares, heterogêneas, das potencialidades do sistema; apresenta variação, mas essa variação não prejudica a intercompreensão dos falantes, pois todos reconhecem que, por trás das formas variantes, existe, num nível mais abstrato, uma forma comum, geral. Os fones e os alofones estão presentes na fala, onde há variação.
III. O termo “significado” refere um conceito abstrato, ao passo que a palavra “significante” indica a realização audível desse conceito, sendo, portanto, variável de uma língua para outra. Quando, por exemplo, um carioca pronuncia a palavra TIA como [´t∫ia] e um pernambucano como [`tia], essa diferença está apenas no nível do significante, por não envolver mudança de significado. Por isso, a fonologia estruturalista diz que não existe o fonema / t∫/ em português, mas em inglês, sim, porque ele serve para distinguir palavras diferentes, como cash e catch.
IV. Todo falante do Português Brasileiro reconhece os significados diferentes para Março e marcho. Dessa forma, o par mínimo em oposição /s/ - /∫/ ocorre somente em nível fonético, assim como ocorre em [‘basta] e [‘basta].
Estão corretas as afirmativas
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Em Iniciação à sintaxe (AZEREDO, 2013), o autor realiza um estudo sobre a estrutura sintagmática do Português.
Com base na obra, é correto afirmar que,
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Considerando o emprego do hífen, conforme O Novo Acordo da Língua Portuguesa (SILVA, 5.2014), firmado em 1° de janeiro de 2016.
O revide ao (1) foi liderado pelo secretário (2), do instituto. A notícia foi (3), mas o diretor (4) fez questão de comunicá-la mediante uma (5) do folheto institucional.
As palavras que completam, correta e respectivamente, são:
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Em Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística, Marcos Bagno estabelece uma clara distinção entre as abordagens normativa e descritiva. A primeira busca prescrever instruções mediante regras que, na maioria das vezes, seguem critérios de cunho social e não linguístico. A segunda, por sua vez, efetua um trabalho de definição, classificação e interpretação em que não há a intenção de julgar, mas sim de compreender os fenômenos observados. Tanto nessa obra quanto em publicações posteriores, como na Gramática pedagógica do português brasileiro, o autor fundamenta seu posicionamento em uma visão descritiva. Adotando tal perspectiva, leia a seguir “O poeta da Roça”, de Patativa do Assaré.
Sou fio das mata, cantô da mão grossa,
Trabaio na roça, de inverno e de estio.
A minha chupana é tapada de barro,
Só fumo cigarro de paia de mio.
Trabaio na roça, de inverno e de estio.
A minha chupana é tapada de barro,
Só fumo cigarro de paia de mio.
Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestré, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola,
Cantando, pachola, à percura de amô.
De argum menestré, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola,
Cantando, pachola, à percura de amô.
Não tenho sabença, pois nunca estudei,
Apenas eu sei o meu nome assiná.
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre,
E o fio do pobre não pode estudá.
Apenas eu sei o meu nome assiná.
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre,
E o fio do pobre não pode estudá.
Meu verso rastero, singelo e sem graça,
Não entra na praça, no rico salão,
Meu verso só entra no campo e na roça
Nas pobre paioça, da serra ao sertão.
Não entra na praça, no rico salão,
Meu verso só entra no campo e na roça
Nas pobre paioça, da serra ao sertão.
Só canto o buliço da vida apertada,
Da lida pesada, das roça e dos eito.
E às vez, recordando feliz mocidade,
Canto uma sodade que mora em meu peito.
Da lida pesada, das roça e dos eito.
E às vez, recordando feliz mocidade,
Canto uma sodade que mora em meu peito.
[...]
(ASSARÉ, Patativa do. Cante lá que eu canto cá: filosofia de um trovador nordestino. Petrópolis: Vozes, 2004.).
Considerando as ponderações de Bagno (2012) e o poema acima, analise as seguintes afirmações:
I. As palavras sublinhadas no texto apresentam uma apócope muito difundida no português brasileiro, a qual corresponde à supressão da consoante em final de palavra. Ainda que o texto possibilite identificar o enunciador como falante de alguma variedade rural ou como um indivíduo pouco escolarizado, o fenômeno também pode ser observado na fala urbana de sujeitos mais letrados, em situações nas quais não há um alto monitoramento estilístico.
II. As palavras “trabaio”, “paia”, “fio” e “mio” têm uma grafia que representa o processo da vocalização (deslaterização/despalatização) de [
] em [i]. Por sua vez, a expressão “Sou poeta das brenha” revela um desvio de flexão e concordância nominal, tendo em vista que “brenha” significa mata espessa, virgem e deveria obrigatoriamente ser escrita no plural, independentemente do seu determinante.
] em [i]. Por sua vez, a expressão “Sou poeta das brenha” revela um desvio de flexão e concordância nominal, tendo em vista que “brenha” significa mata espessa, virgem e deveria obrigatoriamente ser escrita no plural, independentemente do seu determinante.
III. As palavras “percura” e “argum” registram, na forma escrita, um processo fonético/fonológico denominado rotacismo, e a palavra “veve”, um abaixamento vocálico.
Estão corretas as afirmativas
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De acordo com Morais (2007), não há, na língua portuguesa, correspondência total entre 2.letras e fonemas. O fonema /s/, por exemplo, pode ser grafado com c, s, ss, ç, x, sc, sç, xc. Essa é uma das muitas particularidades da língua escrita que dificulta o processo de ensino-aprendizagem da ortografia da Língua Portuguesa. Além dessas questões de ordem fonêmico-ortográfica do idioma, há outros fenômenos linguísticos que, de acordo com Ilari e Basso (2014), constituem casos de variação diastrática, tais como: (a) queda e nasalização da vogal átona inicial, (b) queda de material fonético à vogal tônica; (c) perda da distinção entre vogal e ditongo antes de palatal; (d) monotongação de ditongos crescentes em posição final; (e) uso de [j] por [
].
].
Refletindo sobre a relação entre som e letra, mediante uma análise linguística voltada para o ensino, verifique as seguintes afirmações:
I. Na relação em que uma unidade sonora corresponde a mais de uma unidade gráfica e que uma unidade gráfica representa mais de uma unidade sonora, mostra-se uma regularidade de acordo com a posição da unidade gráfica ou sonora na palavra, como por exemplo, em “massa” e “zebra”. Essa forma de correspondência, quando se apresenta regular, é passível de ser aprendida mediante uma regra, segundo alguns autores. Contudo, há outros tipos de correspondências existentes que não permitem tal sistematização, pois dependem do conhecimento prévio da escrita da palavra.
II. Com respeito aos fenômenos de variação diastrática citados no enunciado, são exemplos, respectivamente: a- incelença por excelência; b- figo por fígado, Ciço por Cícero; c- pexe por peixe; d-sustança por substância; d- foia por folha. Do ponto de vista pedagógico, os alunos que chegam à escola falando uma variante que inclui esses fenômenos precisam aprender variedades de prestígio como uma espécie de língua estrangeira.
III. No sistema linguístico do Português Brasileiro, o som de /s/ pode ser representado por vários grafemas, e, embora exista a sistematicidade em algumas palavras, não há regra para as grafias de “seguro”, “assíduo”, “cidade” e “auxílio”, pois tal formalização é arbitrária. Mas não é arbitrária a produção vocálica, uma vez que ela se define no grafema: em posição tônica, é superior ao número de grafemas (sete); em posição pretônica, iguala- se ao número de letras (cinco); e, em posição átona, é inferior ao número de letras (três). Ensinar considerando a relação som–letra é essencial no processo de construção do saber fonêmico-ortográfico.
Está(ão) correta(s), a(s) afirmativa(s)
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Observe as imagens a seguir:

1) Disponível em: <https://weheartit.com/entry/136402273> Acesso em 24 nov. 2017.

2) Disponível em:< https://www.wikiart.org/en/bridget-riley> Acesso em 24 nov. 2017.

3) Disponível em:<http://www.artnet.com/artists/piet-mondrian/> Acesso em 24 nov. 2017.
As imagens pertencem respectivamente aos seguintes movimentos estéticos
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No trabalho “Como explicar imagens a uma lebre morta” (1965), o artista Joseph Beuys, 39.com sua cabeça besuntada de mel e coberta com ouro em folha, ficava sentado, falando com a lebre morta em seu colo, enquanto o público só podia observar pela janela.
Segundo Michael Archer, esse trabalho apresentado pelo artista é considerado
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Associe adequadamente os nomes dos artistas contemporâneos, no primeiro bloco, com os 38.nomes de suas respectivas obras, no segundo bloco.
1 – Lia Menna Barreto
2 – Maria Tomaselli
3 – Lucia Koch
4 – Marilice Corona
2 – Maria Tomaselli
3 – Lucia Koch
4 – Marilice Corona
( ) Taxi, 1986
( ) Tartaruga, 1990.
( ) A casa abriga o devaneio, 1997
( ) Gabinete, 1999
( ) Tartaruga, 1990.
( ) A casa abriga o devaneio, 1997
( ) Gabinete, 1999
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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O defendia uma total limpeza espacial para a pintura, reduzindo-37.a a seus elementos mais puros e buscando suas características mais próprias. A necessidade de ressaltar o aspecto artificial da arte (criação humana) fez com que os artistas deste movimento usassem apenas as cores primárias (vermelho, amarelo, azul) em seu estado máximo de saturação (artificial), assim como o branco e o preto (inexistentes na Natureza, o primeiro sendo presença total e o segundo ausência total de luz).
O movimento artístico que completa corretamente a lacuna e o sentido do texto acima é
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Qual ideia abaixo NÃO se encontra dentro das influências do feminismo na arte e na crítica 36.de arte durante a década de 70?
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